Relatório Gerencial MANA11 de abril de 2026
Relatório Gerencial do Manatí Capital Hedge Fund (MANA11), fundo imobiliário de papel, sobre Relatório Gerencial - 04/2026, referente a abril de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 22/05/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do MANA11 fechou a R$ 8,40, com P/VP de 0,91 (valor patrimonial de R$ 9,22 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,11 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 16,37% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 346,2 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.
Informações
- CNPJ
- 42.888.583/0001-89
- Tipo
- Relatórios
- Assunto
- Relatório Gerencial - 04/2026
- Data de referência
- 30/04/2026
- Data de entrega
- 22/05/2026 18:18
- Versão
- 1
- Situação
- (Ativo)
Conteúdo
M A N A T Í H E D G E F U N D F I I
MANA11
O B J E T I V O D O F U N D O
O Manatí Hedge Fund FII tem por objetivo auferir rendimentos mediante a aplicação de recursos em ativos de cunho imobiliário, como CRI, FII, FIDC Imobiliário, Ações Imobiliárias, Cotas de SPE, Imóveis e outros títulos imobiliários, conforme descrito na Política de Investimentos detalhada no Regulamento.

C A R A C T E R Í S T I C A S D O F U N D O
Código de Negociação
MANA11
CNPJ
42.888.583/0001-89
Início do fundo¹
26 de maio de 2022
Quantidade de Cotas²
37.536.140
Ofertas Concluídas
5
Gestor
Manatí Capital Management
Administrador
Banco Daycoval S.A.
Taxa de Administração
1,00% a.a. s/ PL (all-in)
Taxa de Performance³
20,00% s/ IPCA + Yield do IMA-B5
Prazo do Fundo
Indeterminado
Classificação Anbima
FII TVM Gestão Ativa Títulos e Valores Imobiliários
Tributação
Tratamento tributário para fundos4
(1) Início do fundo de investimento a partir da gestão da Manatí, com distribuição a mercado. (2) Quantidade de cotas equivalente à soma das cotas emitidas na 1ª oferta de cotas, na 2ª oferta e na 3ª oferta. (3) Taxa de Performance apurada e paga semestralmente, nos meses de janeiro e julho. Benchmark ajustável ao momento de mercado, com base na média do yield do IMA-B5 verificada para o semestre imediatamente superado. Descrição completa pode ser encontrada no Regulamento. (4) Para investidores PF, os rendimentos distribuídos são isentos, ao passo que o ganho de capital são tributados conforme alíquota de 20%. No caso de investidores PJ, tanto os rendimentos distribuídos como o ganho de capital são objeto de incidência de imposto de renda, conforme alíquota de 20%.
M A N A T I C M . C O M

R E S U M O D O M Ê S
Patrimônio Líquido
R$ 353,42 milhões
Valor de Mercado
R$ 356,96 milhões
Dividendo Abril/26
R$ 0,11
Cota Patrimonial
R$ 9,41
Cota de Mercado
R$ 9,51
Dividend Yield¹ anualizado
14,8% a.a.
Volume Negociado (no mês,)
R$ 25,0 milhões
Giro Mensal²
7,14% das cotas emitidas
Quantidade de Cotistas
38.064
(1) Dividend yield mensal e anualizado, calculado com base na cota de fechamento do período. (2) Giro mensal refere ao % de cotas negociados no período em relação a quantidade de cotas emitidas.

H I G H L I G H T S D O M Ê S
Dividendos de R$ 0,11 por cota no mês, equivalente ao Dividend Yield de 14,8% a.a. (isento de imposto de renda) sobre a cota de fechamento do mês e 125% CDI Equivalente
Resultados absolutamente em linha com o Guidance de Dividendos e Manutenção para o 2T2026, de R$ 0,10 a R$ 0,12, equivalente a 1,1% e 1,3% a.m., um dos maiores entre os Hedge Funds
Novo crescimento da base de investidores, atingindo o recorde de 38.064 investidores (+2,1% no mês), com volume médio de negociação de R$ 1,2 milhão/dia
Rentabilidade acumulada de +71,3% (cota patrimonial ajustada) desde o início, equivalente a 176% do IFIX e 141% do CDI líquido, reforçando a geração consistente de alpha desde o início
M A N A T Í N A S M Í D I A S S O C I A I S
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Agora, além dos conteúdos já disponibilizados em nossa página do Instagram e LinkedIn, criamos a comunidade da Manatí no Whatsapp, a Manatí News.
Nela, será possível ficar por dentro das novidades da Manatí, de forma acessível e descomplicada. Além das informações específicas dos fundos, como fatos relevantes, distribuição de dividendos, divulgação de relatório mensal, estudos de caso, entre outros, também compartilharemos insights de mercado, conteúdos exclusivos e notícias relevantes do mercado imobiliário, para fortalecer cada vez mais nossa conexão junto aos nossos investidores e parceiros da casa.
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@manaticm

in Manatí Capital Management
批口T H: 1

Comunidade Manatí News
RETROSPECTIVA MANA11
C O N Q U I S T A S 2 0 2 5

RESULTADO NO ANO
Em 2025, o MANA11 performou de forma excepcional, superando com folga a rentabilidade do IFIX...
37,4% Cota de Mercado + Dividendos
vs
21,1% IFIX

DISTRIBU IÇÃO DE DIVIDEN DOS
MANA11 fechou o ano como o maior pagador de dividendo por cota entre os Hedge Funds Imobiliários em 2025 e nos últimos 3 anos...
Dividendo Acumulado R$ 1,30 em 2025
e
Dividend Yield 16,6% Isento de IR
3

CRESCIM ENTO DE COTISTAS
Além disso, evidenciamos também o maior aumento da base de cotistas entre os Hedge Funds Imobiliários, com liquidez relevante no mercado secundário...
34.315 Cotistas em Dez/25
106% De crescimento YoY

INVESTIM ENTO EM INCORPORAÇÃO
Também consolidamos o MANA11 como um verdadeiro Hedge Fund Imobiliário, com a inauguração da tese de investimento em incorporação residencial, na modalidade de retorno preferencial, agregando exclusividade e descorrelação ao portfolio do fundo

5
ADERÊNCIA AO GUIDANCE
Com a obsessão da Manatí quanto a consistência na distribuição dos dividendos mensais, encerramos os 12 meses dentro do Guidance de R$ 0,10 e R$ 0,12 por cota, e continuaremos trabalhando incessantemente na entrega de resultados interessantes e no alinhamento de expectativa junto aos nossos cotistas.




+10
Projetos em 4 estados diferentes

C O M E N T Á R I O D O G E S T O R

O mês de abril foi marcado pelo virtual arrefecimento do conflito no Oriente Médio e por uma nova rodada de resultados robustos das empresas de tecnologia nos EUA, o que suportou uma abstração momentânea dos riscos decorrentes das hostilidades e impulsionou substancialmente os retornos correlatos.
O início do mês trouxe um momento de alívio, com o anúncio do cessar-fogo, consolidando a expectativa de brevidade das hostilidades e recomposição do fluxo no Estreito de Ormuz. A reação dos mercados foi imediata, com redução da aversão a risco e valorização de ativos de maior beta. Contudo, tal esperança mostrou-se bastante frágil, em virtude do surgimento frequente de episódios de violação deliberada do acordo original, e que culminou no efetivo bloqueio do trânsito marítimo e escoamento da produção de petróleo através do Estreito de Ormuz.
O que se seguiu foi um duelo de narrativas de baixa visibilidade, com acusações mútuas e incerteza crescente sobre a duração e a extensão do conflito — ambiente que sustentou o petróleo em patamares elevados ao longo do mês.
Nesse contexto, a política monetária global encontrou-se sob pressão renovada. O banco central dos EUA manteve os juros inalterados em abril, e a reunião evidenciou divergência crescente entre os membros do FOMC quanto ao caminho à frente. Essa dissidência certamente reflete a dificuldade quanto ao melhor direcionamento da economia americana através do cenário de inflação resistente (e seus choques) e atividade ainda resiliente.
No Brasil, a complexidade também tem tomado conta dos cenários e projeções, permeados por um equilíbrio delicado entre forças divergentes. Como exportador líquido de petróleo e commodities, o país encontra-se numa posição relativa favorável frente ao choque externo, o que conversa diretamente com a valorização do Real frente ao Dólar. O Ibovespa espelhou essa dinâmica na primeira quinzena, sustentado por entrada expressiva de capital estrangeiro, antes de recuar com a volta da volatilidade geopolítica na segunda metade do mês, encerrando abril praticamente no zero a zero.
A contraparte dessa posição favorável, entretanto, é plenamente inflacionária. O choque de energia transmitiu-se aos preços domésticos com grande intensidade, levando as expectativas a uma trajetória de deterioração. Esse movimento é evidenciado por meio da evolução do IPCA projetado para 2026 no Boletim Focus, o qual alcançou 4,86%, acima do teto da meta e ainda com viés altista.
Nesse cenário, o Copom optou por dar continuidade ao ciclo de afrouxamento monetário com um corte de 0,25 bps, porém, dessa vez, abstendo-se de sinalizar os próximos passos, visando preservar a flexibilidade frente à elevada incerteza do cenário externo. Por conta disso, a Selic terminal segue sendo exercitada pelos players de mercado, com peso cada vez maior à evolução do quadro geopolítico.
Nessa conjuntura, o período foi pautado pela recuperação generalizada dos ativos domésticos. A reversão técnica dos prêmios de risco abertos em março, decorrentes da eclosão do conflito, combinada ao posicionamento circunstancialmente favorável do Brasil no choque de commodities e derivadas fiscais, beneficiou a renda fixa de forma ampla, vide o retorno do IMA-B de +1,81% e IRF-M de +1,24%.
O câmbio também corroborou a melhora, conforme apreciação de 4,28% do real frente ao dólar. Já o Ibovespa não acompanhou a mesma dinâmica, provavelmente derivado da reversão do fluxo estrangeiro na segunda quinzena de abril, encerrando o mês praticamente estável. Por fim, a taxa livre de risco, representada pelo CDI, encerrou o período com acúmulo de +1,09%, ainda em patamar bastante alto e restritivo para a economia real.
No caso dos fundos imobiliários, a recuperação também foi percebida, seguindo a correlação tradicional com a compressão dos prêmios de risco embutidos no mês anterior. Com avanço do IFIX de 1,53%, a disseminação foi ampla entre fundos imobiliários e setores, com destaque para a categoria dos fundos de recebíveis, beneficiados pelo fechamento dos vértices longos da curva de juros reais.
Vale pontuar a rentabilidade do MANA11 no período, com valorização de 4,1% entre avanço da cota de mercado e dividendo distribuído, patamar este suficiente para liderar a performance entre os FIIs da categoria dos Hedge Funds Imobiliários.
A respeito da gestão do MANA11, o fundo segue em velocidade de cruzeiro e a atuação cautelosa se mantém. Diferente dos últimos meses, atualmente as flexibilizações monetárias, até pouco tempo praticamente contratadas para o ano de 2026, encontram-se em processo de releitura por parte dos investidores, reduzindo a visibilidade do cenário e pressionando as expectativas de juros futuros.
Isto posto, permanecemos em uma conjuntura muito perversa para as contas públicas e empresas, porém com a possibilidade de manutenção de nossa capacidade de originação de oportunidades com taxas prefixadas muito atrativas.
E esse contexto continua conversando diretamente com uma maior presença de ativos de renda fixa, fruto da relação risco-retorno eficiente dessa classe de ativos, e atuação mais tática nos ativos de maior liquidez. Em tempo, vale lembrar que são em momentos como o atual, de maior restrição ao capital, que é possível realizar os melhores investimentos.
No caso do rendimento recorrente, quando colocamos na conta o atual nível da Selic, a persistente desancoragem da inflação e os níveis de negociação de remuneração prefixada junto aos empresários, a remuneração nominal dos papeis investidos pelo MANA11 permanece interessante, entregando aos cotistas do fundo uma alocação defensiva em cenários de maior volatilidade, dado o pacote de garantias envolvidos nas operações estruturadas.
Ademais, a (i) proteção contra desancoragem da inflação como a que estamos vivenciando no momento, (ii) além da possibilidade de reciclagem da carteira com compressão de taxa em caso de melhora de mercado, tanto no caso dos papeis de renda fixa como aqueles de renda variável, oferecem ainda mais possibilidades de proteção e aprimoramento dos resultados potenciais, conforme a gestão ativa do portfolio, flexibilidade e leitura de mercado, mesmo em cenários desafiadores e voláteis de mercado.
Por estes motivos, acreditamos que a classe de FIIs Hedge Funds é uma das mais adequadas para este momento de mercado, sobretudo àqueles com uma carteira balanceada de ativos e indexadores.
Dessa forma, entendemos que a dinâmica mais defensiva das alocações em papel ou com caráter de recebimento prioritário, aliados a gestão ativa, especialmente quando analisados sob a ótica do atual nível das taxas de juros, permanece importantíssima para a carteira dos investidores.
Sendo assim, a ideia é continuar trabalhando com uma forte presença de ativos de renda fixa na carteira do MANA11 visando uma carteira balanceada, para captura do CDI elevado, porém arbitrando carrego e ganho de capital em operações indexadas a inflação, conforme viés altista para a inflação de curto prazo, e aproveitando a volatilidade no mercado secundário dos FIIs e Ações para geração de resultados extraordinários.
Inclusive, vale pontuar a leitura de mercado implementada pelo time de gestão ao longo dos últimos meses, haja vista a construção da carteira de ativos de forma balanceada, visando a geração de retorno em momentos de Selic mais alta, mas agregando eventuais hedges futuros e atuação anticíclica, sobretudo relacionado a inflação, para cenários adversos.
Um dos principais reflexos para a economia global, com o início da guerra no Oriente Médio, tem sido a volatilidade substancial do preço do petróleo e, dada a relevância de tal commodity no mercado global, a insurgência da inflação em todos os mercados tem sido inevitável. V
No âmbito do IPCA, como de se esperar, já tem sido possível observar nas expectativas o impacto nas projeções de curto prazo.
Independente do caráter passageiro deste tipo de choque, por meio dessas leituras mais alta no curto prazo, o portfolio deve oferecer proteção e rentabilidade adicional relevante e, tão logo ocorram, trabalharemos para convertê-las em dividendos aos nossos cotistas.
Além disso, continuamos enxergando o book de incorporação como uma excelente fonte de retornos descorrelacionados, pautado por operações exclusivas da Manatí e relação risco-retorno defensiva, em virtude da expertise de seleção de projetos e análise de parceiros.
Isto posto, a composição prefixada no portfolio e o nível de retorno que buscamos nesse tipo de operação surgem como uma excelente defesa da rentabilidade aos cotistas e, por isso, seguimos avaliando novas alocações e incremento dessa posição na carteira como um todo.
Com relação aos projetos de incorporação investidos, apesar da diferença temporal, porém em razão da relevância, a grande notícia foi a conclusão de nosso investimento no empreendimento “Grand Pulse Jundiaí”, fruto do sucesso absoluto do projeto.
Resultado da assertividade do produto, velocidade impressionante de venda das unidades e estrutura de equity preferencial desenvolvida para exposição ao projeto com riscos calculados, na qual capturamos os lucros de forma prioritária ao incorporador parceiro, tivemos o retorno de nosso capital de forma muito antecipada em relação ao plano de negócios desenhado originalmente. Essa dinâmica decorreu também da modalidade de funding característico para projetos de caráter popular, sob o formato de crédito associativo.
Com praticamente todas as unidades já endereçadas e repassadas ao banco financiador na planta, e pleno engajamento da instituição para financiamento e avanço robusto das obras, atingiu-se as condições suficientes para reconhecimento de resultado. Mediante essa cronologia mais rápida, o gatilho de múltiplo mínimo de capital foi acionado, perfazendo a TIR realizada de 58,6% a.a. ou 453% do CDI no mesmo período!
Em nosso próximo relatório, traremos maiores detalhes como complemento ao Fato Relevante já divulgado a mercado.
A respeito dos empreendimentos investidos em Florianópolis/SC, cada um deles segue a todo vapor. Os últimos 2 projetos lançados (Natus e Puerto Madero) seguem em processo de amadurecimento das vendas, já superando o cenário idealizado pelo incorporador no momento do lançamento, confirmando a aderência de tais produtos e reduzindo de forma substantiva o risco envolvido em cada projeto.
No caso do Physis Place e Allure, a realidade é similar, corroborando com louvor a nossa tese de investimento. No caso do primeiro, seguimos com praticamente metade das unidades vendidas, ao passo que o segundo, como já informado na época do lançamento, largou integralmente vendido na abertura dos estandes de venda e segue como um verdadeiro sucesso.
No mais, ambos ainda possuem tempo relevante para desenvolvimento e entrega, além de seguirem avançando em termos de obras realizadas, financiamentos de obra assinados e já desembolsados junto a instituições financeiras de primeira linha, o que também mitiga o risco inerente ao produto e concretiza cada vez mais a rentabilidade projetada da nossa estrutura de recebimento preferencialista.
Por fim, conforme exposto no relatório de dezembro de 2025, realizamos mais um investimento relacionado a tese de incorporação residencial. Em maiores detalhes, trata-se do FII Alicerce, que é uma operação estruturada junto a Patrimar Engenharia, incorporadora muito forte e destaque nacional, com atuação nos segmentos no segmento de baixo, médio e alto padrão, na região Sudeste.
Visando agregar quanto a robustez da Patrimar, a companhia é listada, o que, por si só, exige uma estrutura de governança verdadeiramente robusta, além de possuir mais de 60 anos de mercado e mais de 200 projetos ao longo de sua história.
Desse montante, a maioria já se encontra lançado, com mais de 50% de vendas realizadas, o que reduz de forma considerável o risco envolvido na operação. Assim como os demais projetos investidos, seguimos com a estrutura de equity preferencialista, na qual o fundo tem direito ao recebimento prioritário dos lucros dos projetos, visando o retorno-alvo de IPCA+18,0% ao ano, e um nível de cobertura de 4,4 vezes entre o lucro projetado e o investimento realizado, o que nos traz conforto relevante.
Por meio desse tipo de operação de originação própria, caráter exclusivo, pouco replicável e nível de conforto, continuamos atuando na busca e geração de retornos descorrelacionados e posicionamento do MANA11 como um verdadeiro Hedge Fund Imobiliário.
Com relação aos dividendos, no mês de abril mantivemos a distribuição de dividendos em R$ 0,11 por cota, o que representa um dividend yield anualizado de 14,8% a.a., quando calculado sobre a cota de fechamento de abril ou 124,9% CDI líquido de imposto de renda. Com esse dividendo, seguimos o planejamento delineado para o 2T2026, mantendo a linha mestra de previsibilidade na distribuição aos cotistas.
Inclusive, com (i) o amadurecimento dos projetos de incorporação, os quais entregam um caráter prefixado, (ii) captura da inflação corrente, em virtude da volatilidade advinda do cenário externo, e (iii) gestão ativa implementada continuamente, vide os resultados recentes no book de ações, entendemos como bastante factível a manutenção do Guidance entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por cota, independente da perspectiva de redução da Selic por parte do Copom nos próximos meses.
Para fins de comparação, essa distribuição potencial equivale ao dividend yield de 1,1% e 1,3% a.m., isento de imposto de renda, considerando a cota de fechamento do MANA11 no mês.
Também vale reiterar a nossa visão com relação a previsibilidade dos dividendos e sua correlação com a precificação do fundo no mercado secundário. Baseado em nossos pilares de gestão, seguimos o nosso compromisso firme com a apresentação crível e transparente do Guidance de Dividendos, visando entregar a melhor experiência aos investidores do MANA11.
Com a obsessão de sempre e consistência na distribuição de dividendos mensais, continuaremos trabalhando incessantemente na entrega de resultados interessantes e no alinhamento de expectativa junto a nossos cotistas.
Olhando a frente, nossa visão se mantém: o MANA11 permanece muito bem-posicionado para a captura de oportunidades de investimento diferenciadas, em virtude das qualidades de atuação dentro do espectro completo de ativos elegíveis por parte da equipe de gestão.
Seguindo o posicionamento dos últimos meses, a atuação mais cautelosa permanece, em virtude do cenário macroeconômico ainda mais desafiador e baixa visibilidade no curto prazo. As expectativas de juros, que mostravam quedas importantes ao longo do ano, sofreram uma série de reprecificações devido a volatilidade advinda do mercado externo, reflexo do viés altista da inflação para as leituras de curto prazo, e questões estruturais permanecem no horizonte dos investidores, as quais surgirão à frente nos próximos meses.
Independente disso, para as operações de CRI, com base no nível das taxas de juros, especialmente dos títulos indexados à inflação (NTN-B), a originação de novas operações, seguindo o DNA da Manatí, ainda parte de uma base mais dilatada dos indexadores, o que melhora as probabilidades para ganhos de capital futuro e mantém uma proteção direta à inflação, sobretudo para momentos como o atual, com aumento abrupto da inflação no curto prazo, devido a alta do petróleo.
De todo modo, continuamos trabalhando na entrega de uma carteira balanceada, visando tanto o curto como o médio prazo, aproveitando o atual nível de Selic, e sem menosprezar eventuais descolamentos adicionais da inflação projetada vis a vis a meta perseguida pelo Banco Central. Ainda, todas as nossas operações permanecem adimplentes e em dia com suas obrigações.
A respeito da carteira balanceada, vale ressaltar também a componente prefixada das operações baseadas em projeto. Com essa exposição, também mantemos a carteira bem-posicionada para uma melhora relevante de mercado, nos pautando em projetos com premissas imobiliárias muito robustas e perfil de recebimento ainda conservador, dada a prioridade de captura de lucros em relação ao incorporador parceiro em cada caso.
Dessa forma, independente de futuros ajustes da Selic pelo Banco Central, é possível visualizar a manutenção de retornos descorrelacionados aos investidores do fundo, a exemplo do resultado realizado do empreendimento Grand Pulse Jundiaí, o qual falaremos em mais detalhes no próximo relatório.
Do lado dos fundos imobiliários e das ações imobiliárias, entendemos que a maior volatilidade permite encontrar boas oportunidades no mercado secundário, com viés mais tático, em virtude de fluxo e acomodação de preços. Ao mesmo tempo, com a sobrevalorização desses ativos no secundário evidenciada ao longo do ano passado, a análise microeconômica se mostra cada vez mais necessária e importante para geração de retorno excedente e, por isso, seguimos muito atentos aos preços de mercado.
Com a carteira em grande parte composta por ativos originados e estruturados internamente com bom risco de crédito e ganhos de capital proveniente de trading de alocações táticas ou oportunísticas, o fundo atingiu +71,3% de performance acumulada, de acordo com o patrimônio líquido ajustado pelos dividendos distribuídos.
Nesse mesmo período, o IFIX, Índice de Fundos
Imobiliários da B3, com valorização acumulada de +40,6%, ao passo que o CDI equivalente, ou seja, líquido de impostos (conforme alíquota de imposto de renda de 15% sobre os rendimentos) rendeu +50,3%. Essa performance em relação ao IFIX continua em patamar de elevada diferenciação, com a cota patrimonial ajustada rendendo 176% IFIX no período. Em se tratando da performance do MANA11, a nossa posição continua gerando retornos muito superiores aos benchmarks no período. Em nossa opinião, a capacidade de originação de oportunidades, leitura de mercado e a expertise de estruturação da Manatí são os pilares responsáveis pela geração de retornos acima da média para os nossos investidores.
Nesse ambiente de maior volatilidade macroeconômica, nossa visão é de que a capacidade analítica, especialmente microeconômica, e a leitura de mercado para implementação de gestão ativa e geração de resultado extraordinários continuarão sendo um grande divisor de águas entre as performances da indústria de fundos imobiliários e, por isso, continuaremos muito atentos as tendências de mercado, visando (i) proteção do patrimônio e (ii) consistência na distribuição de dividendos.
Na nossa visão, a consistência dos dividendos é fundamental.
Seguiremos aprimorando o relatório para dar cada vez mais profundidade e transparência ao cotista da situação do fundo e visão do gestor.
Agradecemos a confiança dos investidores, Equipe de Gestão Manatí
R E S U L T A D O O P E R A C I O N A L E B R E A K D O W N
No fechamento de abril de 2026, divulgamos a distribuição de R$ 0,11 por cota a título de dividendo, o qual será pago no 15º dia útil do mês de maio. Essa distribuição representa um dividend yield anualizado de 14,8% a.a. se considerada a cota de fechamento de abril. Como verificado abaixo, o segmento que mais incrementou resultado para o fundo foi o investimento em CRIs, seguido pelo investimento em FIIs, Ações e Caixa. Ao longo do mês, continuamos agregando resultado por meio do ganho de capital de ações, visando a gestão ativa e geração de resultados extraordinários para os investidores. Dessa forma, tem sido possível demonstrar na prática a atuação completa nas diversas estratégias de investimento, além de agilidade e dinamismo na tomada de decisão, materializando a busca constante pelos melhores resultados para os investidores do MANA11. e a defesa do patrimônio do fundo Adicionalmente, permanecemos confiantes com o retorno projetado do fundo, pautado na gestão ativa, conforme vem sendo implementada recorrentemente, com ganhos extraordinários em praticamente todos os meses desde o início. Vale ressaltar que atualmente não há nenhuma operação de alavancagem na carteira do MANA11. Para maiores detalhes, segue a abertura do resultado apurado:
| Valores em R$ | nov/25 | dez/25 | jan/26 | fev/26 | mar/26 | abr/26 | POR COTA |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| RECEITAS | 4.331.483 | 4.200.676 | 4.468.521 | 4.993.545 | 4.574.848 | 5.236.821 | 0,139 |
| Receitas de Operações Estruturadas | 3.640.069 | 3.539.860 | 3.683.349 | 3.829.087 | 3.910.200 | 4.407.325 | 0,117 |
| Juros Remuneratórios | 3.154.915 | 3.208.468 | 3.328.631 | 3.217.401 | 3.285.341 | 3.254.541 | 0,087 |
| Correção Monetária | 690.520 | 256.225 | 286.347 | 506.361 | 547.384 | 1.088.888 | 0,029 |
| Resultados extraordinários | (205.366) | 75.167 | 68.370 | 105.325 | 77.475 | 63.895 | 0,002 |
| Receitas advindas de FIIs | 515.747 | 549.153 | 549.148 | 466.511 | 456.356 | 440.319 | 0,012 |
| Dividendos | 515.747 | 550.009 | 550.431 | 468.745 | 456.356 | 441.603 | 0,012 |
| Ganho de Capital | - | (855) | (1.283) | (2.234) | - | (1.283) | 0,000 |
| Receitas do livro de Ações | 63.939 | 34.120 | 143.375 | 626.351 | 121.615 | 288.658 | 0,008 |
| Remuneração do Caixa | 111.728 | 77.542 | 92.649 | 71.595 | 86.678 | 100.519 | 0,003 |
| DESPESAS | (272.983) | (317.601) | (314.621) | (273.344) | (333.026) | (302.762) | (0,008) |
| Taxa de Administração(1) | (248.096) | (293.095) | (290.116) | (249.511) | (302.881) | (278.080) | (0,007) |
| Despesas Operacionais | (24.887) | (24.506) | (24.506) | (23.833) | (30.145) | (24.681) | (0,001) |
| RESULTADO OPERACIONAL | 4.058.500 | 3.883.075 | 4.153.899 | 4.720.201 | 4.241.822 | 4.934.059 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Resultado por Cota | 0,11 | 0,10 | 0,11 | 0,13 | 0,11 | 0,13 |
| DISTRIBUIÇÃO DIVIDENDOS | ||||||
| MANA11 | ||||||
| Quantidade de Cotas | 37.536.140 | 37.536.140 | 37.536.140 | 37.536.140 | 37.536.140 | 37.536.140 |
| Rendimento/cota | 0,11 | 0,11 | 0,11 | 0,11 | 0,11 | 0,11 |
Fonte: Manatí. (1) Taxa de Administração contempla a Taxa de Gestão e a Taxa de Custódia do Fundo, conforme definido em Regulamento.
D I V I D E N D O e D I V I D E N D Y I E L D
( V A L O R E S E M R $ )
A principal fonte de resultado caixa do fundo no mês foram as alocações em operações de CRI, seguido pelos rendimentos advindos dos FIIs, o ganho de capital com ações imobiliárias e a remuneração do caixa em instrumentos de liquidez. Importante ressaltar que a gestão ativa tem gerado resultado adicional aos cotistas, fruto da capacidade de originação de oportunidades, leitura de mercado e expertise de estruturação da Manatí. Além dos fluxos e dividendos recebidos dos investimentos, seguimos buscando defender o patrimônio do MANA11 através da reciclagem e giro das posições investidas no mercado secundário. Dessa forma, buscamos gerar resultado e sempre manter posição em caixa para realização de novos investimentos.
Com relação ao dividendo distribuído, divulgamos o valor de R$ 0,11 por cota, o que equivale ao dividend yield de 14,8% a.a., com base na cota de fechamento do período. Esse dividendo se encontra dentro do Guidance apresentado para o trimestre, assim como das expectativas apresentadas ao mercado previamente, seguindo o planejamento da gestão.
Ademais, vale ressaltar a consistência dos dividendos distribuídos, mesmo em períodos de Selic decrescente ou mesmo deflação, e seguiremos trabalhando para manter este nível de previsibilidade aos investidores do MANA11.

Fonte: Manatí e Broadcast.
A N Á L I S E E G U I D A N C E D E D I V I D E N D O S C O M P A R A Ç Ã O C O M B E N C H M A R K S E G U I D A N C E P R O J E T A D O
Tomando-se como referência o dividendo distribuído de R$ 0,11 por cota e o respectivo dividend yield no mês de 1,16%, quando analisado sob a perspectiva dos benchmarks do MANA11, o retorno permanece excepcional:
Dividendo de

Quando analisamos o dividendo distribuído em relação ao carrego equivalente ao CDI, líquido de imposto de renda para o mês, a rentabilidade foi:
Distribuição equivalente a
124,9% CDI
Líquido de imposto de renda no mês
Se comparamos esse mesmo Dividend Yield a inflação utilizada para atualização dos papeis indexados ao IPCA¹, o retorno foi equivalente a:
Retorno equivalente a
IPCA+10,4%
a.a. no mês
Considerando a estimativa de IPCA de 3,91% para o ano de 2026 conforme o Boletim Focus
GUIDANCE DE DIVIDENDOS CONCRETIZAÇÃO 1T2026 e PROJEÇÃO 2T2026
Visando a maior transparência, visibilidade e previsibilidade para o investidor, ao lado é possível encontrar o guidance de dividendos visualizado pela gestão para fins de distribuição de rendimentos aos investidores.
Encerrado o 1º trimestre, ficamos muito satisfeitos com a concretização de mais um período em linha com as projeções idealizadas pela equipe de gestão. Ao longo dos últimos 4 trimestres, temos mantido as distribuições em R$ 0,11/cota, no centro da banda de distribuição de dividendos percebida nos modelos de gestão.
Seguindo as melhores práticas do mercado, para o 2T2026, o Guidance de Dividendos entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por cota segue mantido. Ademais, com base na cota atual de negociação e avanço dos projetos de incorporação, permanecemos convictos da oportunidade que o MANA11 oferece aos investidores nestes preços, sobretudo com fechamento da curva de juros futuros.

Disclaimer: Este guidance de dividendos não deve ser interpretado como garantia de resultados ou rentabilidade futura. O desempenho passado não é indicativo de resultados futuros e os valores projetados estão sujeitos a mudanças conforme as condições de mercado e operacionais.
(1) Remuneração diz respeito exclusivamente ao carrego equivalente a carteira de CRI do fundo. Além disso, estimativas são baseadas em projeções financeiras do gestor.
A N Á L I S E D O P R E Ç O N O M E R C A D O S E C U N D Á R I O
S E N S I B I L I D A D E D A R E M U N E R A Ç Ã O D A C A R T E I R A E D Y N O S E C U N D Á R I O
O preço de fechamento do MANA11 no mercado secundário em abril foi de R$ 9,41, e isso remete a um ágio de 1,00% sobre o valor patrimonial. Considerando esse ágio em relação a carteira de ativos(1), seria o equivalente a adquiri-la com o retorno abaixo:
| Deságio sobre | CDI | IPCA | ||
| Cota Patrimonial: R$ 9,41 | 34% da Carteira | 66% da Carteira | ||
| R$9,21 | -2,18% | CDI + 5,64% a.a. | IPCA + 10,79% a.a. | |
| R$9,31 | -1,12% | CDI + 5,22% a.a. | IPCA + 10,44% a.a. | |
| R$9,41 | -0,06% | CDI + 4,79% a.a. | IPCA + 10,09% a.a. | |
| R$9,51 | 1,00% | CDI + 4,37% a.a. | IPCA + 9,74% a.a. | |
| Cota de Mercado | R$9,61 | 2,06% | CDI + 3.94% a.a. | IPCA + 9.39% a.a. |
| R$9,71 | 3,13% | CDI + 3.52% a.a. | IPCA + 9,04% a.a. | |
| R$9,81 | 4,19% | CDI + 3,09% a.a. | IPCA + 8,69% a.a. | |
Com este deságio, e considerando o guidance de distribuição de dividendos para o 2T2026 de R$ 0,10 a R$ 0,12 por cota, temos a tabela de sensibilidade abaixo, com potencial de 13,4% a 16,2% a.a. de dividend yield.
Inclusive, dadas as novas alocações realizadas através do book de incorporação, ainda projetamos que este patamar oferece uma oportunidade de entrada no fundo, com base na recorrência dos resultados extraordinários gerados pela gestão e respectiva distribuição para os cotistas, sobretudo quando comparamos o MANA11 aos demais FIIs de estratégia similar.
T A B E L A D E S E N S I B I L I D A D E D E D I V I D E N D Y I E L D ( a.a. ) C O T A D E M E R C A D O V S D I V I D E N D O P O R C O T A
Dividendo Por Cota
| R$ 0,100 | R$ 0,105 | R$ 0,110 | R$ 0,115 | R$ 0,120 | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| R$ 9,31 | 13,7% a.a. | 14,4% a.a. | 15,1% a.a. | 15,9% a.a. | 16,6% a.a. | |
| R$ 9,36 | 13,6% a.a. | 14,3% a.a. | 15,1% a.a. | 15,8% a.a. | 16,5% a.a. | |
| R$ 9,41 | 13,5% a.a. | 14,2% a.a. | 15,0% a.a. | 15,7% a.a. | 16,4% a.a. | |
| ado | R$ 9,46 | 13,4% a.a. | 14,2% a.a. | 14,9% a.a. | 15,6% a.a. | 16,3% a.a. |
| erc | R$ 9,51 | 13,4% a.a. | 14,1% a.a. | 14,8% a.a. | 15,5% a.a. | 16,2% a.a. |
| M | R$ 9,56 | 13,3% a.a. | 14,0% a.a. | 14,7% a.a. | 15,4% a.a. | 16,1% a.a. |
| de | R$ 9,61 | 13,2% a.a. | 13,9% a.a. | 14,6% a.a. | 15,3% a.a. | 16,1% a.a. |
| ota | R$ 9,66 | 13,2% a.a. | 13,9% a.a. | 14,6% a.a. | 15,3% a.a. | 16,0% a.a. |
| C | R$ 9,71 | 13,1% a.a. | 13,8% a.a. | 14,5% a.a. | 15,2% a.a. | 15,9% a.a. |
(1) Remuneração diz respeito exclusivamente ao carrego equivalente a carteira de CRI do fundo. Além disso, estimativas são baseadas em projeções financeiras do gestor.
R E N T A B I L I D A D E D O F U N D O
Para fins de comparação, tomamos como base o retorno acumulado do fundo versus seus principais benchmarks desde o início das operações. No caso, a cota patrimonial ajustada pelos dividendos distribuídos e líquida dos custos de emissão apresentou uma rentabilidade de +71,3%, ao passo que cota de mercado ajustada pelos dividendos distribuídos apresentou uma valorização de +45,8%. Nesse mesmo período, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários, IFIX, apresentou uma valorização mais comedida, de 40,5%, e a renda fixa livre de risco, representado pelo CDI equivalente, líquido de imposto de renda com alíquota de 15%, foi de +50,3%. Em termos relativos, o fundo apresenta uma performance de 176,00% do IFIX e de 141,70% do CDI Equivalente, superando ambos os benchmarks de forma consistente.
Em tempo, vale mencionar que a diferença entre o valor atual e aqueles apresentados em relatórios anteriores decorreu de uma mudança na metodologia de incorporação dos dividendos, e agora representa mais fielmente a rentabilidade total entregue pelo Fundo. Em caso de dúvidas ou esclarecimentos, o time de gestão permanece à disposição.
+71,3% COTA PATRIMONIAL AJUSTADA +50,3% CDI EQUIVALENTE +40,6% IFIX

(1) CDI líquido, conforme alíquota de 15% de imposto de renda. Fonte: Manatí e Broadcast.
M E R C A D O S E C U N D Á R I O
No fechamento de abril, a cota de mercado encerrou em R$ 9,41, o qual foi acompanhado pelo volume negociado de R$ 25,0 milhões no mês, o que equivale a uma média de negociação de R$ 1,2 milhão por dia, e 7,1% de giro das cotas negociadas em relação as cotas emitidas. Adicionalmente, encerramos o mês com 38.064 cotistas, o que representa mais um aumento de 2,1% da base de investidores no mês, referente ao fechamento do mês anterior, o que nos deixa muito contentes, principalmente quando analisamos uma janela tão desafiadora como esses últimos tempos em termos de volatilidade macro. Permanecemos confiantes com a continuidade da pulverização do passivo e aumento da base de cotistas do MANA11, especialmente quando olhamos do ponto de partida e 1ª emissão de cotas, ocorrida em maio de 2022 e implementada de acordo com a Instrução CVM 476



V O L U M E N E G O C I A D O ( R $ M M D I R . ) E A D T V 3 0 D I A S ( e m R $ m i l h a r e s )

Fonte: Manatí, Daycoval e Broadcast.
Negociação média de
R$ 1,2mi
Por dia no mês de abril
A L O C A Ç Ã O D O F U N D O
Encerramos o mês de abril com 94,5% dos recursos captados alocados em ativos-alvo, principalmente em alocações estratégicas advindas de originação própria, as quais estão descritas mais adiante e seguindo a tese de investimentos do MANA11 proposta inicialmente. Dando sequência no pipeline de oportunidades exclusivas e aplicando a nossa visão macro à cada uma das operações originadas pelo time Manatí, nos parece adequado o aumento marginal de operações prefixadas, as quais conversam diretamente com a estrutura de investimento em incorporação com retorno preferencial. Com isso, nosso objetivo é manter um portfolio balanceado, mas que também ofereça descorrelação à atual carteira de investimentos. Importante mencionar que, independente do posicionamento atual, a ideia é manter a gestão totalmente ativa sobre a carteira de investimentos, para busca de retornos extraordinários.
Desde o início do fundo, a combinação de alocações estratégicas, oportunísticas e táticas rendeu retornos extraordinários para o fundo e para os investidores. Conforme verificado no capítulo tocante a performance, a alocação balanceada entre ativos estratégicos e táticos permitiu a geração de resultado excedente importante em relação aos índices comparáveis. Mesmo com a volatilidade de mercado e abertura das taxas de juros, o time de gestão promoveu e segue colhendo os ganhos de capital plantados ao longo do ano com base no giro da carteira e reciclagem de ativos na busca de resultados extraordinários para composição do dividendo, materializando o mandato ativo da política de investimentos do fundo. Em relação a outros ativos como FIDC, FIP, e demais ativos elencados na Política de Investimento, seguimos atentos a oportunidades pontuais, acreditando no potencial de criação de valor para os cotistas, sempre atentos a previsibilidade na distribuição de dividendos em base mensal.
% PL do Fundo (ex-provisões)E V O L U Ç Ã O D A A L O C A Ç Ã O D O S R E C U R S O S D E S D E O I N Í C I O

% PL do Fundo (ex-provisões)A L O C A Ç Ã O P O R C L A S S E D E A T I V O

Fonte: Manatí.
D E T A L H A M E N T O B O O K D E I N C O R P O R A Ç Ã O I N V E S T I M E N T O S R E A L I Z A D O S E M F L O R I A N Ó P O L I S
15,0% do PL
Conforme apresentado em nossos últimos relatórios, em fevereiro de 2025 inauguramos a tese de desenvolvimento residencial no MANA11, por meio da incorporação de 4 projetos residenciais - Physis Place, Allure, Puerto Madero e Natus, de alto padrão localizados em Florianópolis/SC, por meio do FII Turmalina.
Entendendo a matriz de risco envolvida em um projeto de incorporação residencial, estruturamos cada um dos investimentos com base na estrutura de equity preferencialista, no qual o fundo é remunerado prioritariamente ao empreendedor, ou seja, o incorporador parceiro só obtém lucro no projeto após o recebimento integral do investimento realizado, acrescido da rentabilidade preestabelecida de 21,0% a.a., por parte do MANA11. Dessa forma, acreditamos capturar da melhor forma a relação risco-retorno, com uma cobertura de resultados expressiva para concretização do resultado estipulado nos projetos.
Adicionalmente, para fins de contextualização da praça de Florianópolis/SC, abaixo seguem 3 grandes pilares relacionados ao crescimento e robustez do mercado imobiliário por lá. Dos projetos abaixo, o Physis Place e o Allure já estão lançados e com percentual relevante de vendas (48% e 100% de vendas, respectivamente), e, ao longo de janeiro , tivemos o lançamento do Puerto Madero e do Natus, que encerraram o primeiro mês com 28% e 44% de vendas, reforçando a solidez imobiliária dos projetos selecionados.
A praça de Florianópolis/SC:
Mercado imobiliário pujante, impulsionado por excelente infraestrutura local, alta renda formal e turismo consolidado

Capital mais rica do Brasil¹ Florianópolis é a capital brasileira com maior renda média por habitante declarada no IRPF: R$ 4.215,00/mês


Capital mais segura do Brasil Segundo anuário de 2024 das cidades mais seguras do Brasil, elaborado pela consultoria MySide


Fonte: Manatí. (1) set/24 - Segundo o estudo “Mapa da Riqueza no Brasil”, elaborado por Marcelo Neri, diretor FGV Social

Cidade mais competitiva do Brasil Florianópolis liderou o ranking de competitividade entre 404 cidades, ficando à frente de São Paulo, Vitória e Porto Alegre
D E T A L H A M E N T O B O O K D E I N C O R P O R A Ç Ã O
L O C A L I Z A Ç Ã O D O S P R O J E T O S I N V E S T I D O S E M F L O R I A N Ó P O L I S / S C
15,0% do PL
Todos os projetos apresentam Índices de Cobertura expressivos, trazendo margem de segurança robusta para concretização da rentabilidade-alvo, fruto da estrutura de recebimento prioritário dos lucros dos empreendimentos.

*Entre assinados e em assinatura
P U E R T O M A D E R O
▪ Localização: Av. dos Búzios
▪ Unidades: 55 unidades
▪ Tipologias 95 a 250 m²
▪ VGV Estimado: R$ 183,0mm
▪ Custo de Obra Estimado: R$ 59,7mm
▪ Lançamento: Dez/25 | 51% vendido
▪ Entrega: Ago/28
▪ Índice de Cobertura¹: 4,16x
▪ Status: Projeto Lançado

A L L U R E
▪ Localização: Rod. Maurício Sirotsky
▪ Unidades: 85 unidades
▪ Tipologias 31 a 110 m²
▪ VGV Estimado: R$ 62,9mm
▪ Custo de Obra Estimado: R$ 27,8mm
▪ Lançamento: Mai/25 | 100% vendido
▪ Entrega: Ago/28
▪ Índice de Cobertura¹: 4,04x
▪ Status: Projeto Lançado



*Entre assinados e em assinatura
N A T U S
▪ Localização: Av. Luiz Boiteux Piazza
▪ Unidades: 388 unidades
▪ Tipologias 51 a 131 m²
▪ VGV Estimado: R$ 377,2mm
▪ Custo de Obra Estimado: R$ 174,7mm
▪ Lançamento: Jan/26 | 27% vendido*
▪ Entrega: Dez/28
▪ Índice de Cobertura¹: 3,25x
▪ Status: Projeto Lançado
P H Y S I S P L A C E
▪ Localização: R. Pres. Coutinho, 182
▪ Unidades: 43 unidades
▪ Tipologias 116 a 324 m²
▪ VGV Estimado: R$ 152,0mm
▪ Custo de Obra Estimado: R$ 46,1mm
▪ Lançamento: Mai/25 | 48% vendido
▪ Entrega: Dez/27
▪ Índice de Cobertura¹: 2,97x
▪ Status: Projeto Lançado
(1) Índice de Cobertura corresponde ao lucro total do projeto dividido pelo saldo desembolsado no projeto, acrescido da rentabilidade alvo estabelecida. Essa dinâmica ocorre em razão do caráter preferencial (prioritário) de recebimento do lucro realizado no projeto.
D E T A L H A M E N T O B O O K D E I N C O R P O R A Ç Ã O
N O V O I N V E S T I M E N T O R E A L I Z A D O N O F I I A L I C E R C E
15,0% do PL
O FII Alicerce é uma operação estruturada, na qual adquirimos uma participação na holding de projetos da Patrimar Engenharia, incorporadora e construtora de destaque nacional, listada, com mais de seis décadas de atuação e presença nos segmentos de baixa, média e alta renda no Sudeste do Brasil. Seguindo as demais estruturas de incorporação, também elaboramos essa transação conforme estrutura de equity preferencial, ou seja, acessando todo o retorno gerado pelos projetos, até o atingimento da meta de retorno de IPCA+18,00% a.a., agregando exclusividade e descorrelação ao portfolio dos fundos da Manatí.
HIGHLIGHTS

R$ 1,46 BI Receita líquida (2025)
232 Projetos entregues
R$ 16,3 BI Landbank total
+60 Anos no mercado
PATRIMAR Mude para melhor

Fonte: Manatí
Ernst & Young Empresa auditada
R$ 324 MM Lucro bruto (2025)

R$ 33 MM Lucro líquido (2025)


R$ 552 MM Patrimônio líquido (2025)



+2 lançamentos
D E T A L H A M E N T O B O O K D E I N C O R P O R A Ç Ã O
N O V O I N V E S T I M E N T O R E A L I Z A D O N O F I I A L I C E R C E
Nessa estrutura, são 8 projetos distintos, diversificados em termos de público-alvo, localização e status corrente. De forma consolidada, são mais de R$ 1,7 bi em termos de VGV, sendo que 70% já se encontra efetivamente lançado e 53% vendido, denotando o caráter brownfield da estrutura. Sob essas variáveis realizadas, enxergamos um índice de cobertura de 4,4x em relação ao investimento realizado, o que certifica o conforto da operação.
S U N S E T V I E W

R E S E R V A L A G U N A

▪ Localização: S. J. dos Campos

S O L A R D A P E N H A

▪ Unidades: 300 unidades
▪ Tipologias 53 a 91 m²
▪ VGV Estimado: R$ 152,0mm
▪ Lançamento: Out/25 | 34% vendido
▪ Entrega: Ago/28
▪ Status: Projeto Lançado

▪ Localização: Indaiatuba
▪ Unidades: 324 unidades
▪ Tipologias 56 a 70 m²
▪ VGV Estimado: R$ 172,1mm
▪ Lançamento: Jun/25 | 74% vendido
▪ Entrega: Jul/28
▪ Status: Projeto Lançado

▪ Localização: Rio de Janeiro
▪ Unidades: 256 unidades
▪ Tipologias 37 a 41 m²
▪ VGV Estimado: R$ 86,8mm
▪ Lançamento: Out/25 | 21% vendido
▪ Entrega: Jun/28
▪ Status: Projeto Lançado
▪ Localização: Nova Lima
Fonte: Manatí. Data-base: Mar/26
▪ Unidades: 118 unidades

▪ Tipologias 98 a 138 m²
P L A C E D A U P H I N E
▪ VGV Estimado: R$ 266,2mm
▪ Lançamento: Mar/26
▪ Entrega: Fev/30
▪ Status: Projeto Aprovado

70%
dos projetos já encontram-se lançados
15,0% do PL


53%
do VGV atualmente vendido

I C O N G O L F
▪ Localização: Nova Lima
▪ Unidades: 57 unidades

▪ Tipologias 266 e 296 m²
▪ VGV Estimado: R$ 312,8mm
▪ Lançamento: Out/25 | 17% vendido
▪ Entrega: Out/29
▪ Status: Projeto Lançado
▪ Localização: Rio de Janeiro
▪ Unidades: 278 unidades


N O V O L A R J A R D I N S
▪ Tipologias 78 a 128 m²
▪ VGV Estimado: R$ 317,6mm
▪ Lançamento: Abr/24 | 96% vendido
▪ Entrega: Nov/27
▪ Status: Lançado e Obra em andamento
▪ Localização: Campinas

▪ Unidades: 588 unidades
▪ Tipologias 39 e 44m²

▪ VGV Estimado: R$ 148,2mm
▪ Lançamento: Dez/24 | 59% vendido
▪ Entrega: Mar/28
▪ Status: Lançado e Obra em andamento
C O N N E C T S Q U A R E

▪ Localização: Rio de Janeiro
▪ Unidades: 724 unidades
▪ Tipologias 28 m²

▪ VGV Estimado: R$ 217,5mm
▪ Lançamento: Mai/26
▪ Entrega: Jul/29
▪ Status: Projeto em Aprovação
D E T A L H A M E N T O B O O K D E I N C O R P O R A Ç Ã O I D E N T I D A D E V I S U A L D O S P R O J E T O S R E A L I Z A D O S P E L A M A N A T Í
15,0% do PL
Com base na confiança que temos e também orgulho dos investimentos que fazemos, decidimos criar uma identidade visual da Manatí para expor cada projeto em desenvolvimento presente em nossa carteira.
Esta apresentação tem o objetivo de permitir com que cada cotista da Manatí possa visualizar, de forma concreta e tangível, o claro direcionamento de seus recursos na economia real. Além de todo esforço empregado na análise e seleção de investimentos diferenciados, o desenvolvimento da economia real e crescimento regional fruto dos nossos investimentos realizados também é um valor muito importante para a nossa empresa.
Conforme apresentado na página anterior, demos início a essa iniciativa partindo dos projetos localizados em Florianópolis/SC, e todo novo projeto que fizer parte da nossa carteira de investimentos será agregado no relatório mensal, visando criar ainda mais proximidade junto ao nosso investidor.
Sabemos que a rentabilidade dos nossos produtos é o grande denominador comum da indústria, mas enxergamos que o posicionamento e a proximidade da equipe de gestão junto aos investidores também faz parte integral da boa experiência e sucesso de todos.
Isto posto, seguiremos trabalhando e pensando em outras iniciativas que promovam essa proximidade.
Atenciosamente, Equipe Manatí

C A R T E I R A D E E S T R U T U R A D O S 65,0% do PL
Operações de CRI e LCI Estruturadas
Exposição por Setor
% do Patrimônio Líquido
Indexador e Taxa Média (a.a.)
% Portfólio de Estruturados

Duration Remanescente
% do Patrimônio Líquido - Cumulativo
Duration Carteira IPCA: 3,3 anos Carteira CDI: 2,6 anos

12,2% do PLC A R T E I R A D E F I I
Exposição por Segmento
% Portfólio de FII

Fonte: Manatí.
Exposição por Tipo de Estratégia
% Portfólio de FII

C A R T E I R A D E A T I V O S
Segue abaixo a lista de investimentos presentes na carteira do fundo no fechamento de abril de 2026:
| (³) | (') | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tipo | Emissor | Código I F | Seg mento | Estratégia | Valor | % PL | I ndexador | Tx. Aquisição | Tx. MtM | LTV |
| CR I | CR I Golden Tu li p | 25H4806070 | Hotelaria | Carrego | 15 562 624 | 4,40% | I PCA | 12 , 00% | 12 , 05% | 35% |
| CR I | CR I Pátio Rorai ma | 22 H 1579450 | Shoppi ng | Carrego | 14 966 121 | 4, 23% | I PCA | 8 , 05% | 11, 14% | 35% |
| CR I | CR I Athena | 22 H 1630624 | Properties | Carrego | 14 881 262 | 4, 21% | I PCA | 7,70% | 9 ,43% | 57% |
| CR I | CR I MAC | 24L2414794 | I ncorporação | Carrego | 14 083 686 | 3,98% | I PCA | 12 , 00% | 12 ,25% | 40% |
| CR I | CR I Bella Vitta | 25B2856621 | I ncorporação | Carrego | 13 752 065 | 3, 89% | I PCA | 11, 85% | 11,74% | 43% |
| CR I | CR I Cata I ncorporadora | 24J2128781 | I ncorporação | Carrego | 13 157 753 | 3,72% | I PCA | 11, 10% | 11, 05% | 15% |
| CR I | CR I VCA | 25J4696146 | I ncorporação | Carrego | 12 691 642 | 3,59% | I PCA | 11,30% | 11,52% | 51% |
| CR I | CR I Lafaete | 23 L1737583 | Locação | Carrego | 12 223 777 | 3,46% | CD I | 4,30% | 4,30% | 77% |
| CR I | CR I Vértice e Voz | 24K2221808 | I ncorporação | Carrego | 11 837 338 | 3,35% | CD I | 5,30% | 5,30% | 18% |
| CR I | CR I Vista | 25F2186311 | I ncorporação | Carrego | 11 282 948 | 3, 19% | CD I | 4,75% | 4,75% | 12% |
| CR I | CR I Itaq uera | 24C1526928 | Shoppi ng | Tático | 11 070 308 | 3, 13% | I PCA | 8 , 85% | 9 ,35% | 35% |
| CR I | CR I Via Su l | 22 E1313665 | I ncorporação | Carrego | 10 889 047 | 3, 08% | CD I | 4,75% | 4,75% | 71% |
| CR I | CR I B R DU | 25J3113754 | I ncorporação | Carrego | 10 819 449 | 3, 06% | CD I | 5, 00% | 5, 00% | 20% |
| CR I | CR I Zag ros | 24G1895078 | Fi nancei ro | Carrego | 9 048 224 | 2 ,56% | I PCA | 8 ,50% | 10 , 21% | 34% |
| CR I | CR I Sanema | 22G0701494 | Saneamento | Carrego | 7 294 805 | 2 , 06% | I PCA | 8 , 85% | 9 ,75% | 77% |
| CR I | CR I Ed ifi ca | 24K1892305 | I ncorporação | Carrego | 5 855 258 | 1, 66% | CD I | 5, 00% | 5, 00% | 50% |
| CR I | CR I M RV I I | 22 E1095384 | I ncorporação | Tático | 5 380 898 | 1,52% | I PCA | 8 ,92% | 8 ,92% | n a |
| CR I | CR I Ga lleria I I | 24E1318751 | Home Eq uity | Carrego | 5 161 251 | 1,46% | I PCA | 9 ,50% | 10 , 82% | 39% |
| CR I | CR I FG R | 23 L1279637 | I ncorporação | Carrego | 4 352 485 | 1, 23% | I PCA | 9 ,50% | 12 , 09% | 40% |
| CR I | CR I Construtora Dez | 24G1883357 | I mobi liario | Carrego | 2 899 646 | 0 , 82% | I PCA | 12 , 68% | 14,56% | 60% |
| CR I | CR I CBA | 24I 1189659 | I ncorporação | Carrego | 2 760 539 | 0 ,78% | CD I | 5, 00% | 5, 00% | 70% |
| CR I | CR I Versi I | 24H 1933555 | I ncorporação | Carrego | 2 482 638 | 0 ,70% | CD I | 4, 00% | 4, 00% | 50% |
| CR I | CR I Marti n i Meat I PCA | 22 F0930128 | Log ístico | Carrego | 2 358 728 | 0 , 67% | I PCA | 9 ,30% | 10 ,75% | 60% |
| CR I | CR I Vic Engen haria | 22 F1135958 | Loteamento | Carrego | 2 246 022 | 0 , 64% | I PCA | 9 ,50% | 11, 20% | 72% |
| CR I | CR I Com porte | 23 I 1270600 | Mobi lidade | Carrego | 1 836 145 | 0 ,52% | CD I | 3, 85% | 4, 14% | 50% |
| CR I | CR I H M Maxi Cam pi nas | 24C1796102 | I ncorporação | Carrego | 1 708 004 | 0 ,48% | CD I | 5, 00% | 5, 00% | 56% |
| CR I | CR I Teriva | 23C2831601 | Loteamento | Carrego | 1 530 404 | 0 ,43% | CD I | 3,50% | 3,49% | 57% |
| CR I | CR I GT Bu i ld i ng | 25E4343185 | I ncorporação | Carrego | 1 414 258 | 0 ,40% | CD I | 4, 00% | 4, 00% | 60% |
| CR I | CR I Long itude | 25C3273266 | I ncorporação | Carrego | 1 236 779 | 0 ,35% | CD I | 6, 00% | 6, 00% | 40% |
| CR I | CR I Bemol | 24D2944088 | Home Eq uity | Carrego | 979 219 | 0 , 28% | I PCA | 9 , 00% | 10 ,79% | 54% |
| CR I | LCI Mozak I | 24I 02520561 | Properties | Carrego | 476 050 | 0 , 13% | CD I | 5, 00% | 5, 00% | 50% |
| SUBTOTAL ESTRUTURADOS | 226.239.372 64,0% | |||||||
| Tipo | Ativo | Foco | Segmento | Estratégia | Valor | % PL | Indexador | Retorno |
| FlI | Turmalina B | Alta Renda | Residencial | Preferencial | 32.233.284 | 9.1% | Pré | 21,00% |
| SPE | Fll Alicerce | Baixa Renda | Residencial | Preferencial | 19.681.888 | 5.6% | Pré | 21,00% |
| FII | Vic Jundiaí | Alta Renda | Residencial | Preferencial | 1.016.027 | 0.3% 15,0% | Pós | IPCA + 18% |
| SUBTOTAL INCORPORAÇÃO | (taxas a.a.) | |||||||
| Tipo Ativo | Ticker | Segmento | Estratégia | Valor | %PL | |||
| FlI | Mauá Capital Real Estate | MCRE11 | Recebiveis | Carrego | 4.701.669 | 1.3% | ||
| Fll | Guardian Real Estate | GARE11 | Renda Urbana | Ganho de Capital | 3.785.137 | 1,1% | ||
| FlI | Gazit Malls | GZIT11 | Shopping | Ganho de Capital | 3.748.249 | 1,1% | ||
| FlI | RBR Multiestratégia FII | RBRX11 | Hedge Fund | Carrego | 3.679.292 | 1,0% | ||
| Outros | 19 Flls | 27.037.855 | 7.7% | |||||
| SUBTOTAL FII | 42.952.202 | 12,2% | ||||||
| Tipo | Ativo | Ticker | Segmento Shopping Center | Valor | % PL | |||
| Ação | Allos | ALOS3 | 4.073.385 | 1,2% | ||||
| Ação | MRV | MRVE3 | Incorporação | 2.884.948 2.070.970 | 0.8% 0.6% | |||
| Ação | Tenda Construtora | TEND3 | Incorporação | 1.245.218 | ||||
| Ação Ação | Plano & Plano | PLPL3 | Shopping Center Shopping Center | 536.068 | 0.4% 0,2% | |||
| Ação | Multiplan LOG Commercial Properties | MULT3 | Shopping Center | 426.080 | 0,1% | |||
| Ação | HBR Realty | LOGG3 HBRE3 | Properties | 337.584 | 0,1% | |||
| Ação | Iguatemi | IGTI11 | Shopping Center | 236.500 | 0,1% | |||
| Ação | Cury Construtora | Properties | 150.300 | 0.0% | ||||
| SUBTOTAL AÇÕES | CURY3 | 11.961.053 | 3.4% | |||||
| CAIXA + COMPROMISSADAS | 23.680.741 | 6,7% | ||||||
| PROVISÕES | ||||||||
| (4.336.651) | (1,2%) | |||||||
| Patrimônio Líquido | 353.427.916 | 100,0% | ||||||
Fonte: Manatí e Daycoval. (1) Loan-to-Value considera todo o pacote de garantias, como imóveis em Alienação Fiduciária, Carteira de Recebíveis e Cotas de SPE também cedidos fiduciariamente. (2) Remuneração do papel considera também pagamento de waiver fee. (3) Taxas calculadas e fornecidas pelo Banco Daycoval S.A., como administrador do fundo.
D E T A L H A M E N T O D O S A T I V O S I N V E S T I D O S

C R I C B A E M P R E E N D I M E N T O S
CRI corporativo lastreado em carteira de empreendimentos da companhia, com 70% de LTV. A CBA é uma incorporadora com produtos de alta renda e MCMV na região Sul do Brasil (Florianópolis e Cachoeira do Sul). As garantias da operação são: (i) Alienação Fiduciária de Quotas de SPEs; (ii) AF de Imóveis em desenvolvimento; (iii) CF dos Recebíveis atrelados aos empreendimentos; (iv) Fundo de Liquidez de 3 PMTs; (v) Fundo de Despesas e (vi) Aval dos Sócios.

C R I S A N E M A
CRI corporativo, respaldado no contrato de locação firmado entre a Sanema e Companhia de Águas do Alagoas. Os ativos são operados pela BRK Ambiental, vencedora da concessão de operação de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto na região em que residem os ativos da Sanema. As garantias da operação são: (i) AF de quotas da Sanema, (ii) CF dos recebíveis atrelados à concessão, (iii) fiança da Conasa, controladora da Sanema, e (iv) fundo de reserva.

C R I C O M P O R T E
CRI corporativo, respaldado na robustez do Grupo Comporte, que é um dos principais players de mobilidade e detentor de operações diversas de transporte, presente em mais de 689 cidades do Brasil. As garantias da operação são: (i) AF de 12 imóveis (LTV ~60%) e (ii) CF de Recebíveis com índice de cobertura mínimo de 1,3x a PMT mensal; (iii) Aval da Comporte Participações S.A. e (iv) Fundo de Reserva equivalente a 1 PMT, mantido em Patrimônio Separado da operação.
C R I M R V

CRI corporativo lastreado no reembolso de obras de diversos empreendimentos da incorporadora MRV (B3:MRVE3). A MRV é a incorporadora líder no segmento Minha Casa Minha Vida no Brasil, além de ter exposição a outras iniciativas na vertical imobiliária como properties e mercado internacional. A operação possui rating brAA- (sf) pela S&P, além de covenants financeiros.

C R I G A L L E R I A B A N K I I
CRI pulverizado, lastreado na cessão de mais de 200 contratos de home equity originados e geridos pelo Galleria Bank, playe relevante no segmento. As garantias da operação são: imóveis dados em garantia aos contratos cedidos (LTV médio ponderado da carteira ~43%), além da subordinação de 20%.

C R I F G R I N C O R P O R A Ç Õ E S
CRI corporativo, respaldado na carteira de recebíveis do empreendimento Jardins Marselha, condomínio horizontal da FGR Incorporações, empresa de Goiás focada em loteamentos e incorporações horizontais de médio e alto padrão, com mais de 35 anos de história. As garantias da operação são: (i) AF de quotas da SPE, (ii) CF de Recebíveis, (iii) fiança dos sócios Pessoa Física e da holding e (iv) Fundo de Reserva de 6 PMTs, além de covenants financeiros.
Fonte: Manatí.
D E T A L H A M E N T O D O S A T I V O S I N V E S T I D O S

C R I V É R T I C E E V O Z
CRI de término de obra dos projetos de incorporação residencial vertical de alto padrão Vértice e Voz, localizados no bairro planejado Viva Park em Porto Belo- SC. As garantias da operação são: (i) Alienação fiduciária das quotas das SPEs; (ii) AF dos imóveis em desenvolvimento; (iii) CF dos recebíveis atrelados aos empreendimentos; (iv) Fundo de Reserva; (v) Fundo de Obras e (vi) Aval dos Sócios

C R I V I A S U L
CRI corporativo, baseado na carteira de recebíveis da incorporadora e construtora Via Sul Engenharia, empresa mineira focada no segmento econômico (Casa Verde e Amarela) com empreendimentos em mais de 50 cidades e 10 estados brasileiros. As garantias da operação são: (i) AF de participação de SPEs, (ii) aval dos sócios da empresa, (iii) CF dos recebíveis das SPEs, e (iv) Conta Reserva de 3 PMTs, além de covenants financeiros.

C R I V I C E N G E N H A R I A
CRI corporativo respaldado na carteira de recebíveis de 2 loteamentos de segmento econômico desenvolvidos pela Vic Engenharia, empresa focada em empreendimentos imobiliários para o segmento econômico. As garantias da operação são: (i) AF de participações nas SPEs, (ii) aval dos sócios da Vic Engenharia (diretos e indiretos), e fiança da Vic Engenharia, (iii) CF de recebíveis advindos dos loteamentos.

C R I L A J E S S Ã O P A U L O
CRI lastreado em contratos de compra de venda de imóveis corporativos localizados nos principais centros corporativos da cidade de São Paulo e com inquilinos instalados sob contratos atípicos de locação. O Fundo devedor da operação possui patrimônio de 34 imóveis alugados para 40 diferentes inquilinos. A operação conta com Alienação Fiduciária de Imóveis na razão de 57% e Cessão Fiduciária de Recebíveis, com Índice de Cobertura mínimo sobre PMT de 1,3x.

C R I P Á T I O R O R A I M A
CRI lastreado em recebíveis do Shopping Pátio Roraima. O Shopping é referência na capital de Boa Vista, Roraima, e a operação conta com Alienação Fiduciária de Imóvel, Loan-to-Value (LTV) de 23%, além de Cessão Fiduciária de Recebíveis, com Índice de Cobertura (IC) sobre PMT mínimo de 1,3x e Fundo de Reserva de 3 PMTs.

L C I M O Z A K
Crédito corporativo respaldado no risco de crédito da Mozak, incorporadora referência no segmento de alto padrão no Rio de As garantias da operação são: (i) Alienação Fiduciária de três lajes comerciais em um edifício recém-inaugurado no Leblon, com LTV inicial de 50,7%; (ii) Cessão Fiduciária dos recebíveis de aluguéis dessas mesmas lajes (iii) Aval das empresas do grupo e dos acionistas a nível de pessoa física, além de covenants financeiros de solvência
Fonte: Manatí.
D E T A L H A M E N T O D O S A T I V O S I N V E S T I D O S
C R I E M E R G E N T C O L D
emergentcold
CRI corporativo, respaldado no risco de crédito da Emergent Cold, operadora de logística refrigerada líder no mercado latinoamericano, e investida da Lineage Logistics, maior player de logística refrigerada do mundo. As garantias são: (i) 3 galpões operacionais da devedora (LTV~64%); (ii) recebíveis de contratos com empresas investment grade; (iii) Fundo de Reserva; e (iv) aval da holding da Emergent Cold Brasil, além de covenants financeiros de alavancagem.

C R I L A F A E T E
CRI corporativo com risco de crédito da Lafaete, um dos maiores players nacionais no segmento de locação de maquinário pesado e módulos habitacionais, assim como serviços de engenharia, com mais de 50 anos de experiência. As garantias da operação são: (i) AF de ativos rodantes (LTV mínimo de 110%), (ii) CF de Recebíveis de locação de máquinas e módulos (mínimo de 20% sobre o saldo devedor) e (iii) Aval dos sócios, além de covenants financeiros.

C R I M A C E M P R E E N D I M E N T O S
CRI Corporativo que tem como devedora a holding MAC Empreendimentos, grupo goiano referência nacional em construção e desenvolvimento urbano. A operação conta com as seguintes garantias: (i) Alienação Fiduciária de lotes (ii) Cessão Fiduciária dos Recebíveis, presentes e futuros, de empreendimentos em fase final de construção (iii) Aval das holdings controladores e principais sócios.

C R I M A X I C A M P I N A S
CRI de término de obras de empreendimento residencial, incorporado e construído pela HM Engenharia. As garantias da operação são: (i) AF de terreno; (ii) AF das quotas da SPE; (iii) CF de todos os recebíveis presentes e futuros do empreendimento; (iv) Aval corporativo; (v) Fundo de Reserva e (vi) Fundo de Obras, além de índices de liquidez a serem cumpridos ao longo da evolução de obras.

C R I L O N G I T U D E I N C O R P O R A D O R A
CRI Corporativo para a holding Longitude, com o respaldo adicional dos dividendos de 13 projetos de incorporação residencial vertical classificados no programa MCMV. A Longitude atua em mais de 15 cidades no interior de São Paulo, sendo uma referência regional. A operação conta com as seguintes garantias: (i) Alienação Fiduciária das cotas das SPEs; (ii) Cessão Fiduciária dos dividendos do pool de projetos; (iii) Aval dos sócios.

C R I B E M O L
CRI pulverizado, lastreado na cessão de mais de 500 contratos de home equity originados pela Bemol Serviços Financeiros braço financeiro do Grupo Bemol, maior varejista da região Norte do país. As garantias da operação são: imóveis atrelados aos contratos cedidos (LTV médio da carteira de ~40%), além de subordinação de 20% aportada pela própria Bemol.
Fonte: Manatí.
D E T A L H A M E N T O D O S A T I V O S I N V E S T I D O S

C R I S H O P P I N G M E T R Ô I T A Q U E R A
CRI de adiantamento de aluguéis do Shopping Metrô Itaquera, localizado em São Paulo. Integrado diretamente à estação de metrô e situado em área de intenso fluxo, o shopping é um polo de consumo, com uma base de locatários diversificada e ancorada por grandes players do varejo. As garantias da operação são: (i) Alienação fiduciária do Direito de Uso Real de parcela relevante do ativo; (ii) CF dos recebíveis atrelados às áreas cedidas em AF; (iii) Aval dos Sócios.

C R I P U L V E R I Z A D O
CRI pulverizado com foco em operações de capital de giro em operações de volume financeiro e duration mais curtas. Além disso, as garantias das operações lastreadas são pautadas em imóveis performados. De forma geral, as garantias da operação são: (i) Alienação Fiduciária de imóveis performados com LTV médio de ~50%; (ii) aval dos sócios das respectivas operações; e (iii) Fundo de Reserva equivalente a pelo menos 2 PMTs de cada um dos lastros emitidos.

C R I T E R I V A U R B A N I S M O
CRI Corporativo baseado nos empreendimentos Vivejo Atibaia e Innovare Bragança Paulista. A Teriva faz parte do grupo Mauá, holding de referência nacional, tendo iniciativas nos segmentos de Incorporação, Construção, Desenvolvimento Urbano e Geração e Comercialização de Energia. A operação conta com as seguintes garantias: (i) Alienação Fiduciária das cotas das SPEs, (ii) Cessão Fiduciária dos Recebíveis (iii) Aval proporcional dos sócios da Teriva Urbanismo S.A.

C R I C O N S T R U T O R A D E Z
CRI de Financiamento de Obra de empreendimento residencial horizontal (condomínio fechado de casas), incorporado e construído pela Construtora Dez, a qual já entregou 5 empreendimentos semelhantes ao objeto alvo da operação. As garantias da operação são: (i) alienação fiduciária das unidades com LTV de ~100%; (ii) cessão fiduciária dos recebíveis; (iii) fundo de reserva de 3 PMTs e (iv) aval dos sócios.
ZAGROS
C R I Z A G H 1 1
CRI para Antecipação de Contrato de BTS, que está sendo desenvolvido por SPE controlada do fundo ZAGH11 (gerido pela Zagros). A Zagros é gestora de fundos de investimento, entre eles ZAGH11 e soma mais de R$ 1 bi de ativos sob gestão. As garantias da operação são: (i) Alienação fiduciária do imóvel objeto da operação; (ii) Alienação fiduciária das participações da SPE; (iii) Alienação fiduciária de cotas de FIIs detidas pelo ZAGH11; (iv) Fundo de Reserva.

C R I V E R S I
CRI Corporativo lastreado em projetos investidos pela Versi - empresa do setor imobiliário focada na realização e seleção de projetos para investimento. Esses investimentos cobrem o desencaixe inicial de empreendimentos, fruto de análises fundamentalistas. As garantias da operação são: (i) aval do sócio executivo e das empresas controladas; (ii) AF das SPEs investidas; (iii) fundo de despesa; (iv) fundo de reserva de 4 PMTs; (v) cash colateral, os quais perfazem o LTV de ~50%.
Fonte: Manatí.
D E T A L H A M E N T O D O S A T I V O S I N V E S T I D O S

C R I C A T A I N C O R P O R A D O R A
CRI de término de obra de condomínio fechado de lotes de alto padrão na cidade de Belém no Pará. As garantias da operação são (i) Alienação Fiduciária de Quotas da Devedora; (ii) Alienação Fiduciária de Imóvel; (iii) Cessão e Promessa de Cessão Fiduciária dos Recebíveis - que resguardam em pelo menos 2 vezes o saldo devedor da operação; (iv) Aval de todas as partes societárias envolvidas.
BellaCasa &Okada
C R I B E L L A V I T T A
CRI para antecipação de recebíveis de um loteamento na cidade de Cascavel e desenvolvido pela Bella Casa & Okada, companhia que realiza projetos de urbanismo e desenvolvimento principalmente em cidades do Paraná. As garantias da operação são: (i) CF dos Recebíveis; (ii) Aval dos sócios; (iii) Fundo de Despesas; (iv) Fundo de Reserva e índice mínimo a ser mantido de, pelo menos, 155% (VP dos Créditos Elegíveis cedidos à operação em relação ao Saldo Devedor)
Com intuito de auxiliar os nossos investidores no completo entendimento dos termos empregados ao longo da nossa carta mensal, seguem as definições abaixo de conceitos chave relacionados ao mercado imobiliário e gestão de fundos:
Giro Mensal: refere ao percentual de cotas negociados no período em relação a quantidade de cotas emitidas.
Dividend Yield: relação percentual entre o dividendo distribuído aos investidores e o preço da cota do fundo.
Cota Patrimonial Ajustada: valor atualizado da cota do fundo, considerando ajustes como amortizações e dividendos distribuídos.
CDI Equivalente: custo de oportunidade da taxa básica de juros, representado pelo CDI, ajustado pela alíquota de imposto de renda, para comparação adequada a ativos de mesma situação tributária.
Gestão Ativa: estratégia de investimento em que o gestor atua de forma dinâmica na compra e venda de ativos elegíveis na política de investimento do fundo, com o objetivo de agregar valor adicional aos investidores.
IPCA: índice de Preços ao Consumidor Amplo, o qual mede a inflação oficial do Brasil.
Ganhos Extraordinários: receitas que não são provenientes dos recebimentos já programados do fundo, como lucros com a venda de ativos.
Mercado Secundário: mercado onde são negociadas as cotas de fundos imobiliários já emitidas.
Originação Própria: processo de prospecção, elaboração e aquisição direta de ativos pelo fundo, sem intermediários.
Deságio: no caso, é a diferença negativa entre o valor de mercado da cota do fundo e o valor da cota patrimonial no mesmo momento de análise.
IFIX: índice de Fundos de Investimentos Imobiliários, que mede o desempenho médio das cotas de fundos imobiliários listados na B3.
ADTV: Average Daily Trading Volume, volume médio diário de negociação em um determinado período das cotas de um fundo.
Incorporação: no contexto, refere-se a operações cujo risco é pautado em incorporadores e/ou projetos de desenvolvimento imobiliário.
Properties: no contexto, refere-se a operações cujo risco é suportado por imóveis prontos e geradores de renda por meio de locação ou arrendamento.
Estratégia de Arbitragem: tipo de investimento que busca gerar resultados por meio de diferenças de percepção entorno de um ativo. Duration: prazo médio ponderado até o recebimento de todos os fluxos de caixa de um investimento.
Loan-to-Value (LTV): razão entre o valor do financiamento e o valor de avaliação do imóvel oferecido como garantia da operação.
CRI: certificado de Recebíveis Imobiliários, um tipo de investimento lastreado em créditos imobiliários.
FII: fundo de Investimento Imobiliário.
Correção Monetária: ajuste do valor nominal de um ativo ou passivo para refletir a inflação.
CF/Cessão Fiduciária de Recebíveis: transferência do direito de recebíveis futuros como garantia de uma operação.
Fundo de Reserva: no caso, se trata de uma parcela da operação destinada a cobrir despesas extraordinárias da estrutura.
Covenants Financeiros: cláusulas contratuais que impõem condições financeiras ou limites de alavancagem predeterminados ao emissor de um título.
Rating: classificação que indica o risco de crédito de um investimento.
AF/Alienação Fiduciária de Imóveis: mecanismo de garantia em que o devedor transfere ao credor a propriedade fiduciária do imóvel. Índice de Cobertura (IC): relação entre os recebíveis operacionais apurados no âmbito do investimento/operação e suas obrigações financeiras contratuais.
Ativos Alvo: ativos elegíveis via Regulamento para investimento por parte do gestor.
Cota Patrimonial: valor total do patrimônio do fundo dividido pelo número de cotas emitidas.
Alocação Tática: classificação de investimentos de teor de curto prazo, cujo objetivo é buscar ganhos situacionais para aproveitar oportunidades de mercado.
Alocação Estratégica: classificação de investimentos de teor de longo prazo, cujo objetivo principal é materializar o retorno prospectado ao longo de um período mais dilatado de investimento.
D I S C L A I M E R
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