[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"documento:SNEL11:8697":3,"seo:\u002Fdetalhes\u002FSNEL11\u002Fdocumentos\u002F8697":16,"fii-documento:SNEL11":96},{"id":4,"descricao":5,"assunto":6,"tipo":7,"situacao":8,"texto":9,"link_pdf":10,"estruturado":11,"link_original":12,"data_referencia":13,"data_entrega":14,"versao":15},8697,"(SNEL) Relatório Gerencial - 31\u002F12\u002F2025","Relatório Gerencial","Relatórios","(Ativo)","\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_0_image_2.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>CNPJ\u003C\u002Fh3>\u003Cp>43.741.171\u002F0001-84\u003C\u002Fp>\u003Cp>INÍCIO DO FUNDO\u003C\u002Fp>\u003Cp>DEZEMBRO\u002F2022\u003C\u002Fp>\u003Ch3>ADMINISTRADOR\u003C\u002Fh3>\u003Cp>SINGULARE CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>PÚBLICO-ALVO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>INVESTIDORES EM GERAL\u003C\u002Fp>\u003Ch3>GESTOR\u003C\u002Fh3>\u003Cp>SUNO GESTORA DE RECURSOS LTDA\u003C\u002Fp>\u003Ch3>TAXA DE ADMINISTRAÇÃO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>0,12% A.A.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>TAXA DE GESTÃO\u003C\u002Fh3>\u003Cp>1,08% A.A\u003C\u002Fp>\u003Ch3>TAXA DE PERFORMANCE\u003C\u002Fh3>\u003Cp>20% SOBRE O QUE EXCEDER O BENCHMARK (IPCA+7 A.A.)\u003C\u002Fp>\u003Ch3>FII SUNO ENERGIAS LIMPAS\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O SNEL11 - SUNO ENERGIAS LIMPAS FIl é o Fundo Imobiliário da Suno Asset que investe em Energias Limpas e Renováveis. Trata-se de uma maneira inovadora e democrática para o investidor comum ter acesso a uma tese que, além de extremamente lucrativa, gera impacto positivo para a sociedade. O SNEL11 participará da fase de desenvolvimento dos projetos de energia desde seu início: assim que estiverem prontos\u002Foperacionais, esses projetos gerarão receita ao fundo por meio da venda de energia elétrica aos consumidores.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>SUMÁRIO\u003C\u002Fh3>\u003Cul>\u003Cli>SUMÁRIO.\u003C\u002Fli>\u003Cli>DESTAQUES.. 3\u003C\u002Fli>\u003Cli>TESE DE INVESTIMENTOS. 4\u003C\u002Fli>\u003Cli>COLUNA DA ENERGIA .\u003C\u002Fli>\u003Cli>CARTA DO GESTOR.. 6\u003C\u002Fli>\u003Cli>DÚVIDAS FREQUENTES . .. 11\u003C\u002Fli>\u003Cli>PERFORMANCE E DESEMPENHO ...14\u003C\u002Fli>\u003Cli>RESULTADO ............................. .... 16\u003C\u002Fli>\u003Cli>ALOCAÇÕES E MOVIMENTAÇÕES.. ....18\u003C\u002Fli>\u003Cli>DETALHAMENTO DOS ATIVOS. .... 22\u003C\u002Fli>\u003Cli>CENÁRIO MACROECONÔMICO ... 25\u003C\u002Fli>\u003C\u002Ful>\u003Ch3>D E S TA Q U E S\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>R$ 0,10\u003C\u002Fth>\u003Cth>R$ 0,012\u003C\u002Fth>\u003Cth>14,97%\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>Distribuição por cota\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Lucro acumulado por cota\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Dividend Yield Anualizado\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>R$ 8,22\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 8,55\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>63.023\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Cota Patrimonial\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Cota Fechamento de Mercado\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Número de cotistas\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>R$ 909.373.685\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 946.293.711\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,04\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Patrimônio Líquido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Valor de Mercado\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>P\u002FVP\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>A ANEEL alterou a bandeira tarifária para amarela em dezembro, reduzindo o custo extra ao consumidor. O ano de 2025 foi marcado pela retração acentuada dos reservatórios (de 69,7% para 45,5%), justificando a volatilidade tarifária recente. No entanto, a desaceleração na queda dos níveis de armazenamento em dezembro sinaliza o início de uma recuperação hídrica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>De acordo com o anúncio de encerramento publicado no início de janeiro, o fundo encerrou sua 4° oferta pública com uma captação total de R$ 622.003.032,40, fechando o mês de dezembro com um patrimônio líquido de R$ 909.373.685,25.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O fundo celebrou 20 contratos de aquisições de ativos de geração distribuída solar, totalizando 87,5 MWp de capacidade instalada e com preço total de aquisição de R$ 436.203.412,83, distribuídos em 22 cidades de 8 estados brasileiros. Em conjunto, os Novos Ativos apresentam Taxa Interna de Retorno Real (sem adicionar a inflação que corrige os contratos) projetada de 14,44% ao ano.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Fundo formalizou o distrato integral com a Lemon no projeto Petrolina, garantindo o repasse ao dos valores residuais devidos a título de aluguel, referentes aos créditos acumulados e não usufruídos ao longo do período de locação. As unidades foram imediatamente locadas para a Setta Energia via contratos Take or Pay de 10 anos, aumentando a previsibilidade do ativo.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>T E S E D E I N V E S T I M E N T O S\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O SNEL é um fundo de investimento imobiliário com foco no desenvolvimento de projetos voltados à \u003Cstrong>geração de energia limpa\u003C\u002Fstrong>, atuando na construção, comercialização e monitoramento dos ativos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Atualmente, o fundo concentra seus esforços no desenvolvimento\u002Faquisição de usinas fotovoltaicas que operam na modalidade “\u003Cstrong>geração distribuída\u003C\u002Fstrong>”, desde que atendam aos critérios de retorno estabelecidos. Esses empreendimentos estão conectados à infraestrutura da distribuidora local e são \u003Cstrong>destinados à locação\u003C\u002Fstrong> para consumidores que buscam usufruir dos benefícios proporcionados pelo sistema de compensação de créditos de energia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os contratos de locação são firmados, majoritariamente, nas modalidades “Take or Pay” ou de energia compensada, com \u003Cstrong>prazos alongados\u003C\u002Fstrong>, o que proporciona maior \u003Cstrong>previsibilidade e estabilidade\u003C\u002Fstrong> na geração de receitas do fundo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_3_image_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Contribuição para a transição energética do país\u003C\u002Fstrong>, reduzindo emissões de GEE e aumentando a segurança energética.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>C O L U N A D A E N E R G I A\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>A Polemica da Nova Tarifa Branca na Geração Distribuída\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A modernização do setor elétrico brasileiro tem avançado para um modelo que busca maior eficiência e transparência na sinalização de preços ao consumidor final, mas possivelmente mais complexo de ser administrado. De acordo com a Consulta Pública nº 46\u002F2025 que introduz a chamada \"Nova Tarifa Branca\", como um mecanismo de tarifação horária que visa incentivar o deslocamento do consumo para períodos de menor demanda no sistema. Embora a iniciativa seja vista como um passo necessário para a maturidade do mercado, ela desperta intensos debates no segmento de Geração Distribuída, especialmente no que tange à viabilidade econômica dos projetos e à manutenção da segurança jurídica estabelecida pelo Marco Legal da GD (Lei nº 14.300\u002F2022).\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cerne da discussão reside na forma como a Tarifa Branca altera a dinâmica de compensação de créditos de energia. Atualmente, a maioria dos consumidores de micro e minigeração distribuída opera sob a tarifa convencional, onde a energia injetada na rede é compensada em uma base de um para um em termos de volume de energia (kWh). Com a adoção da Tarifa Branca, o valor da energia passa a variar conforme o horário: ponta, intermediário e fora de ponta.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por mais que a Geração Distribuída seja formada por outras fontes energéticas (Eólica, hídrica e biomassa), sabemos que mais de 99% dos sistemas geradores são fotovoltaicos, gerando energia no período diurno, classificado como fora de ponta e, portanto, mais barato, os créditos gerados possuem um valor financeiro inferior ao da energia consumida nos horários de ponta (início da noite), quando os preços são significativamente mais elevados. Especialistas apontam que essa disparidade pode chegar a uma razão de dois para um, exigindo que uma usina gere o dobro de energia para cobrir o mesmo consumo no horário de pico, o que impactaria diretamente o tempo de retorno do investimento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além do aspecto financeiro, a obrigatoriedade da migração para o novo modelo tarifário é um ponto de forte contestação por parte de associações setoriais, como a ABSOLAR. O argumento central é que a aplicação automática da Tarifa Branca para consumidores que já possuem sistemas instalados ou que entraram no regime de transição da Lei nº 14.300 violaria o princípio da segurança jurídica. O Marco Legal da GD foi concebido para garantir estabilidade regulatória até 2045 para os pioneiros do setor (GD1) e uma transição gradual para os novos entrantes (GD2). A imposição de uma nova estrutura tarifária que altera as premissas econômicas originais dos projetos é vista como uma mudança nas \"regras do jogo\" no meio do caminho, o que pode afastar investidores e desestimular a expansão das fontes renováveis no país.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por outro lado, a discussão também abre portas para a evolução tecnológica do setor, especificamente no que diz respeito ao armazenamento de energia por meio de baterias. A Tarifa Branca, ao criar um diferencial de preço acentuado entre os períodos do dia, fornece o sinal econômico necessário para que o uso de sistemas de armazenamento (BESS) se torne atrativo. Com baterias, o consumidor pode armazenar o excedente gerado durante o dia para utilizá-lo no horário de ponta, evitando a compra de energia cara da distribuidora e maximizando a eficiência de seu sistema. No entanto, para que essa solução se torne realidade em larga escala, o setor defende que a regulação precisa ser clara e que os custos das tecnologias de armazenamento continuam em trajetória de queda, além da necessidade de remover barreiras normativas que ainda dificultam a homologação desses sistemas junto às concessionárias.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O debate sobre a Nova Tarifa Branca reflete o desafio de equilibrar a modernização tarifária com a proteção aos investimentos já realizados em energia limpa. Enquanto o regulador busca otimizar o uso da rede e reduzir custos sistêmicos, o segmento de geração distribuída clama por uma transição que respeite os direitos adquiridos e que não penalize o consumidor que optou por gerar sua própria energia. O sucesso dessa medida dependerá da capacidade da ANEEL em promover um diálogo construtivo com os agentes do setor, garantindo que a sinalização de preços funcione como um incentivo à eficiência e à inovação, e não como um obstáculo ao crescimento sustentável da matriz elétrica brasileira.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>C A R TA D O G E S T O R\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Prezados investidores, iniciamos a carta do mês de dezembro informando sobre a mudança realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no patamar da bandeira tarifária vigente para amarela, sob a justificativa de previsões de chuvas superiores para o mês, na maior parte do país. Isso significa que o consumidor deixa de pagar R$ 4,46 a cada 100 KW\u002Fh consumidos (bandeira vermelha) e passa a pagar R$ 1,885 a cada 100 KW\u002Fh consumidos (bandeira amarela).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao analisar a trajetória da Energia Armazenada (EAR) no segundo semestre de 2025, observa-se uma degradação contínua e acentuada dos níveis dos reservatórios. Iniciando o período com um patamar de 69,7% em junho\u002F25, o indicador encerrou dezembro com uma retração acumulada de 24,2 pontos percentuais, atingindo o nível crítico de 45,5%. Este cenário de escassez hídrica justifica a volatilidade das bandeiras tarifárias observada nos últimos meses. A aceleração da queda, que registrou picos de retração mensal superiores a 10% em setembro e outubro, forçou o acionamento de fontes de geração mais onerosas, impactando diretamente o custo final da energia para o consumidor. Contudo, embora o nível absoluto tenha continuado a cair em dezembro, a velocidade da queda desacelerou drasticamente para -1,9%, sugerindo o início da recuperação com as primeiras chuvas do final do ano.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Vale destacar que o EAR (Energia Armazenada) representa o nível dos reservatórios das hidrelétricas, expresso como uma porcentagem da capacidade máxima de armazenamento de energia do sistema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Variação do EAR\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_6_chart_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: ONS \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>4° Emissão de cotas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>De acordo com o anúncio de encerramento publicado no início de janeiro, o fundo encerrou sua 4° oferta pública com uma captação total de R$ 622.003.032,40, fechando o mês de dezembro com um patrimônio líquido de R$ 909.373.685,25. Ao comparar o patrimônio atual do fundo com patamar registrado no fechamento de junho\u002F25, mês anterior ao início da 4° oferta, nota-se um crescimento expressivo de 192%. Este crescimento carrega consigo diversos benefícios ao investidor, como um aumento de liquidez, diversificação de ativos e maior poder de barganha. Acompanhando o crescimento patrimonial, a quantidade de cotistas do fundo também apresentou um salto expressivo no período, partindo de 34.559 investidores em junho\u002F25 para 63.023 em dezembro\u002F25, um crescimento de 82%.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sobre a alocação dos recursos captados, em linha com o fato relevante divulgado ao final de janeiro, ao longo do mês de dezembro o fundo celebrou 20 contratos de aquisições de ativos de geração distribuída solar (“Novos Ativos”), totalizando 87,5 MWp de capacidade instalada e com preço total de aquisição de R$ 436.203.412,83, distribuídos em 22 cidades de 8 estados brasileiros.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Diversificação Geográfica das Novas Aquisições (MWp)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_7_chart_5.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em conjunto, os Novos Ativos apresentam Taxa Interna de Retorno Real (sem adicionar a inflação que corrige os contratos) projetada de 14,44% ao ano, calculada pela média ponderada dos custos de aquisição de cada ativo e líquida dos custos do fundo. Ademais, os Novos Ativos possuem um potencial de aumento na capacidade de geração total do portfólio em aproximadamente 153.460 MWh por ano, valor equivalente a 12.788 MWh por mês. Ao relacionar este valor com a geração total do portfólio atual no mês de dezembro (6.554 MWh), percebe-se, com a maturação das aquisições, um potencial aumento de 195% na capacidade de geração mensal do fundo. Vale destacar que a UFV Liberdade, com capacidade de 7 MWp, ainda não está conectada, e consequentemente não contribui para a geração atual do portfólio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Capacidade de Geração Potencial (MWh)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_7_chart_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dentre os novos ativos adquiridos, 16,9 MWp superaram as condições precedentes e finalizaram a etapa de “closing”, concluindo a integralização total ao portfólio do fundo. São eles: UFV Paramirim - 5 MW \u002F 6,72 MWp; UFV Cruzeiro do Sul &amp; UFV Soleil - 2,5 MW \u002F 3,4 MWp cada; UFV Juti – 2,5 MW \u002F 3,37 MWp. Mais detalhes sobres os ativos podem ser observados no fato relevante divulgado e na sessão “Detalhamento das UFVs” localizada na página 20 deste relatório.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Movimentações do Portfólio\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Ainda ao longo do mês de dezembro, o Fundo formalizou novos distratos dos contratos de locação firmados com a Lemon, referentes às UFVs 1 e 3 do projeto Petrolina. Com esse evento, concluiu-se a saída integral da Lemon do empreendimento. Vale destacar que a antiga locatária, durante um prazo de 60 meses, ainda deverá repassar ao Fundo os valores residuais devidos a título de aluguel, referentes aos créditos acumulados e não usufruídos ao longo do período de locação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em paralelo, foram celebrados dois novos contratos de locação com a Setta Energia para ocupar as unidades recém-vagas (UFVs 1 e 3). Estes contratos, assim como os firmados para as UFVs 2 e 4, são sob a modalidade 'Take or Pay', trazendo maior previsibilidade aos resultados do empreendimento. Os contratos possuem vigência de 10 anos, multa rescisória equivalente a 12 aluguéis e necessidade de aviso prévio de 12 meses. Ademais, visando viabilizar a organização dos consorciados da nova locatária, foram concedidos diferimentos sobre os primeiros aluguéis devidos, sendo o prazo de 6 meses para um dos contratos e de 12 meses para o outro. Em ambos os casos, os valores diferidos serão pagos em parcelas mensais e iguais entre o 20° e o 31° mês de locação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por fim, no mês de dezembro, foi realizada uma remarcação no valor dos ativos San Remo, Petrolina, Amontada e Itabira com o objetivo de refletir os valores justos apurados por meio da elaboração de laudos de avaliação para cada um dos projetos. Para contextualizar os cotistas que não estão familiarizados com essa prática, conforme estabelecido pela Instrução CVM 516\u002F11, os FIIs são obrigados a realizar, pelo menos uma vez ao ano, a avaliação dos imóveis que compõem seu portfólio. A avaliação é conduzida por empresas terceirizadas especializadas na valoração de ativos imobiliários. Com isso, a variação das novas avaliações destes ativos versus as realizadas no ano anterior pode ser observada abaixo:\u003C\u002Fp>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>\u003C\u002Fth>\u003Cth>Laudo 2024\u003C\u002Fth>\u003Cth>Laudo 2025\u003C\u002Fth>\u003Cth>Variação\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>Amontada 2\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 6.132.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 6.210.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>San Remo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 23.538.044\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 28.780.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>22%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 34.629.180\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 32.790.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-5%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Itabira\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 15.965.147\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 14.110.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-12%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Total\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 80.264.371\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 81.890.000\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>Dentre as principais variações, podemos destacar a valorização do projeto San Remo, justificada pelo reajuste do valor de locação ocorrido e pelos ganhos de eficiência operacional. Já as desvalorizações observadas em Petrolina e Itabira estão majoritariamente atreladas às alterações dos inquilinos, cujos novos contratos de locação possuem valores levemente inferiores aos praticados anteriormente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Vale destacar que as substituições dos locatários nestes projetos ocorreram por questões atreladas à redução da capacidade de pagamento e à baixa performance apresentadas pelos antigos inquilinos, visando assegurar a rentabilidade e a geração de caixa dos empreendimentos. No caso de Petrolina, por exemplo, houve alternância para a modalidade contratual 'Take or Pay' que, pelo perfil de risco menor, costuma apresentar valores de locação mais baixos que a modalidade 'compensada'.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A seguir, atualizaremos a performance dos projetos do portfólio e do fundo no mercado. Permanecemos à disposição para eventuais dúvidas e sugestões em nossos canais de comunicação.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Performance do Portfólio\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Geração Total Portfólio\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_9_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com a conclusão da troca de titularidade das UFVs Catena e Malbec para a NUV Energia, a partir de novembro, as suas performances foram incluídas nos dados demonstrados acima.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Geração por Ativo (MWh) - Dezembro 25\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_9_chart_9.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Performance de Mercado\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Referente ao resultado apurado no mês de dezembro, o Fundo distribuiu o montante de R$ 0,10 por cota, o que corresponde a um Dividend Yield anualizado de 14,97% considerando o preço de fechamento da cota no mês de referência. Farão jus a esse rendimento os cotistas posicionados no Fundo até o dia 15 de janeiro, data-base (data com) para fins de distribuição.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No mercado secundário, as cotas do SNEL foram de R$ 8,48 no fechamento de novembro para R$ 8,55 no fechamento de dezembro, atingindo máxima e mínima de, respectivamente, R$ 8,55 e R$ 8,45 dentro do mês de referência. O retorno total no mês foi de 2,02%, impulsionado pela variação positiva na cotação durante o período e pela distribuição de rendimentos realizada. O CDI apurado no mês foi de 1,22%, o IPCA 0,33%, e o benchmark do Fundo (IPCA + 7,00% a.a.) 0,90%. Quanto ao volume, foram negociados R$ 29.614.755,48 no mês, alcançando uma média diária de R$ R$ 1.480.737,77.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Preço de Fechamento e Volume em R$\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_10_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>D Ú V I D A S F R E Q U E N T E S\u003C\u002Fh3>\u003Cp>• \u003Cstrong>Como o fundo ganha dinheiro e quais os tipos de contratos de locação?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O fundo obtém receita a partir de contratos de locação firmados com seus inquilinos, que podem ocorrer nas modalidades Take or Pay (locação com pagamento fixo) ou compensação de energia (com o pagamento de um aluguel variável condicionado ao benefício efetivamente realizado pelos inquilinos).\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Houve mudança na estratégia do fundo? O fundo está focado em desenvolver projetos ou adquirir projetos operacionais?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sim, a estratégia do SNEL11 evoluiu ao longo do tempo. O fundo iniciou com foco no desenvolvimento de projetos (greenfield), buscando capturar valor desde a construção das usinas. Com o avanço do mercado, o desequilíbrio temporário da oferta e demanda e o aumento das taxas de juros, surgiram oportunidades de adquirir usinas já operacionais a preços atrativos, com menor risco de execução e geração imediata de caixa. Desde a terceira emissão, o fundo passou a se concentrar na aquisição de ativos prontos priorizando a estabilidade de resultados e previsibilidade de rendimentos\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Detalhamento sobre a capacidade de geração de caixa e distribuição de resultados pelo fundo, além de abertura de receita potencial por ativo.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Inicialmente, é importante destacar que nem toda a capacidade instalada está operando em regime econômico pleno. Parte das usinas ainda está em fase de ramp-up, período em que a geração e o faturamento crescem gradualmente até a estabilização. Há também casos em que valores de locação estão sendo acumulados e serão refletidos nas próximas faturas, como em contratos com carência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse movimento é temporário e vem evoluindo positivamente. Alguns exemplos: i) em fevereiro de 2026 encerra-se o período de carência das novas locações das UFVs Petrolina 2 e 4, passando a gerar caixa e contribuir efetivamente para o resultado do fundo (entre a data de assinatura do contrato e o fim da carência, os valores de locação foram acumulados e serão pagamos ao longo de 2026, juntamente com os aluguéis correntes). Além disso, ainda existem créditos acumulados junto à Lemon (antigo inquilino), que serão realizados nos próximos meses e representarão receita adicional para o projeto; ii) A UFV Pirassununga começará a receber, a partir de dezembro de 2025, os valores referentes à carência contratual com a Safira, que serão pagos até julho de 2026; iii) A conclusão do ramp-up das usinas Mundo Melhor e São Bento Abade, somando 12 MWp, deve ocorrer até o fim de 2025, com efeito caixa em meados de fevereiro de 2026, completando a maturação operacional do portfólio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com esses avanços, a expectativa é de que a receita operacional cresça de forma consistente e efetiva, consolidando a base necessária para sustentar a capacidade de distribuição de dividendos ao longo dos próximos ciclos. Abaixo, apresentamos um gráfico que demonstra uma simulação da receita imobiliária do Fundo, considerando um cenário de plena maturidade operacional de todos os projetos do portfólio, bem como as condições contratuais vigentes à época.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Simulação Receita Imobiliária na Maturidade (Em Milhares de R$)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_12_chart_3.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Gráfico publicado no relatório gerencial de setembro de 2025. Vale destacar que a simulação acima não contempla receitas não recorrentes, tais como quitações de carências e regularizações pontuais de fluxos contratuais.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>• Detalhamento sobre a reserva de lucros e variação dos lucros acumulados.\u003C\u002Fh3>\u003Cp>As variações no lucro acumulado fazem parte do planejamento natural de transição do fundo, que ainda está em fase de amadurecimento operacional. O SNEL11 conta com reservas de resultado formadas nos primeiros ciclos de alocação e com o apoio das receitas financeiras previstas desde a origem da tese, de modo que o resultado acumulado serve justamente para amortecer o período de ramp-up das usinas e garantir estabilidade na distribuição. À medida que o portfólio consolida sua geração e o fluxo das receitas imobiliárias passa a refletir integralmente o desempenho das usinas, a dependência das receitas financeiras tende a reduzir, e a renda operacional se torna a principal fonte de resultado. Esse movimento já estava previsto no cronograma de maturação do fundo e é acompanhado de perto pela gestão, que busca equilibrar a previsibilidade dos rendimentos mensais com a sustentabilidade financeira de longo prazo. Em resumo, as oscilações do lucro acumulado não indicam deterioração dos resultados, mas sim a utilização planejada das reservas e o cumprimento da estratégia de transição para um portfólio totalmente autossustentável em termos operacionais.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Explicação e detalhamento sobre o CRI Portfolio Solar\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O CRI Portfólio Solar foi uma estrutura transitória, utilizada em 2024 para financiar a construção das usinas Mundo Melhor, Liberdade e São Bento Abade, antes da incorporação da emissora (então NK Empreendimentos 312) pelo fundo. Com a aquisição dessa empresa pelo SNEL11, esta foi integralmente liquidada e extinta, tornando-se um assunto encerrado dentro da estrutura do fundo. Na prática, a operação representou apenas a internalização dos ativos lastro e de suas garantias, por meio de compensação contábil, sem movimentação financeira. As usinas permaneceram no patrimônio do fundo, agora sob a controlada Suno Projetos Maduros S.A (antiga NK Empreendimentos).\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em suma, trata-se de um assunto contábil encerrado, que não gera qualquer impacto financeiro, contratual ou operacional sobre o fundo. A operação apenas simplificou a estrutura societária, sem alterar a geração de caixa ou o desempenho econômico do SNEL11.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Como se dará a geração de caixa do fundo e capacidade de pagamento de dividendos após a liquidação do CRI?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A manutenção do patamar de distribuição e geração de caixa está apoiada no amadurecimento operacional do portfólio. Parte relevante das usinas do fundo ainda se encontram em fase de ramp-up, período em que a geração e o faturamento evoluem gradualmente até atingir sua plena capacidade econômica. Ao observar os números do fechamento de setembro, aproximadamente 45% do portfólio do SNEL atingiu ou estava próximo à geração plena de caixa. Da parcela remanescente, cerca de 11% encontravam-se aguardando conexão, aproximadamente 36% em fase de ramp-up, e os 7% finais operavam sob mecanismo de renda mínima garantida (RMG). A expectativa com base em premissas contratuais de locação e tratativas constantes com inquilinos é de que nos próximos 2 a 3 meses os projetos em ramp-up estejam gerando caixa em seu potencial máximo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_13_chart_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Qual é a situação atual da usina Liberdade (GO)?\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A UFV Liberdade teve suas obras concluídas e encontra-se aguardando a conexão à rede elétrica da Equatorial Goiás. O processo de liberação envolve autorizações complementares junto à concessionária e órgãos ambientais, incluindo a travessia de uma rodovia estadual necessária para a conclusão da linha de conexão. A equipe técnica da gestora, em conjunto com a CBIE, segue acompanhando de perto o andamento do processo e atuando junto às partes envolvidas para garantir que a conexão ocorra o quanto antes. Também está sendo analisada a possibilidade de judicialização contra a distribuidora, buscando acelerar o prazo de conexão e indenizar o fundo pela perda de receita ocorrida decorrente do atraso ocorrido. Importante destacar que eventual ganho decorrente de indenizações é uma possibilidade real, porém não consta nas premissas e projeções da equipe de gestão.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>P E R F O R M A N C E E D E S E M P E N H O\u003C\u002Fh3>\u003Cp>(RENTABILIDADE, Nº COTISTAS, PL, COTAÇÃO, VOLATILIDADE)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_14_chart_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Perfomance SNEL x Indexadores\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_14_chart_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>(Considera Valorização das Cotas + Proventos) Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Número de Cotistas\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_14_chart_10.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Patrimônio Líquido (em R$ MM)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_15_chart_3.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Cota Patrimonial x Cota Mercado (em R$)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_15_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Distribuição e DY Anualizado\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_15_chart_9.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Quantum Axis \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>R E S U LTA D O\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>MÊS\u003C\u002Fth>\u003Cth>out\u002F25\u003C\u002Fth>\u003Cth>nov\u002F25\u003C\u002Fth>\u003Cth>dez\u002F25\u003C\u002Fth>\u003Cth>LTM\u003C\u002Fth>\u003Cth>2025\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>1. Receitas\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.167.215\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5.272.102\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9.919.719\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>54.152.495\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>54.152.495\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>1.a. Receita de Locação (UFVs)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.129.741\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5.251.975\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9.795.629\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>31.124.392\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>31.124.392\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>1.b.Aplicação\u002FMovimentação caixa\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>37.474\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>20.127\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>124.090\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>23.028.103\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>23.028.103\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>2. Despesas\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-669.772\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-749.370\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-819.794\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-8.023.587\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-8.023.587\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>2.a. Despesas do Fundo\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-565.835\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-641.882\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-641.291\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-6.490.672\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-6.490.672\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>2.b. Despesas não recorrentes\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-103.937\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-107.487\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-178.503\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-1.532.915\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-1.532.915\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>3. Resultado Exercício (1+2)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.497.443\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.522.733\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9.099.925\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.128.908\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.128.908\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>4. Resultado Distribuível\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.039.051\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.552.444\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9.604.157\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>47.690.962\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>47.484.938\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>4.a. Resultado Exercício (3)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2.497.443\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.522.733\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9.099.925\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.128.908\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.128.908\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>4.b. Resultado Não Distribuído\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1.541.608\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>29.711\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>504.232\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1.562.055\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1.356.030\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>5. Rendimento Distribuído\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.009.340\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.048.212\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>8.222.018\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.308.823\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>46.308.823\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>5.a. Distribuição -SNEL11\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.833.420\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.833.420\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3.833.420\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>40.170.237\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>40.170.237\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>5.b. Distribuição -Recibos\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>175.919\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>214.791\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4.388.598\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6.138.585\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6.138.585\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>5.c. Distribuição R$\u002Fcota -SNEL11\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,10\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,10\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,10\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,20\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,20\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>Fonte: Singulare \u002F Elaboração: Suno Asset.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Lucro Acumulado (R$\u002Fcota)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_16_chart_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Singulare \u002F Elaboração: Suno Asset (Cotas + Recibos)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_17_chart_2.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Singulare \u002F Elaboração: Suno Asset. (Cotas + Recibos)\u003C\u002Fp>\u003Cp>Resultado Mensal Detalhado por Cota\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_17_chart_5.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Singulare \u002F Elaboração: Suno Asset. (Considera Cotas + Recibos)\u003C\u002Fp>\u003Ch3>A L O C A Ç Õ E S E M O V I M E N T A Ç Õ E S\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>CARTEIRA DE ATIVOS\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Identificação Tipo de Ativo Indexador Participação SNEL Vol SNEL (R$ MM) % Ativos\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>San Remo 1 &amp; 2 UFV Inflação 100% R$ 28,78 3,07%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Amontada 2 UFV Inflação 90% R$ 5,59 0,60%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina 1,2,3,4 UFV Inflação 100% R$ 32,79 3,50%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Itabira UFV Inflação 100% R$ 14,11 1,51%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Brunello UFV Inflação 100% R$ 0,85 0,09%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Paramirim UFV Inflação 100% R$ 21,63 2,31%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Cruzeiro do Sul UFV Inflação 100% R$ 15,93 1,70%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Soleil UFV Inflação 100% R$ 15,60 1,67%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Juti UFV Inflação 100% R$ 18,56 1,98%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Ativos em Aquisição UFV Inflação 100% R$ 254,40 27,18%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Liquidez Projetos GD* FII Liquidez Inflação 100% R$ 226,56 24,20%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>FII Holding Projetos** FII GD Inflação 100% R$ 217,82 23,27%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>CRI Platão CRI Inflação - R$ 13,25 1,41%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>CRI Pirelli CRI Inflação - R$ 3,81 0,41%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>CRI Fametro CRI Inflação - R$ 3,74 0,40%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Caixa e Equivalentes Caixa e Equivalentes CDI - R$ 62,73 6,70%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Total R$ 936,14 100,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>* Fii Tático visando rentabilizar o caixa enquanto os recursos não são utilizados para as aquisições em andamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>** Fii Estrutural onde foram incorporados os ativos adquiridos na 2° e 3° emissão do SNEL, com exceção dos ativos de Micro GD.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Singulare \u002F Elaboração: Suno Asset\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_18_chart_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>DETALHAMENTO DAS UFVs\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Identificação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Distribuidora\u003C\u002Fth>\u003Cth>Fase\u003C\u002Fth>\u003Cth>Data de Conexão\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capacidade Instalada\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capex (R$ mm)\u003C\u002Fth>\u003Cth>Tipo Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Vencimento Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Inquilino\u003C\u002Fth>\u003Cth>O&amp;M\u003C\u002Fth>\u003Cth>EPC\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>San Remo 1\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,40 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,2*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>02\u002F2039\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Matrix\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>San Remo 2\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>03\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,36 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,9*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>02\u002F2039\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Matrix\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Amontada 2\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>ENEL - CE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>02\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,20 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,0*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>01\u002F2039\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9Energia\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9Energia\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9Energia\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina 1\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CELPE - PE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,26 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12\u002F2035\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Setta\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3P\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Voltxs\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina 2\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CELPE - PE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,26 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2035\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Setta\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3P\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Voltxs\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina 3\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CELPE - PE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,26 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12\u002F2035\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Setta\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3P\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Voltxs\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Petrolina 4\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CELPE - PE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,26 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2035\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Setta\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3P\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Voltxs\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Itabira 1\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>09\u002F2023\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,06 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,6*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>08\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Serena\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Metrion\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Enerside\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Liberdade\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>EQTL - GO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Conexão\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,00 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>24,2*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Mundo Melhor\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>EQTL - GO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>04\u002F2025\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,00 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>25,0*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>São Bento Abade\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>08\u002F2025\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,00 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>27,9*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>07\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Metrion\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Impetus\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Pirassununga\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>ELEKTRO - SP\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>08\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,34 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Take or Pay\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12\u002F2039\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Safira\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Splendor\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Splendor\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Pains\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2023\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,67 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>19,4*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2050\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Vivaz\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Ecolampe\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Carmo RBE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>LIGHT - RJ\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,33 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>32,7*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2050\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Vivaz\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Ecolampe\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Carmo FE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>LIGHT - RJ\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,33 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>32,7*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2050\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Vivaz\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Ecolampe\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Angra\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>LIGHT - RJ\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>04\u002F2023\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,62 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>26,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>05\u002F2050\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Vivaz\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Ecolampe\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Catena\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,65 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>18,6*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>11\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Malbec\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,76 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,9*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>11\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Rutini\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,11 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,6*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>04\u002F2028\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Juntos\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Elói Mendes\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG - MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>10\u002F2024\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,06 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,3*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>04\u002F2029\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Juntos\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Insol\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Paramirim\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COELBA - BA\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,72 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,5*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>01\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Vivaz\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Ecolampe\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Cruzeiro do Sul\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COPEL - PR\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,37 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,9*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>09\u002F2029\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Nextron\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Involt\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>SWSolar\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Soleil\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COPEL - PR\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,37 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,6*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Compensada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>09\u002F2029\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Nextron\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Involt\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Involt\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Juti\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>ENERGISA - MS\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Operação\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>-\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,37 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>18,6*\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Indefinido\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Involt\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>Interface\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Soma \u002F Média\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>78,73 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>352,44 MWp\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>07\u002F2037\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Ponderada\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_20_image_2.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Exposição por Distribuidora\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_20_image_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_20_image_5.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Exposição por Inquilino\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_20_image_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_21_image_2.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Exposição por Locação\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_21_image_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Exposição Geográfica\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_21_image_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Powered by Bing © Microsoft, OpenStreetMap\u003C\u002Fp>\u003Ch3>D E TA L H A M E N T O D O S AT I V O S\u003C\u002Fh3>\u003Ch3>UFV SAN REMO 1 &amp; 2\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd colspan=\"2\">Inquilino Distribuidora Fase Capacidade Locação Vencimento O&amp;M\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Matrix\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG -MG CONEXÃO 4,76 MWP TAKE OR 02\u002F2039 IMPETUS PAY\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>O projeto UFV San Remo está localizado em João Pinheiro (MG), sob concessão da CEMIG, com capacidade instalada de 4,76 MWp (3,62 MW AC) e geração estimada de 7.651 MWh\u002Fano. Em operação desde junho de 2024, a usina está locada para a Matrix em contrato Take or Pay com vigência até fevereiro de 2039. O ativo foi desenvolvido pela Impetus e, em tom de curiosidade ao cotista, vale destacar que a usina se encontra instalada em imóvel urbano.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O grupo Impetus Energy atua na área de geração fotovoltaica realizando o desenvolvimento, execução e gestão dos projetos. O grupo foi fundado em 2011, e desde então desenvolveu centenas de projetos na Bahia, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Espírito Santo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_22_image_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>UFV AMONTADA 2\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Inquilino\u003C\u002Fth>\u003Cth>Distribuidora\u003C\u002Fth>\u003Cth>Fase\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capacidade\u003C\u002Fth>\u003Cth>Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Vencimento\u003C\u002Fth>\u003Cth>O&amp;M\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>9ENERGIA\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>ENEL -CE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>OPERAÇÃO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1,20MWP\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COMPENSADA\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>01\u002F2039\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9ENERGIA\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>O projeto UFV Amontada está localizado no município de Amontada (CE), sob concessão da ENEL, com capacidade instalada de 1,2 MWp (0,98 MW AC) e geração estimada de 1.921 MWh\u002Fano. Em operação desde fevereiro de 2024, a usina está locada para a 9Energia em contrato de modalidade compensada válido até janeiro de 2039. O ativo foi desenvolvido pela própria 9Energia, empresa com mais de 20 anos de atuação no setor elétrico e foco em soluções de energia renovável para clientes residenciais e comerciais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_23_image_2.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>UFV PETROLINA 1 a 4\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Inquilino\u003C\u002Fth>\u003Cth>Distribuidora\u003C\u002Fth>\u003Cth>Fase\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capacidade\u003C\u002Fth>\u003Cth>Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Vencimento\u003C\u002Fth>\u003Cth>O&amp;M\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>LEMON\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CELPE -PE\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>OPERAÇÃO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,02 MWP\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>HÍBRIDO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2034\u002F35\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3P\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>O projeto UFV Petrolina está localizado em Petrolina (PE), sob concessão da CELPE, com capacidade instalada de 5,04 MWp e geração estimada de 11.270 MWh\u002Fano. Em operação desde junho de 2024, o complexo é formado por quatro usinas de 1,25 MWp cada, todas em regime de modalidade compensada. Dois contratos estão firmados com a Setta Energia, com vencimento em agosto de 2035, e os outros dois com a Lemon Energia, válidos até maio de 2034. O ativo foi desenvolvido pela Voltxs.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_23_image_6.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>UFV ITABIRA\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Inquilino\u003C\u002Fth>\u003Cth>Distribuidora\u003C\u002Fth>\u003Cth>Fase\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capacidade\u003C\u002Fth>\u003Cth>Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Vencimento\u003C\u002Fth>\u003Cth>O&amp;M\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>CMU\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>CEMIG -MG\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>OPERAÇÃO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,06 MWP\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COMPENSADA\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>06\u002F2030\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>METRION\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>O projeto UFV Itabira é uma usina fotovoltaica localizada em Itabira (MG), sob concessão da CEMIG, com capacidade instalada de 3,06 MWp e geração estimada de 4.416 MWh\u002Fano. Em operação desde agosto de 2023, está locada para a empresa Serena em contrato Compensada vigente até 2030. O ativo foi desenvolvido pela Enerside, empresa espanhola com experiência consolidada em projetos solares no Brasil e no exterior.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_24_image_3.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch3>MUNDO MELHOR\u003C\u002Fh3>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Inquilino\u003C\u002Fth>\u003Cth>Distribuidora\u003C\u002Fth>\u003Cth>Fase\u003C\u002Fth>\u003Cth>Capacidade\u003C\u002Fth>\u003Cth>Locação\u003C\u002Fth>\u003Cth>Vencimento\u003C\u002Fth>\u003Cth>O&amp;M\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>NUV\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>EQTL -GO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>OPERAÇÃO\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7MWP\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>COMPENSADA\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2034\u002F35\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>METRION\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>O projeto UFV Mundo Melhor está localizado em Planaltina (GO), sob concessão da CELPE, com capacidade instalada de 7,0 MWp (5 MW AC) e geração estimada de 12.323 MWh\u002Fano. Em operação desde abril de 2025, a usina está locada para a NUV em contrato de modalidade compensada válido até abril de 2030. O ativo foi desenvolvido pela Impetus.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_24_image_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Ch2>C E N Á R I O M A C R O E C O N Ô M I C O\u003C\u002Fh2>\u003Ch2>Brasil: Lições de 2025 e Perspectivas para 2026\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Gustavo Sung\u003C\u002Fp>\u003Cp>Economista-chefe\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Retrospectiva\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O ano de 2025 começou em um ambiente turbulento, reflexo das frustrações com o pacote fiscal anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e das dúvidas em relação ao novo governo Trump, ambos no fim de 2024. O país iniciou o ano com câmbio elevado, próximo de R$ 6,20, inflação acelerando e distante da meta de 3%, além de uma política monetária já bastante restritiva. A Selic, que começara 2025 em 13,25% a.a., avançou para 15% a.a. diante da necessidade de conter a persistência inflacionária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mesmo assim, a economia mostrava resiliência: o mercado de trabalho seguia firme, a massa salarial crescia e o agronegócio mantinha bom desempenho, sustentando o consumo em meio ao aperto financeiro. Com o passar dos meses, porém, os juros altos se tornaram mais evidentes no comportamento da atividade, conduzindo o país para uma desaceleração gradual, exatamente o esperado em um ciclo prolongado de política monetária contracionista. Essa dinâmica é ilustrada no gráfico abaixo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>PIB (Var. Trimestral, %)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_25_chart_10.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: IBGE \u002F Elaboração: Suno Asset\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em abril, o IPCA acumulado em doze meses atingiu 5,5%, pressionado pela força dos serviços, pela alta dos alimentos e pelo câmbio depreciado no fim de 2024. Esse número marcou o ponto de inflexão do processo inflacionário, como podemos notar na imagem a seguir. A partir daí, diversos fatores passaram a aliviar os preços: o câmbio se apreciou de forma consistente, as commodities perderam força e os custos industriais e agrícolas recuaram, reduzindo pressões no atacado. Os alimentos também iniciaram trajetória de desaceleração, favorecidos por maior oferta e condições climáticas mais benignas. Esses elementos reforçaram a desinflação no segundo semestre.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2025, o IPCA encerrou em 4,3%, em linha com as nossas projeções, e como ilustrado a seguir.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_26_chart_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Apesar desse avanço, as medidas subjacentes de inflação, as mais observadas pela autoridade monetária, permaneceram elevadas. Os serviços rodavam próximos ou acima de 6%, sustentados pela firmeza do mercado de trabalho. Núcleos, serviços subjacentes e serviços intensivos em mão de obra ainda estavam acima do intervalo compatível com a meta, o que exigia cautela do Banco Central e mantinha a necessidade de juros elevados. Importante ressaltar que esses itens ainda seguem como fonte de desconforto para a autoridade monetária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Com a política monetária em patamar bastante restritivo, a atividade econômica perdeu força a partir do segundo semestre.\u003C\u002Fstrong> A indústria desacelerou, os serviços diminuíam o ritmo e o varejo demonstrou maior cautela. A massa salarial ainda sustentava a demanda, mas sinais de acomodação ficaram mais evidentes com o avanço do ano.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O ambiente externo também influenciou o desempenho da economia brasileira, sobretudo na primeira metade de 2025. Em março, a Casa Branca retomou uma agenda protecionista e, em abril, o Liberation Day impôs tarifa mínima de 10% a todos os parceiros comerciais. Nesse momento, o Brasil estava relativamente bem-posicionado, por estar no grupo de países com a menor alíquota.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>A partir de julho, o cenário mudou.\u003C\u002Fstrong> Os Estados Unidos anunciaram tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros que chegavam ao país, surpreendendo o mercado. O dólar subiu, a bolsa caiu e setores dependentes do mercado americano sentiram o impacto imediato. Pouco depois, Washington divulgou uma lista extensa de exceções, reduzindo as tensões. O governo brasileiro também adotou medidas fiscais para auxiliar os setores atingidos, o que mitigou os efeitos sobre o PIB e trouxe algum alívio ao câmbio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Em setembro, a conjuntura internacional melhorou com o início do ciclo de cortes de juros pelo banco central norte-americano\u003C\u002Fstrong>, o que intensificou o enfraquecimento do dólar e contribuiu para um ambiente externo mais favorável. Para o Brasil, esse movimento ampliou o diferencial de juros e ajudou a manter o dólar em torno de R$ 5,30, como podemos observar no gráfico abaixo. O cenário global mais favorável aumentou o apetite ao risco e estimulou investidores a buscarem mercados emergentes. O Brasil, bem-posicionado, recebeu parte desse fluxo, e o Ibovespa passou a renovar sucessivos recordes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Taxa de câmbio real-dólar (BRL\u002FUSD)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_27_chart_5.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fonte: Banco Central \u002F Elaboração: Suno Asset\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em novembro, após meses de negociação, o governo brasileiro reabriu os canais diplomáticos com Washington, o que resultou em reduções tarifárias. Os Estados Unidos retiraram a sobretaxa de 40% sobre diversos produtos agrícolas, como carne, café e frutas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Assim, ao contrário do início do ano, o segundo semestre caminhou com maior previsibilidade rumo a 2026.\u003C\u002Fstrong> O balanço final de 2025 revela um período de transição: i) a atividade perdeu força como esperado em um ambiente de juros elevados; ii) a inflação avançou para uma trajetória mais benigna;\u003C\u002Fp>\u003Cp>o câmbio estabilizou em relação ao início do ano; e iii) as expectativas de inflação mostraram melhora gradual.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Foi um ano turbulento, mas que terminou em condições melhores do que começou. O ano passado se encerrou melhor do que esperávamos, e a perspectiva de início do ciclo de queda dos juros no começo de 2026 representa outra notícia positiva para a economia brasileira.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O nó fiscal de 2025: um ajuste incompleto\u003C\u002Fh3>\u003Cp>\u003Cstrong>Se a política monetária cumpriu seu papel, o mesmo não pode ser dito da política fiscal.\u003C\u002Fstrong> O governo passou boa parte de 2025 buscando elevar a arrecadação como forma de cumprir suas metas, mas avançou pouco no controle das despesas. A tentativa de elevar o IOF simbolizou essa dificuldade: proposta apresentada, recuo, reformulação, derrota política e judicialização no STF. A Medida Provisória (MP) 1.303, criada para compensar a perda de arrecadação daquele projeto, seguiu trajetória semelhante, com revisões sucessivas e rejeição pelo Congresso. O país assistiu, assim, a um ajuste fragmentado, marcado por idas e vindas, sem avanços estruturais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ainda assim, as medidas em discussão em Brasília como a taxação de fintechs e bets, o possível aumento da alíquota de importação, o corte de benefícios tributários, a revisão de compensações e ajustes setoriais, além das receitas de leilões do pré-sal, \u003Cstrong>elevaram a probabilidade de cumprimento da meta fiscal de 2026.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>O desafio fiscal, no entanto, permanece expressivo, pois o principal problema do Brasil está no gasto obrigatório, não na arrecadação. Com a economia em desaceleração, a receita proveniente da atividade perde fôlego, tendência que deve persistir nos próximos meses. Diante desse cenário, o governo busca receitas extraordinárias para cumprir as metas fiscais e ganhar maior flexibilidade orçamentária, enquanto a proximidade das eleições amplia a pressão por novas despesas.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Aqui cabe uma reflexão fundamental e necessária. Como lembra Affonso Celso Pastore, no livro Caminhos e descaminhos da estabilização (p. 169-170):\u003C\u002Fp>\u003Cp>“Alesina, Favero e Giavazzi (2019) distinguiram os programas de austeridade praticados com a elevação de impostos dos executados através de cortes de gastos e concluíram que os programas baseados em aumentos de impostos são recessivos no curto e no médio prazo, mas os baseados no corte de gastos têm o efeito oposto: seus custos medidos em termos de perdas de PIB são muito\u003C\u002Fp>\u003Cp>baixos. Uma segunda diferença é a constatação de que os programas baseados no aumento de impostos resultam no crescimento da relação dívida\u002FPIB, enquanto os baseados no corte de gastos resultam em reduções significativas.”\u003C\u002Fp>\u003Cp>A citação ajuda a entender por que, apesar de algum alívio no curto prazo, o Brasil precisa resolver os problemas para melhorar o quadro fiscal. \u003Cstrong>A estratégia adotada nos últimos anos, focada em arrecadar mais, tende a gerar resultados piores do que ajustes construídos do lado do gasto.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Por fim, em nosso cenário base, projetamos a relação dívida\u002FPIB em 83% em 2026, alcançando 93% em 2033 caso não haja reformas que reduzam despesas obrigatórias e aumentem a eficiência do gasto. É um quadro que exige vigilância e reforça a necessidade de uma estratégia fiscal crível e consistente.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Perspectivas 2026\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Com a desaceleração mais evidente no fim de 2025, entramos em 2026 com a expectativa de um hiato do produto negativo, ou seja, crescimento abaixo do potencial e pressões inflacionárias menores, acompanhadas de um mercado de trabalho menos aquecido. Esse quadro, somado à queda gradual das medidas de inflação e à melhora das expectativas, abre espaço para o início do ciclo de cortes da Selic.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Nossa expectativa é que, em janeiro, o Copom ajuste o comunicado e prepare o terreno para um afrouxamento cauteloso. O Comitê deve sinalizar o início do ciclo em março, quando projetamos o primeiro corte de 0,50 p.p., dando início a um processo gradual e técnico, alinhado à preservação da credibilidade e à convergência sustentável da inflação no horizonte relevante. Mantemos a projeção de Selic em 12,5% a.a. no fim de 2026. Abaixo, apresentamos a tabela com os nossos cenários para 2026.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Cenários - Trajetórias para a Taxa Selic (% a.a.)\u003C\u002Fp>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>Copom\u003C\u002Fth>\u003Cth>Cenário Otimista\u003C\u002Fth>\u003Cth>Cenário Base\u003C\u002Fth>\u003Cth>Cenário Pessimista\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>Probabilidade\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>30%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>20%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>dez\u002F25\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>jan\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>mar\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>abr\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,50%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>jun\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>14,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>ago\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,75%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>set\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,25%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,50%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>nov\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,25%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>dez\u002F26\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,00%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,50%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>13,00%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Cp>Fonte: Banco Central \u002F Elaboração: Suno Asset\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Em relação à atividade econômica, esperamos um ritmo moderado.\u003C\u002Fstrong> O mercado de trabalho continuará sendo o principal vetor de sustentação da renda, embora já indique sinais de acomodação. Além disso, quatro fatores devem impulsionar o consumo: i) a reforma do IR, com impacto estimado de R$ 30 bilhões; ii) a expansão do crédito consignado privado, próxima de R$ 70 bilhões; iii) o pagamento de R$ 55 bilhões em precatórios; e iv) a continuidade das transferências sociais. Mesmo assim, o crescimento de 2026 tende a ser mais fraco que o de 2025, em linha com um ambiente doméstico de menor tração. \u003Cstrong>Projetamos uma alta de 1,8% para o PIB deste ano.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>A inflação deve seguir uma trajetória benigna, embora com riscos. Projetamos IPCA de 4,1% em 2026.\u003C\u002Fstrong> Bens industriais e alimentos continuarão contribuindo para o alívio, enquanto os serviços seguirão acima do centro da meta e sensíveis ao comportamento do mercado de trabalho. Há riscos específicos importantes: possíveis reajustes de combustíveis, impactos climáticos sobre energia elétrica e alimentos e estímulos fiscais típicos de ano eleitoral, que podem aumentar a demanda agregada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>No câmbio, esperamos uma maior estabilidade no início de 2026,\u003C\u002Fstrong> em um ambiente externo favorável, com dólar estruturalmente mais fraco e diferencial de juros ainda elevado a favor do Brasil. Porém, riscos fiscais, incertezas eleitorais, déficit externo crescente e os cortes da Selic — que reduzem esse diferencial — devem limitar a apreciação e aumentar a volatilidade ao longo do ano. \u003Cstrong>Mantemos a projeção de R$ 5,65 para o fim de 2026, com os maiores episódios de volatilidade concentrados no segundo semestre, refletindo as incertezas eleitorais.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>A política será o principal vetor dessa volatilidade.\u003C\u002Fstrong> O paralelo com 2014 é ilustrativo: pesquisas que indicavam alternância de poder impulsionavam a bolsa e derrubavam o dólar; quando o cenário se revertia, a correção ocorria rapidamente. Em 2026, em um ambiente de forte polarização, poderemos observar movimentos semelhantes na bolsa — períodos de otimismo do mercado seguidos de ajustes bruscos conforme as pesquisas forem atualizadas. \u003Cu>Em 2025, presenciamos dias semelhantes.\u003C\u002Fu>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, como observado globalmente, governos incumbentes têm enfrentado mais dificuldade para se reeleger, o que tende a estimular aumentos de gastos públicos, tanto na esfera federal quanto estadual, ampliando o risco fiscal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Ainda assim, mesmo diante desses desafios, acreditamos que a bolsa brasileira tende a se beneficiar sobretudo da queda dos juros.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Conclusão\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O ano de 2025 mostrou que previsibilidade, coordenação e comunicação são tão importantes quanto as medidas adotadas. O Brasil se beneficiou do ambiente externo mais favorável, da apreciação do câmbio e do processo de desinflação, embora ainda enfrentasse limitações fiscais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Agora, 2026 se apresenta como uma consolidação da transição iniciada em 2025: juros iniciando um ciclo de queda, inflação mais comportada, crescimento moderado, mas com o quadro fiscal sendo colocado à prova. As atenções se voltam para o cenário político, que tende a gerar volatilidade, especulações e movimentos exagerados de mercado conforme as pesquisas forem divulgadas.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segue abaixo a tabela das nossas estimativas. Caso necessário, faremos novas revisões das nossas projeções.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Projeções Suno\u003C\u002Fp>\u003Ctable>\u003Cthead>\u003Ctr>\u003Cth>I ndicadores\u003C\u002Fth>\u003Cth>2023\u003C\u002Fth>\u003Cth>2024\u003C\u002Fth>\u003Cth>2025\u003C\u002Fth>\u003Cth>2026\u003C\u002Fth>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Fthead>\u003Ctbody>\u003Ctr>\u003Ctd>PI B (var % a.a. real em volu me)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,2%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,4%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2,3%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>1 ,8%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>PI B Nominal (R$ bi)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 1 0,943\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 11 ,779\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 12,576\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>R$ 13,322\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Taxa de Desem prego (%, fim do período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>7,4%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,2%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,6%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,2%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>I PCA (%, a\u002Fa, fim de período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,6%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,1 %\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,26%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,1 %\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>I PCA - Ad ministrados (%, a\u002Fa, fim de período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>9,1 %\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,7%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,3%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,0%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>I PCA - Livres (%, a\u002Fa, fim de período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>3,1 %\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,9%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,0%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,1 %\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Taxa Selic (% a.a., fim de período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>11 ,75%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,25%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>15,0%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>12,5%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Taxa de Câm bio (R$\u002FUS$, fim de período)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>4,84\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>6,19\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,50\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>5,65\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Balança comercial (US$ bilhões)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>98,8\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>74,6\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>68,3\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>68,2\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Resu ltado Primário do Governo Central (% PI B) - meta\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2,30%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,09%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,02%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,1 6%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Resu ltado Primário do Governo Central (% PI B)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>2,41 %\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,38%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,37%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>0,63%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Dívida Bruta - DBGG (% PI B)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>74,3%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>76,1 %\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>79,0%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>83,3%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003Ctr>\u003Ctd>Dívida Líq u ida do Setor Pú blico - DLSP (% PI B)\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>60,4%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>61 ,3%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>65,4%\u003C\u002Ftd>\u003Ctd>68,0%\u003C\u002Ftd>\u003C\u002Ftr>\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\u003Ch2>CONHEÇA TODOS OS NOSSOS FUNDOS DE INVESTIMENTO\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_3.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_4.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fl-Infra da Suno Asset. Devido à sua importância para o desenvolvimento do país, esta classe possui isenção completa de IR nos rendimentos e no ganho de capital.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo de Fundos que investe em mais de 30 outros Flls da bolsa e em centenas de ativos imobiliários por todo o país. Uma maneira descomplicada de aplicar no setor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_7.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_8.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo de Papel de risco moderado. Sua principal característica é entregar retornos consistentes aos cotistas, com rendimentos comparados a fundos de alto risco.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Primeiro Fiagro-Híbrido da bolsa brasileira, lançado ao mercado em agosto de 2022. Investe em terras logísticas voltadas ao agronegócio e ativos de crédito para o setor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_11.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo Imobiliário de Tijolo que está em processo de reestruturação. Em seu portfólio há imóveis alugados para empresas como Ambev, Ceratti, Itambé e Volkswagen.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_13.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo de Investimento em Ações que utiliza como referência as carteiras recomendadas da Suno Research. Exposição em ativos de Valor, Dividendos, Small Caps e Internacional.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_15.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo de Previdência Privada que investe em ações, com exposição muito similar ao SUNO FIC FIA. Conta com os benefícios tributários de uma Previdência, investindo em ações.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_17.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_18.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fundo de Investimento em Ações, com exposição em ações globais listadas no Brasil ou nas bolsas dos EUA. Investe nas maiores empresas do mundo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_20.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fll Multiestratégia da Suno Asset. Fundo com locação multidimensional, o que elimina o esforço do cotista. Uma forma de buscar a simplificação máxima da estratégia imobiliária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cimg alt=\"\" src=\"\u002Fstorage\u002Ffiis\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpage_32_image_22.jpg\">\u003C\u002Fp>\u003Cp>Enviar dúvidas\u003C\u002Fp>\u003Ch2>SNEL11 SUNO ENERGIAS LIMPAS FII\u003C\u002Fh2>\u003Cp>“Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Créditos - FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos. Os investidores devem estar preparados para aceitar os riscos inerentes aos diversos mercados em que os fundos de investimento atuam e,consequentemente, possíveis variações no patrimônio investido. O Administrador não se responsabiliza por erros ou omissões neste material, bem como pelo uso das informações nele contidas. Adicionalmente, o Administrador não se responsabiliza por decisões dos investidores acerca do tema contido neste material nem por ato ou fato de profissionais e especialistas por ele consultados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).\"\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fwww.kartac.com.br\u002Fapi\u002Ffiis\u002FSNEL11\u002Fdocumentos\u002F8697\u002Fpdf",false,"https:\u002F\u002Ffnet.bmfbovespa.com.br\u002Ffnet\u002Fpublico\u002FdownloadDocumento?id=1117949","2025-12-31","2026-02-19 15:08:00",1,{"title":17,"description":18,"canonical":19,"image":20,"json_ld":21,"nome":46,"resumo":88},"Relatório Gerencial SNEL11 de dezembro de 2025 | Kartac","Relatório Gerencial de dezembro de 2025 do SNEL11 (Suno Energias Limpas IS), entrega em 19\u002F02\u002F2026. 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SUNO ENERGIAS LIMPAS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO IS RESPONSABILIDADE LIMITADA","FII SUNO EL",{"id":103,"nome":52,"cnpj":104,"endereco":105,"telefone":106,"created_at":107,"updated_at":107},152,"11304223000169","AV PRES JUSCELINO KUBITSCHEK, 2041, BL D AND 23 COND W TORRE JK - VILA NOVA CONCEICA, SAO PAULO - SP - 04543-011","(11) 996648349","2026-10-03T19:10:40.000000Z",[109,115,120,125,131,137,143,149,153,157,162,166,170,174,179,185,190,196,202,208],{"id":110,"data":111,"abertura":112,"ultimo":113,"volume":114},3288930,"2026-10-06",7.92,7.95,2021893,{"id":116,"data":117,"abertura":118,"ultimo":113,"volume":119},3289850,"2026-10-07",7.97,1795892,{"id":121,"data":122,"abertura":113,"ultimo":123,"volume":124},3290269,"2026-10-08",7.96,1500872,{"id":126,"data":127,"abertura":128,"ultimo":129,"volume":130},3291145,"2026-10-09",7.98,8.03,1765314,{"id":132,"data":133,"abertura":134,"ultimo":135,"volume":136},3356995,"2026-10-13",8.04,8,1706158,{"id":138,"data":139,"abertura":140,"ultimo":141,"volume":142},3375729,"2026-10-14",8.02,8.05,1252034,{"id":144,"data":145,"abertura":146,"ultimo":147,"volume":148},3376172,"2026-10-15",8.06,8.07,1426629,{"id":150,"data":151,"abertura":140,"ultimo":118,"volume":152},3377185,"2026-10-16",1518622,{"id":154,"data":155,"abertura":118,"ultimo":113,"volume":156},3445213,"2026-10-19",1233714,{"id":158,"data":159,"abertura":123,"ultimo":160,"volume":161},3446577,"2026-10-20",7.99,938062,{"id":163,"data":164,"abertura":135,"ultimo":113,"volume":165},3459375,"2026-10-21",1133746,{"id":167,"data":168,"abertura":113,"ultimo":123,"volume":169},3473764,"2026-10-22",742985,{"id":171,"data":172,"abertura":123,"ultimo":123,"volume":173},3488273,"2026-10-23",1237268,{"id":175,"data":176,"abertura":112,"ultimo":177,"volume":178},3566273,"2026-10-26",7.83,2370111,{"id":180,"data":181,"abertura":182,"ultimo":183,"volume":184},3580135,"2026-10-27",7.87,7.8,1235814,{"id":186,"data":187,"abertura":177,"ultimo":188,"volume":189},3594195,"2026-10-28",7.59,1437672,{"id":191,"data":192,"abertura":193,"ultimo":194,"volume":195},3609202,"2026-10-29",7.57,7.53,1064574,{"id":197,"data":198,"abertura":199,"ultimo":200,"volume":201},3624869,"2026-10-30",7.61,7.62,774524,{"id":203,"data":204,"abertura":205,"ultimo":206,"volume":207},3682271,"2026-11-03",7.65,7.38,1277059,{"id":209,"data":210,"abertura":206,"ultimo":211,"volume":212},3695607,"2026-11-04",7.52,952637,1814685273.7,"0.94","Ativa",null,"Multicategoria","2026-11-05 09:00","0.0190","-0.0013","-0.0541","-0.0852","-0.1205","-0.1090",10833,"0.1000","0.0124","Out\u002F2026","0.0266","0.0665","0.1463","0.0109",12,21,[],"05\u002F11\u002F2026 08:10",10761084.2,0.000493124930267909,{"data_referencia":240,"ativo":241,"passivo":242,"obrigacoes_imoveis":243,"obrigacoes_securitizacao":244,"liquidez":245,"valores_receber":246},"2026-09-01",1851997393.14,37312119.44,17264814.02,0,133719829.13,4856093.33,{"data_referencia":248,"resultado":249,"rendimentos":250,"percentual":251},"2026-06-30",65351386.67,66397804.4065,1.0160121734185077,"Investidores em Geral",[254],"Bolsa","2022-12-23",227034697,141612,{"Pessoa Física":259,"Pessoa jurídica não financeira":260},141426,186,1713421470.68,{"Ações":263,"Cotas de FIIs":264,"Outros direitos reais":265},861989333.54,767559116.63,83873020.51,{"vacancia_total":244,"lista_imoveis":267,"data_referencia":248,"vacancia_suspeita":11},[],{"id":269,"nome":58,"cnpj":270,"endereco":271,"telefone":272,"created_at":273,"updated_at":273},85,"62285390000140","Av Rebouças , 2942, 7 º ao 12º Andar - 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Com a expansão da capacidade instalada, o avanço do ramp-up operacional e a conexão de novos projetos, as receitas financeiras reduziram sua representatividade no resultado total. As despesas do exercício somaram R$ 8,0 milhões, resultando em um lucro de R$ 46,4 milhões e uma margem de 85,2%.","O ano de 2025 foi marcado por uma expressiva expansão do portfólio do Fundo. Por meio da terceira e da quarta emissões de cotas, foram captados R$ 166 milhões e R$ 622 milhões, respectivamente, viabilizando um processo acelerado e disciplinado de alocação em ativos de geração distribuída solar. No acumulado do ano, o Fundo concluiu aquisições que ampliaram significativamente sua capacidade instalada, adentrando em novas praças como Rio de Janeiro, Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul, reforçando a presença em mercados já consolidados, como Minas Gerais e Goiás. O portfólio atual conta com diversificação geográfica em 11 estados, com ativos operacionais, contratos de energia compensada vigentes e taxas internas de retorno reais projetadas em dois dígitos. No campo regulatório, a escala tarifária da Lei 14.300\u002F2022 avança com a não compensação do Fio B atingindo 60% em 2026, o que impacta a economicidade dos sistemas instalados a partir de janeiro de 2023. Esse movimento reforça a relevância dos ativos enquadrados nos regimes GD-0 e GD-1, que preservam condições tarifárias mais favoráveis e representam um diferencial competitivo do portfólio do Fundo frente a projetos mais recentes.","2026 será um ano de atenção redobrada à qualidade e à performance do portfólio existente. O Fundo adotará uma postura de gestão ativa sobre seus ativos, atuando de forma direta e próxima junto aos seus inquilinos com o objetivo de maximizar a geração de receita recorrente, elevar as taxas de ocupação e assegurar que os contratos vigentes estejam performando em linha com as condições econômicas originalmente projetadas no momento de cada aquisição."]