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Relatório Gerencial SEQR11 de maio de 2026

Relatório Gerencial do Sequóia III Renda Imobiliária (SEQR11), fundo imobiliário de logística, referente a maio de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 30/06/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do SEQR11 fechou a R$ 51,05, com P/VP de 0,52 (valor patrimonial de R$ 97,26 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,5883 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 12,61% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 162 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.

Informações

CNPJ
09.517.273/0001-82
Tipo
Relatórios
Assunto
Relatório Gerencial
Data de referência
29/05/2026
Data de entrega
30/06/2026 18:16
Versão
1
Situação
(Ativo)

Conteúdo

Sequóia III Renda Imobiliária FII | SEQR11

Relatório Gerencial Maio de 2026

SUMÁRIO

  • Resumo do Mês....
  • Resumo do Sequóia III Renda Imobiliária FII....
  • Demonstração de Resultados do Fundo. .8
  • Portfólio do Fundo .. 9
  • Glossário . 17
  • Contatos.... .17

RESUMO DO MÊS

DESTAQUES

FUNDO

Live mensal de apresentação de resultados (“Sequóia 10 Minutos”) marcada para o dia 30 de Junho às 9h00 no canal da Sequóia no YouTube (link)

ATIVOS

Aluguéis em dia e 100% dos índices repassados

DIVIDENDOS

No dia 15/junho/26 o Sequóia III Renda Imobiliária FII pagou R$980.000,00 em dividendos – o equivalente a R$ 0,5883 por cota – para detentores de cotas no dia 08/junho/26

CARTA DO GESTOR

Prezado(a) Investidor(a),

Nos Estados Unidos, o cenário de maio seguiu marcado pela tensão entre desinflação insuficiente e crescimento frágil, com duas novidades de peso: a confirmação da leitura final do PIB do 1T26 e a posse de Kevin Warsh à frente do Fed. O PIB real cresceu 2,1% anualizado no 1T26, segundo a leitura final do Bureau of Economic Analysis (BEA), revisão para cima ante a estimativa prévia de 1,6%, explicada principalmente por uma revisão para baixo nas importações. O número, no entanto, não reflete força genuína: parte relevante do crescimento ainda decorre da retomada dos gastos federais após a paralisação orçamentária do 4T25 e do aumento dos gastos de defesa ligados ao conflito no Oriente Médio, enquanto o consumo das famílias segue em desaceleração.

No campo inflacionário, o PCE cheio avançou 4,1% em base anual em maio, acelerando ante os 3,8% de abril, e o núcleo registrou 3,4% no mesmo período. Esse nível de núcleo, mesmo excluindo energia e alimentos, sinaliza que as pressões inflacionárias começaram a se disseminar para além do choque energético, tornando o quadro monetário significativamente mais adverso para o Fed. Não se trata mais apenas de um choque de oferta passageiro, mas de uma inflação que começa a se enraizar, pressionada pelas interrupções persistentes no Estreito de Ormuz e seus efeitos sobre custos logísticos e preços de energia globais. O próprio Summary of Economic Projections (SEP) de junho revisou a projeção do Fed para o PCE ao fim de 2026 para 3,6%, ante 2,7% na estimativa anterior, e a mediana do dot plot migrou de uma indicação de corte para uma de alta, com o Bank of America projetando três altas de 25 pontos-base ainda em 2026, levando os juros ao intervalo de 4,25% a 4,50%.

Em maio, Kevin Warsh foi confirmado pelo Senado, assumindo a presidência do Fed com a inflação persistentemente acima da meta de 2,0% pelo quinto ano consecutivo. Em sua primeira reunião, em 17 de junho, manteve os juros inalterados no intervalo de 3,50% a 3,75% a.a., em decisão unânime, com comunicado mais curto, sem viés acomodatício e com encerramento direto: "O comitê irá entregar estabilidade de preços."

Na Zona do Euro, por outro lado, o choque do Oriente Médio exerceu pressão dupla: sobre os preços e sobre o crescimento, reflexo direto da maior dependência do bloco de energia importada. A inflação subiu para 3,2% em maio, ante 3,0% em abril, segundo estimativa flash do Eurostat, a leitura mais alta desde setembro de 2023 e bem acima da meta de 2,0% do BCE. O componente de energia foi o vetor dominante, com alta de 10,9%, o maior avanço desde fevereiro de 2023. O núcleo do HICP, que exclui energia e alimentos, avançou para 2,5% em maio, ante 2,2% em abril, com o componente de serviços acelerando para 3,5%, confirmando que a disseminação das pressões inflacionárias para além do choque energético começou a se materializar.

Diante desse quadro, o BCE elevou suas três taxas diretoras em 25 pontos-base na reunião de junho, o primeiro aumento desde 2023, pondo fim a quase três anos de pausa monetária. A facilidade de depósito passou para 2,25%, a taxa de refinanciamento para 2,40% e a facilidade de cedência de liquidez para 2,65%. Em comunicado, o BCE foi explícito: "A guerra no Médio Oriente está gerando pressões inflacionistas e a decisão de aumentar as taxas de juro apresenta-se robusta face a um conjunto de cenários." O BCE revisou suas projeções de inflação para 3,0% em 2026 e 2,3% em 2027, ambas com revisão significativa para cima.

O crescimento segue como contraponto preocupante. As perspectivas para o PIB do 2T26 apontam para crescimento próximo de zero, com as sondagens de atividade do setor privado de maio sinalizando estagnação. O BCE se vê em um dilema de estagflação: economia estagnada e inflação acima da meta, o que torna qualquer decisão de política monetária politicamente e tecnicamente custosa. Nesse contexto, o mercado precifica probabilidade superior a 50% de nova alta de 25 pontos-base ainda em 2026, com as atenções voltadas para as reuniões de julho e setembro.

Na China, o mesmo choque que forçou uma alta de juros na Europa, encontrou um terreno estruturalmente diferente. O país é exportador líquido de manufaturados, dispõe de reservas volumosas e mantém controles estatais que limitam a transmissão direta dos preços de energia ao consumidor. O resultado é um impacto real, mas menos agudo do que o observado no Ocidente.

O PIB chinês cresceu 5,0% no 1T26 em base anual, acelerando ante os 4,5% do trimestre anterior e superando a projeção de 4,8% do consenso, sustentado pela resiliência das exportações. As exportações avançaram cerca de 15% nos primeiros quatro meses de 2026, beneficiadas por uma agenda de diversificação comercial e por relações mais estáveis com os EUA após o recente encontro de cúpula em Pequim, com veículos elétricos e baterias de lítio seguindo como principais vetores de competitividade global. A meta oficial de 4,5% a 5,0% para o ano segue ao alcance, mas o NBS alertou para um "agudo" desequilíbrio entre oferta forte e demanda fraca.

No campo industrial, o PMI atingiu 52,2 pontos em abril, máxima desde dezembro de 2020, mas os dados de junho já apontam para moderação. Os preços de insumos aceleraram ao maior nível desde março de 2022 e os preços ao produtor bateram a máxima em quatro anos, reflexo dos custos elevados de energia e das perturbações nas cadeias de suprimento decorrentes do conflito no Oriente Médio. Trata-se de uma inflação de origem externa que os produtores têm dificuldade de repassar sem comprimir uma demanda doméstica já fragilizada.

O setor imobiliário segue como o principal vetor de fragilidade estrutural, sem sinais de reversão consistente, deprimindo o investimento e a demanda por commodities industriais. O PBoC manteve as taxas de referência inalteradas, mas sinalizou possível corte no compulsório dos bancos no 3T26 para reforçar liquidez. O Politburo deve se reunir em breve para revisar a direção das políticas, num contexto em que o ambiente externo "torna-se cada vez mais complexo e volátil", nas palavras do próprio NBS.

A reação das economias avançadas ao choque energético, com o Fed sinalizando altas e o BCE encerrando três anos de pausa monetária, estreitou o espaço de manobra de bancos centrais que ainda tentavam sustentar ciclos de afrouxamento. No Brasil, esse estreitamento chegou num momento particularmente delicado, com o Copom navegando entre uma inflação que acelera, um fiscal que não converge e um cenário eleitoral que começa a pesar sobre as expectativas.

O IPCA registrou alta de 0,58% em maio, avançando para 4,72% no acumulado de 12 meses, acima dos 4,39% do período anterior, com o grupo de Alimentação e Bebidas respondendo pelo maior impacto no mês. O acumulado de 4,72% já supera o teto da meta de 4,5%, e o Boletim Focus mais recente projeta IPCA de 5,11% para o fechamento de 2026, sinalizando que o ano deve encerrar com a meta descumprida e impondo dificuldade crescente ao Copom.

No campo monetário, o Copom, nas reuniões de 16 e 17 de junho, reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14,25% ao ano, dando continuidade ao ciclo de flexibilização iniciado em março. O comitê não sinalizou os próximos passos, reforçando os riscos inflacionários no comunicado e adotando postura de vigilância. O consenso de mercado já aponta que este pode ser o último corte do ciclo atual, com BTG Pactual, XP e outras casas convergindo para Selic terminal entre 14,00% e 14,25% ao final de 2026.

O campo fiscal permanece como vetor estrutural de atenção. A projeção de déficit primário do setor público consolidado segue em torno de 0,50% do PIB para 2026, acima da meta do governo de superávit de 0,25% do PIB. A esse quadro somou-se, ao longo de maio, a influência crescente do ciclo eleitoral de 2026 sobre os ativos domésticos, com movimentações políticas aumentando a volatilidade e contribuindo para a revisão das expectativas de juros e câmbio. A combinação de fiscal deteriorado e incerteza eleitoral reforça a percepção de risco país e mantém a curva de juros pressionada, limitando ainda mais o espaço para flexibilização monetária à frente.

O cenário descrito anteriormente encontrou reflexo direto nos mercados. A combinação de inflação acima do teto da meta, fiscal deteriorado e incerteza eleitoral crescente, somada à piora do cenário externo, produziu em maio o pior desempenho mensal da bolsa brasileira desde fevereiro de 2023. O Ibovespa encerrou maio com queda acumulada de 7,22%, fechando o último pregão a 173.787 pontos, numa sequência de perdas iniciada após o pico de 187 mil pontos registrado em abril. O vetor externo mais relevante do mês foi paradoxal: o petróleo Brent caiu 17,4% em maio diante das expectativas de acordo entre EUA e Irã que poderia normalizar o fluxo pelo Estreito de Ormuz. A queda do petróleo, que sinalizava possível alívio inflacionário global, gerou o efeito oposto na B3: derrubou os papéis de commodities e exportadoras, arrastando bancos e pressionando o índice numa dinâmica que ilustra bem a dupla dependência da bolsa brasileira ao ciclo de commodities e ao fluxo estrangeiro.

O IFIX recuou em maio, embora de forma menos intensa. O índice de fundos imobiliários caiu cerca de 2% no mês, com os fundos de fundo registrando a maior queda, mediana de 4,71%, e os fundos de papel mostrando a maior resiliência, queda mediana de 0,95%, beneficiados pelo patamar elevado de juros e inflação no curto prazo. Casos individuais de fundos de desenvolvimento imobiliário acusaram quedas de dois dígitos, pressionados pela alta de insumos como cimento, aço e materiais de construção atrelados ao petróleo. O quadro de fundo para os FIIs segue adverso no médio prazo: a abertura da curva de juros, o IPCA acima do teto da meta e a incerteza fiscal e eleitoral mantêm pressionado o custo de capital e a precificação dos ativos reais.

Performance do Sequóia III Renda Imobiliária FII

O Fundo encerrou maio cotado a R$ 52,05, com queda de 6,7% no período, resultado consistente com o desempenho da classe de fundos de tijolo no mês. O movimento reduziu o valor de mercado do Fundo para R$ 86,7 milhões Aos preços atuais, a cota reflete um valor implícito de R$ 2.019/m² para os ativos do portfólio, patamar significativamente inferior ao custo estimado de reposição de imóveis com padrão construtivo e características equivalentes.

Este descolamento entre valor de mercado e valor patrimonial permanece, em nossa avaliação, desproporcional frente à qualidade dos ativos e à estabilidade na geração de receita pelos locatários. Nesse contexto, entendemos que os níveis atuais de preço ainda não capturam adequadamente os fundamentos do portfólio, podendo representar uma oportunidade de reprecificação à medida que o ambiente macroeconômico evolui. Investir no SEQR11 significa acessar um portfólio sólido e diversificado por valores substancialmente inferiores aos necessários para reproduzir ativos semelhantes, o que, em nossa visão, sustenta a atratividade da tese de investimento.

A qualidade do portfólio se evidencia na elevada permanência média dos locatários, que de forma consistente supera os prazos contratuais originalmente estabelecidos. O prazo médio ponderado dos contratos, o WAULT, encontra-se superior a 3 anos, enquanto o tempo médio de permanência dos locatários excede 11 anos, reforçando a solidez das relações construídas ao longo do tempo e a previsibilidade da geração de receita do Fundo.

Tempo de Permanência dos Locatários Atuais nos

O SEQR11 segue apresentando geração de receitas consistente, sustentada por uma base de locatários com histórico comprovado de solidez operacional e adimplência. Em maio, destacamos o reajuste do contrato de locação do imóvel em Jandira (SP), ocupado pela Roma Oeste, com aplicação do IPCA acumulado dos últimos 12 meses. A gestão permanece ativa na supervisão dos ativos, assegurando a integridade física dos imóveis e avaliando continuamente alternativas que contribuam para a valorização e otimização do patrimônio dos cotistas.

Expectativa de Distribuição de Rendimentos

No dia 15 de junho de 2026, distribuímos R$980.000 em dividendos, referentes ao resultado de maio, o equivalente a R$0,5883 por cota. O pagamento foi efetuado aos detentores de cotas SEQR11 no dia 08 de junho de 2026, mantendo-se dentro do intervalo de R$0,58 a R$0,63 por cota, conforme o compromisso assumido para o período de competência de janeiro de 2026 a junho de 2026. Os dividendos anunciados para pagamento em maio de 2026 representam um yield anualizado de 14,44%, com base no preço da cota no último dia útil do mês.

O cenário macroeconômico continua desafiador, com a Selic em patamar elevado e espaço limitado para flexibilização adicional. Diante desse contexto, seguimos firmes no propósito de oferecer previsibilidade e consistência na geração de resultados aos nossos investidores. Desde o IPO, em fevereiro de 2021, o Fundo divulgou dez guidances, todos integralmente cumpridos. Como resultado, foram distribuídos R$ 11,65 milhões nos últimos doze meses e R$ 66,3 milhões desde o IPO.

No presente Relatório Gerencial, trazemos a atualização do nosso guidance, mantendo a previsão de distribuição de dividendos entre R$ 0,58 e R$ 0,63 por cota, de julho de 2026 a dezembro de 2026. Essa previsão não considera novas locações no imóvel da Penha, parcialmente alugado para a Notre Dame Intermédica Saúde S.A. (“GNDI”).

O gráfico a seguir mostra o acompanhamento dos rendimentos em relação ao guidance e a expectativa para os próximos meses.

Distribuição Mensal de Dividendos e Guidance - R$/cota (mês de competência)

Call mensal de resultados – Sequóia 10 minutos

Com o propósito de garantir transparência, governança e manter os cotistas e o mercado em geral informados a respeito do andamento do Fundo, promovemos todos os meses um encontro online de explicação de resultados, com amplo espaço para perguntas e respostas. A live referente ao mês de Maio de 2026 ocorrerá no dia 30 de Junho de 2026, às 9h00am (horário de Brasília) no canal da Sequóia no YouTube (link). Acreditamos que os calls mensais de resultados são um passo importante, que leva os padrões de governança da indústria de FIIs ao mesmo patamar das empresas de capital aberto. Adicionalmente, estamos presentes nos principais canais digitais. Siga a Sequóia e acompanhe nossos conteúdos exclusivos.

Agradecemos o interesse no Sequóia III e esperamos que este relatório possa fornecer uma visão completa e transparente do Fundo e seus ativos. Estamos à disposição para lhe atender em nossos canais de RI.

Atenciosamente,

Sequóia Properties

FALE COM O RI [email protected]_seqr11.sequoiaproperties.com.br (11) 3077-2860

RESUMO DO SEQUÓIA III RENDA IMOBILIÁRIA FII

Gestor:

Sequóia Fundos de Investimento Ltda.

Administrador:

Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda

Auditor: RSM Brasil

CNPJ:

09.517.273/0001-82

Ticker: SEQR11

Código ISIN: BRSEQRCTF002

Início na B3: Fevereiro / 2021

Exercício Social: 31/dez

Número de Cotas: 1.665.695

Público-Alvo Investidores em geral

Liquidez e Prazo Condomínio fechado, prazo indeterminado Taxa de Gestão e Administração 1,24% a.a. sobre o Patrimônio Líquido Taxa de Performance 20% a.a. sobre o que exceder 5,5% + IPCA Patrimônio Líquido 1 R$ 164.843.420,44 Patrimônio Líquido por Cota 1 R$ 98,96

R$ 0,5883

Rendimento por cota para detentores de cotas no dia 08 de junho de 2026

14,44%

Dividend Yield 2

R$ 52,05

Valor de mercado das cotas do Fundo 1

4.159

Número de cotistas 1

TESE DE INVESTIMENTOS

O Sequóia III Renda Imobiliária busca obter rendimentos através da aquisição de ativos imobiliários performados. O fundo tem estratégia de diversificação de renda entre os segmentos:

(i) logístico / industrial

(ii) imóveis de varejo fora de shopping centers

(iii) lajes ou edifícios comerciais

Dentre essas categorias, a estratégia da Sequóia é focar o Fundo nos perfis de risco chamados Core Plus e Value-add, que entendemos que apresentam o melhor equilíbrio da relação risco/retorno.

POLÍTICA DE DIVIDENDOS

O Fundo pagará dividendos no 10º dia útil de cada mês para cotistas que possuam a cota no 5º dia útil de cada mês.

PERFORMANCE DA COTA (UDM)

(1) No último dia útil do mês. (2) Dividend Yield equivale ao valor dos dividendos por cota dividido pelo valor da cota no último dia útil do mês.

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO FUNDO

A distribuição de rendimentos aos cotistas é uma função do resultado apurado de acordo com o regime de caixa. A Sequóia planeja as distribuições de acordo com as receitas e despesas projetadas, visando maximização e estabilidade dos dividendos mensais.

A tabela abaixo apresenta a Demonstração de Resultados gerencial do Sequóia III e suas métricas de rentabilidade.

em R$000, exceto quando indicadodez/25jan/26fev/26mar/26abr/26mai/26UDM
Demonstração de Resultado
Receitas Imobiliárias / Dividendos1.2051.2061.1901.1831.2441.22114.254
Receitas Financeiras333529322732345
Receitas Totais1.2381.2421.2191.2161.2711.25314.599
Taxa de Gestão e Administração(145)(170)(135)(144)(176)(161)(1.919)
Despesas Operacionais(22)(23)(55)(45)(18)(47)(329)
Despesas Extraordinárias
Despesas Financeiras
Despesas Totais(167)(193)(189)(189)(194)(208)(2.248)
Resultado do Período1.0701.0491.0301.0271.0771.04512.351
Dividendos
Dividendo Distribuído Quantidade Média de Cotas - 00097097097097097097011.640
Dividendo Distribuído por Cota - R$1.6661.666 0,5821.6661.6661.6661.6661.666
Dividendo Distribuído / Resultado - %0,582 90,6%92,5%0,582 94,2%0,5820,5820,5826,988
94,5%90,1%92,8%94,2%
Rentabilidade - % 1
Dividend Yield - Patrimonial (período)0,62%0,60%0,60%0,59%0,59%0,59%0,61%
Dividend Yield - Mercado (período)1,12%1,06%1,04%1,05%1,04%1,12%1,12%

Tributação: Pessoas físicas com menos que 10% das cotas são isentas de IR nos rendimentos distribuídos e tributadas em 20% no ganho de capital na venda das cotas desde que o fundo possua, no mínimo, 50 cotistas e suas cotas sejam negociadas exclusivamente em Bolsa ou mercado de balcão organizado (Lei 11.196/05).

PORTFÓLIO DO FUNDO

COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA

O Sequóia III possui 5 imóveis no portfólio:

Imóvel% Sequóia IIILocatárioLocalizaçãoTipo do ImóvelSetor do Locatário
1Jandira100%Roma OesteJandira, SPGalpãoLogístico / Alimentos
2Loja Habitarte100%St. MarchéSão Paulo, SPLojaVarejo Alimentar
3Madureira100%AtentoRio de Janeiro, RJContact CenterCRM / BPO
4Penha50%Notre DameRio de Janeiro, RJComercial UrbanoSaúde
5Magna SAP100%MagnaSt. Antonio da Patrulha, RSGalpãoAutomotivo

O gráfico abaixo demonstra a composição do portfólio pelo valor de avaliação de cada ativo (em R$mm):

Valores baseados em laudo de avaliação dos imóveis preparado pela Binswanger Brasil com data-base de 31-dez-2024

Sequóia III

i. Portfólio diversificado

ii. 93,3% de ocupação

iii. 5 imóveis

iv. R$160,7 milhões de valor de ativos

v. 41,8 mil $\mathrm { m } ^ { 2 }$ de ABL

Os gráficos abaixo demonstram a distribuição da receita por ativo e os meses de reajuste dos contratos, respectivamente:

Receita por ativo imobiliário (%)

*Loja Habitarte considera reajuste do aluguel mínimo

O gráfico abaixo apresenta a composição do Patrimônio Líquido do Fundo no último dia útil do mês (em R$mm):

Composição do Patrimônio Líquido

Fonte: Vórtx

Os gráficos abaixo demonstram a distribuição atual da ABL Própria do Fundo por:

Locatário

O gráfico abaixo apresenta o cronograma de vencimento dos contratos de locação:

WAULT: 3,2 anos

(prazo médio ponderado de vencimento dos contratos de

ABL Aluguel Imóvel Locatário Localização Ocupação Vencimento Avaliação² (m²) Atual
1Loja HabitarteSt. MarchéSão Paulo, SP3.416100%R$ 150 mil¹Ago-28R$ 26,1 mm
2JandiraRoma OesteJandira, SP10.329100%R$ 373 milMai-28R$ 46,7 mm
3MadureiraAtentoRio de Janeiro, RJ12.201100%R$ 377 milAgo-28R$ 44,6 mm
4PenhaNotre Dame IntermédicaRio de Janeiro, RJ4.08331%R$ 42 milAgo-40R$ 11,4 mm
5Magna SAPMagnaSt. Antonio da Patrulha, RS11.818100%R$ 304 milDez-29R$ 31,8 mm

(1) Aluguel variável com a receita do locatário, com um valor mínimo. Número indicado na tabela corresponde à média dos últimos 12 meses (2) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025. Proporcional à participação do Fundo

1. JANDIRA

Imóvel climatizado localizado no condomínio logístico Polo Industrial II em Jandira, município da Grande São Paulo. O imóvel possui ampla área de câmaras frias com capacidade de resfriamento e congelamento, ideal para o segmento alimentar. O imóvel locado para a Roma Oeste, tradicional companhia de distribuição de alimentos.

Jandira

LocatárioRoma Oeste
Dadno ntoParticipação Sequóia100,0%
LocalizaçãoJandira, SP
Setor do locatárioLogístico / Alimentos
ABL10.329 m²
ABL Proporcional Sequóia10.329 m²
Tipo do imóvelGalpão
% da ABL do Fundo25%
Ava5cadAvaliação do AtivoR$46,7 mm
Avaliação Proporcional SequóiaR$46,7 mm
Conrca e çaoLocatárioRoma Oeste
Típico Tipo do contrato atual
maio/28 Vencimento
Revisional NA
Índice de reajuste IPCA
R$374 mil Aluguel atual
Aluguel atual Proporcional Sequóia R$374 mil
GarantiaDepósito bancário
PerrnceOcupação100%
Atraso de aluguel (1 - 89 dias)
Inadimplência de aluguel (>90 dias)

(1) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025

2. LOJA HABITARTE

Imóvel comercial localizado no Brooklin, bairro da zona sul da cidade de São Paulo. O imóvel encontra-se embaixo de um dos empreendimentos imobiliários mais icônicos da cidade, o Habitarte.

LocatárioSt. Marché
Participação Sequóia100,0%
LocalizaçãoSão Paulo (Brooklin), SP
Setor do locatárioVarejo Alimentar
ABL3.416 m
Daddns nto ABL Proporcional Sequóia3.416 m²
Tipo do imóvelLoja
% da ABL do Fundo8%
Avaliação do Ativo
AvalçcadR$26,1 mm R$26,1 mm Avaliação Proporcional Sequóia
LocatárioSt. Marché
Tipo do contrato atualTípico
agosto/28 Vencimento
Contaa e çaoRevisional A partir de agosto/21
Índice de reajuste
IGP-M para o valor mínimo
Aluguel atualR$150 mil
Aluguel atual Proporcional Sequóia₂R$150 mil
GarantiaSeguro Fiança
100% Ocupação
PerrnceAtraso de aluguel (1 - 89 dias)
Inadimplência de aluguel (>90 dias)

(1) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025

(2) Aluguel variável com a receita do locatário, com um valor mínimo. Número indicado na tabela corresponde à média dos últimos 10 meses

3. MADUREIRA

O imóvel foi construído sob medida para a operação da Atento, no modelo Built-to-Suit. A Atento é uma das maiores empresas de CRM e BPO do mundo, líder no setor na América Latina.

PerformanceContrato de LocaçãoAvaliaçãdDados do Empreendimento
Inadimplência de aluguel (>90 dias)Atraso de aluguel (1 - 89 dias) Ocupação 100%Aluguel atual Proporcional Sequóia Garantia Fiança bancáriaAluguel atual R$377 mil R$377 milÍndice de reajuste IPCARevisional Vencimento agosto/28 A partir de agosto/24Tipo do contrato atual TípicoLocatário AtentoAvaliação Proporcional Sequóia ' Avaliação do Ativo ' R$44,6 mm R$44,6 mm% da ABL do Fundo Tipo do imóvel 29% Contact CenterABL Proporcional Sequóia ABL 12.201 m² 12.201 m²Setor do locatário CRM/ BPOParticipação Sequóia Localização Rio de Janeiro (Madureira), RJLocatário Atento 100,0%

(1) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025

4. PENHA

O imóvel, originalmente construído sob medida para a Atento no modelo Built-to-Suit, encontra-se vago desde março de 2024. Em agosto de 2025, o Fundo firmou contrato de locação com o Grupo Notre Dame Intermédica para cerca de 31% da área total, e a gestão segue atuando na locação da área remanescente, avaliando potenciais ocupantes do mesmo segmento de CRM e alternativas de mudança de uso (educação e saúde).

PerformanceContrato de LocaçãoAvaliaçãoDados do Empreendimento
Inadimplência de aluguel (>90 dias)Atraso de aluguel (1 - 89 dias) OcupaçãoGarantiaAluguel atual Proporcional SequóiaAluguel atual R$42 mil R$83 milRevisional Índice de reajuste A partir de agosto/28 IPCAVencimento agosto/40Tipo do contrato atual Locatário Típico Notre Dame IntermédicaAvaliação Proporcional Sequóia R$11,4 mm% da ABL do Fundo Avaliação do Ativo R$22,8 mm 10%Tipo do imóvel Comercial UrbanoABL Proporcional Sequóia ABL 8.166 m² 4.083 m2Setor do locatário Localização Rio de Janeiro (Penha), RJ SaúdeLocatário Participação Sequóia 50,0% Notre Dame Intermédica

(1) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025

5. MAGNA SAP

Imóvel locado para a multinacional canadense Magna, uma das maiores fornecedoras do setor automotivo do mundo. O imóvel foi construído sob medida para a locatária, no modelo Built-to-Suit.

PerformanceContrato de LocaçãoDados do Empreendimento
Atraso de aluguel (1 - 89 dias) Inadimplência de aluguel (>90 dias)OcupaçãoGarantia Aluguel atual Proporcional SequóiaAluguel atual Índice de reajusteRevisional WN IPCATipo do contrato atual Vencimento Atípico dezembro/29Locatário MagnaAvaliaçã Avaliação Proporcional Sequóia Avaliação do Ativo R$31,8 mm R$31,8 mm% da ABL do Fundo Tipo do imóvel 28% GalpãoABL Proporcional Sequóia ABL 11.818 m²Setor do locatário Industrial / AutomotivoParticipação Sequóia Localização 100,0%Locatário Magna
100%R$304 mil R$304 mil11.818 m²Santo Antonio da Patrulha, RS

(1) Baseado em laudo de avaliação do imóvel preparado pela Ipê Avaliações com data-base de 31-dez-2025

GLOSSÁRIO

PRINCIPAIS TERMOS APLICÁVEIS AO FUNDO

ABL | Área Bruta Locável – Soma das áreas úteis, disponíveis para locação

ABL Próprio | ABL de propriedade do Fundo (proporcional à participação do Fundo em cada ativo)

Aluguel Mínimo | Aluguel mínimo de um contrato de locação que possua um formato variável

Aluguel Percentual ou Aluguel Complementar | Diferença, se positiva, entre o aluguel mínimo e o aluguel calculado pelo percentual da receita do locatário

CAGR | Compound Average Growth Rate – Crescimento médio em um dado período

CRI | Certificado de Recebível Imobiliário – Títulos de recebíveis lastreados em créditos imobiliários

NOI | Net Operating Income ou Resultado Operacional Líquido – Resultado do Fundo após dedução das despesas

SPE | Sociedade de Propósito Específico – sociedade criada para o único propósito de desenvolver um empreendimento

UDM | Últimos Doze Meses

Valor de Mercado das Cotas | Valor de mercado extraído da plataforma Clear Trader

WAULT | Weighted Average Unexpired Lease Term – Prazo médio ponderado de vencimento dos contratos de locação

Yield | Rentabilidade – Valor dos dividendos por cota dividido pelo valor da cota

YTD | Year To Date – Resultado acumulado desde o início do ano

CONTATOS

Fábio Idoeta – CFO e Diretor de RI

Danielle Flores – Gerente de RI

(11) 3077-2860

[email protected]

seqr11.sequoiaproperties.com.br

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