Rua Humberto I , N°220,236
- Área
- 398 m²
- Unidades
- 2
- % da receita
- 0,00%
- Inadimplência
- 0,00%
Cadastro atualizado em 04/11/2026 23:01 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
O Floriano (FLNR11) é um fundo imobiliário negociado na B3. O patrimônio líquido era de R$ 154,8 milhões no informe mensal de setembro de 2026.
| Indicador | FLNR11 | Todos os FIIs |
|---|---|---|
| DY 12 meses | — | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | — | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | 0,00% | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 02:21.
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Rua Humberto I , N°220,236
Rua Humberto I , N°220,236
Rodovia via dutra na altura do 180 km localizado na margem direita sentido São Paulo
No bairro Piraporinha fazendo frente para o lado esquerdo da estrada de Rodagem
No bairro do Paraty ou Figueira, começando num ponto junto à margem esquerda do Rio Parateí
No bairro Figueira, localizado no alinhamento da faixa de domínio da Rede Ferroviária Federal S.A
Informe mensal de setembro de 2026
Informe mensal de setembro de 2026
Publicada em 17/03/2026 no relatório anual de 2025
No exercicio encerrado em 31 de dezembro de 2025 o Fundo apresentou um Lucro Líquido de R$ -1.545.866,43.
O ano de 2025 foi marcado por uma trajetória de notável resiliência e amadurecimento para o mercado de fundos imobiliários no Brasil, consolidando o setor como um pilar estratégico mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador. A dinâmica econômica do período foi ditada, primordialmente, pela condução da política monetária. Após iniciar o ano em patamares já elevados, a Taxa Selic sofreu ajustes que a levaram ao pico de 15,00% ao ano em junho, permanecendo estável nesse nível até o encerramento de dezembro. Essa manutenção dos juros em patamares restritivos criou um ambiente de intensa competição entre a renda fixa e os ativos de risco, pressionando inicialmente o valor das cotas dos fundos de "tijolo". No entanto, essa mesma conjuntura favoreceu os fundos de "papel", cujas carteiras de recebíveis atreladas ao CDI e à inflação entregaram dividendos robustos, servindo como um importante amortecedor para a volatilidade do mercado no primeiro semestre. Surpreendendo as projeções mais conservadoras, o IFIX apresentou um desempenho vigoroso ao longo do ano, encerrando 2025 com uma valorização acumulada de 21,08%. Este resultado foi impulsionado por um segundo semestre mais otimista, onde o mercado passou a precificar o fim do ciclo de aperto monetário e a possibilidade de cortes nos juros para 2026, gerando um expressivo rali de recuperação nos ativos reais, especialmente nos segmentos de shoppings e logística. Paralelamente, o mercado imobiliário físico manteve sua força, com os preços de venda subindo cerca de 6,52%, superando a inflação e garantindo o lastro real dos ativos. O setor logístico continuou operando com vacâncias mínimas devido à demanda constante do e-commerce, enquanto o segmento de shoppings se beneficiou da recuperação do consumo e da eficiência na gestão de custos. O crescimento da base de investidores foi outro ponto alto do período, com a indústria alcançando a marca histórica de 2,9 milhões de cotistas. Esse fluxo constante de capital, somado a um patrimônio líquido total que atingiu os R$ 183 bilhões, demonstra que o investidor brasileiro passou a enxergar os fundos imobiliários como um veículo de proteção patrimonial e renda passiva de longo prazo, independentemente das oscilações de curto prazo da Selic. Ao final de dezembro, o balanço de 2025 revelou um mercado mais maduro, com liquidez diária estável e uma capacidade de adaptação que provou que os fundamentos imobiliários permanecem sólidos. Assim, o ano se encerrou não apenas com números recordes, mas com a confirmação de que os FIIs são indispensáveis para uma carteira diversificada no cenário econômico contemporâneo.
O cenário para o mercado de fundos imobiliários em 2026 desenha-se como um período de colheita e transição estratégica, impulsionado pela estabilização macroeconômica e pela expectativa de flexibilização monetária. Após um 2025 de juros em patamares restritivos, o ano de 2026 inicia-se sob a égide da convergência da inflação para a meta, o que abre espaço para que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie um ciclo de cortes graduais na Taxa Selic. Essa mudança de direção nos juros atua como o principal catalisador para o setor de FIIs, uma vez que a redução das taxas de desconto tende a valorizar os ativos de tijolo e a reduzir o custo de capital para novas aquisições e expansões, tornando as emissões de cotas (follow-ons) mais atrativas e frequentes. No setor de lajes corporativas e logística, a perspectiva para 2026 é de uma absorção líquida positiva, sustentada pelo crescimento do PIB e pela consolidação de modelos de trabalho que privilegiam espaços de alta qualidade (flight to quality). Com a redução do custo financeiro, fundos que estavam alavancados devem passar por um processo de desalavancagem ou repactuação de dívidas, melhorando o fluxo de caixa disponível para distribuição aos cotistas. Já o segmento de shoppings tende a se beneficiar do aumento do poder de compra e da redução do endividamento das famílias, o que se traduz em aluguéis variáveis mais gordos e vacância controlada em ativos dominantes. Em contrapartida, os fundos de papel, que foram os protagonistas dos anos de juros altos, devem passar por um período de normalização. Com a queda da Selic, os rendimentos desses fundos tendem a convergir para patamares mais baixos em comparação ao biênio anterior, exigindo do investidor uma gestão mais ativa e uma rotação de carteira em direção a fundos de tijolo para capturar o ganho de capital. Contudo, o crédito imobiliário continuará sendo um motor essencial para o setor, e a demanda por novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) deve permanecer aquecida para financiar o estoque imobiliário remanescente de 2025. Ao longo de dezembro de 2026, espera-se que o IFIX consolide um novo patamar de preços, refletindo não apenas o cenário de juros menores, mas também o amadurecimento institucional do mercado brasileiro. A liquidez deve continuar em ascensão, atraindo inclusive o investidor estrangeiro, que volta a olhar para os ativos reais brasileiros em busca de rendimentos reais superiores aos mercados desenvolvidos. Em suma, 2026 promete ser o ano da consolidação do valor patrimonial, onde a renda passiva se une à valorização das cotas, premiando os investidores que mantiveram a visão de longo prazo durante os ciclos de aperto monetário anteriores.
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (FLNR) Aviso aos Cotistas - 29/10/2026 | Aviso aos Cotistas | 29/10/202629/10/2026 14:52 | 1 | (Ativo) | |
| (FLNR) Aviso aos Cotistas - 25/09/2026 | Aviso aos Cotistas | 25/09/202625/09/2026 13:27 | 1 | (Ativo) | |
| (FLNR) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202614/10/2026 12:48 | 1 | (Ativo) |
| (FLNR) Aviso aos Cotistas - 27/08/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/08/202627/08/2026 12:12 | 1 | (Ativo) | |
| (FLNR) Informe Mensal Estruturado - 08/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/08/202611/09/2026 16:00 | 1 | (Ativo) |
| (FLNR) Aviso aos Cotistas - 27/07/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/07/202627/07/2026 11:54 | 1 | (Ativo) | |
| (FLNR) Informe Mensal Estruturado - 07/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/07/202611/08/2026 19:06 | 1 | (Ativo) |
| (FLNR) Informe Trimestral Estruturado - 30/06/2026 | Informes Periódicos | Informe Trimestral Estruturado | 30/06/202612/08/2026 13:31 | 1 | (Ativo) |
| (FLNR) Aviso aos Cotistas - 25/06/2026 | Aviso aos Cotistas | 25/06/202625/06/2026 11:27 | 1 | (Ativo) | |
| (FLNR) Informe Mensal Estruturado - 06/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/06/202610/07/2026 12:46 | 1 | (Ativo) |
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
O patrimônio líquido do FLNR11 era de R$ 154,8 milhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 127.185 cotas.