[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"documento:RFOF11:16597":3,"seo:\u002Fdetalhes\u002FRFOF11\u002Fdocumentos\u002F16597":16,"fii-documento:RFOF11":90},{"id":4,"descricao":5,"assunto":6,"tipo":7,"situacao":8,"texto":9,"link_pdf":10,"estruturado":11,"link_original":12,"data_referencia":13,"data_entrega":14,"versao":15},16597,"(RFOF) Relatório Gerencial - 31\u002F01\u002F2026","Relatório Gerencial","Relatórios","(Ativo)","\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpage_0_image_0.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>RELATÓRIO AO INVESTIDOR RB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS - FII \u003Cstrong>RFOF11 – JANEIRO\u002F26\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpage_1_image_1.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Conforme aprovado pelos cotistas em consulta formal da AGE (Link), foi concluída em 03\u002F11\u002F2025 a cisão do RFOF11.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nesta data-base da operação, foi implementada a cisão com a consequente distribuição dos ativos do RFOF11 entre dois veículos, observados os critérios e procedimentos aplicáveis: o FRBC, ao qual foi atribuída parcela equivalente a 28,84%, e o REME11, ao qual foi atribuída parcela equivalente a 71,16%, conforme previamente apresentado em Fato Relevante (Link).\u003C\u002Fp>\u003Cp>O REME11 dará continuidade à estratégia de gestão do portfólio, agora sob o novo mandato regulatório enquadrado no segmento multiestratégia, nos termos da Resolução CVM 175.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Vale informar, que o valor patrimonial do RFOF11, no dia da cisão do fundo (3\u002F11\u002F2025) estava em R$ 70,26 por cota. Já em janeiro, a cota patrimonial do fundo fechou o mês em R$ 73,48 (30\u002F01\u002F2026), refletindo uma alta de 4,4% no período e mantendo a distribuição regular de dividendo mensal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dando continuidade às etapas da reestruturação do fundo, informamos que, em 26\u002F01\u002F2026, foi concluída mais uma etapa importante para o fundo: a integralização de todos os ativos a carteira do RFOF11 no REME11, considerando os valores de fechamento de mercado das posições em carteira naquela data. Em troca, o RFOF11 recebeu cotas de recebíveis do REME11, refletindo a atual carteira e único FII do RFOF11 nesse momento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Próximos passos da reestruturação:\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Conclusão da oferta do REME11: Esperamos que a oferta se conclua no mês de março.\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Assim que finalizada a Oferta, será realizada a liquidação do RFOF11.\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Após a conclusão desta etapa, os cotistas do RFOF11 receberão em troca cotas do REME11.\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Por fim, haverá a liberação das cotas para negociação no mercado secundário.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Gestão permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam necessários sobre a operação, seus efeitos e os procedimentos aplicáveis, pelos canais oficiais do Fundo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpage_1_chart_13.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>FONTE: RB ASSET\u003C\u002Fp>\u003Cp>* Não considera custo de emissão\u003C\u002Fp>\u003Ch3>FAQ - Migração do RFOF11 para o novo Fundo (REME11)\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>1. O que foi aprovado na AGE?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), os cotistas do RFOF11 aprovaram a migração do Fundo para uma nova estrutura, que será o REME11.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>2. O REME11 já existe?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Sim. O REME11 (Fundo Multiestratégia Imobiliária FII) já está constituído e regularmente registrado, sendo inclusive o ticker definido. Neste momento, o fundo ainda não é negociado em bolsa, pois se encontra em fase de estruturação e conclusão das etapas necessárias para o início de sua negociação.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>3. O que é a migração do RFOF11 para o REME11?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Trata-se de um processo no qual o RFOF11 será gradualmente transferido para o REME11. Ao final da migração, o RFOF11 será liquidado e seus cotistas passarão a deter cotas do REME11.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>4. Como o RFOF11 participa desse processo?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O RFOF11 participará da oferta do REME11, integralizando seus ativos. Nesse primeiro momento, o fundo passará a deter recebíveis vinculados ao REME11.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>5. O que acontece com esses recebíveis?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Com o encerramento da oferta, os recebíveis do REME11 serão convertidos em cotas do próprio fundo.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>6. Como os cotistas do RFOF11 receberão as cotas do REME11?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Na etapa final do processo, o RFOF11 será liquidado por meio da amortização de suas cotas, realizada mediante a entrega de cotas do REME11 aos cotistas do RFOF11.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>7. O que muda para o cotista após a migração?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Após a conclusão da migração, o investidor deixará de ser cotista do RFOF11 e passará a ser cotista direto do REME11, mantendo a continuidade da exposição econômica aos ativos, agora sob a nova estrutura e estratégia do fundo.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>8. O cotista precisa tomar alguma ação?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Não. Todo o processo ocorrerá de forma automática, sem necessidade de qualquer providência por parte do cotista.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>9. Quando o processo será concluído?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Os prazos e as etapas da migração serão comunicados ao mercado por meio dos canais oficiais do fundo, conforme a evolução do processo.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>OMENTÁRIOS DA GESTORA COMENTÁRIOS DO GESTOR\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>Breve Panorama Macroeconômico\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O início do ano ficou marcado por uma aceleração das tendências acompanhadas no final do ano passado, com enfraquecimento do dólar e forte saída de capital dos EUA, direcionado para países emergentes e metais preciosas como reserva de valor (ouro, prata e platina atingiram máximas históricas, com realização nos últimos dias do mês). Ademais, tivemos interrupção do ciclo de queda de juros pelo Fomc, com manutenção do atual patamar, e decisão similar seguida pelo Copom, ambos amplamente esperados pelo mercado. O primeiro mês de 2026 teve como destaque ainda questões geopolíticas, liderado pelo presidente Donald Trump, como Venezuela, Groenlândia e Irã aumentando volatilidade nos mercados globais. Com início da temporada de resultados corporativos e anúncio da nomeação do novo presidente do Fed, Kevin Warsh, tivemos novamente resultados positivos para as principais bolsas em NY: S&amp;P (+1,37%), Nasdaq (+0,95%) e Dow Jones (+1,73%).\u003C\u002Fp>\u003Cp>No cenário doméstico, o mês de janeiro ficou marcado pelo massivo ingresso de capital estrangeiro, de R$ 26,31 bilhões na B3, nível superior ao aportado ao longo de 2025 e sendo o maior desde novembro de 2020. A velha máxima de que contra fluxo não há argumento serve de bom termômetro para o ótimo desempenho neste início de ano, em detrimento à alta volatilidade observada nas bolsas em NY, que sofreram com a debandada de capital em meio a valuations esticados das empresas de IA. No cenário macro, tivemos do lado positivo dados de PMI, vendas do varejo, confiança do consumidor e IBC-Br de novembro (após 5 meses de queda). Já os destaques negativos ficaram para a divulgação da produção industrial, PIB do 3° trimestre, volume do setor de serviços, CAGED e novo déficit nominal de R$ 115,502 bilhões em dezembro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O IPCA de dezembro apresentou alta de 0,33%, levemente abaixo das projeções do mercado, e acumulando 4,26% em 2025, dentro do intervalo de tolerância da meta do BC e quinto menor resultado anual de inflação desde 1995. Já o IPCA-15 apresentou alta de 0,20% em janeiro, iniciando o ano com alta de 4,50% em 12 meses e também ligeiramente menor do que as projeções do mercado (0,22%). O boletim Focus divulgado pelo Banco Central apresentou nova revisão baixista para a projeção do IPCA deste ano: ajuste de 4,06% há 4 semanas para 3,99% ao final de 2026, e manutenção nos patamares de 2027 (3,80%), 2028 (3,50%) e 2029 (3,50%). Já para a taxa Selic, revisão baixista para a projeção deste ano, encerrando em 12,25% e manutenção nos patamares de 2027 (10,50%), com uma leve mudança para 2028 (aumento de 9,75% para 10,00%) e manutenção do patamar para 2029 (10,00%).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em janeiro, a curva de juros real registrou fechamento nos vértices mais curtos, com vencimento até 2033, e abertura nas NTN-Bs mais longas. Dessa forma, os índices IMA-B 5 e IMA-B renderam 1,20% e 1,00%, respectivamente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpage_3_chart_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>No cenário internacional, a principal \u003Cstrong>COMENTÁRIOS DA GESTORA\u003C\u002Fstrong> decisão ficou para o FOMC, que manteve inalterada a taxa de juros, conforme amplamente esperado, sendo novamente uma decisão não unânime e com uma importante definição do novo presidente, em substituição a Jerome Powell. Tivemos muitos indicadores econômicos divulgados ao longo do mês com dados mistos. Dados de PMIs e ISMs vieram em queda, dados de criação de empregos (ADP e Payroll) desacelerando e abaixo do esperado. Por outro lado, tivemos a leitura final do PIB do 3° trimestre acima das expectativas, com atenções voltadas ao PCE acelerando em relação à leitura anterior. De acordo com a ferramenta Fedwatch, as chances de manutenção na próxima reunião do atual patamar superam os 80%.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na Europa, os indicadores econômicos foram majoritariamente positivos, como PIB do 4° trimestre, taxa de desemprego, produção industrial, vendas no varejo, assim como leve redução da inflação (próximo à meta do BCE). Por outro lado, tivemos a divulgação de PMIs abaixo das estimativas. Na China, o mês foi misto em termos de divulgação de dados, sendo que produção industrial veio melhor que o esperado, assim como a balança comercial (com destaque tanto para exportações quanto importações) e PIB do 4° trimestre, levemente acima do esperado e dentro da meta oficial do governo. Em contraponto, tivemos PMIs, vendas no varejo e dados de inflação abaixo do esperado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em relação às commodities, o petróleo teve mês fortemente positivo, encerrando aos US$ 69,32\u002Fbarril o Brent (+13,9% no mês), diante das tensões geopolíticas renovadas, em especial na Venezuela e no Irã, com imposição de sanções pela União Europeia e receio de intervenção militar pelos EUA, suscitando temores de interrupções no fornecimento no Oriente Médio. Já para o minério de ferro, o preço teve leve alta ao longo de janeiro, sem grandes impulsionadores de fundamentos entre oferta e demanda, marcado pela tensão global aumentando a demanda por ativos defensivos e tangíveis, como as commodities metálicas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Ibovespa renovou sua máxima histórica em oito pregões ao longo do mês e encerrou com valorização de 12,56%, aos 181.363 pontos. Ainda do lado positivo, o dólar fechou o mês em queda de 4,39%, negociado aos R$ 5,25, reflexo do forte fluxo de capital para fora dos EUA, diante de cenário instável tanto geopoliticamente quanto fiscal. Para o mês de fevereiro, a expectativa fica em torno de melhor entendimento quanto ao posicionamento do novo presidente do Fed, Kevin Warsh, tido como hawkish antes da nomeação, assim como acompanhamento no cenário doméstico quanto ao Copom, que já antecipou queda de juros na próxima reunião, com apostas majoritárias para 50bps. A grande questão no ano fica para o difícil trabalho do BC, que a depender da trajetória inflacionária, convergindo para meta, associado a uma gradual desaceleração, teria ímpeto para a promoção de maior flexibilização monetária, tanto em velocidade quanto em tamanho, porém contrabalanceada pelo ano eleitoral e de estímulos por parte do governo, que somam valores próximos a R$ 90 bilhões em medidas de transferência de renda e crédito. Já dos ventos externos, teremos volatilidade diante de riscos geopolíticos e eleições para renovação do Congresso nos EUA.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpage_4_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>INFORMAÇÕES GERAIS DO FUNDO\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>\u003C\u002Fth>\u003Cth>Razão SocialRB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CNPJ34.027.774\u002F0001-28\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Código de Negociação (Ticker)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>RFOF11\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Código ISINBRRFOFCTF001\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Início do Fundo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>20\u002F02\u002F2020\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>GestorRB ASSET MANAGEMENT LTDA\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Administrador\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>rBRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>EscrituradorBRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CustodianteBRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>AuditorPRICEWATERHOUSECOOPERS Auditores Independentes\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Taxa de Administração\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,8% ao ano sobre o Patrimônio Líquido do Fundo.\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Taxa de Performance\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>20% (vinte por cento) sobre o que exceder a variação do IFIX\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Prazo do Fundo I\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indeterminado\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Liquidez do Fundo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Fundo Fechado\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Público Alvo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Investidores em Geral\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Negociação das Cotas\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Encerramento do Exercício Social Mercado de Negociação de CotasB3\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>31-dez\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Entidade administradora de Mercado Organizado\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>BM&amp;FBOVESPA\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Objetivo do Fundo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Investimento em Ativos Imobiliários para geração de renda\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Mandato: Títulos de Valores Imobiliários\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Classificação Autorregulação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Segmento de Atuação: Fundo de Fundos\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Ch3>Características Gerais e Políticas de Investimentos\u003C\u002Fh3>\u003Cp>RB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII (RFOF11), constituído sob a forma de condomínio fechado em fevereiro de 2020, tem por objetivo a obtenção de renda e ganho de capital mediante investimentos em Ativos Imobiliários. Dentre os Ativos Imobiliários, o Fundo deverá buscar investir parcela preponderante de seus recursos em cotas de outros fundos de investimento imobiliário. Em sua primeira emissão de cotas, encerrada em 21 de fevereiro de 2020, o fundo captou o montante de R$ 107.816.400,00. O preço de emissão das Cotas no âmbito da Oferta, na data de emissão das Cotas, foi de R$ 100,00 (cem reais) por Cota. O objetivo principal da gestão, no RFOF11, está na construção de um portfólio de Fundos Imobiliários diversificado, com exposição à diversos segmentos e gestores, de forma a mitigar riscos decorrentes da concentração em um único fundo ou setor imobiliário. Para realizar estes investimentos no fundo, a equipe de gestão da RB ASSET conta com detalhado processo de investimento e governança, baseado em comitês formais de aprovações construídos ao longo de seus 20 anos de experiência.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fwww.kartac.com.br\u002Fapi\u002Ffiis\u002FRFOF11\u002Fdocumentos\u002F16597\u002Fpdf",false,"https:\u002F\u002Ffnet.bmfbovespa.com.br\u002Ffnet\u002Fpublico\u002FdownloadDocumento?id=1132566","2026-01-31","2026-03-10 19:38:00",1,{"title":17,"description":18,"canonical":19,"image":20,"json_ld":21,"nome":46,"resumo":83},"Relatório Gerencial RFOF11 de janeiro de 2026 | Kartac","Relatório Gerencial de janeiro de 2026 do RFOF11 (RB Capital I Fundo de Fundos), entrega em 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A estabilidade econômica e políticas de incentivo ao setor serão fundamentais para sustentar esse crescimento.","A perspectiva para o próximo período, considerando a composição de carteiras imobiliárias, aponta para um cenário de potencial valorização e estabilidade, dependendo da diversificação e do perfil dos ativos incluídos. Carteiras bem balanceadas, que combinam imóveis comerciais, residenciais e logísticos, tendem a oferecer maior resiliência diante de variações econômicas e de mercado. Além disso, a preferência por ativos localizados em regiões com forte crescimento econômico e infraestrutura consolidada pode impulsionar retornos positivos. No entanto, é importante monitorar fatores como a taxa de juros, a inflação e as tendências de demanda por diferentes tipos de imóveis, pois esses elementos podem influenciar a rentabilidade e a liquidez das carteiras imobiliárias no período seguinte."]