Relatório Gerencial CXRI11 de setembro de 2026
Relatório Gerencial do Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos (CXRI11), fundo imobiliário de fundos (FoF), referente a setembro de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 26/10/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do CXRI11 fechou a R$ 64,32, com P/VP de 0,80 (valor patrimonial de R$ 80,24 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,65 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 11,75% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 126,4 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.
Informações
- CNPJ
- 17.098.794/0001-70
- Tipo
- Relatórios
- Assunto
- Relatório Gerencial
- Data de referência
- 30/09/2026
- Data de entrega
- 26/10/2026 17:05
- Versão
- 1
- Situação
- (Ativo)
Conteúdo

ÍNDICE NAVEGÁVEL
| Informações sobre o Fundo | 03 |
|---|---|
| Principais Números | 04 |
| Principais Números | 04 |
| Mensagem do Gestor ao Investidor | 05 |
| Mensagem do Gestor ao Investidor | 05 |
| Guidance e Movimentações Guidance e Movimentações | 09 09 |
| Perspectiva de Upside | 10 |
| Perspectiva de Upside | 10 |
| Resultados e Distribuição | 11 |
| Resultados e Distribuição | 11 |
| Distribuição e Volume | 12 |
| Distribuição e Volume | 12 |
| Desempenho da Cota | 13 13 |
| Carteira do Fundo | 14 14 |
INFORMAÇÕES SOBRE O FUNDO
DADOS CADASTRAIS
CNPJ • 17.098.794/0001-70
PERFIL DE GESTÃO • Ativa
GESTOR • Caixa Asset
CO-GESTOR • Rio Bravo Investimentos
CUSTODIANTE e ESCRITURADOR • Oliveira Trust
ADMINISTRADOR • Caixa Econômica Federal
TAXA DE ADMINISTRAÇÃO • 1,20% a.a. sobre o Patrimônio Líquido do Fundo
PATRIMÔNIO LÍQUIDO • R$ 126.431.792,11 (ref. setembro/2026)
INÍCIO DO FUNDO • 12/11/2013
QUANTIDADE DE COTAS • 1.575.760
QUANTIDADE DE EMISSÕES REALIZADAS • 1
NÚMERO DE COTISTAS • 1.697
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RELATÓRIO GERENCIAL CXRI11 3 SETEMBRO 2026
PRINCIPAIS NÚMEROS
R$ 80,24
Patrimônio Líquido/cota
R$ 68,68
Fechamento do Mês
11,4%
Dividend Yield¹ anualizado
116,29
Volume médio diário negociado (R$ mil)
R$ 126,43 milhões Patrimônio Líquido
R$ 108,22 milhões Valor de Mercado
0,86 P/VP
5,66%
Retorno dos últimos 12 meses² (Cota Patrimonial)
21,67%
Retorno dos últimos 12 meses³ (Cota a Mercado)
¹Yield anualizado considera a distribuição por cota no mês de referência do relatório multiplicado por 12, resultado dividido pela cotação de fechamento do mês de referência (proventos*12/preço de fechamento da cota no último dia útil do mês).
²Considera cota patrimonial ajustada.
³Considera cota mercado ajustada aos dividendos.
Cenário Doméstico
Fiscal e inflação
Em setembro, o Copom reduziu a taxa Selic em 0,25p.p., para 13,75% a.a.. A decisão veio em linha com as expectativas do mercado, refletindo a desaceleração recente nos preços e na atividade. Ainda assim, o Comitê reforçou que a condução da política monetária permanece altamente dependente da evolução dos dados, diante de um cenário marcado por maior incerteza e por um balanço de riscos com assimetria altista para a inflação. Nesse contexto, a desancoragem das expectativas, a resiliência da inflação de serviços e os riscos associados ao clima e ao ambiente externo permanecem como pontos de atenção. Esses fatores condicionam a avaliação dos próximos passos da política monetária.
A inflação de agosto registrou recuo de 0,32%, acumulando uma alta nos últimos doze meses de 4,22%. O resultado foi pontualmente beneficiado pelo bônus de Itaipu nas contas de energia elétrica. Os preços de serviços subjacentes e intensivos em mão de obra, em contrapartida, apresentaram maior aceleração, sugerindo que o processo de desinflação segue demandando cautela. O IPCA-15 de setembro registrou avanço de 0,70%, acima das expectativas de mercado.
No campo fiscal, o setor público consolidado apresentou déficit primário de R$10bi em agosto, acumulando um déficit de R$82,1Bi ou 0,62% do PIB nos últimos 12 meses. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 82,9% do PIB em agosto, apresentando avanço de 4,2p.p. no ano de 2026.
Atividade econômica e mercado de trabalho
O PIB apresentou um crescimento de 0,5% no 2T26, perdendo fôlego e reforçando sinais de desaceleração na atividade econômica. O resultado foi impulsionado pelo avanço da agropecuária, enquanto indústria e serviços apresentaram um desempenho mais moderado. No Boletim Focus, houve uma revisão para baixo do PIB em 2026, de 1,92% para 1,86%.
Os dados do mercado de trabalho, em contrapartida, seguem apresentando maior resiliência. O desemprego se manteve em 5,3% no trimestre encerrado em agosto e a renda média dos trabalhadores apresentou um avanço de 0,7% no mesmo período.
Cenário Externo
As tensões no Oriente Médio continuaram exercendo pressão sobre os preços do petróleo, que atingiu US$ 108 por barril no início do mês. O cenário ainda permanece incerto, diante da ausência de perspectivas de um acordo entre as partes.
Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) de agosto vieram acima do esperado, registrando altas de 0,4% e 0,36%, respectivamente. A maior resiliência da inflação, somada à disparada dos preços do petróleo e ao discurso restritivo de Kevin Warsh no Simpósio de Jackson Hole, elevou as expectativas do mercado de uma nova alta no juro em setembro, que veio a se confirmar na segunda semana do mês. O Fed elevou o juro nos EUA para a faixa de 3,75% a 4,00%a.a., após cinco reuniões consecutivas sem alterações na taxa.
As Treasuries apresentaram forte abertura ao longo do mês, refletindo a alta dos preços do petróleo e a divulgação de dados de atividade econômica mais fortes do que o esperado. Nesse contexto, houve um aumento das expectativas do mercado quanto à possibilidade de novas altas de juros pelo Fed ainda neste ano.
RELATÓRIO GERENCIAL CXRI11 5 SETEMBRO 2026
Mercado de Fundos Imobiliários
Em setembro, o IFIX apresentou uma queda de 0,20%, acumulando um retorno no ano de -0,53%. No mês, o resultado do índice foi impactado negativamente pelo desempenho dos fundos de CRI e positivamente pelos fundos de tijolo.

A queda dos fundos de recebíveis refletiu o desempenho negativo dos fundos que possuem uma carteira mais exposta ao IPCA, de -1,10%, comparativamente ao desempenho mais estável dos fundos mais expostos ao CDI, de -0,01%. A desaceleração da inflação apresentada nos últimos meses e a deflação de agosto foram os principais motivadores por trás da queda dos FIIs de papel IPCA+, uma vez que esse movimento tende a pressionar temporariamente a distribuição de dividendos de alguns desses fundos. Entretanto, a aceleração de 0,70% do IPCA-15 em setembro reforça a perspectiva de que esse impacto seja temporário. Continuamos enxergando boas perspectivas para os FIIs de papel majoritariamente indexados ao IPCA, principalmente os que possuem carteiras com perfil de risco menos elevado, contando com devedores robustos e sólidas estruturas de garantias imobiliárias. Grande parte desses fundos estão negociando com desconto frente ao valor patrimonial, o que confere a classe um potencial de upside interessante, além de um carrego elevado.
Os FIIs de tijolo apresentaram uma alta no mês de 0,33% diante do fechamento da curva de juros real, representada pelos cupons das NTN-Bs (títulos do Tesouro IPCA+). A alta do setor corporativo foi a mais expressiva e reflete a evolução positiva dos indicadores operacionais da classe, como a redução da vacância, além da reprecificação da cotação desses FIIs que ainda negociam com elevado desconto em relação aos seus valores patrimoniais.
A queda do IFIX no mês e o fechamento da curva de juros real resultou em uma ampliação do prêmio de risco dos FIIs, representado pela diferença entre o dividend yield do IFIX vs o cupom da NTN-B longa. Em comparação com a média histórica, esse diferencial voltou a níveis bastante elevados:
Cupom Tesouro IPCA + (NTN-B)

Diferença DY IFIX vs Cupom NTN-B 2035

Embora a curva de juros tenha apresentado maior volatilidade em meio ao cenário macroeconômico desafiador, mantemos nossa visão de que, no médio prazo, um movimento de fechamento mais estrutural da curva tende a criar um ambiente mais favorável para os fundos imobiliários, com potencial de valorização relevante dos ativos.
Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos
Performance do Fundo no mês
Em setembro, o CXRI11 apresentou um retorno de 3,5%, considerando a valorização da cota mercado ajustada aos dividendos. A performance da cota patrimonial ajustada aos dividendos foi de 0,15% no mês, acima da performance do IFIX de -0,20%. No ano, o retorno da cota patrimonial ajustada aos dividendos do CXRI11 acumula uma performance de -1,14%.

Papel: A queda foi majoritariamente impactada pelos FIIs de CRI com uma carteira mais indexada ao IPCA (-0,21%) vs - 0,01% dos FIIs de CRI mais indexados ao CDI. O resultado no mês foi principalmente impactado por BTCI11 (-0,11%) e RBRR11 (-0,05%).
Tijolo: A alta no mês foi majoritariamente impactada pelo desempenho positivo dos FIIs de varejo (+0,28%) e pelos FIIs de logística (+0,12%). Os principais destaques foram o RBVA11 (+0,26%) e RCRB11 (+0,13%).
FOFs/FII Multiestratégia: O resultado foi positivamente impactado pela queda do RBFM11 (-0,01%).
Desenvolvimento: A queda de -0,01% do segmento foi impactada pelo retorno de Vinci Fulwood Desenvolvimento Logístico.
Movimentações realizadas no mês
O CXRI11 foi constituído em 2013, contando com uma base de cotistas majoritariamente formada por investidores institucionais, em especial Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) e Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Em razão desse perfil, sua política de investimentos sempre esteve alinhada aos limites e ativos elegíveis previstos nas Resoluções CMN nº 4.994 e nº 4.963 até o final de 2025.
Com a entrada em vigor da Resolução CMN nº 5.272, foi ampliado o universo de ativos elegíveis para os RPPS, passando a ser permitida a alocação em FIIs de CRI, desde que suas carteiras sejam compostas exclusivamente por CRIs emitidos por meio de ofertas públicas. Essa alteração regulatória expandiu as possibilidades de alocação do CXRI11, que até o final do ano passado possuía restrições para aumentar sua exposição ao segmento de FIIs de CRI.
Diante da nova regulação, iniciamos um processo de reposicionamento da carteira do Fundo com o objetivo de aumentar a exposição a FIIs de papel e, consequentemente, elevar o carrego do portfólio.
Ao longo do mês de setembro, finalizamos o investimento BTG Crédito Imobiliário (BTCI11), que passou a representar 3,0%PL e alocamos R$429,8K em Pátria Rendimento High Grade (RBRR11). O investimento em RBRR11 foi realizado diante do elevado desconto que o fundo passou a negociar frente ao seu valor patrimonial, de cerca de 26,5%, e pelas perspectivas positivas para a sua carteira após a sua consolidação com o Pátria Crédito Índice de Preços (PCIP11). Após a consolidação, o fundo passará a ter uma carteira mais pulverizada, com maior carrego e maior liquidez.
Para fazer frente aos investimentos realizados no mês, efetuamos desinvestimentos parciais em Legatus Shoppings (LASC11) e TRX Real Estate (TRXF11). Além disso, reduzimos nossa posição em Pátria Recebíveis Imobiliários (HGCR11) após a valorização relevante da posição em setembro, que passou a negociar com apenas 2% de desconto frente ao seu valor patrimonial. Concluímos o desinvestimento total de HGCR11 no início de outubro, obtendo uma TIR de 51,9% a.a. vs uma TIR de 17,8%a.a. do IFIX no mesmo período.
Resultado e Distribuição de dividendos do Fundo no mês
No mês, o resultado do Fundo foi de R$0,67/cota, e a distribuição anunciada foi de R$0,65/cota, o que corresponde a um dividend yield de 11,4% a.a..
A gestão do Fundo pode optar pela melhor forma de distribuir os resultados durante o semestre, estando a seu critério linearizar a distribuição de proventos com o objetivo de buscar a previsibilidade de pagamentos aos investidores. A legislação vigente impõe uma distribuição semestral mínima de 95% dos lucros auferidos em regime caixa.
Guidance de Distribuição de Rendimentos
Abaixo, divulgamos o guidance de rendimentos para o segundo semestre de 2026, mantendo a banda superior e inferior. É importante ressaltar que o guidance não configura promessa ou garantia de rentabilidade futura.
Guidance de Distribuição - CXRI11

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PERSPECTIVA DE UPSIDE
A cota patrimonial do CXRI11 reflete a cotação à mercado de seus FIIs, que atualmente negociam com um desconto em relação às suas cotas patrimoniais (deságio). O deságio do portfólio aliado ao deságio da cota de mercado do CXRI11 apresentam uma oportunidade de investimento com possível valorização¹.

¹Os dados não configuram promessa ou garantia de rentabilidade futura
RESULTADOS E DISTRIBUIÇÃO
| DRE | jul-26 | ago-26 | set-26 | 2026 | 12 meses |
|---|---|---|---|---|---|
| Rendimentos de FII | 1.208.238 | 1.154.608 | 1.119.635 | 10.161.068 | 3 13.313.685 |
| Alienação de Cotas de FII (Bruto) | 66.064 | -38.130 | 31.093 | 3 11.070 | 0 -167.240 |
| Receitas Financeiras | 59.611 | 54.586 | 52.738 | 654.53 | 4 964.553 |
| Outras Receitas | 0 | 0 | C | ) ( | 0 0 |
| Despesas | -149.969 | -161.454 | -145.561 | -1.432.80 | 8 -1.887.030 |
| Resultado 1 | 1.183.943 | 1.009.610 | 1.057.906 | 9.393.86 | 5 12.223.969 |
| Rendimentos Distribuídos | 1.024.244 | 1.024.244 | 1.024.244 | 9.013.34 | 7 11.818.200 |
| Resultado por Cota | 0,75 | 0,64 | 0,67 | 5,90 | 5 7,76 |
| Rendimento por Cota | 0,65 | 0,65 | 0,65 | 5,72 | 2 7,50 |
| Resultado Acumulado por Cota | 0,10 | -0,01 | 0,02 | 0,24 | 4 0,26 |
Composição do Resultado nos Últimos 12 meses (R$/cota)

dez-25
jan-26
fev-26
nov-25
out-25
mar-26
abr-26
mai-26
jun-26
jul-26
set-26
& lt;sup>1</sup> Resultado apresentado em regime de caixa e não auditado.
DISTRIBUIÇÃO E VOLUME
| ANO | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | 0,58 | 0,58 | 0,58 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 |
| 2025 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,59 | 0,60 |
| 2026 | 0,62 | 0,63 | 0,63 | 0,63 | 0,63 | 0,63 | 0,65 | 0,65 | 0,65 | |||
| Δ¹ | 5,1% | 6,8% | 6,8% | 6,8% | 6,8% | 6,8% | 10,2% 10,2% 10,2% |
Distribuição por cota
R$ 0,65 (Anunciado: 01/10 Pago: 13/10)
Linearização da distribuição

| set-26 | 2026 | 12 meses | ||
|---|---|---|---|---|
| Volume Negociado | 2.442.186,31 | 18.233.146,36 | 32.106.585,00 | |
| Volume Médio Diário Negociado | 116.294,59 | 97.503,46 | 129.462,04 | |
| Giro (% de cotas negociadas) | 2,15% | 17,50% | 30,53% | |
| Presença em Pregões | 100% | 100% | 100% | |
| set-26 | dez-25 | 12 meses | |
|---|---|---|---|
| Valor da Cota | 68,68 | 69,30 | 63,21 |
| Quantidade de Cotas | 1.575.760 | 1.575.760 | 1.575.760 |
| Valor de Mercado | 108.223.196,80 | 109.200.168,00 | 99.603.789,60 |

¹ Comparação entre os anos 2026 e 2025.
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O Fundo distribui aos seus cotistas semestralmente, no mínimo, 95% dos lucros auferidos, apurados segundo regime de caixa, conforme legislação vigente. Ou seja, no máximo 5% do resultado gerado no semestre pode ficar retido no caixa do Fundo para liquidez e investimentos. A gestão do Fundo pode optar pela melhor forma de distribuir os resultados durante o semestre e fica, portanto, a seu critério linearizar a distribuição de proventos com o objetivo de buscar a previsibilidade de pagamentos aos investidores.
DESEMPENHO DA COTA E DIVERSIFICAÇÃO POR ESTRATÉGIA

-40% 0% 40% 80% 120% 160% 200% 240% 280% nov-13 dez-14 jan-16 fev-17 mar-18 abr-19 mai-20 jun-21 jul-22 ago-23 set-24 out-25 Retorno - Cota Mercado Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos IFIX CDI Líquido de IR 15%
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Alocação por Classe de Ativos²

Rentabilidade calculada através do método da cota ajustada, ou seja, assume-se que os proventos pagos são reinvestidos no próprio FII. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada para o Fundo não é líquida de imposto. Período do comparativo: 12/nov/2013 até último dia útil de setembro/2026.
¹ A alocação por setor de FII é calculada sobre o montante investido em cotas de FII.
² A alocação por classe de ativo é calculada sobre o montante investido em cotas de FII somado ao montante investido em renda fixa. Lista com preenchimento sólido
CARTEIRA DO FUNDO
Alocação da Carteira<sup>1</sup>

Target de Alocação por Estratégia<sup>2</sup>

^1 A alocação por classe de ativo é calculada sobre o montante investido em cotas de FII somado ao montante investido em renda fixa.
& lt;sup>2</sup>Considera o montante investido em cotas de FII.
CARTEIRA DO FUNDO
Limite de alocação de recursos de fundos administrados ou geridos pela Rio Bravo




Relações com Investidores
11 3509 6600 [email protected]
Ouvidoria
[email protected] 0800-722-9910

Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento ao aplicar seus recursos. • Este material tem um caráter meramente informativo e não deve ser considerado como uma oferta de aquisição de cotas dos fundos de investimentos. • Os investimentos em fundos não são garantidos pelo administrador ou por qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, pelo Fundo Garantidor de Crédito - FGC. • Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. • Os investidores devem estar preparados para aceitar os riscos inerentes aos diversos mercados em que os fundos atuam e, consequentemente, possíveis variações no patrimônio investido. • Todo o material aqui contido, incluindo os textos, gráficos, imagens e qualquer outro material de comunicação audiovisual são de propriedade única e exclusiva das gestoras, bem como quaisquer informações, relatórios, produtos e serviços, que conjuntamente compõem valiosa propriedade intelectual das gestoras. • Não é permitido qualquer tipo de adulteração sem o expresso e escrito consentimento das gestoras, sob pena de se tratar clara infração aos direitos de propriedade das gestoras, acarretando as devidas sanções legais. • As informações aqui contempladas não constituem qualquer tipo de oferta ou recomendação de investimento. • As gestoras não são responsáveis por qualquer utilização não autorizada do material e das informações aqui dispostas.