[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"documento:BCIA11:18858":3,"seo:\u002Fdetalhes\u002FBCIA11\u002Fdocumentos\u002F18858":16,"fii-documento:BCIA11":95},{"id":4,"descricao":5,"assunto":6,"tipo":7,"situacao":8,"texto":9,"link_pdf":10,"estruturado":11,"link_original":12,"data_referencia":13,"data_entrega":14,"versao":15},18858,"(BCIA) Relatório Gerencial - 18\u002F08\u002F2026","Relatório Gerencial","Relatórios","(Ativo)","\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_0_image_0.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Bradesco Carteira Imobiliária Ativa BCIA11 Julho\u002F2026 Relatório Mensal\u003C\u002Fp>\u003Ch2>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh2>\u003Ch2>+ Destaques\u003C\u002Fh2>\u003Ch3>DESTAQUES\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O IFIX apresentou nova \u003Cstrong>queda em junho\u003C\u002Fstrong>, de \u003Cstrong>0,32%,\u003C\u002Fstrong> marcando o 3º mês seguido de queda do índice. O IFIX acumula valorização de 1,14% até o fechamento de jul\u002F26.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>elevado patamar das taxas de juros\u003C\u002Fstrong> real e nominal segue \u003Cstrong>influenciando negativamente\u003C\u002Fstrong> o \u003Cstrong>comportamento do índice\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em julho, ocorreu novo \u003Cstrong>aumento das tensões no Oriente Médio\u003C\u002Fstrong> no conflito entre EUA e Irã, com nova limitação do tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz, o que acarretou \u003Cstrong>novo aumento nos preços de petróleo\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No Brasil, o Banco Central realizou um \u003Cstrong>corte adicional de 25 pontos base na Selic\u003C\u002Fstrong>, levando a taxa para \u003Cstrong>14% aa\u003C\u002Fstrong> na reunião no início de agosto, e deixou em \u003Cstrong>aberto a continuidade dos cortes\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>Bradesco Asset\u003C\u002Fstrong> mantem a \u003Cstrong>expectativa\u003C\u002Fstrong> de que a taxa Selic \u003Cstrong>encerre o ano em 13,75% aa\u003C\u002Fstrong>, ou seja, espera um corte adicional de 25 pontos em 2026.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os \u003Cstrong>dados econômicos\u003C\u002Fstrong> sugerem uma \u003Cstrong>menor pressão inflacionária\u003C\u002Fstrong> nos próximos meses, porém, para o final do ano ainda pode haver pressão inflacionária advinda do El Niño.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os \u003Cstrong>indicadores de atividade\u003C\u002Fstrong> também mostraram \u003Cstrong>moderação gradual\u003C\u002Fstrong>, como os \u003Cstrong>indicadores de crédito,\u003C\u002Fstrong> ainda que o mercado de trabalho siga aquecido. Porém os \u003Cstrong>estímulos\u003C\u002Fstrong> à atividade vindos da \u003Cstrong>política fiscal e parafiscal\u003C\u002Fstrong> representam um desafio para a política monetária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, os preços dos ativos devem continuar a refletir a \u003Cstrong>volatilidade esperada pelas eleições presidenciais em outubro\u003C\u002Fstrong> e as discussões sobre o \u003Cstrong>cenário fiscal\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nos \u003Cstrong>EUA\u003C\u002Fstrong>, o FED \u003Cstrong>manteve a taxa de juros\u003C\u002Fstrong> no intervalo de 3,50% a 3,75% na reunião no final de julho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O comunicado do \u003Cstrong>FED reforçou o compromisso com a manutenção da inflação\u003C\u002Fstrong> dentro da meta, porém \u003Cstrong>não deixou explicitas as métricas\u003C\u002Fstrong> e horizontes levados em consideração para tanto, o que traz \u003Cstrong>incertezas sobre os próximos passos do FED.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>cota patrimonial do BCIA\u003C\u002Fstrong> apresentou \u003Cstrong>queda de 0,74% em julho\u003C\u002Fstrong>, com desempenho inferior ao índice de 43 bps.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As principais \u003Cstrong>contribuições negativas\u003C\u002Fstrong> para a performance da cota comparada ao IFIX no mês foram a \u003Cstrong>queda de fundos que temos posição\u003C\u002Fstrong>: \u003Cstrong>BBIG\u003C\u002Fstrong> (shopping), \u003Cstrong>HGRE e PVBI\u003C\u002Fstrong> (escritórios), e \u003Cstrong>INLG\u003C\u002Fstrong> (galpões).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por outro lado, as \u003Cstrong>principais contribuições positivas\u003C\u002Fstrong> foram a queda de \u003Cstrong>HGRU\u003C\u002Fstrong> (varejo), em que não temos exposição, e a alta de fundos que temos posição relevante, como \u003Cstrong>KORE\u003C\u002Fstrong> (escritórios), \u003Cstrong>HGCR\u003C\u002Fstrong> (CRI) e \u003Cstrong>BRCO\u003C\u002Fstrong> (galpões).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mantivemos a \u003Cstrong>exposição elevada a fundos de recebíveis imobiliários\u003C\u002Fstrong>, que fecharam o mês em \u003Cstrong>42% PL\u003C\u002Fstrong>, com os FIIs de tijolo representando 58% do PL. Houve uma pequena redução da posição em CRIs com relação ao mês anterior, que era de 44% PL, devido à \u003Cstrong>redução da exposição a KNIP.\u003C\u002Fstrong> Nosso \u003Cstrong>viés\u003C\u002Fstrong> para a carteira ainda é \u003Cstrong>cauteloso\u003C\u002Fstrong> e preferimos manter uma \u003Cstrong>carteira defensiva\u003C\u002Fstrong> dada a manutenção do \u003Cstrong>cenário de juros altos\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Retomamos o patamar de distribuição\u003C\u002Fstrong> para \u003Cstrong>R$ 0,86\u003C\u002Fstrong> por cota em julho, equivalente a um retorno em dividendos anualizado de \u003Cstrong>12,3% aa.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>cota de mercado\u003C\u002Fstrong> do fundo (BCIA11) apresentou \u003Cstrong>alta de 0,7% no mês\u003C\u002Fstrong>, com valorização acumulada de \u003Cstrong>6,6% no ano\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>duplo desconto\u003C\u002Fstrong> do BCIA teve ligeira queda para \u003Cstrong>21,3%\u003C\u002Fstrong> (de 22,6% em junho). Trata-se de um nível bastante elevado, evidenciando \u003Cstrong>potencial de valorização da cota\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>PATRIMÔNIO LÍQUIDO\u003C\u002Fstrong> R$ 363.291.990,06\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>VALOR DA COTA PATRIMONIAL\u003C\u002Fstrong> R$ 97,68\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>VALOR DE MERCADO\u003C\u002Fstrong> R$ 329.581.147,56\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>VALOR DA COTA DE MERCADO\u003C\u002Fstrong> R$ 88,62\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>COTA MERCADO\u002FPATRIMONIAL\u003C\u002Fstrong> 0,91x\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTO\u003C\u002Fstrong> R$ 0,86\u002Fcota (último)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>DIVIDEND YIELD\u003C\u002Fstrong> 12,3% aa (último anualizado)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>LIQUEZ MÉDIA DIÁRIA\u003C\u002Fstrong> R$ 315 mil (julho)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>NÚMERO DE COTISTAS\u003C\u002Fstrong> 19.236\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>GESTOR\u003C\u002Fstrong> Banco Bradesco S.A.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>TAXA DE ADMINISTRAÇÃO\u003C\u002Fstrong> 0,50% a.a.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>TAXA DE PERFORMANCE\u003C\u002Fstrong> 20% sobre o que exceder o IFIX\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>NÚMERO DE COTAS\u003C\u002Fstrong> 3.719.038\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>CNPJ\u003C\u002Fstrong> 20.216.935\u002F0001-17\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>DATA DE INÍCIO\u003C\u002Fstrong> 19\u002F05\u002F2015\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_1_image_35.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch2>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh2>\u003Ch2>+ Cenário e Rentabilidade\u003C\u002Fh2>\u003Ch3>CENÁRIO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em julho, observamos nova \u003Cstrong>escalada do conflito no Oriente Médio entre EUA e Irã\u003C\u002Fstrong>, com limitação do tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz, o que trouxe nova \u003Cstrong>elevação do preço do petróleo\u003C\u002Fstrong>, bem como do risco geopolítico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No Brasil, o \u003Cstrong>Copom reduziu a taxa Selic em 25 bps para 14%,\u003C\u002Fstrong> dando continuidade ao ciclo de cortes de juros, uma decisão em linha com o esperado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O comunicado \u003Cstrong>manteve a porta aberta para um novo corte\u003C\u002Fstrong> na próxima reunião em setembro, porém enfatizou a necessidade de cautela na condução da política monetária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Banco Central tem apontado que a estratégia do ciclo atual é realizar o que denominou \u003Cstrong>“calibração” da política monetária\u003C\u002Fstrong>, ou seja, \u003Cstrong>realizar ajustes, mas manter a política monetária em terreno restritivo\u003C\u002Fstrong> para assegurar a \u003Cstrong>convergência da inflação à meta\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em relação ao \u003Cstrong>cenário externo\u003C\u002Fstrong>, o \u003Cstrong>conflito no Oriente Médio\u003C\u002Fstrong> e os \u003Cstrong>juros elevados nos países desenvolvidos\u003C\u002Fstrong> continuam sendo os \u003Cstrong>principais pontos de atenção\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>RENTABILIDADE\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Já no \u003Cstrong>cenário doméstico\u003C\u002Fstrong>, os indicadores têm mostrado \u003Cstrong>moderação gradual da atividade econômica\u003C\u002Fstrong>, como nos indicadores de crédito, ainda que o mercado de trabalho siga aquecido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>IPCA\u003C\u002Fstrong> registrou alta de apenas \u003Cstrong>0,07% em julho\u003C\u002Fstrong>, favorecido pela queda no \u003Cstrong>grupo de alimentos e bebidas\u003C\u002Fstrong>, porém o número ficou um pouco acima das expectativas de mercado. O \u003Cstrong>índice desacelerou em relação ao mês anterior\u003C\u002Fstrong> e acumulou alta de 4,44% em 12 meses, levemente abaixo da banda superior da meta.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Assim, na inflação, a principal novidade foi a \u003Cstrong>confirmação da moderação dos núcleos de inflação\u003C\u002Fstrong>. Porém, \u003Cstrong>seguimos atentos\u003C\u002Fstrong>, pois para o final do ano, ainda \u003Cstrong>pode haver pressão inflacionária advinda do El Nino\u003C\u002Fstrong>. Por outro lado, a \u003Cstrong>desancoragem das expectativas de inflação\u003C\u002Fstrong>, segue como um ponto de atenção.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Adicionalmente, estamos atentos à \u003Cstrong>volatilidade do período eleitoral\u003C\u002Fstrong> e aos efeitos das \u003Cstrong>políticas fiscais e parafiscais\u003C\u002Fstrong> na economia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Bradesco Asset mantem a \u003Cstrong>expectativa\u003C\u002Fstrong> de que a taxa \u003Cstrong>Selic\u003C\u002Fstrong> \u003Cstrong>feche o ano em 13,75% aa\u003C\u002Fstrong>, ou seja, espera um corte adicional de 25 pontos na Selic em 2026.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No \u003Cstrong>cenário internacional\u003C\u002Fstrong>, a \u003Cstrong>política monetária americana é um fator determinante\u003C\u002Fstrong> para o comportamento das curvas de juros globalmente e para a trajetória do dólar frente às demais moedas. Em paralelo o tema do conflito no Oriente Médio, portanto tem se apresentado como o principal risco para os mercados internacionais no 2o semestre.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A última reunião do \u003Cstrong>Federal Reserve (FED)\u003C\u002Fstrong> ocorreu no final de julho, onde foi \u003Cstrong>mantida a taxa básica de juros dos Estados Unidos inalterada\u003C\u002Fstrong> na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, marcando a 5a manutenção consecutiva.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O comunicado do FED reforçou o \u003Cstrong>compromisso com\u003C\u002Fstrong> a \u003Cstrong>manutenção da inflação\u003C\u002Fstrong> dentro da meta, porém \u003Cstrong>não deixou explicitas as métricas\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>horizontes\u003C\u002Fstrong> levados em consideração para tanto, o que traz \u003Cstrong>incertezas sobre os próximos passos do FED\u003C\u002Fstrong>. Embora a \u003Cstrong>expectativa da Bradesco Asset\u003C\u002Fstrong> é de que ocorra \u003Cstrong>manutenção da taxa\u003C\u002Fstrong> até o final de 2027, essa incerteza traz um \u003Cstrong>viés altista para as taxas de juros nos EUA\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>\u003C\u002Fth>\u003Cth>JUL\u003C\u002Fth>\u003Cth>ANO\u003C\u002Fth>\u003Cth>12 MESES\u003C\u002Fth>\u003Cth>DESDE INÍCIO\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>Cota Patrimonial\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-0,74%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,54%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10,98%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>167,73%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Cota de Mercado\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,66%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,62%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>17,08%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>150,51%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>IFIX\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-0,32%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,14%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>11,12%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>170,63%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>CDI bruto\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,22%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>8,14%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,71%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>186,43%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>CDI líquido (15%)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,03%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,88%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,38%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>144,61%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Ch2>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh2>\u003Ch2>+ Rentabilidade e Análise Setorial\u003C\u002Fh2>\u003Ch3>DESEMPENHO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O \u003Cstrong>IFIX\u003C\u002Fstrong> apresentou \u003Cstrong>desvalorização de 0,32% em julho\u003C\u002Fstrong>, completando o \u003Cstrong>terceiro mês seguido de queda\u003C\u002Fstrong>. No \u003Cstrong>ano\u003C\u002Fstrong>, o índice ainda acumula \u003Cstrong>valorização de 1,1%.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A queda no IFIX continua sendo \u003Cstrong>motivada\u003C\u002Fstrong> pela expectativa de um \u003Cstrong>ambiente de taxas de juros elevadas\u003C\u002Fstrong> no Brasil por um \u003Cstrong>período prolongado\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os \u003Cstrong>juros reais\u003C\u002Fstrong> expressos pela \u003Cstrong>taxa de 10 anos\u003C\u002Fstrong> fecharam o mês mantendo o nível de IPCA + 8% aa, \u003Cstrong>patamar extremamente elevado.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>retorno em dividendos do IFIX\u003C\u002Fstrong> fechou o mês em \u003Cstrong>13,6% aa\u003C\u002Fstrong>. Já o retorno de dividendos dos \u003Cstrong>fundos de tijolo do IFIX\u003C\u002Fstrong> ficou em \u003Cstrong>12,3%,\u003C\u002Fstrong> ambos os retornos considerando o último dividendo distribuído pelos fundos. Dessa forma, os \u003Cstrong>FIIs de tijolo\u003C\u002Fstrong> estão sendo negociados com um \u003Cstrong>prêmio de risco de 4,3 p.p.\u003C\u002Fstrong> para a taxa de juros real de 10 anos, \u003Cstrong>acima da média histórica (3,8 p.p.).\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em jul\u002F26, os \u003Cstrong>melhores desempenhos setoriais no IFIX\u003C\u002Fstrong> foram: \u003Cstrong>híbridos, hospedagem e agências.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Já os \u003Cstrong>piores desempenhos setoriais\u003C\u002Fstrong> no mês foram: \u003Cstrong>desenvolvimento, escritórios e varejo.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os \u003Cstrong>fundos imobiliários de tijolo do IFIX\u003C\u002Fstrong> fecharam o mês mantendo o \u003Cstrong>desconto médio de 13%\u003C\u002Fstrong> em relação aos valores patrimoniais (\u003Cstrong>múltiplo P\u002FVP de 0,87x\u003C\u002Fstrong>), sendo que o maior desconto continua no \u003Cstrong>setor de escritórios\u003C\u002Fstrong> (\u003Cstrong>de 34%, com P\u002FVP de 0,66x\u003C\u002Fstrong>).\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>cota patrimonial do BCIA\u003C\u002Fstrong> apresentou \u003Cstrong>queda de 0,74%\u003C\u002Fstrong> em julho, com \u003Cstrong>desempenho inferior ao índice de 43 bps\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No \u003Cstrong>ano\u003C\u002Fstrong>, a cota patrimonial do BCIA acumula \u003Cstrong>valorização de 0,54%,\u003C\u002Fstrong> com \u003Cstrong>desempenho de 60 bps inferior ao IFIX no período\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As \u003Cstrong>principais contribuições negativas\u003C\u002Fstrong> para a performance da cota comparada ao IFIX no mês foram a queda de fundos que temos posição: \u003Cstrong>BBIG\u003C\u002Fstrong> (shopping), \u003Cstrong>HGRE e PVBI\u003C\u002Fstrong> (escritórios), e \u003Cstrong>INLG\u003C\u002Fstrong> (galpões).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por outro lado, as \u003Cstrong>principais contribuições positivas\u003C\u002Fstrong> foram a queda de \u003Cstrong>HGRU\u003C\u002Fstrong> (varejo), em que \u003Cstrong>não temos exposição\u003C\u002Fstrong>, alta de fundos que temos \u003Cstrong>posição relevante,\u003C\u002Fstrong> como \u003Cstrong>KORE\u003C\u002Fstrong> (escritórios), \u003Cstrong>HGCR\u003C\u002Fstrong> (CRI) e \u003Cstrong>BRCO\u003C\u002Fstrong> (galpões).\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>liquidez média diária\u003C\u002Fstrong> do BCIA11 foi de \u003Cstrong>R$ 315 mil em julho\u003C\u002Fstrong> e de R$ 500 mil nos sete primeiros meses de 2026, 27% acima do mesmo período de 2025.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>ESCRITÓRIOS – JSRE\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Nesse mês, iremos revisitar a tese de investimento no FII de escritórios \u003Cstrong>JSRE (4,1% do PL).\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O JSRE possui \u003Cstrong>7 ativos, com ABL total de 200 mil m2\u003C\u002Fstrong>, dos quais uma parte detida indiretamente por cotas subordinadas do JSRI. A \u003Cstrong>vacância consolidada é de 8,9%.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essas cotas subordinadas do JSRI possibilitaram a \u003Cstrong>aquisição de 3 ativos\u003C\u002Fstrong>: WT Morumbi, Work Bela Cintra e WTNU (orres I e II), através da integralização da participação de 62% do Tower Bridge.\u003C\u002Fp>\u003Cp>De acordo com o Safra, o \u003Cstrong>valor pago na aquisição\u003C\u002Fstrong> de participação nas duas torres (I e II) do WTNU ficou em \u003Cstrong>R$ 15 mil por m2\u003C\u002Fstrong>, um valor atrativo para a região de Pinheiros em São Paulo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>ativo WTNU possui 3 torres\u003C\u002Fstrong> com ABL de 54,2 mil m2, localizado na região de Pinheiros, e representa \u003Cstrong>27% do ABL total do fundo.\u003C\u002Fstrong> A vacância física é de 3,1% na Torre I e 4,7% na Torre III, com ocupação total na Torre II.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O fundo tem \u003Cstrong>3 ativos\u003C\u002Fstrong> na região da Berrini e Chucri Zaidan:\u003C\u002Fp>\u003Cp>1) \u003Cstrong>Ed Tower Bridge\u003C\u002Fstrong>, localizado na avenida Jornalista Roberto Marinho, na Berrini (SP), com \u003Cstrong>ABL total de 56,4 mil m2\u003C\u002Fstrong>, vacância de 13,3% e que representa \u003Cstrong>28% da ABL total\u003C\u002Fstrong> do fundo;\u003C\u002Fp>\u003Cp>2) \u003Cstrong>Edifício WT Morumbi\u003C\u002Fstrong> ala B, localizado ao lado do Shopping Morumbi e Market Place, em São Paulo, com \u003Cstrong>35 mil m2 de ABL\u003C\u002Fstrong> e participação de 64,3% no ativo. A \u003Cstrong>vacância física é de 19,8%.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>3) Torres Marble e Ebony no \u003Cstrong>complexo Rochaverá\u003C\u002Fstrong>, localizado ao lado do Shopping Morumbi e Market Place em São Paulo, o fundo tem 40% de participação da \u003Cstrong>ABL total de 22,7 mil m2\u003C\u002Fstrong>, o prédio tem vacância de apenas 3,4% e representa \u003Cstrong>11% da ABL total\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Existem 8 \u003Cstrong>contratos em negociação nos ativos Tower Bridge e WT Morumbi,\u003C\u002Fstrong> com elevado número de visitas nos outros ativos, o que poderia reduzir a \u003Cstrong>vacância consolidada do JSRE para 2,7%,\u003C\u002Fstrong> de acordo o relatório do Safra.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>redução na vacância\u003C\u002Fstrong> do fundo e o \u003Cstrong>reajuste no valor do aluguel\u003C\u002Fstrong> nas regiões da Chucri Zaidan\u002FBerrini é um dos principais \u003Cstrong>catalisadores\u003C\u002Fstrong> para a \u003Cstrong>melhora no resultado\u003C\u002Fstrong> do JSRE, com possibilidade de \u003Cstrong>elevação dos dividendos.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Safra elevou a distribuição de dividendos\u003C\u002Fstrong> do JSRE em julho para \u003Cstrong>R$ 0,50 por cota\u003C\u002Fstrong> (de R$ 0,48 em junho) e tem projeção (guidance) de distribuição de \u003Cstrong>dividendos de R$ 0,52 por cota\u003C\u002Fstrong> até dez\u002F26.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse crescimento na distribuição de rendimentos será possibilitado pela \u003Cstrong>redução na vacância e pelos aumentos nos preços de aluguel\u003C\u002Fstrong> com as \u003Cstrong>perspectivas mais favoráveis do mercado de lajes corporativas\u003C\u002Fstrong> em São Paulo (\u003Cstrong>redução na vacância para 12,7%\u003C\u002Fstrong> no 2T26).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Acreditamos que \u003Cstrong>portfólio\u003C\u002Fstrong> de ativos do fundo \u003Cstrong>ficou melhor e mais diversificado\u003C\u002Fstrong> depois das aquisições, mesmo considerando o \u003Cstrong>aumento da alavancagem financeira\u003C\u002Fstrong> (cerca de 20% do ativo total).\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>bom momento do setor de lajes corporativas\u003C\u002Fstrong> vai reduzir a vacância do fundo e aumentar os preços de aluguel, o que deve proporcionar \u003Cstrong>aumento na distribuição de dividendos de JSRE\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Reforçamos que JSRE possui \u003Cstrong>ativos de qualidade e estão muito descontados\u003C\u002Fstrong>, com preços na bolsa de valores muito distantes dos seus respectivos valores patrimoniais (VP). O JSRE estava sendo negociado com elevado \u003Cstrong>desconto de 42%\u003C\u002Fstrong> em relação ao valor patrimonial, com múltiplo \u003Cstrong>P\u002FVP de 0,58x\u003C\u002Fstrong> no final de julho.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa + Composição do Resultado\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em julho, o \u003Cstrong>resultado do BCIA foi de R$ 0,65 por cota\u003C\u002Fstrong>, sendo \u003Cstrong>R$ 0,95 de rendimentos de FIIs\u003C\u002Fstrong>, \u003Cstrong>R$ 0,29 ajuste de HGPO, R$ 0,056 de prejuízo de capital com vendas de cotas\u003C\u002Fstrong>, \u003Cstrong>R$ 0,09 de juros de CRI e ganhos com renda fixa\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>R$ 0,05 de despesas operacionais.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com a \u003Cstrong>liquidação final\u003C\u002Fstrong> do fundo \u003Cstrong>HGPO\u003C\u002Fstrong> em jul\u002F26, houve uma reclassificação de resultado no BCIA, e dividendos que foram recebidos do HGPO anteriormente foram \u003Cstrong>reclassificados para a rubrica amortização de capital\u003C\u002Fstrong>, dessa forma houve um impacto negativo de R$ 0,29 por cota no resultado no mês de julho para ajuste. Destacamos que esse \u003Cstrong>ajuste é pontual e não impactará os dividendos pagos pelo BCIA no semestre\u003C\u002Fstrong>, considerando que havíamos formado \u003Cstrong>reserva de resultado não distribuído\u003C\u002Fstrong> de períodos anteriores.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>FLUXO DE CAIXA\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>\u003C\u002Fth>\u003Cth>JUL\u003C\u002Fth>\u003Cth>SEMESTRE\u003C\u002Fth>\u003Cth>ANO\u003C\u002Fth>\u003Cth>12 MESES\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>Total de Receitas\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.571.231\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.571.231\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>22.565.825\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>38.532.380\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>FIIs - Rendimentos\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.457.669\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.457.669\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>21.684.652\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>38.124.684\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>FIIs - Ganho de Capital\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-209.463\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-209.463\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-600.469\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-1.960.844\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Renda Fixa (CRI, LCI e\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>323.025\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>323.025\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1.481.642\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.368.540\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Títulos Públicos)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Total de Despesas\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-169.911\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-169.911\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-1.305.795\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-2.181.677\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Resultado Líquido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.401.320\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.401.320\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>21.260.030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>36.350.703\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Resultado Distribuído\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.198.373\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.198.373\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>22.797.703\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>38.640.805\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>% Distribuído\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>133%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>133%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>107%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>106%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Distribuição R$\u002Fcota\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,86\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,86\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,13\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10,39\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>COMPOSIÇÃO DO RESULTADO POR COTA\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_4_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>+ Rendimentos\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em julho, \u003Cstrong>retomamos a distribuição de R$ 0,86\u002Fcota\u003C\u002Fstrong>, equivalente a um \u003Cstrong>retorno em dividendos\u003C\u002Fstrong> (dividend yield) de \u003Cstrong>12,3% aa\u003C\u002Fstrong> considerando a cota de mercado do fechamento do mês.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O fundo distribuiu \u003Cstrong>R$ 10,39\u002Fcota\u003C\u002Fstrong> nos \u003Cstrong>últimos 12 meses\u003C\u002Fstrong>, o que equivale a um \u003Cstrong>dividend yield de 11,7% aa\u003C\u002Fstrong>, também considerando a cota de mercado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A distribuição nesse patamar continua \u003Cstrong>alinhada com a capacidade de geração de resultado recorrente do fundo\u003C\u002Fstrong>, considerando que o BCIA também conta com o recebimento de juros trimestrais e semestrais de CRIs investidos diretamente na carteira, além dos rendimentos dos FIIs.\u003C\u002Fp>\u003Cp>DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTOS (R$\u002FCOTA)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_5_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>DIVIDEND YIELD (% AA)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_5_chart_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>+ Carteira\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A carteira do BCIA fechou o mês com a seguinte \u003Cstrong>composição setorial\u003C\u002Fstrong>: \u003Cstrong>recebíveis imobiliários (41,8%)\u003C\u002Fstrong>, dos quais 38% em fundos de CRI e 3,8% em CRIs diretamente\u003Cstrong>, lajes corporativas (22,7%), galpões logísticos (16,3%), shopping centers (10,6%), FOFs (3,3%), misto (2,3%), agências bancárias (1,9%) e educacional (1,1%).\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dentre os CRIs, \u003Cstrong>reduzimos nossa posição tática em KNIP11 para 3,7% (de 7,2% em jun\u002F26),\u003C\u002Fstrong> considerando que os \u003Cstrong>IPCAs mensais serão menores\u003C\u002Fstrong> nos próximos meses do que os observados no primeiro semestre, com \u003Cstrong>impacto direto na redução dos dividendos\u003C\u002Fstrong> pagos pelo fundo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mantivemos \u003Cstrong>participação elevada em FIIs de CRIs, em 42% do PL, com os 58% restantes investidos em FIIs de tijolo\u003C\u002Fstrong>, devido à \u003Cstrong>manutenção do cenário de juros elevados\u003C\u002Fstrong>. Houve uma pequena redução da posição em FIIs de CRI com relação ao mês anterior, devido à forte venda de KNIP, mas estamos ainda \u003Cstrong>cautelosos\u003C\u002Fstrong> e preferimos manter uma \u003Cstrong>carteira defensiva\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os \u003Cstrong>fundos de CRI\u003C\u002Fstrong> possuem um caráter mais \u003Cstrong>defensivo,\u003C\u002Fstrong> com \u003Cstrong>menor volatilidade\u003C\u002Fstrong> histórica das cotas, e \u003Cstrong>dividendos\u003C\u002Fstrong> correntes \u003Cstrong>mais altos\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>giro de carteira foi relevante\u003C\u002Fstrong>, superior ao mês anterior, atingindo \u003Cstrong>R$ 18,6 milhões,\u003C\u002Fstrong> ou \u003Cstrong>5,1% PL.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>EXPOSIÇÃO SETORIAL (% ATIVOS)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_6_chart_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>MAIORES POSIÇÕES EM FII (% PL)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_6_chart_10.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch2>BCIA: Carteira Imobiliária Ativa\u003C\u002Fh2>\u003Ch3>+ Perspectivas\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>DUPLO DESCONTO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O duplo desconto \u003Cstrong>diminuiu ligeiramente para 21,3%\u003C\u002Fstrong> (de 22,6% em jun\u002F26), um \u003Cstrong>alto nível que evidencia o potencial de valorização da cota.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse desconto contempla sua \u003Cstrong>dupla camada\u003C\u002Fstrong> de avaliação: (1) o desconto de \u003Cstrong>9,3% de sua cota de mercado para sua cota patrimonial\u003C\u002Fstrong>, e (2) o \u003Cstrong>desconto médio de 13,3% dos fundos em que o BCIA investe\u003C\u002Fstrong> quando comparamos seus valores de mercado e patrimônios líquidos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O desconto da cota de mercado para a patrimonial caiu para 9,3% (de 10,3% em jun\u002F26). O desconto da carteira reduziu para 13,3% (de 13,7% em jun\u002F26).\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>cota patrimonial\u003C\u002Fstrong> do BCIA ficou em \u003Cstrong>R$ 97,68\u003C\u002Fstrong> enquanto a \u003Cstrong>cota de mercado\u003C\u002Fstrong>, em \u003Cstrong>R$ 88,62\u003C\u002Fstrong> no fechamento do mês.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso significa que, se o investidor \u003Cstrong>comprar em bolsa todos os FIIs que o BCIA possui em carteira\u003C\u002Fstrong>, ele dispenderia \u003Cstrong>R$ 97,68\u003C\u002Fstrong>. No entanto, esse investidor pode ter acesso a essa mesma carteira de FIIs comprando uma única cota do BCIA por R$ 88,62 na bolsa, com um \u003Cstrong>desconto de 9,3%.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, a \u003Cstrong>carteira de FIIs do BCIA estava sendo negociada a um múltiplo P\u002FVP\u003C\u002Fstrong> (preço sobre valor patrimonial) \u003Cstrong>de 0,87x\u003C\u002Fstrong> no fechamento do mês, ou seja, o valor de mercado dos FIIs que compõem a carteira do BCIA está com um \u003Cstrong>desconto médio de 13,3%\u003C\u002Fstrong> em relação a seus PLs.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cálculo do duplo desconto contempla também a carteira de CRIs investidos diretamente (3,8% do PL).\u003C\u002Fp>\u003Cp>COMPOSIÇÃO DO DUPLO DESCONTO\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpage_7_image_11.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>fev\u002F25 mar\u002F25 abr\u002F25 mai\u002F25 jun\u002F25 jul\u002F25 ago\u002F25 set\u002F25 out\u002F25 nov\u002F25 dez\u002F25 jan\u002F26 fev\u002F26 mar\u002F26 abr\u002F26 mai\u002F26 jun\u002F26 jul\u002F26\u003C\u002Fp>\u003Ch3>PERSPECTIVAS\u003C\u002Fh3>\u003Cp>\u003Cstrong>Seguimos em um ambiente com a expectativa de juros elevados por mais tempo.\u003C\u002Fstrong> No Brasil, a taxa \u003Cstrong>Selic\u003C\u002Fstrong> encontra-se em nível ainda muito restritivo, apesar dos cortes que o Banco Central tem realizado, e, além disso, as \u003Cstrong>taxas de juros reais\u003C\u002Fstrong> encontram-se em nível próximo a IPCA+8% aa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nos \u003Cstrong>EUA\u003C\u002Fstrong>, existe também uma pressão altista nos juros, devido à \u003Cstrong>inflação acima da meta\u003C\u002Fstrong> e às \u003Cstrong>incertezas sobre a condução da política monetária\u003C\u002Fstrong> com o novo presidente do FED.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na \u003Cstrong>economia brasileira\u003C\u002Fstrong>, as novidades são a \u003Cstrong>desaceleração\u003C\u002Fstrong> dos indicadores de \u003Cstrong>atividade\u003C\u002Fstrong>, especialmente de crédito, e da \u003Cstrong>inflação\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para os próximos meses, devemos continuar a observar \u003Cstrong>volatilidade no mercado\u003C\u002Fstrong>. As principais razões são a \u003Cstrong>proximidade das eleições presidenciais\u003C\u002Fstrong> e as discussões sobre \u003Cstrong>equilíbrio fiscal\u003C\u002Fstrong> no Brasil, e as incertezas quanto ao \u003Cstrong>conflito entre EUA e Irã\u003C\u002Fstrong> e o \u003Cstrong>patamar do preço do petróleo.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para enfrentar esse \u003Cstrong>cenário de juros altos e volatilidade\u003C\u002Fstrong>, devemos manter a \u003Cstrong>alocação elevada em recebíveis imobiliários\u003C\u002Fstrong> na carteira do \u003Cstrong>BCIA\u003C\u002Fstrong>, que atualmente está em 42% da carteira, com os 58% restantes em fundos de tijolo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Se por um lado, o ambiente macroeconômico continua desfavorável, por outro lado, (i) os \u003Cstrong>indicadores operacionais dos escritórios, galpões e shoppings centers seguem fortes\u003C\u002Fstrong> e (ii) \u003Cstrong>os fundos de tijolo ampliaram o desconto com que estão negociando na Bolsa,\u003C\u002Fstrong> criando oportunidades para aquisição de bons ativos imobiliários a preços atrativos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com relação aos bons fundamentos do segmento de escritórios e de galpões, tivemos a \u003Cstrong>divulgação dos dados operacionais do 2º trimestre,\u003C\u002Fstrong> que evidenciam a \u003Cstrong>continuidade da queda da vacância e o aumento dos preços de locação\u003C\u002Fstrong> nos imóveis dos segmentos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, o \u003Cstrong>múltiplo PVP do IFIX tijolo\u003C\u002Fstrong> está em \u003Cstrong>0,87x\u003C\u002Fstrong>, ou seja, oferecendo 13% de desconto para o valor patrimonial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Iremos continuar muito atentos para \u003Cstrong>rebalancear a carteira\u003C\u002Fstrong> conforme os \u003Cstrong>cenários\u003C\u002Fstrong> de inflação e taxa de juros, ajustando a composição entre FIIs de recebíveis e tijolo, e também aproveitando as \u003Cstrong>oportunidades\u003C\u002Fstrong> de mercado, combinando \u003Cstrong>retorno em dividendos com ganho de capital.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Informações Importantes\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Material produzido pela Bradesco Asset Management, departamento responsável pela atividade de gestão de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fone Fácil Bradesco: 4002 0022\u002F0800 570 0022 SAC – Alô Bradesco: 0800 704 8383 | SAC – Deficiência Auditiva ou de Fala: 0800 722 0099 Ouvidoria: 0800 727 9933\u003C\u002Fp>\u003Cp>instrumento financeiro. LEIA O FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, A LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou Fundo Garantidor de Crédito – FGC. Descrição do Tipo ANBIMA disponível no Formulário de Informações Complementares. Administrador: Banco Bradesco S.A. \u002F Gestor: Banco Bradesco S.A. ¹Este benchmark é uma mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance.\u003C\u002Fp>\u003Cp>bram@bram.bradesco.com.br bram.bradesco. Consultoria de Investimentos: Capitais e regiões metropolitanas: 4020 1414 Demais localidades: 0800 704 1414 – Em dias úteis, das 8h às 20h – horário de Brasília\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fwww.kartac.com.br\u002Fapi\u002Ffiis\u002FBCIA11\u002Fdocumentos\u002F18858\u002Fpdf",false,"https:\u002F\u002Ffnet.bmfbovespa.com.br\u002Ffnet\u002Fpublico\u002FdownloadDocumento?id=1296315","2026-08-18","2026-08-18 19:13:00",1,{"title":17,"description":18,"canonical":19,"image":20,"json_ld":21,"nome":46,"resumo":87},"Relatório Gerencial BCIA11 de agosto de 2026 | Kartac","Relatório Gerencial de agosto de 2026 do BCIA11, entrega em 18\u002F08\u002F2026. 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O resultado ficou 19 bps acima do benchmark do fundo, o IFIX, que apresentou alta de 21,15%.","Ao longo de 2025, observamos importante melhora do cenário e das perspectivas econômicas. Iniciamos o ano em meio a um cenário econômico desafiador. Por exemplo, as expectativas de inflação estavam desancoradas e o Real estava muito desvalorizado. Para fazer frente a esse cenário, o Banco Central realizou altas consecutivas da Selic, levando a taxa de 12,25% aa no início do ano para 15% aa em junho. No 2º semestre, a inflação e a atividade econômica passaram a responder à política monetária. Assim, o IPCA fechou o ano com alta de 4,26%, abaixo da banda superior do limite da meta (4,5%), principalmente devido à desaceleração dos preços dos alimentos. O Banco Central manteve a taxa Selic inalterada em 15% aa até o final do ano.\nNesse cenário, o IFIX encerrou 2025 com valorização de 21,15%, incorporando a expectativa de queda das taxas de juros em 2026. A performance dos FIIs de tijolo foi superior à performance dos FIIs de recebíveis de forma geral. Com relação aos setores, os destaques positivos de performance foram agro, agências, shopping centers e escritórios. Já os desempenhos mais fracos no ano ocorreram nos fundos de CRI, hospedagem, varejo e desenvolvimento.\nContinuamos a observar melhora dos indicadores operacionais em todos os setores imobiliários presentes nos FIIs, reforçando a distribuição de rendimentos dos fundos:\n(1) Continuidade da retomada da ocupação dos escritórios, devido ao retorno gradual do trabalho presencial pelas empresas. Por exemplo, a taxa de vacância dos escritórios classe A em São Paulo caiu de 19,6% no 3T24 para 15,8% no 3T25, segundo dados da Buildings. (2) Continuidade do bom nível de crescimento das vendas nos shopping centers. Além disso, os fundos do setor realizaram aquisições e desinvestimentos  de participação em shopping centers que melhoraram a qualidade média dos seus portfólios. (3) O ritmo de absorção continua forte nos galpões logísticos e a vacância encontra-se em nível muito baixo (7,5%, considerando os galpões classe A no Brasil) , segundo dados da Buildings. ","A carteira do BCIA inicia o ano de 2026 com a seguinte composição setorial: recebíveis imobiliários (37,6%), dos quais 34,1% em fundos de CRI e 3,5% em CRIs diretamente, lajes corporativas (23,5%), shopping centers (16%), galpões logísticos (12,2%), FOFs (4,4%), agências bancárias (3,2%), varejo (1,8%) e educacional (1,1%).\nAssim, iniciamos o ano com alocação de 62% em fundos de “tijolo” (fundos que investem em imóveis) e 38% em fundos de recebíveis imobiliários e CRIs diretos. Realizamos ampliação relevante da exposição aos FIIs de tijolo ao longo do ano: de 50% de participação em jan\u002F25 para 62% em dez\u002F25, aumento de 12 pp. O racional para esse aumento da exposição nos FIIs de tijolo foi a expectativa de valorização adicional dos FIIs de tijolo com a aproximação do ciclo de cortes da Selic esperado para o primeiro trimestre de 2026. A queda da Selic é um importante catalisador para a elevação dos preços dos FIIs de tijolo, dado que possuem uma correlação negativa. Apesar da alta registrada em 2025 (IFIX +21%), os fundos imobiliários de tijolo, estavam negociando com descontos expressivos, com desconto médio relevante de 11% em relação aos valores patrimoniais (múltiplo P\u002FVP de 0,89x) em dez\u002F25. Além disso, os fundamentos dos FIIs de tijolo continuam sólidos: i) redução da vacância nos escritórios, ii) continuidade da forte demanda por galpões logísticos, e (iii) resultado operacional resiliente nos shopping centers. No 1T26, ocorreu um aumento relevante das tensões geopolíticas no Oriente Médio com o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, dificultando a produção e o escoamento de petróleo e derivados na região. No momento, a visibilidade dos desdobramentos e da duração da guerra ainda é baixa. Estamos acompanhando de perto o desenrolar desse conflito para realizar ajustes na alocação da carteira, pois ele traz um risco de aumento da inflação com a pressão nos preços do petróleo e derivados, com potencial impacto na política monetária e na atividade econômica. "]