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Relatório Gerencial SNCI11 de janeiro de 2026

Relatório Gerencial do Suno Recebíveis Imobiliários (SNCI11), fundo imobiliário de papel, referente a janeiro de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 23/02/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do SNCI11 fechou a R$ 78,77, com P/VP de 0,82 (valor patrimonial de R$ 96,06 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 1,00 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 13,96% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 403,5 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.

Informações

CNPJ
41.076.710/0001-82
Tipo
Relatórios
Assunto
Relatório Gerencial
Data de referência
30/01/2026
Data de entrega
23/02/2026 20:12
Versão
1
Situação
(Ativo)

Conteúdo

SUNO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII

CNPJ

41.076.710/0001-82

INÍCIO DO FUNDO

AGOSTO/2021

ADMINISTRADOR

BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM

PÚBLICO-ALVO

INVESTIDORES EM GERAL

GESTOR

SUNO GESTORA DE RECURSOS LTDA

TAXA DE ADMINISTRAÇÃO

0,15% A.A.

TAXA GESTÃO

0,70% A.A.

TAXA DE PERFORMANCE

N/A

SUNO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII

O SNCI11 - SUNO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII é um fundo de renda com gestão ativa. O fundo tem como objetivo investir em diferentes tipos de dívidas (majoritariamente CRis) que fomentam o mercado imobiliário.

SUMÁRIO

  • BULLET POINTS 3
  • DESTAQUES DO MÊS 3
  • TESE DE INVESTIMENTOS 4
  • CENÁRIO MACROECONÔMICO 5
  • CARTA DO GESTOR 13
  • PERGUNTAS FREQUENTES 19
  • PERFORMANCE/DESEMPENHO 25
  • RESULTADO 27
  • ALOCAÇÕES E MOVIMENTAÇÕES 29
  • MONITORAMENTO DOS ATIVOS 37
  • COMENTÁRIOS SOBRE OS ATIVOS 40
  • DETALHAMENTO DOS DEMAIS ATIVOS 47
  • QUADRO DE DELIBERAÇÕES EM AGTs DOS ATIVOS 56
  • GLOSSÁRIO 57
  • FUNDOS SUNO ASSET 59

B U L L E T P O I N TS

R$ 1,00 Distribuição por cota

16,48% Yield Médio dos Ativos (All In)

R$ 0,20 Lucro acumulado por cota

13,48% Dividend Yield Anualizado

R$ 89,00 Cota Fechamento de Mercado

R$ 98,73 Cota Patrimonial

36.122 Número de cotistas

0,90 P/VP

R$ 414,65 MM Patrimônio Líquido

66,14% LTV Médio Ponderado

R$ 373,80 MM Valor de Mercado

4.200.000 Número de cotas disponíveis

D E S TA Q U E S D O M Ê S

Distribuição e Rentabilidade: Em dezembro, o fundo anunciou a distribuição de R$ 1,00 por cota, em conformidade com o guidance, que seguirá entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o primeiro trimestre de 2026. O spread de crédito se recuperou para 3,57% no mês com novas alocações e o prosseguimento das ações de recuperação de crédito dos ativos, ainda em execução.

Desempenho e Liquidez: A performance patrimonial do Fundo rentabilizou adequadamente no mês, a 0,57%. A liquidez média diária registrou o valor de R$ 1.172 mil, segundo maior valor histórico (maior em um movimento de alta), um indicativo positivo da negociabilidade do fundo.

Gestão Ativa do Portfólio: O mês foi marcado por quitações e movimentações de carteira. A gestão realizou pouco mais de R$ 52MM em compras, R$ 14,3MM em vendas e contou com R$ 20,3MM em quitações, movimentos que apresentaremos com mais detalhes na ‘Carta do Gestor’. A alavancagem líquida do Fundo se posicionou em 9,59% do PL, e deve ser reduzida dentro do trimestre.

Gestão de Ativos: Em janeiro, a gestão atuou ativamente nas assembleias de titulares, com destaque para as importantes deliberações no CRI Supreme Garden, em movimento final de obras. O fundo encerrou o mês com quatro ativos em tratamento especial: CRI AIZ (aguardando devida quitação dos papéis após AGT de dezembro), CRI Vanguarda (já com uma estimativa de recuperabilidade), CRI RDR (avançando nos trabalhos de recuperação dos créditos) e CRI Solar Junior (representativo de 0,1% do PL do Fundo). Discutiremos isso em detalhes na ‘Carta do Gestor’.

T E S E D E I N V E S T I M E N T O S

O SNCI11 é um FII de papel que tem como foco principal investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), em geral para término de obra, mas buscando também diversificação, seja para projetos de Geração Distribuída (GD), riscos contratuais ou riscos corporativos. O fundo foi desenhado para proporcionar ao investidor uma combinação de segurança e retorno, alocando também taticamente em outros FIIs, buscando maximizar a performance e mitigar riscos. Com uma carteira diversificada e gestão ativa, o SNCI busca entregar retornos mensais previsíveis e pouco voláteis, sendo o IPCA + 7% seu benchmarkteórico. Sua exposição a diferentes setores do mercado imobiliário e a outras classes de ativos o torna uma opção interessante para quem deseja rendimentos mensais, além de o fundo ainda se destacar pelos custos e taxas competitivas dentre os pares da indústria.

Posicionando como um fundo Middle-Risk

High Grade

Portfólios com menor exposição ao risco e menor rentabilidade média, mas se destaca em momentos de maior estresse de mercado.

Middle Risk

Maior balanceamento, com uma alocação diversificada entre ativos de ambos os espectros, ponderando a relação riscoretorno

High Yield

Captura

oportunidades

de ativos de

maior

rentabilidade,

assumindo uma

maior

volatilidade em

determinadas

janelas

temporais

Estratégia que visa boas oportunidades

Estratégia de alocação em CRIs majoritariamente

Busca por oportunidades em todos os espectros

Portfólio indexado de acordo com cenário macro

Investimento em estruturas sólidas e de risco mensurável

Processo de investimentos

Originação ativa de pipeline

Análise de Crédito

Comitê de Investimentos

Due Dilligence

Negociação/ estruturação

Investimento no ativo

A força da originação e estruturação interna

Maior poder de negociação sobre termos e condições das operações

Participação majoritária no investimento e poder em AGTs

Customização do ativo de modo a atender a operação do devedor

Relacionamento com o devedor e possibilidade aberta de reestruturações

C E N Á R I O M A C R O E C O N Ô M I C O

Ibovespa em máximas históricas, política monetária em inflexão e o próximo capítulo do ciclo brasileiro 2026–27

Desempenho dos Mercados e riscos no curto prazo

Janeiro confirmou um movimento que vinha se desenhando desde o fim de 2025: o investidor global voltou a olhar para mercados emergentes com mais apetite e, quando isso ocorre, o Brasil costuma estar no radar.

No gráfico a seguir, observa-se esse padrão: quando o dólar perde força — refletido na queda do índice DXY — a performance relativa dos mercados emergentes tende a melhorar, como evidenciado pelo desempenho bastante positivo do MSCI Emerging Markets. Nos últimos meses, essa correlação negativa tornou-se mais pronunciada.

Índice DXY e Índice MSCI Emergentes

Fonte: Refinitiv / Elaboração: Suno Asset

O aumento da busca do mercado global por diversificação geográfica e por ativos como ouro e prata ocorreu por alguns fatores como: i) analistas citam o valuation esticado da bolsa norteamericana; ii) o enfraquecimento do dólar; iii) a redução do “excepcionalismo” dos EUA em meio a ruídos políticos da administração Trump; e iv) um alívio recente das tensões geopolíticas, especialmente após declarações da Casa Branca indicando o não uso de força militar na questão da

Groenlândia e a não imposição de tarifárias a países europeus, após a abertura de diálogo sobre o tema.

No Brasil, esse impulso externo encontrou um pano de fundo doméstico favorável.A consolidação de um “combo Brasil”, resultados corporativos positivos e dados econômicos – comentaremos com mais detalhes adiante - que reforçam a leitura de que a política monetária se aproxima do início do ciclo de flexibilização

A combinação desses fatores globais e domésticos levou o Ibovespa a renovar máximas ao longo do mês, rompendo a marca dos 180 mil pontos e acumulando alta de mais de 10% em 2026.Esse movimento foi impulsionado, principalmente, pela entrada de capital estrangeiro na B3. Os dados acumulados de janeiro até 30/01 indicam uma entrada líquida de R$ 26,4 bilhões, o equivalente a cerca de 98% do total observado ao longo de todo o ano de 2025 (R$ 26,9 bilhões), conforme ilustrado na figura abaixo.

Entrada de Capital Estrangeiro na B3 (R$ Bilhões)

Dados até jan/26 / Fonte: B3 / Elaboração: Suno Asset

No curto prazo, não se pode descartar a ocorrência correções. Ainda assim, mantidas as condições atuais, seguimos avaliando que o início do ciclo de queda de juros no Brasil — e o consequente aumento do apetite por renda variável — pode atuar como um importante gatilho para sustentar o desempenho da bolsa brasileira.

Riscos de curto prazo: Japão e a sucessão no Fed

Apesar do pano de fundo mais favorável, algumas incertezas estão em nosso radar.

O primeiro diz respeito ao Japão. A elevação dos juros em relação aos últimos anos, combinada com uma política fiscal mais expansionista em um país cuja dívida pública supera 200% do PIB, tem pressionado o custo de financiamento da dívida, os títulos de longo prazo e elevado os prêmios exigidos pelos investidores. Dado o papel histórico do Japão como fonte de financiamento barato para operações de carry trade, essa reprecificação pode levar à redução de posições em mercados emergentes, com impactos sobre o câmbio, a curva de juros e o apetite por renda variável.

Além disso, aumenta o risco de realocação de portfólios por parte de investidores japoneses, com migração parcial de títulos norte-americanos para papéis domésticos. Caso esse movimento ganhe escala, pode pressionar os juros nos Estados Unidos e, por esse canal, afetar economias como o Brasil sobretudo na ponta longa da curva, mais sensível ao prêmio de prazo global e a choques de aversão ao risco.

Em nossa avaliação, trata-se predominantemente de um risco de curto prazo: se a normalização for conduzida de forma ordenada, o mercado tende a absorver o novo equilíbrio; se for malconduzida, pode gerar episódios de volatilidade mais intensa.

O segundo risco diz respeito à escolha do próximo presidente do Federal Reserve e à possibilidade de interferência política na condução da política monetária. Na sexta-feira, 30/01, Trump indicou Kevin Warsh para suceder o atual presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Warsh foi diretor do Fed entre 2006 e 2011 e teve atuação relevante durante a crise financeira de 2008, período em que era visto como um dirigente de perfil mais hawkish (menos propenso a cortes de juros).

Mais recentemente, no entanto, Warsh tem adotado um discurso mais crítico à postura atual do Fed e passou a se mostrar mais favorável a juros mais baixos. Ao longo das próximas semanas, à medida que o processo de confirmação avance no Senado, o mercado deverá buscar sinais mais claros sobre seu posicionamento. Caso se consolide a percepção de influência política sobre a independência do banco central norte-americano, não se pode descartar a ocorrência de movimentos abruptos no dólar e nos juros globais.

Entretanto, em nossa visão, a decisão colegiada do FOMC limita riscos relevantes à credibilidade da autoridade monetária no curto prazo.

Nesse contexto, vale destacar que o Fed manteve os juros no intervalo de 3,50%-3,75% a.a. na quartafeira (28/01), decisão amplamente esperada. Mesmo assim, o apetite por risco não foi comprometido, e o mercado e nós seguimos precificando dois cortes em 2026.

Ciclo econômico brasileiro 2026-2027

Cenário 2026

Do ponto de vista doméstico, o quadro macroeconômico brasileiro não se alterou de forma relevante em relação ao observado em dezembro.Seguimos diante de uma economia em processo de desaceleração gradual, compatível com os efeitos defasados de uma política monetária ainda restritiva, mas sem sinais de ruptura ou deterioração abrupta da atividade.

Os dados mais recentes continuam apontando para uma moderação do ritmo de crescimento, com perda de tração nos segmentos mais sensíveis às condições financeiras.Ao mesmo tempo, o mercado de trabalho permanece relativamente resiliente: a taxa de desemprego segue em mínimas históricas e a massa salarial permanece elevada, sustentando a demanda e ajudando a explicar por que a desaceleração ocorre de forma mais contida. Com a incorporação do último dado, divulgado na sexta-feira (30/01), revisamos marginalmente a nossa projeção para taxa de desemprego de 6,2% para 6,0% ao fim deste ano.

No campo inflacionário, o processo de desinflação segue em curso e, após dados melhores do que projetados, revisamos marginalmente nossa projeção para o IPCA ao final de 2026 de 4,1% para 4,0%.

Entretanto, a composição ainda exige cautela. Embora a inflação cheia tenha recuado e permaneça dentro do intervalo da meta, alguns componentes continuam acima do desejado. O principal foco de atenção segue sendo a inflação de serviços intensivos em mão de obra, que reflete diretamente um mercado de trabalho aquecido. Esses itens seguem rodando acima do limite superior da meta e continuam sendo uma fonte relevante de desconforto para a autoridade monetária.

Por outro lado, fatores importantes têm contribuído para um quadro inflacionário mais benigno no horizonte relevante. O câmbio se apreciou mais do que esperávamos, refletindo a melhora do ambiente externo e o enfraquecimento recente do dólar, o que ajuda a aliviar pressões sobre os preços de bens. Além disso, preços de commodities, de alimentos e de bens industriais têm mostrado comportamento mais favorável, reforçando a leitura de desaceleração gradual da inflação ao longo de 2026.

Nesse contexto, a reunião de janeiro do Copom marcou a consolidação da sinalização para o início do ciclo de queda de juros. A Selic foi mantida em 15,0% a.a., em decisão unânime e esperada, mas o Comitê promoveu uma mudança relevante na comunicação ao indicar que poderá iniciar o ciclo de cortes já na próxima reunião, em linha com nossas projeções.

Em nosso cenário-base, mantemos a expectativa de corte de 0,5 p.p. em março e projetamos uma taxa Selic terminal de 12,50% a.a., desde que não haja a materialização de choques relevantes no ambiente externo ou doméstico.

Abaixo, segue os nossos cenários para a projeção da taxa de juros para as próximas reuniões.

Cenários para a Trajetória da Taxa Selic (% a.a.)

CopomCenário OtimistaCenário BaseCenário Pessimista
Probabilidade25%60%15%
jan/2615,00%15,00%15,00%
mar/2614,50%14,50%14,75%
abr/2614,00%14,00%14,50%
jun/2613,50%13,50%14,25%
ago/2613,00%13,00%14,00%
set/2612,50%12,50%13,75%
nov/2612,00%12,50%13,50%
dez/2612,00%12,50%13,00%
dez/2710,25%10,75%11,75%

Fonte: Banco Central / Elaboração: Suno Asset

No campo fiscal, apesar de alguma melhora marginal no curto prazo, o diagnóstico estrutural permanece essencialmente o mesmo. Houve revisões positivas nas projeções de resultado primário para 2026, mas o quadro ainda exige cautela — especialmente em um ano eleitoral, quando aumentam os ruídos políticos e demandas por mais gastos. O fiscal, portanto, segue como um importante condicionante da trajetória dos juros, do câmbio e do prêmio de risco ao longo do ano.

Em síntese, o cenário brasileiro permanece caracterizado por uma transição ordenada: atividade perdendo força de forma gradual, inflação desacelerando, mas ainda com focos de preocupação, política monetária caminhando para a flexibilização e um fiscal que, embora tenha apresentado algum alívio no curto prazo, continua impondo limites ao grau de conforto do cenário prospectivo.

Cenário 2027

Para 2027, nossa avaliação é de um crescimento mais contido da economia brasileira, refletindo a combinação entre menor impulso fiscal e o esgotamento gradual dos vetores que sustentaram a atividade nos últimos anos.

Em nosso cenário, independentemente do resultado das eleições, será necessário algum grau de ajuste das contas públicas a partir de 2027, o que tende a reduzir a expansão dos gastos e, consequentemente, diminuir o suporte da política fiscal sobre o PIB. A magnitude desse ajuste deverá variar de acordo com o desenho e a condução da política econômica do próximo governo, mas o movimento de correção é, em nossa avaliação, inevitável.

Além disso, o carrego estatístico deixado de 2026 para 2027 — o crescimento “herdado” — deverá ser baixo, próximo de 0,3%, limitando um ritmo mais robusto de expansão. Nesse contexto, projetamos crescimento de 1,4% do PIB em 2027, como podemos observar na imagem a seguir. Em linha com esse cenário, a taxa de desemprego tende a apresentar alguma elevação, alcançando 6,7%.

PIB (Var. Anual, %)

Fonte: IBGE / Elaboração: Suno Asset

No campo fiscal, em nosso cenário-base, projetamos que o governo central registre um déficit primário de 0,3% do PIB em 2027, equivalente a R$ 48,7 bilhões. No entanto, ao considerar os descontos permitidos para fins de cumprimento da meta estipulada pelo Novo Arcabouçou Fiscal — em especial a exclusão do pagamento de precatórios (R$ 96 bilhões) —, o Executivo conseguiria cumprir com a regra, encerrando o ano com um superávit de 0,3% do PIB, ou R$ 47,3 bilhões – levemente abaixo do centro da meta de superávit de 0,5% do PIB.

Em nossas estimativas, a dívida bruta (DBGG) deverá continuar em trajetória ascendente, terminando o ano que vem em 86,7% do PIB.

Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG, %PIB)

Fonte: Banco Central / Elaboração: Suno Asset

A boa notícia é que, caso essas reformas sejam bem desenhadas, há espaço para um choque positivo de expectativas, com redução do risco-país, compressão dos prêmios de risco dos ativos e melhora do ambiente financeiro, o que pode gerar fôlego adicional para o crescimento e maior ânimo para os mercados, mesmo em um contexto de ajuste fiscal.

No campo inflacionário, a perspectiva é de manutenção de um quadro relativamente comportado, em linha com a desaceleração da economia. Nossa projeção é de um IPCA de 3,8% em 2027, ainda acima da meta, mas com uma composição mais favorável:a inflação de serviços, principal foco de preocupação da autoridade monetária, tende a encerrar o ano em torno de 4,0%, refletindo o arrefecimento do mercado de trabalho e a perda de fôlego da demanda.

A combinação entre desaceleração da atividade, menor pressão no mercado de trabalho, inflação mais bem comportada e expectativas mais próximas da meta, abre espaço para a continuidade do ciclo de flexibilização monetária. Em 2027, projetamos uma taxa Selic terminal de 10,75% a.a. Essa flexibilização monetária poderá trazer impactos positivos para renda variável.

Por fim, o câmbio volta a se destacar como uma variável sensível neste horizonte. O efeito defasado do calendário eleitoral de 2026, as incertezas fiscais e a redução do diferencial de juros Brasil–EUA ao longo do ciclo de cortes doméstico tendem a manter a moeda sob pressão. Em nosso cenário, seguimos projetando um câmbio mais depreciado, em torno de R$ 5,65 ao final de 2027.

Segue abaixo a tabela das nossas estimativas. Caso necessário, faremos novas revisões das nossas projeções.

Projeções Suno

Brasil - Variáveis Econômicas2024202520262027
PI B (var % a.a. real em volu me)3,4%2,3%1 ,8%1 ,4%
PI B Nominal (R$ Tri)R$ 11 ,779R$ 12,566R$ 13,300R$ 13,998
Taxa de Desem prego (%, fim do período)6,2%5,1 %6,0%6,7%
I PCA (%, a/a, fim de período)4,8%4,26%4,0%3,8%
I PCA - Ad ministrados (%, a/a, fim de período)4,7%5,3%3,8%3,5%
I PCA - Livres (%, a/a, fim de período)4,9%3,9%4,1 %3,9%
Taxa Selic (% a.a., fim de período)12,25%15,00%12,50%1 0,75%
Taxa de Câm bio (R$/US$, fim de período)6,195,505,655,65
Balança comercial (US$ bilhões)74,268,372,175,3
Resu ltado Primário do Governo Central (% PI B) - meta0,09%0,1 %0,1 %0,3%
Resu ltado Primário do Governo Central (% PI B)0,4%0,5%0,6%0,3%
Dívida Bruta - DBGG (% PI B)76,3%78,7%83,3%86,7%
Dívida Líq u ida do Setor Pú blico - DLSP (% PI B)61 ,3%65,3%68,0%70,9%

Fonte: IBGE, Banco Central e ComexStat / Elaboração: Suno Asset

C A R TA D O G E S T O R

Prezado investidor,

Neste ano que começa, apresentamos a Carta do Gestor referente ao mês de janeiro de 2026, com o objetivo de compartilhar um panorama da performance do SNCI11, comentar as movimentações da carteira, perspectivas de alocação futura e atualizar sobre o acompanhamento de ativos e as deliberações da equipe de gestão nas Assembleias Gerais de Titulares (AGTs).

Cenário e Performance

No mês de janeiro, o SNCI11 apresentou uma rentabilidade ajustada de 5,96%, considerando o preço de fechamento da cota, que encerrou o período em R$ 89,00. No mês, o SNCI11 foi capaz de superar o IFIX (2,27%) e os principais pares (3,40%). Acreditamos que a performance visualizada neste mês e nos dois meses anteriores (14,24% de rentabilidade nos últimos 3 meses) segue corrigindo o gap visualizado desde metade de 2025, a partir dos eventos de crédito do Fundo, uma vez que mensalmente o Fundo vem recuperando parte do saldo exposto às operações, conforme demonstrado no Relatório Gerencial, além de atuar com máxima transparência nos prognósticos das operações em curso. Nos últimos 12 meses, a performance do Fundo atinge uma rentabilidade ajustada de 25,84%, levemente abaixo do IFIX (27,82%), mas acima do IFIX Papel (24,32%) e à média dos fundos comparáveis (25,33%). Apesar da melhora na precificação do Fundo, seguimos observando com cautela os movimentos de recuperação observados nos CRIs AIZ, Solar, Vanguarda e RDR, sobre os quais falaremos em detalhes mais à frente. A Gestão tem empreendido esforços relevantes na resolução dos eventos de crédito ocorridos nestes CRIs, que hoje somam 7,30% do PL do Fundo. Acreditamos que tais eventos podem explicar parte do descolamento do SNCI frente aos pares de melhor rentabilidade (3º quartil) nos últimos 12 meses (25,84%, frente a 31,43% dos pares mais rentáveis).

Para além disso, a rentabilidade patrimonial, ajustada pelos proventos, teve ganho relevante de 0,57% no mês, frente a um ganho de 0,64% nos Fundos pares. Com isso, o valor patrimonial por cota após distribuição se elevou para R$ 98,73. Nos últimos 12 meses, o SNCI obteve uma performance patrimonial ajustada de 10,75%, acima da média e da mediana dos Fundos Pares (10,37% e 10,00%, respectivamente). Destacamos o fato de que os ativos do Fundo, sobretudo aqueles em situação especial encontram-se devidamente marcados pela Administradora, de forma que esperamos visualizar o crescimento deste valor a partir das medidas de recuperação de crédito atualmente em curso. Dessa forma, o Fundo encerrou maio com um P/VP de 0,90, em recuperação comparado ao valor do último fechamento mensal. A liquidez média diária (ADTV) no mês registrou valor de R$ 1.172 mil, segundo maior valor histórico do Fundo (os maiores valores históricos diários foram registrados no mês) e em um movimento de alta da cotação.

Distribuição de Rendimentos

Em linha com nossa previsibilidade, o Fundo distribuiu R$ 1,00 por cota em 23 de janeiro e anunciou uma nova distribuição de R$ 1,00 por cota para fevereiro, seguindo o guidance publicado. Após a distribuição, o Fundo encerra o período com um resultado acumulado de R$ 0,20 por cota.

O guidance de distribuição segue fixado novamente entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o 1º trimestre de 2026. Entendemos que esse patamar segue saudável para o SNCI11 enquanto se empenha nas medidas de recuperação de crédito dos ativos em situação especial e aguarda a maturação de seus empreendimentos imobiliários, sobretudo os de MZM, Supreme Garden e Gafisa Sorocaba. Além disso, reforçamos o caráter middle-risk do Fundo e o viés de linearização dos proventos a título de previsibilidade para nossos investidores. Seguiremos acompanhando de perto os índices de inflação (IPCA/INCC) e de Selic, indexadores dos CRIs doFundo, a partir das expectativas de redução da taxa nas próximas reuniões do COPOM, sendo certo que posicionaremos nossos investidores quanto a eventuais impactos na rentabilidade dos ativos e consequentemente da distribuição do SNCI11.

Gestão da Carteira e Alavancagem

Seguindo nossa estratégia de gestão ativa, destacamos as seguintes movimentações em novembro:

Compras:

O R$ 10,67 milhões do CRI AXS III a uma taxa de IPCA + 11,00%, desmontando a compromissada associada ao papel;

o R$ 0,18 milhões do CRI LocPay Sênior (Prefixado em 23,87% a.a.);

R$ 3,19 milhões do CRI OPY, a uma taxa de 10,50%, fora da curva do papel e com considerável deságio (curva de IPCA + 7,3557% a.a.);

o R$ 0,6 milhões do CRI MZM, 5ª série (IPCA + 12,95%);

o R$ 2,09 milhões do CRI Arpoador, série subordinada (CDI + 12,00%);

o R$ 5,02 milhões do CRI GF6, novo investimento do Fundo, referente a uma operação de loteamento em Imperatriz/MA (IPCA + 15,00%), contando com fortes garantias reais e uma Razão de Garantia superior a 200% na partida, sem novas integralizações previstas.

o R$ 30 milhões em uma operação compromissada de 60 dias, rentabilizando o equivalente a CDI + 1,15% a.a.

Vendas:

o R$ 8,30 milhões do CRI Esatas (IGPM + 8,00% a.a.), de forma compromissada;

o R$ 9,07 milhões do CRI Arpoador Sênior (CDI + 4,50% a.a.);

o R$ 2,89 milhões do SNME11, a um preço médio de R$ 9,73/cota.

Quitações:

o R$ 3,12 milhões do CRI Tecnisa, encerrando o investimento após mais de 4 anos no ativo, recomprado antecipadamente em um mês de diferença para o vencimento original;

Como resultado, o Fundo encerrou o mês com R$ 33,17 milhões em caixa, o que posiciona a alavancagem líquida em 9,59% sobre o Patrimônio Líquido. De forma a garantir maior previsibilidade na gestão do passivo, temos nos empenhado em recomprar posições anteriormente financiadas por operações compromissadas, bem como reduzir seu custo, como pode ser acompanhado a partir do quadro de ‘Ativos em Operações Compromissadas’.

Perspectivas de Alocação Futura (Pipeline)

Atentos à reciclagem e diversificação do portfólio, o SNCI11 tem hoje algumas expectativas de alocação futura, que podem ou não se concretizar dentro dos prazos e montantes indicados, conforme segue:

Fevereiro/2026

o Até R$ 3MM no CRI Bit Barueri Série 4, com taxa de CDI + 5,50%;

o Até R$ 1,0MM no CRI LocPay Sênior, com taxa prefixada em 23,87% a.a.;

Março/2026

o Até R$ 3MM no CRI Bit Barueri Série 4, com taxa de CDI + 5,50%;

o Até R$ 1,5MM no CRI MZM V, com taxa de IPCA + 12,95%, encerrando as integralizações no ativo;

o Até R$ 1,0MM no CRI LocPay Sênior, com taxa prefixada em 23,87% a.a., encerrando as integralizações no ativo;

o Até R$ 18MM em CRI de aquisição de terreno para incorporação com taxa esperada de IPCA + 12,68%, além de equity kicker, em fase inicial de estruturação;

Acompanhamento de Ativos e Deliberações em AGTs

Encerramos o mês de janeiro com quatro ativos em tratamento especial devido a inadimplências: CRI AIZ, CRI Vanguarda, CRI RDR e CRI Solar Junior. As informações aqui tratadas representam a visibilidade da Gestão até a data de publicação do presente relatório, ou seja, até meados de fevereiro de 2026.

Quanto aos CRIs Vanguarda, os papeis foram vencidos após AGT em 18 de agosto após serem verificados desvios de vendas realizados pela construtora. Com isso, o CRI está oficialmente em processo de recuperação. Hoje, todas as unidades de ambos os empreendimentos (Jonathan Nunes e Dom Severino), com exceção daquelas devidamente permutadas no início da operação e das quitadas pelos adquirentes formais, já estão em nome da securitizadora. Com isso, eventuais adquirentes terceiros, não adequados à estrutura da operação, devem travar litígios contra a securitizadora, que está preparada para defender o direto fiduciário às unidades dos edifícios. Em relaçãoao repasse das carteiras, temos que ambos os empreendimentos hoje encontram-se pendentes do Habite-se. O Dom Severino conta com pouco menos de 80% das obras realizadas, e a securitizadora está avaliando junto a outras construtoras locais uma transferência de obra para o término do empreendimento, processo nada simples. Até lá, o canteiro de obras permanecerá fechado. Já no Jonathan Nunes, o empreendimento está pronto, mas por pendências documentais da Vanguarda Construtora, não foi possível registrar o Habite-se do edifício. A securitizadora já conta com um processo judicial em curso para obtenção do documento, uma vez que a Vanguarda já foi retirada da matrícula das unidades, mas a previsão é que isso deve levar ainda alguns meses para ocorrer por esse caminho. Com o Habite-se do Jonathan Nunes, será possível repassar aproximadamente R$ 20MM da carteira do empreendimento. Finalmente, estudam-se medidas contra a Vanguarda Engenharia LTDA pelas ocorrências apontadas pela auditoria. Com o cenário atual, temos uma expectativa atualizada próxima a 83% do preço de custo. O PU do papel já está devidamente marcado próximo ao valor de custo no Fundo (R$ 1.061,00). Atualizaremos os investidores quanto aos passos e êxitos da recuperação.

No caso do CRI AIZ, tivemos uma Assembleia no dia 24 de dezembro para definir a repactuação final da operação. Com isso, os ativos estão novamente adimplentes (embora com carências em curso) e aplicados os haircuts nas séries 301 e 302 a partir da negociação de venda do principal imóvel em garantia. O valor oferecido pelo imóvel foi inferior ao valor de venda força da laudo e, considerando o tempo de mais de 12 meses entre o início do processo de venda e o recebimento da proposta, os investidores decidiram aceitar o pactuado, fornecendo um haircut de aproximadamente 20% no CRI 301 (que contava com a garantia da alienação fiduciária dos imóveis) e 48% no CRI 302 (que não contava com garantias reais), sendo que o CRI 301 será integralmente quitado a partir da venda do imóvel e o CRI 302 será alongado por 10 anos, com juros mensais a partir de janeiro de 2027 e uma taxa de CDI + 3,50% a.a., além do acréscimo de parte das garantias reais anteriormente exclusivas da série 301 e ainda não vendidas (aproximadamente R$ 10MM em valor de mercado). Com isso, esperamos que haja um impacto de R$ 0,22/cota no resultado caixa do Fundo, apesar de um impacto positivo de R$ 0,26 no valor patrimonial da cota. Dado o cenário de difícil negociação e mercado para o imóvel, acreditamos que os esforços de repactuação poderão ser compensados com uma alta recuperabilidade, que deve ser materializada ao longo do 1º semestre de 2026.Apesar disso, uma nova AGT teve de ser convocada para o final de fevereiro dados os atrasos na alienação prevista do imóvel em garantia. Deveremos manter os investidores atualizados quanto a esse andamento e eventuais impactos na recuperabilidade apontada.

Sobre o CRI RDR, decidimos não prorrogar o prazo da operação uma vez que a obra já estava devidamente concluída, com os CRIs relativos à operação vencendo em 20 de agosto de 2025. Com isso, privilegiando a transparência ao investidor, o ativo encontra-se atualmente em recuperação e devidamente marcado a preço de custo na cota patrimonial do Fundo, considerando as recuperações já obtidas. Entendemos que, com isso, assumimos uma postura conservadora em relação à recuperabilidade dos créditos. Estamos atuando diariamente em conjunto com a securitizadora e o assessor legal da operação para fortalecer nossas perspectivas de recebimento da carteira (~R$ 13 milhões) ao longo dos próximos meses, além de atuar na venda das garantias adicionais. Daremos publicidade de qualquer ação tomada desde que entendamos, junto aos assessores legais, que isso não irá prejudicar o Fundo nos trabalhos de recuperação dos créditos. No mês de janeiro, já obtivemos a recuperação de R$ 0,2 milhões devidos no ativo, reduzindo o preço de custo para R$ 20,8 milhões (5,01% do PL do SNCI11). A título de atualização, já temos uma quinta rodada de recuperação prevista para 25 de fevereiro, em que aproximadamente R$ 1,8 milhões serão amortizados, diminuindo o preço de custo do SNCI na operação para R$ 19,0 milhões (4,58% do PL do SNCI11). Em tempo, o ocorrido não irá afetar o patamar de distribuição do Fundo, uma vez que já se tratava de operação com incorporação de juros e consequentemente sem impactos nos recebíveis mensais. Sendo assim, reforçamos o guidance de distribuição entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o presente trimestre.

Finalmente, quanto ao CRI Solar Junior, representativo de 0,1% do PL do SNCI, o CRI teve seu vencimento e inadimplência constatados em 21 de novembro, com a securitizadora determinando o início dos trabalhos operacionais e jurídicos para a recuperação dos créditos. Ainda estamos colhendo mais informações junto à securitizadora, o agente fiduciário e os investidores majoritários, sendo que, no momento, ainda não é possível estimar uma recuperabilidade precisa, ainda que o relatório de monitoramento da securitizadora estime uma Razão de Garantia superior a 100% considerando carteira e estoque. Ainda assim, o time de Gestão se mantém confiante quanto à resolução do evento de crédito, sabendo que eventuais defaults ou haircuts têm baixíssimo potencial de impactar o SNCI11, dada sua residual posição no ativo.

Em relação às deliberações formais em AGTs, participamos ativamente das seguintes discussões:

CRI Supreme Garden: Aprovamos a liberação extraordinária de parte do Fundo de Reserva à devedora como reembolso de despesas de alterações de projetos, reforçamos a destinação de recursos ao Fundo de Reserva da operação e postergamos o vencimento da operação em 6 meses devido ao atraso de obras. Seguimos monitorando a operação de perto, que conta com mais 92% de conclusão de obras e deve ser entregue no final do semestre.

Considerações Adicionais

Ao encerrarmos o mês de janeiro de 2026, o setor de construção civil e crédito imobiliário continuou em destaque por uma série de eventos que moldaram o início do ano: construtoras e incorporadoras ampliaram operações apesar de juros elevados, apoiadas por incentivos do Minha Casa Minha Vida e a expectativa de contratação de até 1 milhão de moradias em 2026 (segundo entrevista do secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo ao Valor Econômico), medidas que impulsionaram a demanda residencial e o dinamismo no crédito habitacional. A confiança e as perspectivas industriais também avançaram nas leituras mais recentes (ICST – FGV Ibre no maior patamar desde março de 2025), mesmo com desafios como carga tributária e custos de mão de obra, enquanto indicadores de atividade mostraram sinais igualmente relevantes para a evolução da carteira de crédito. Para o SNCI11, essa combinação de eventos — programas habitacionais robustos, ajustes regulatórios e leituras de confiança mais positivas — reforça a necessidade de uma gestão ativa na originação, estruturação e monitoramento de operações, apontando para oportunidades de geração de valor ajustado ao risco ao longo dos próximos meses.

Atenciosamente,

Equipe de Gestão, SUNO ASSET.

P E R G U N T A S F R E Q U E N T E S - F A Q

Por que o SNCI trabalha com alavancagem? Pretendem reduzir o nível visualizado? Você sabia que parte do sucesso de um dos maiores investidores de todos os tempos, Warren Buffet, pode ser explicado pelo uso de alavancagem nas estruturas de investimento, segundo o artigo 'Buffet's Alpha', publicado em 2018 na revista ‘Financial Analysts Journal’? Essencialmente, utiliza-se a alavancagem quando o potencial de retorno de novos investimentos supera o custo do financiamento (taxa de juros). Nesse sentido, a alavancagem é uma ferramenta estratégica essencial para o Fundo, permitindo otimizar a estrutura de capital e buscar a máxima valorização para você, nosso cotista. Atualmente, a alavancagem total do Fundo corresponde a 17,59%. Recentemente, para oferecer ainda mais clareza sobre nossa gestão, passamos a incluir no cálculo as operações compromissadas sem prazo definido. Essa mudança aumentou o percentual apresentado nos relatórios, mas não representa novas dívidas, apenas uma maior transparência na forma como reportamos nossa alavancagem. A parcela da nossa alavancagem com prazo de pagamento definido, que pode impactar o fluxo de caixa, representa cerca de 7% do Patrimônio Líquido (PL). As demais operações de alavancagem são direcionadas para investimentos em ativos com maior potencial de rentabilidade e têm sua quitação prevista conforme os resultados desses investimentos se concretizam, com impacto limitado na liquidez do Fundo. O custo médio da nossa alavancagem (SNCI) é de CDI + 0,94% ao ano. Em comparação, a rentabilidade esperada da nossa carteira de ativos, considerando o valor patrimonial, é de aproximadamente 16,50% ao ano. Essa diferença positiva demonstra como a alavancagem pode impulsionar a rentabilidade do seu investimento e o potencial de distribuição de rendimentos do Fundo. A Gestão seguirá utilizando a alavancagem de forma estratégica e sempre buscando o melhor para os investidores do SNCI11, como ilustra o gráfico abaixo sobre o efeito positivo dessa estratégia.

Geração de Valor com Alavancagem

*Considerando um CDI de 14,90% a.a.

A linearização da distribuição é uma prática do SNCI11 que não é necessariamente padrão na indústria de FIIs. A que a Gestão atribui o pagamento constante de proventos do Fundo?

Na Suno Asset, valorizamos a previsibilidade da renda mensal, uma demanda constante de nossos investidores em Fundos Imobiliários (FIIs). Compreendemos que nosso público busca na linearização da distribuição um elemento fundamental para o planejamento financeiro. Por isso, priorizamos uma distribuição constante e a divulgação de guidances claros sobre os valores esperados nos próximos meses. Para garantir essa previsibilidade, a Gestão realiza uma administração diligente dos resultados do Fundo, constituindo e gerenciando reservas estratégicas. Essa gestão permite manter um fluxo de distribuição constante, originado tanto do recebimento de juros e correção monetária dos CRIs (e eventuais proventos de outros FIIs) quanto dos lucros obtidos em operações no mercado secundário. Através dessas ações e de um rigoroso controle do fluxo de caixa e dos resultados, a Gestão da Suno Asset assegura a previsibilidade da distribuição para os investidores do SNCI11.

Distribuição e DY Anualizado

Fonte: Administradora | Elaboração: Suno Asset.

O SNCI11 apresenta um investimento no SNME11. Isso configura um conflito de interesses?

Antes de tudo, é importante destacar que o SNME11 é um fundo que nasceu a partir do SNCI11 e outros Fundos, com integralização de ativos da carteira e recebimento de cotas, gerando a expectativa de venda futura dessas cotas com ganho de capital (lucro). Essa iniciativa proporcionou ao SNCI11 tanto a pulverização de seu portfólio, quanto o aumento do carrego médio recebido, o que potencializou a remuneração do Fundo e a distribuição os cotistas.

No entanto, o ponto fundamental desse investimento é que o SNCI11 desconta, mensalmente, a taxa de gestão do portfólio referente ao percentual do PL investido nas cotas do SNME11, mostrando nosso compromisso em mitigar qualquer conflito de interesse potencial. Com isso, os cotistas do SNCI11 não pagam nenhum valor de taxa de Gestão sobre a parte do PL do Fundo que está investida no SNME11, anulando todo e qualquer conflito de interesses da Gestão, já que não auferimos nenhuma receita extra advinda da alocação. Entendemos que o desinvestimento forçado do Fundo, liquidando as cotas a um valor inferior à taxa de aquisição não faz sentido para o SNCI11, que vem recebendo os proventos em patamar adequado e distribuindo-os aos seus cotistas, no melhor de seus interesses.

SUNO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CNPJ nº 41.076.710/0001-82–Código de Negociação B3: SNCI11

FATO RELEVANTE

A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM, inscrita no CNPJ sob o nº 59.281.253/0001-23 (“Administradora") e aSUNO GESTORA DE RECURSOSLTDA, inscrita no CNPJ nº 11.304.223/0001-69 (“Gestora") na qualidade de administradora e gestora, do SUNO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, inscrito no CNPJ sob o nº 41.076.710/0001-82 (“Fundo”), servem-se da presente para comunicar a V.Sas. que:

A partir da competência de Janeiro de 2024, será concedida a isenção da parcela da Taxa de Administração pertencente à Gestora (“Taxa”), exclusivamente sobre a parcela do Fundo investida no FlI SUNO MULT (“Fundo Investido”), até que a posição no mesmo seja zerada:

Ticker B3Montante AtualNomeCNPJ
SNME11R$ 49,435,585.32FII SUNO MULT52.227.760/0001-30

Ressalte-se que a parcela da Taxa referente ao Fundo Investido é variável. Sendo assim, as informações contidas acima refletem as características do Fundo Investido no fechamento do mercado em 29 de dezembro de 2023.

Fonte: Fundos.net | Elaboração: Suno Asset.

Cabe ainda apontar para o fato de que, dentre os Fundos Pares, o SNCI1, é o FII que apresenta uma das menores taxas de gestão e de custo ponderado de ofertas, além de não cobrar qualquer taxa de performance, de ingresso ou de estruturação de suas operações,privilegiando o retorno de seus cotistas em detrimento da remuneração da Gestão. A Suno Asset sempre colocou o alinhamento com o cotista em primeiro lugar, e seguiremos desempenhando esse compromisso, exemplificado no quadro comparativo abaixo.

FundosTaxa de AdministraçãoTaxa de Performance*Custo Ponderado das EmissõesTaxas de Estruturação
SNCI110,85%0,0%0,24%100% de Rebate para o Fundo
KNIP111,00%0,0%1,27%?
VCJR111,60%0,0%1,30%?
KNHY111,60%0,0%1,63%
KNCR111,08%0,0%1,53%?
BCRI111,00%0,0%0,27%?
RBRY111,26%20,0%1,86%?
VGIR111,00%20,0%2,39%?
HCTR111,20%10,0%1,99%?
HSAF111,00%20,0%2,91%?
RECR111,20%0,0%1,80%?
DEVA111,20%10,0%2,30%?
XPCI111,00%0,0%2,53%?
HGCR110,80%20,0%3,05%?
VGIP111,05%20,0%2,63%?
CVBI111,00%0,0%3,24%?
IRDM111,00%0,0%2,35%?
URPR111,20%20,0%1,99%?
VRTA111,00%0,0%3,51%?
RZAK111,25%15,0%3,19%?
MCCI111,00%20,0%3,18%
KNSC111,20%0,0%3,01%?
MXRF110,90%0,0%3,34%?
CPTS110,90%15,0%2,91%
RBRR110,95%20,0%2,78%?
HABT111,26%20,0%3,65%?
PORD110,90%15,0%3,75%
AFHI111,00%0,0%2,08%?

*As porcentagens da taxa de performance são sobre um benchmark específico e não necessariamente o mesmo para cada Fundo.

Fonte: Regulamento dos Fundos / Suno Emissões | Elaboração: Suno Asset. | Base: março de 2025.

Se o SNCI11 é um Fundo de recebíveis imobiliários, por que ele também investe em cotas de FIIs?

Cada fundo, ao fazer suas alocações, busca encontrar uma boa relação entre risco e retorno a partir do que é permitido dentro do seu mandato. O foco do SNCI é no investimento em CRIs, o que não exclui potenciais investimentos em outros ativos, num percentual menor da carteira, quando a avaliação for de uma boa relação risco/retorno e que possa gerar valor para o fundo, seja na ponta da distribuição, seja na ponta da diversificação, como ocorreu com os últimos investimentos realizados. Nenhuma decisão de investimento é unânime e se afastar da média da indústria está no DNA da Suno Asset, com claros exemplos, como ao fazermos investimentos naquilo que avaliamos vantajoso e a despeito do movimento normal de mercado, sendo alocações em empresas argentinas através do nosso fundo global ou ações do Banco do Brasil e da Petrobrás durante as eleições em nosso Fundo de Ações. Todos esses investimentos, ao fugir da média de mercado, geraram claros retornos aos nossos investidores. Além disso, uma análise cuidadosa poderá verificar que, no caso do SNCI11, cerca de 92% do ativo do fundo está direta ou indiretamente exposto a CRIs, ainda que os FIIs (desconsiderando posições compromissadas) representem por volta de 11,3% do PL do Fundo. Uma vez que a preocupação de qualquer investidor deveria ser o ativo final investido (CRIs) muito mais do que a “casca” destes (FIIs), rejeitamos argumentos que tentam insistir que o SNCI11 perdeu o foco do investimento em CRIs, que seguem sendo o norte deinvestimentos finais da Gestão. Continuaremos a Gestão do Fundo de maneira agnóstica e privilegiando a relação de risco e retorno do cotista, sem nos prender à “média do mercado”, que vem sendo sistematicamente superada pelo SNCI11 exatamente a partir de ações menos “quadradas”, mas que geram significativo valor ao investidor do Fundo.

Distribuição Tratada Nominal em R$

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

Qual o guidance de distribuição atual do SNCI11?

Publicando nosso guidance atualizado, para o primeiro trimestre de 2026, o guidance de distribuição do Fundo seguirá entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota.

O SNCI11 vai virar “base 10”?

Fundos “base 10” são aqueles em que a cota patrimonial se baseia em um valor próximo aos R$ 10,00, diferentemente da maioria dos FIIs que tomam por base uma cota patrimonial próxima aos R$ 100,00, embora os Fundos “base 10” estejam se popularizando recentemente. Nesse sentido, considerando um mesmo Fundo, caso ele seja “base 10”, o que ocorre é que sua cota patrimonial representa 1/10 da cota que ele teria caso fosse “base 100”. O inverso também é real. O SNCI11 é um Fundo “base 100”, uma vez que todas as suas emissões se basearam em valores próximos a R$ 100,00 para viabilizar novas captações, sendo esse o indicativo de nossa cota patrimonial. O SNCI11 poderia virar um Fundo “base 10” por meio de um split de cotas, em que cada cota seria dividida em 10 novas cotas. Esse movimento é meramente contábil, não representando qualquer ganho ou prejuízo ao Fundo ou aos seus cotistas. Hoje, não há planos para a transformação do SNCI11 em um Fundo “base 10”, no entanto, isso pode ser deliberado a partir de uma Assembleia de Investidores, ou seja, caso essa seja uma demanda de nossos cotistas e conte com o quórum de aprovação mínimo necessário, poderemos realizar o movimento, no melhor interesse dos investidores do Fundo.

Equipe de Gestão, SUNO ASSET.

P E R F O R M A N C E / D E S E M P E N H O

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

Perfomance SNCI x Indexadores

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

Número de Cotistas

Elaboração: Suno Asset.

Patrimônio Líquido (em R$ MM)

Elaboração: Suno Asset.

Cota Patrimonial x Cota Mercado (em R$)

Elaboração: Suno Asset.

Distribuição e DY Anualizado

Elaboração: Suno Asset.

R E S U LTA D O

MÊSNOV/25DEZ/25JAN/26LTM2026
1. RECEITASDISTRIBUÍVEISR$ 4.552.825R$ 5.676.013R$ 4.718.021R$ 59.406.023R$ 4.718.021
1.A. RENDIMENTOCAIXAR$ 374.987R$ 338.404R$ 394.652R$ 2.560.413R$ 394.652
1.B. LUCRO EMTRANSAÇÕESR$ 1.248.357R$ 844.353R$ 1.351.867R$ 8.071.785R$ 1.351.867
1.C. JUROS CRISR$ 2.106.337R$ 3.519.652R$ 2.058.676R$ 32.784.268R$ 2.058.676
1.D. CORREÇÃOR$ 31.554MONETÁRIA CRISR$ 158.196R$ 181.188R$ 6.923.865R$ 181.188
1.E. RESULTADO FIIS R$ 791.591R$ 759.394R$ 731.640R$ 9.009.680R$ 731.640
1.G. OUTRAS RECEITAS R$0R$ 56.013R$0 R$ 56.013R$0
2. DESPESAS CAIXA-R$ 691.172-R$1.070.577-R$768.803-R$9.031.133-R$768.803
2.A. TAXA DE ADMINISTRAÇÃO-R$ 238.818-R$ 236.238-R$ 241.151-R$ 2.988.573-R$ 241.151
2.B. DESPESAS IR-R$ 13.993-R$ 149.838-R$ 82.086-R$ 463.842-R$ 82.086
2.C. CUSTOS DE ALAVANCAGEM-R$ 398.308-R$ 571.541-R$ 393.816-R$ 4.945.436-R$ 393.816
2.D.OUTRAS DESPESAS-R$ 40.052-R$ 112.959-R$ 51.750-R$ 633.283-R$ 51.750
3. RESULTADO DO PERÍODOR$ 3.861.654R$ 4.605.436R$ 3.949.218R$ 50.374.890R$ 3.949.218
3.A. RESERVA DE LUCRO ANTERIORR$ 1.029.356R$ 691.010R$ 1.096.447
4. RESULTADO FINALR$ 4.891.010R$ 5.296.447R$ 5.045.665
4.A. NÚMERO DE COTASR$ 4.200.000R$ 4.200.000R$ 4.200.000
5. DISTRIBUIÇÃOR$ 4.200.000R$ 4.200.000R$ 4.200.000
5.A. RENDIMENTO (R$/COTA) - SNCI11R$ 1,00R$1,00R$ 1,00
6. RESULTADO ACUMULADOR$ 691.010R$ 1.096.447R$ 845.665
6.A. RESULTADO ACUMULADO (R$/COTA) - SNCI11R$ 0,16R$ 0,26R$ 0,20

Fonte: BTG | Elaboração: Suno Asset.

Lucro Acumulado (R$/cota)

Elaboração: Suno Asset.

Resultado SNCI11 (R$/cota)

Elaboração: Suno Asset.

Resultado Mensal Detalhado (R$/cota)

Elaboração: Suno Asset.

A L O C A Ç Õ E S E M O V I M E N TA Ç Õ E S

R$ 414,65 MM Patrimônio Líquido do Fundo

IPCA + 11,86%* | 1,96 | R$ 259,19MM TM CRIs a IPCA + Duration + Posição Financeira

INCC + 0,00% | 0,00 | R$ 2,65MM TM CRIs a INCC + Duration + Posição Financeira

R$ 39,75MM (9,59% do PL) Volume líquido em operações compromissadas

R$ 33,17MM (8,00% do PL) Caixa no Fechamento

14,75% Yield médio ponderado da carteira de FIIs

48 Número de ativos na carteira

CDI + 5,95% | 1,00 | R$ 69,27MM TM CRIs a CDI + Duration + Posição Financeira

IGPM + 7,87% | 7,19 | R$ 1,30MM TM CRIs a IGPM + Duration + Posição Financeira

CDI + 0,94% Custo médio ponderado da alavancagem

17,33%* Yield médio ponderado da carteira de CRIs

1,76 Duration Ponderada da Carteira

*Como os CRIs AIZ e o CRI Gramado estão bastante descontados na marcação do Administrador e a duration dos ativos é curta, a taxa MTM dos ativos gerou uma distorção que levaria a uma percepção equivocada da capacidade de rentabilização do fundo. Dessa forma, optamos por utilizar a taxa HTM desses ativos na cota, o que significa que a taxa considerada está modificada para os ativos citados.

CARTEIRA DE CRIs

IdentificaçãoPerfil de riscoCódigo CETIPSetorRatingIndexYield MTMYield HTMDuration (anos)Volume SNCI% PL LTVPgto.de juros
CRI SUPREME GARDENPulverizado22B0338247IncorporaçãoA4IPCA15,72%10,50%0,22R$30,187,28%65%Mensal
CRI GS SOUTOContratual21K0732283EnergiaA3IPCA10,24%11,00%3,46R$25,506,15%62%Mensal
CRI GAFISA SOROCABA (NOVO)Pulverizado25L3104624IncorporaçãoA3CDI6,00%6,00%0,65R$25,496,15%90%Mensal
CRI MRVCorporativo21D0001232IncorporaçãoA4IPCA9,36%5,43%3,75R$23,025,55%Semestral
CRI OPY HEALTHCorporativo21H0888186HospitalarA1IPCA9,96%7,66%2,39R$ 18,504,46%45%Mensal
CRI ITABIRAContratual23L2160618EnergiaA2IPCA10,98%11,00%4,39R$17,504,22%95%Mensal
CRI CERATTI MAGNAContratual22E0120555IndustrialA1IPCA11,59%8,50%1,21R$14,423,48%60%Mensal
CRI MZM IIIPulverizado22I1466156IncorporaçãoA4IPCA19,26%12,95%0,13R$12,673,06%70%Bullet
CRI RDR ITUPulverizado21K0660418IncorporaçãoDIPCA0,00%12,00%0,00R$ 12,653,05%80%Bullet
CRI MZM IIPulverizado22I1466133IncorporaçãoA4IPCA18,11%12,95%0,13R$12,082,91%70%Bullet
CRI AXSContratual22C0987445EnergiaA2IPCA12,67%10,14%2,60R$11,952,88%Mensal
CRI MRV IICorporativo22B0006022IncorporaçãoA4IPCA9,33%6,50%2,33R$ 11,092,67%Semestral
CRI MZM VPulverizado22I1466175IncorporaçãoA4IPCA18,57%12,95%0,13R$ 10,992,65%70%Bullet
CRI AXS 3Contratual22K1397969EnergiaA2IPCA12,43%11,00%4,50R$10,032,42%Mensal
CRI LATAMContratual21C0818332AviaçãoA2IPCA8,45%4,50%2,88R$ 8,712,10%45%Mensal
CRI BITPulverizado22J1411295IncorporaçãoA3CDI5,50%5,50%0,69R$ 8,642,08%60%Mensal
CRI BIT SÉRIE 3Pulverizado22J2609554IncorporaçãoA3CDI6,03%5,00%0,69R$ 8,111,96%60%Mensal
CRI BIT SÉRIE 4Pulverizado22J2609555IncorporaçãoA3CDI5,50%5,50%0,69R$7,031,69%60%Mensal
CRI MZMPulverizado22I1465810IncorporaçãoA4IPCA19,26%12,95%0,13R$ 6,351,53%70%Bullet
CRI PESA / AIZ (LONGA)Contratual21F0568504IndustrialA5IPCA2369,96%7,00%0,33R$ 5,751,39%Mensal
CRI COMPORTECorporativo23I1270600TransporteA2CDI4,40%3,80%2,05R$ 5,731,38%60%Mensal
CRI CONCEITOPulverizado25J2612796LoteamentoA2CDI6,50%6,50%2,75R$ 5,021,21%46%Mensal
IdentificaçãoPerfil de riscoCódigo CETIPSetorRatingIndexYield MTMYield HTMDuration (anos)Volume SNCI% PLLTVPgto.de juros
CRI GF6Pulverizado25G5823976LoteamentoA2IPCA15,88%15,00%3,34R$ 4,891,18%50%Mensal
CRI RDR ITU SÉRIE 3Pulverizado21 K0661041IncorporaçãoDIPCA0,00%12,00%0,00R$ 4,761,15%80%Bullet
CRI WIMO IVPulverizado22B0914263Home EquityA4IPCA10,02%9,44%4,41R$ 4,681,13%35%Mensal
CRI BIT SÉRIE 2Pulverizado22J1411297IncorporaçãoA3CDI5,50%5,50%0,69R$ 3,760,91%60%Mensal
CRI RDR ITU SÉRIE 2Pulverizado21 K0660445IncorporaçãoDIPCA0,00%12,00%0,00R$ 3,440,83%80%Bullet
CRI SUPREME GARDEN 509Pulverizado25F2808184IncorporaçãoA4IPCA11,39%10,50%0,22R$ 3,240,78%65%Mensal
CRI
ARPOADOR (SUBORDINADPulverizado23J2809383IncorporaçãoA1CDI12,00%12,00%1,60R$ 3,140,76%43%Mensal
A)
CRI VANGUARDAPulverizado22G1233041IncorporaçãoDINCC0,00%11,00%0,00R$ 2,650,64%52%Mensal
CRI LOCPAY (SÊNIOR)Pulverizado25H2417003RecebíveisA4PRÉ22,36%23,87%1,99R$ 1,820,44%-Mensal
CRI WIMOPulverizado21 H0001650Home EquityA4IPCA10,79%7,00%4,11R$ 1,680,41%29%Mensal
CRI ESTOQUE HELBORCorporativo22H1104501IncorporaçãoA3CDI2,71%2,30%0,77R$ 1,510,36%80%Mensal
CRI GRAMADO GVIPulverizado21 F0950048MultipropriedadeA5IPCA58,29%9,50%1,26R$ 1,340,32%26%Mensal
CRI ESATASContratual21C0572241InfraestruturaA1IGPM7,87%7,56%7,19R$ 1,300,31%80%Mensal
CRI ASTIRPulverizado21 L0285556IncorporaçãoA2IPCA13,09%11,70%0,79R$ 0,960,23%42%Mensal
REDE DUQUE (SERIE 443)Corporativo21 I0855537Óleo e GásA4IPCA12,43%7,25%3,32R$ 0,910,22%67%Mensal
REDE DUQUE (SERIE 444)Corporativo21 I0855623Óleo e GásA4IPCA12,48%7,25%3,31R$ 0,900,22%67%Mensal
CRI
ARPOADORPulverizado23J2266231IncorporaçãoA1CDI4,50%4,50%1,71R$ 0,840,20%43%Mensal
(SÊNIOR)
CRI PESA / AIZ (CURTA)Contratual21 F0569265IndustrialA5IPCA28316,36%5,50%0,18R$ 0,600,15%-Mensal
CRI SOLAR JUNIORPulverizado19K1139245MultipropriedadeDIPCA0,00%16,64%0,00R$ 0,410,10%68%Mensal

CARTEIRA DE FIIs

IdentificaçãoCNPJSetorQtde. CotasCotaçãoYieldYieldon CostP/VPVol SNCI% PL% de CaixaPreço Médio de Aquisição
SNME1152.227.760/0001-30Híbrido2.990.076R$ 9,5815,25%14,97%1,00R$ 28,636,91%3,96%R$ 9,75
TGAR1125.032.881/0001-53Híbrido113.562R$ 78,2515,08%9,70%0,69R$ 8,892,14%0,09%R$ 121,60
INOI35.689.733/0001-60Logística35.000R$ 100,85--1,00R$ 3,530,85%-R$ 100,00
RECD1153.260.548/0001-37Papel400.000R$ 8,0114,74%11,81%1,00R$ 3,200,77%2,73%R$ 10,00
VRTM1151.870.412/0001-13Híbrido304.693R$ 7,2714,86%11,12%0,77R$ 2,220,53%4,75%R$ 9,71
ZAVC1152.101.897/0001-43Papel57.972R$ 8,8917,44%14,98%1,00R$ 0,520,12%17,77%R$ 10,35
OP. COMP.-------R$29,987,23%--

ATIVOS EM OPERAÇÕES COMPROMISSADAS

IdentificaçãoPerfil de riscoCódigo CETIPSetorIndexYield HTMYieldtomadoVolume (MM)
CRI AXS 3Contratual22K1397969EnergiaIPCA11,00%11,00%R$ 10,00
CRI COPAGRILCorporativo21 F0968888AgronegócioIPCA6,50%6,50%R$ 9,50
CRI PRIMATOCorporativo22C0750182AgronegócioCDI4,00%4,00%R$ 8,50
CRI ESATAS VIRACOPOSContratual21C0572241InfraestruturaIGPM8,00%8,00%R$ 8,00
CRI PLAENGE (SÉRIE 2)Corporativo22E1314511IncorporaçãoIPCA7,80%7,80%R$ 5,50
REDE DUQUE (SERIE443)Corporativo21 I0855537Petróleo e GásIPCA7,25%7,25%R$ 5,00
REDE DUQUE (SERIE444)Corporativo21 I0855623Petróleo e GásIPCA7,25%7,25%R$ 5,00
CRI PLAENGE (SÉRIE 1)Corporativo22E1313951IncorporaçãoIPCA7,80%7,80%R$ 1,50

ALOCAÇÕES

Elaboração: Suno Asset.

/>

Exposição dos CRIs por Garantia

Exposição por Indexador

Exposição por Duration (em anos)

/>

Exposição por Setor

Exposição por Securitizadora

Elaboração: Suno Asset.

Concentração Média do SNCI11

Elaboração: Suno Asset.

Spread de Crédito Consolidado

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

Yield All-In Projetado

Fonte: Quantum | Elaboração: Suno Asset.

*O PL é diferente de 100% devido à presença de operações compromissadas passivas. Estas atuam como redutoras do PL na razão do haircut negociado para cada uma, hoje, por volta de 50%, mas são demonstradas nos gráficos a nível de transparência.

M O N I T O R A M E N T O D O S A T I V O S

E N Q U A D R A M E N T O D O S F U N D O S D A S O P E R A Ç Õ E S

Mês de Ativo RG Enquadrada? FL/FR/FJ Enquadrado? Fundo de Obra FD Enquadrado? Referência
CRI PESA / AIZ (Longa)DesenquadradoN/AN/AEnquadradodez/25
CRI SOLAR JUNIORDesenquadradoDesenquadradoN/AN/Adez/25
CRI ESATASN/AEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI LATAMN/AN/AN/AN/Adez/25
CRI GRAMADO GVIDesenquadradoDesenquadradoN/AN/Adez/25
CRI RDR ITUDesenquadradoN/AN/ADesenquadradodez/25
CRI GS SOUTOEnquadradoEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI ASTIREnquadradoEnquadradoN/AN/Adez/25
CRI SUPREME GARDENDesenquadradoDesenquadradoEnquadradoEnquadradodez/25
CRI PLAENGEN/AEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI AXSDesenquadradoEnquadradoN/AEnquadradodez/25
REDE DUQUE (Serie 443)N/AN/AN/AEnquadradodez/25
REDE DUQUE (Serie 444)N/AN/AN/AEnquadradodez/25
CRI CERATTI MAGNAN/AEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI MRV IIN/AN/AN/AEnquadradodez/25
CRI GAFISA SOROCABADesenquadradoDesenquadradoDesenquadradoEnquadradodez/25
CRI MZMDesenquadradoN/AEnquadradoDesenquadradodez/25
CRI BITEnquadradoEnquadradoEnquadradoEnquadradodez/25
CRI OPYN/AN/AN/AEnquadradodez/25
CRI COMPORTEN/AEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI ITABIRADesenquadradoDesenquadradoN/ADesenquadradodez/25
CRI ARPOADOREnquadradoN/AEnquadradoEnquadradodez/25
CRI MRVN/AN/AN/AEnquadradodez/25
CRI Pesa / AIZ (Curta)DesenquadradoN/AN/AEnquadradodez/25
CRI VANGUARDADesenquadradoN/ADesenquadradoDesenquadradodez/25
CRI ESTOQUE HELBORN/AEnquadradoN/AEnquadradodez/25
CRI WIMO IIDesenquadradoEnquadradoN/ADesenquadradodez/25
CRI WIMO IVDesenquadradoEnquadradoN/ADesenquadradodez/25
CRI CONCEITOEnquadradoEnquadradoN/ADesenquadradodez/25
CRI LOCPAYEnquadradoEnquadradoN/AEnquadradodez/25

Nota da Gestão:

Os fundos de despesas desenquadrados das operações foram devidamente recompostos nos meses de acordo com a cascata de pagamento dos CRI. Os fundos de liquidez desenquadrados em Itabira e Supreme Garden tratam-se de desenquadramentos residuais, com previsão de reenquadramento em breve. O Fundo de Reserva de Gafisa está aguardando depósito pela devedora. O Fundo de Obras desenquadrado em Vanguarda se dá pela necessidade de composição de recursos para o término das obras do edifício Dom Severino.

E V O L U Ç Ã O F Í S I C A D A S O B R A S

N Í V E L D A C A R T E I R A V E N D I D A

C A R T E I R A A V P E E S T O Q U E

Fonte: Servicers e Securitizadoras | Elaboração: Suno Asset

I N A D I M P L Ê N C I A D A C A R T E I R A D E R E C E B Í V E I S

C O N C E N T R A Ç Ã O M Á X I M A D A C A R T E I R A

R A Z Ã O D E G A R A N T I A

Fonte: Servicers e Securitizadoras | Elaboração: Suno Asset

C O M E N T Á R I O S S O B R E O S A T I V O S

CRI MZM

Ticker: 22I1465810

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 12,95%

LTV: 70,00%

Localização: São Bernardo do Campo, Sp

% PL SNCI: 10,00%

Ticker: 22B0338247

Setor: Incorporação

LTV: 65,00%

Remuneração: IPCA + 10,50%

Parecer Saudável

Localização: Itajaí, SC

CRI SUPREME GARDEN

% de Vendas 84,44%

Obra Executada 81,34%

% PL SNCI: 8,06%

Inadimplência 1,83%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 125,1%

Comentário da Gestão

Fundos de Obras e

No mês de dezembro, o saldo de vendas ficou zerado, mas houve 2 vendas e 2 distratos, com as vendas sendo feitas em um preço superior ao valor dos distratos. As obras, embora atrasadas, avançaram bem ao longo de dezembro, em 4,1%, e esperamos que o ritmo continue bom ao longo dos próximos meses, de maneira que a obra seja finalizada ainda no primeiro semestre do ano. A Razão de Garantia ainda está abaixo de 130%, que é o valor mínimo, mas estamos em processo de diligência para a adição de uma nova garantia, que fará a Razão reenquadrar. Com isso, continuamos confiantes na saúde do CRI e acompanhando de perto todos os avanços.

Reserva Enquadrados

Fonte: Virgo, Neo, Harca Engenharia | Elaboração: Suno Asset

Parecer Saudável

% de Vendas 73,98%

Obra Executada 91,34%

Inadimplência 0,89%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 124,4%

Fundos de Reserva Desenquadrado

Comentário da Gestão:

Em dezembro, não houve vendas ou distratos na operação, que segue com comercialização em 74%. A inadimplência segue em 0,89%. Hoje há um Saldo Devedor de R$ 33,5MM, frente a garantias contratuais de pelo menos 41,8MM. Com isso, a Razão de Garantia está posicionada em 125%, levemente abaixo do limite contratual de 130%. As obras seguem avançando com algum atraso em relação ao previsto, com 91% de conclusão, devendo se encerrar no segundo trimestre de 2026. Seguiremos monitorando os avanços no período.

CRI GS SOUTO

Ticker: 21 K0732283

Setor: Energia

Remuneração: IPCA + 11,00%

LTV: 62%

Localização: Minas Gerais

% PL SNME: 6,15%

STATUS: Mensal

000DataCGHsAvanço FísicoConexão
Parecerdez/25Nova União II100%
dez/25 AtençãoAlto Furnas II100%jan/25
dez/25Raul Soares97,2%out/25
dez/25São Félix99,9%set/24

Comentário da Gestão

Os recursos desse CRI são destinados ao financiamento de 4 projetos de GD (geração distribuída) no estado de Minas Gerais. Os projetos são CGHs (Centrais Geradoras Hidrelétricas) que, totalizados, irão produzir 4MW. Conforme comentamos anteriormente, 2 desses projetos se encontram finalizados e aguardam a conexão.

No mês de dezembro, a operação seguiu com performance abaixo do esperado. É importante lembrar que o devedor tem interesse de quitar a dívida antecipadamente, o que foi aprovado em assembleia e deve acontecer ao longo do mês de março.

CRI GAFISA WE SOROCABA

Ticker: 25L3104624

Setor: Incorporação

Remuneração: CDI + 6,00%

LTV: 45,00%

Localização: Rio de Janeiro, RJ

% PL SNCI: 6,15%

Ticker: 21 K0660418

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 12,00%

LTV: 80,00%

Localização: Itu, SP

% PL SNCI: 5,03%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 107,3%

Fundos de Despesa,

Reserva e Obras

Enquadrados

Comentário da Gestão

Em novembro, não foram realizadas novas vendas na operação, que tem apenas mais 2 unidades de estoque. A previsão de entrega foi atualizada para a abril/26, após reavaliação de obra, um valor de aproximadamente R$ 6MM a serem aportados na obra. A companhia segue em uma posição de baixa liquidez, mas tem, aos poucos retomado as obras de seus empreendimentos via captações. A obra segue com 87,34%, paralisada desde julho/25. A Razão de Garantia segue desenquadrada, a 107%. No entanto, ao se considerar o término de obras, que será tocado com recursos próprios, os ativos subjacentes à operação perfazem os 120% contratuais necessários. O time de Gestão está em contato constante com a diretoria da Gafisa S.A. para reperfilar o CRI atual e pensar alternativas de liquidez para entrega do empreendimento.

Fonte: Opea, Capital Finance | Elaboração: Suno Asset

STATUS: Mensal

No fechamento de dezembro, foram amortizados R$ 1,51 M do CRI, reduzindo o custo do SNCI para R$ 21,02MM (~5,1% do PL), há aproximadamente R$ 12,4MM de saldo de carteira a receber, além de quase R$ 8MM no estoque do empreendimento. Há ainda R$ 0,2MM na Conta Centralizadora da operação, que será amortizado no mês subsequente. Hoje, considerando somente esses valores para as garantias da operação, temos uma projeção de recuperação de 99,1% em relação ao preço de custo atual.

Fonte: Neo, Engebank | Elaboração: Suno Asset

CRI AXS

Ticker: 22C0987445

Setor: Energia

Remuneração: IPCA + 9,00%

LTV: N/A

Localização: Diversos

% PL SNCI: 2,88%

CRI ARPOADOR

Setor: Incorporação

LTV: 43,00%

(Sr.) | CDI + 12,00% (Sub.)

Localização: Vila Velha, ES

% PL SNCI: 0,96%

Parecer Saudável

PR Médio 75,0%

STATUS: Mensal

UFVAvanço FísicoConexão% Comercializada
Paulo Valias100%Conectada79%
Harmonia I100%Conectada79%
Harmonia II100%Conectada79%
Boa VistaI100%Conectada74%
Boa VistaII100%Conectada74%
Itatiaiuçu100%Conectada73%
Prata I93%Conectada14%

Comentário da Gestão

AXS Energia é uma EnergyTech que propõe descomplicar o acesso à energia renovável. A empresa conecta usinas solares privadas aos clientes finais, sem a necessidade de instalação de painéis fotovoltaicos.

Em dezembro, a geração e o faturamento seguiram em linha com os últimos meses. O Índice de Cobertura de Serviço da Dívida, como consequência, seguiu em patamar próximo a 1,5, indicando uma boa margem para a operação. O faturamento vem sendo suficiente para pagamento das PMTs, sem necessidade de aportes adicionais pela companhia. Todas as usinas estão conectadas e esperamos que, após a conexão da UFV Prata I, última a ser conectada, a margem deve aumentar à medida que a UFV for aumentando seu faturamento, dado que tal UFV ainda vem operando bem abaixo do seu potencial. Diante disso, consideramos a operação saudável.

Fonte: Opea, AXS | Elaboração: Suno Asset

% de Vendas 94,17%

Ticker:23J2266231| 23J2809383

Remuneração: CDI + 4,50%

Obra Executada 99,11%

Inadimplência 2,71%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos RG: 197,8% Fundos de Despesas e Obras Enquadrado

Em dezembro, o empreendimento avançou 0,77%, alcançando 99,11% de execução. Com o empreendimento praticamente integralmente vendido e finalizado e razão de garantia próxima a 200%, a operação permanece saudável e próxima de ser concluída. Esperamos observar o habitese em janeiro de 2026, com maiores amortizações a partir de fevereiro de 2026.

Comentário da Gestão

CRI CONCEITO

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 177,9%

Fundos enquadrados

Comentário da Gestão

Ticker: 25J2612796

Algumas informações de carteira e obras não foram atualizadas pela devedora e, por isso, não constam aqui. O CRI segue com seus Fundos e RG devidamente compostos.

Setor: Incorporação

Remuneração: CDI + 6,50%

LTV: 55%

Localização: São José do Ribamar, MA

% PL SNCI: 1,21%

Fontes: Conceito, Leverage Securitizadora | Elaboração: Suno Asset

CRI GF6

GF6

Ticker: 25G5823976

Setor: Loteamento

Remuneração: IPCA + 15,00%

LTV: 50%

Localização: Imperatriz, MA

% PL SNCI: 1,21%

Fontes: Conceito, Leverage Securitizadora | Elaboração: Suno Asset

CRI VANGUARDA

Ticker: 22G1233041

Setor: Incorporação

Remuneração: INCC + 11,50%

LTV: 52,00%

Localização: Teresina, PI

% PL SNCI: 0,64%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 58,7%

Fundos de Obras

Enquadrado

Comentário da Gestão

O mês de agosto marcou o vencimento do CRI e o início das ações de recuperação do crédito. Nesse sentido, ao longo dos meses de setembro, outubro e novembro, a securitizadora empreendeu esforços para realizar a alienação dos imóveis em seu favor, tanto a nível de estoque, quanto de carteira, processo que foi devidamente finalizado. Apesar de o nível de vendas formal da operação estar próximo aos 65%, com a continuidade da auditoria, verificou-se que algumas unidades estão atualmente em litígio junto a supostos adquirentes após verificação de alienação indevida conforme declarado na AGT de vencimento do papel.

Quanto às obras, o edifício Jonathan Nunes encontra-se finalizado e o Dom Severino com 75% de conclusão (já após a auditoria final da Binswanger), mas com dificuldade na retomada de obras pela ausência de construtoras interessadas no projeto. Ainda, está se estudando a constituição de condomínio de moradores em ambos os empreendimentos para superar pendências relacionadas à construtora e haver o devido repasse bancário das unidades compradas, bem como o término da obra do Dom Severino. O processo é complexo, dada a praça de Teresina com poucas empresas disponíveis para o serviço, bem como a existência de ações de supostos permutantes, que não estavam corretamente associados às unidades, fruto das medidas desconformes da Vanguarda Engenharia na operação. Com isso, quando consideramos somente as unidades livres de litígio e que foram alienadas à securitizadora, a atual razão de garantia da operação em relação ao preço de custo decresce para 59%. Haverá disputa judicial contra os adquirentes informais, que pode elevar essa recuperabilidade para próximo dos 85% do custo. Um ponto positivo é que todas as unidades não quitadas devidamente no âmbito dos CRI já estão registradas em nome da securitizadora, o que fortalece a posição de recuperabilidade do estoque eventualmente alvo de litígio. Seguiremos atualizando os investidores quanto a esse panorama.

Fonte: Neo, MV Engenharia, Casa de Pedra | Elaboração: Suno Asset

CRI LOCPAY

Ticker: 25H2417003

Setor: Recebíveis

Comentário da Gestão

No mês de dezembro, o CRI finalizou o período com 64 operações ativas, com uma taxa de antecipação média de 4,24% ao mês e prazo médio das operações em pouco mais de 9 meses. O CRI segue sem inadimplências e com sua razão de garantia e pulverização em composição, sendo esperado que esses índices deverão ser otimizados ao longo dos próximos meses.

Remuneração: 23,87%

LTV: N/A

Localização: Fortaleza, CE

% PL SNCI: 0,44%

Fontes: LocPay, Blox Securitizadora | Elaboração: Suno Asset

Ticker: 21 L0285556

LTV: 42,00%

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 10,50%

STATUS: Mensal

RG: 2141,0%

% PL SNCI: 0,23%

Localização: Porto Alegre, RS

Astir é um empreendimento vertical localizado em Porto Alegre-RS. O projeto é constituído por 5 pavimentos, 4 blocos e 60 unidades. A construtora Astir possui trackrecord em empreendimentos de alto padrão na cidade de Porto Alegre.

Comentário da Gestão

Em dezembro, não houve nenhuma venda no empreendimento, restando ainda 22 unidades em estoque. O saldo devedor já foi fortemente amortizado e segue sendo reduzido significativamente à medida que novas vendas são feitas. A operação tem muita margem e é saudável, devendo ser 100% quitada com a realização de mais algumas vendas.

Fonte: True, Maximus, Dexter Engenharia | Elaboração: Suno Asset

CRI SOLAR JR

Ticker: 19K1139245

Setor: Multipropriedade

Remuneração: IPCA + 16,64%

LTV: 67,67%

Localização: Olímpia, SP

% PL SNCI: 0,10%

Parecer Atenção

% de Vendas 80,75%

Obra Executada 100,00%

Inadimplência 0,97%

STATUS: Mensal

Desenquadramentos

RG: 0,6%

Fundos de Reserva

Desenquadrado

Comentário da Gestão

Em dezembro, o saldo de vendas foi negativo em 34 unidades, com 203 frações vendidas e 237 distratadas. A Razão de Garantia continua muito abaixo do necessário, em 0,59%. Se considerássemos créditos de vencimento mais longo, a Razão iria para 101,28%, além de um estoque de mais de R$212 milhões. Conforme comentamos em outros relatórios, em novembro foi deliberada, em assembleia, a recompra dos créditos do CRI, que já tinha seu vencimento para o final de novembro. Estamos próximos à operação e buscando entender a recuperabilidade dada a garantia, mas é válido ressaltar que o CRI representa apenas cerca de 0,1% do PL do SNCI.

Fontes: Conveste, Harca Engenharia | Elaboração: Suno Asset

D E TA L H A M E N T O D O S D E M A I S AT I V O S

CRI MRV I

Ticker: 21 D0001232

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 6,50%

LTV: N/A

Garantias: Clean

Vencimento: Fev/29

% PL SNCI: 5,55%

Descrição da Operação

Os recursos dessa operação, são destinados à MRV, a maior incorporadora da América Latina. Com mais de 41 anos de história, a empresa está presente em 162 cidades e 22 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. A operação é lastreada em debêntures e tem como objetivo financiar o desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários.

Informações Financeiras20232024
Margem Bruta26,3%29,1%
Margem EBITDA6,7%-8,6%
Margem Líquida-5,4%-24,1%
Dívida Líquida/EBITDA4,6x-8,1x
Dívida Líquida/PL0,42x0,53x
Liquidez Corrente2,382,67

Fontes: Virgo | Elaboração: Suno Asset

Localização: Diversos

CRI OPY

OPY health

ONM health

Ticker: 21 H0888186

Setor: Hospitalar

Remuneração: IPCA + 10,50%

LTV: 45%

Garantias: AF e CF

Vencimento: Ago/31

% PL SNCI: 4,46%

CRI ITABIRA

Ticker: 23L2160618

Setor: Energia

Remuneração: IPCA + 11,0%

LTV: 95%

Garantias: AF e CF

Vencimento: Dez/38

% PL SNCI: 4,22%

Descrição da Operação

Os recursos desse CRI são destinados a ONM Health, empresa do grupo Opy Health, presta serviços não clínicos para hospitais através de PPPs (parceria público privada). Atualmente a OPY tem duas frentes, a ONM (que presta serviços para o hospital metropolitano de Belo Horizonte) e a OZN (que presta serviços ao Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz, em Manaus). A companhia tem como principal investidor o Private Equity IG4 Capital.

Informações Financeiras20232024
Margem Bruta66,6%62,2%
Margem EBITDA50,5%65,1%
Margem Líquida16,5%38,9%
Dívida Líquida/EBITDA0,99x1,82x
Dívida Líquida/PL0,31x1,43x
Liquidez Corrente2,071,39

Fontes: Virgo, Opy | Elaboração: Suno Asset

Localização: Minas Gerais

Descrição da Operação

O objetivo do CRI é financiar a aquisição da UFV Itabira, em Minas Gerais, que teve como desenvolvedor a Enerside Energy e já está operacional e com a energia comercializada.

Fontes: Opea, CMU Energia | Elaboração: Suno Asset

Localização: Minas Gerais

CRI CERATTI MAGNA

MAGNA Forward. For all.

Ticker: 22E0120555

Setor: Galpão Logístico

Remuneração: IPCA + 8,5%

LTV: 60,00%

Garantias: AF, CF e FR

Vencimento: Mai/27

% PL SNCI: 3,48%

CRI MRV II

Ticker: 22B0006022

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 6,50%

LTV: N/A

Garantias: Clean

Vencimento: Fev/29

% PL SNCI: 2,67%

Descrição da Operação

A operação é lastrada em dois contratos de locação para galpões industriais localizados na cidade de Vinhedo-SP. Os contratos foram firmados com as empresas Magna e Ceratti, a primeira trata-se de uma empresa que fabrica componentes automotivos com atuação global e a outra é uma das maiores produtoras de frios e embutidos que atua desde 1932 no mercado. A operação conta com a alienação fiduciária dos galpões lastro dos contratos que baseados nos laudos de avaliação garantem um LTV de 70% e 60% quando consideramos a subordinação.

Fontes: Virgo | Elaboração: Suno Asset

Localização: São Paulo

Descrição da Operação

Os recursos dessa operação, são destinados à MRV, a maior incorporadora da América Latina. Com mais de 41 anos de história, a empresa está presente em 162 cidades e 22 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. A operação é lastreada em debêntures e tem como objetivo financiar o desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários.

Informações Financeiras20232024
Margem Bruta26,3%29,1%
Margem EBITDA6,7%-8,6%
Margem Líquida-5,4%-24,1%
Dívida Líquida/EBITDA4,6x-8,1x
Dívida Líquida/PL0,42x0,53x
Liquidez Corrente2,382,67

Fontes: Virgo | Elaboração: Suno Asset

Localização: Diversos

CRI LATAM

Ticker: 21C0818332

Setor: Aviação

Remuneração: IPCA + 5,73%

LTV: 45%

Garantias: AF e CF

Vencimento: Ago/32

% PL SNCI: 2,10%

Descrição da Operação

Os recursos desse CRI têm como destino a construção do centro de manutenção da Latam no Aeroporto de Guarulhos, localizado em São Paulo. Ressalta-se que a Latam possui um contrato de cessão de área que foi cedido para a RB Capital, com o intuito de otimizar a construção. Por sua vez, a RB Capital contratou a Libercon para executar as obras via contrato de Built-toSuit (BTS) atípico. Destaca-se que a série adquirida pelo SNCI foi a 160ª, a qual possui uma subordinação referente a 20% da série 161ª.

AtivoCentro de Manutenção LATAM
Tipo de ContratoBTS
Prazo de ContratoJul/32
Aluguel Total GarantidoR$ 294.661.9590,00
Área Terreno (m²)65.080,00
Área Construída (m²)28.000,00
Seguro LocaçãoSeguro Patrimonial

Localização: São Paulo

CRI PESA/AIZ (LONGA)

Ticker: 21 F0568504

Setor: Industrial

Remuneração: IPCA + 7,00%

Garantias: AF, CF e Aval

Vencimento: Set/31

% PL SNCI: 1,39%

Descrição da Operação

Os recursos provenientes deste (CRI) têm como destino o grupo AIZ, uma empresa que atua na venda e locação de caminhões implementados, máquinas pesadas e implementos rodoviários. O lastro deste CRI é um contrato de take or pay com a PESA, revendedora dos produtos da Caterpillar no sul do Brasil. Ressalta-se que a AIZ está expandindo seu centro fabril, e que esse mesmo é dado como garantia para o CRI. *DFs não atualizadas por ausência de entrega da devedora.

Informações Financeiras20222023
Margem Bruta20,9%19,5%
Margem EBITDA15,1%12,8%
Margem Líquida9,8%4,4%
Dívida Líquida/EBITDA2,02x2,25x
Dívida Líquida/PL1,68x1,32x
Liquidez Corrente1,141,29

Fontes: Virgo | Elaboração: Suno Asset

Localização: Paraná

CRI COMPORTE

Ticker: 23I1270600

Setor: Transporte

Remuneração: CDI + 3,85%

LTV: 60,00%

Garantias: AF, FR e Aval

Vencimento: Set/30

O grupo Comporte foi fundado em 2002 e atua como holding de diversas empresas para as quais presta apoio administrativo, financeiro e operacional, principalmente no segmento de transporte. Possui operações rodoviárias interestaduais e intermunicipais em 12 estados + DF e contratos de concessão para prestação de serviços em diversos deles.

% PL SNCI: 1,38%

Descrição da Operação

Informações Financeiras20232024
Margem Bruta29,8%31,1%
Margem EBITDA31,6%26,2%
Margem Líquida18,8%14,5%
Dívida Líquida/EBITDA0,73x1,27x
Dívida Líquida/PL0,71x0,76x
Liquidez Corrente1,261,46

Localização: São Paulo

CRI WIMO IV

Parecer Atenção

Ticker: 22B0914263

Setor: Home Equity

Remuneração: IPCA + 8,00%

LTV: 35,00%

Localização: Diversos

% PL SNCI: 1,13%

RAZÃO DE GARANTIA E COMPOSIÇÃO DE FUNDOS

STATUS: Mensal

Inadimplência 75,00%

Índice de cobertura 1
MêsSaldo devedorCreditos Imobiliários AdimplentesRazãoLimiteStatus
jan/25 R$18.228.585,01 R$16.765.331,24R$1,09 0,95Desenquadrado
fev/25 R$18.209.267,53 R$16.483.993,251,10 R$0,95Desenquadrado
mar/25 R$18.090.406,77R$16.420.527,33R$ 1,100,95Desenquadrado
Índice de cobertura 2
MêsSaldo devedorCreditos Imobiliários AdimplentesRazãoLimiteStatus
jan/25 R$R$ 18.228.585,0116.765.331,24 R$ 1,08731Desenquadrado
fev/25 R$18.209.267,53 R$16.483.993,25 R$1,10471Desenquadrado
mar/25 R$R$ 18.090.406,7716.420.527,33 R$ 1,10171Desenquadrado

Descrição da Operação

Ativo segue com alta inadimplência, embora com a série sênior totalmente preservada e realizando amortizações extraordinárias mês após mês. Em março, houve a segunda maior amortização histórica de série sênior.

CRI WIMO II

Parecer Atenção

Ticker: 21 H0001650

Setor: Home Equity

Remuneração: IPCA + 7,00%

LTV: N/A

Localização: Diversos

% PL SNCI: 0,41%

Status: Mensal

CRI ESTOQUE HELBOR

Ticker: 22H1104501

Setor: Incorporação

Remuneração: IPCA + 8,86%

Garantias: AF e CF

Vencimento: Ago/27

% PL SNCI: 0,36%

Descrição da Operação

Os Recursos desse CRI são destinados a Helbor, empresa listada com atuação no setor de incorporação que possui empreendimentos imobiliários do segmento residencial, comercial, hoteleiro e de loteamento. A operação é lastreada em CCB de emissão da Helbor Empreendimentos S.A., SPEs da Helbor e da Toledo Ferrari Incorporadora S.A. As unidades em estoque que estão cedidas como garantia da operação têm um VGV estimado de R$ 178 Milhões, sendo 5 incorporações localizadas em bairros nobres de São Paulo.

Informações Financeiras20222023
Margem Bruta28%30%
Margem EBITDA19%20%
Margem Líquida12%14%
Dívida Líquida/EBITDA8,7x6,4x
Dívida Líquida/PL6,4x0,7x
Liquidez Corrente3,042,20

Fontes: Opea | Elaboração: Suno Asset

Localização: São Paulo

CRI ESATAS

ESATAS Viracopos

Descrição da Operação

Os recursos desse CRI são destinados a construção do terminal de cargas do aeroporto de Viracopos em Campinas. O terminal será construído pela Esatas e já possui 88% de sua ocupação reservada a locatários de primeira. Vale destacar que um terminal de cargas desse mesmo aeroporto foi eleito como o melhor do mundo em 2018, além de ser a principal e maior entrada de produtos por via aérea do país e que 60% do faturamento é oriundo dos transportes de carga.

Ticker: 21C0572241

Setor: Infraestrutura

Remuneração: IGPM + 8,00%

LTV: 80%

Garantias: AF, CF e FR

Vencimento: Ago/36

% PL SNCI: 0,31%

Fontes: Virgo | Elaboração: Suno Asset

Localização: São Paulo

CRI REDE DUQUE (SÉRIE 444)

Ticker: 21 I0855623

Setor: Óleo e Gás

Remuneração: IPCA + 7,25%

LTV: 67%

Garantias: AF e CF

Vencimento: Set/33

% PL SNCI: 0,22%

Descrição da Operação

Os recursos desse CRI são destinados a empresas do grupo Rede Duque, a maior rede de postos de combustíveis da cidade de São Paulo, contando com mais de 80 unidades espalhadas entre São Paulo e Rio de Janeiro e tem BR, Shell e Ipiranga como suas três principais bandeiras. O CRI é lastreado em 16 contratos de locação Intercompany, espalhados entre São Paulo, Rio de Janeiro, Santo André e Guarujá, somados eles são avaliados em R$ 267,6 mm corrigidos anualmente pelo IPCA.

Informações Financeiras20232024
Margem Bruta29,2%30,0%
Margem EBITDA7,5%6,5%
Margem Líquida1,5%1,4%
Dívida Líquida/EBITDA2,4x2,4x
Dívida Líquida/PL1,2x1,1x
Liquidez Corrente2,92,3

Fontes: True | Elaboração: Suno Asset

Localização: São Paulo

Q U A D R O D E D E L I B E R A Ç Õ E S E M A G T s D O S A T I V O S

AtivoDataOrdem do diaDeliberação
CRI Supreme Garden07/01/2026(i) Ratificar a liberação extraordinária de R$ 248.545,45 do Fundo de Obras para a Devedora, realizada em 18 de novembro de 2025. (ii) Sustar o vencimento antecipado da Nota Comercial e dos CRI devido ao desenquadramento do Fundo de Despesa desde agosto de 2025, concedendo prazo de 60 dias para recomposição. (iii) Não declarar o vencimento antecipado pela falta de envio dos comprovantes de notificação da cessão fiduciária, concedendo prazo de 60 dias para regularização. (iv) Não declarar o vencimento antecipado pelo recebimento indevido de R$ 22.500,00 (referente à unidade 1.602) em conta diversa da Conta Centralizadora e o não repasse dos recursos. (v) Dispensar o repasse do valor citado no item (iv), abatendo-o da liberação extraordinária do Fundo de Juros, sem encargos moratórios. (vi) Alterar a Data de Vencimento da Nota Comercial para 16 de outubro de 2026 e dos CRI para 20 de outubro de 2026. (vii) Alterar o Cronograma de Pagamentos da Nota Comercial e as Tabelas de Amortização dos CRI conforme o Anexo II. (viii) Aprovar a liberação extraordinária de R$ 68.429,21 do Fundo de Juros (resultando em R$ 48.929,21 líquidos após o desconto do item v) para reembolsar despesas de projetos. (ix) Suspender a amortização extraordinária até a emissão do habite-se (prevista para março de 2026), direcionando os recursos para recompor o Fundo de Juros. (x) Alterar a regra de liberação do Fundo de Obras para um critério proporcional baseado no saldo remanescente e no percentual de obra pendente. (xi) Contratar assessor legal, com custo de até R$ 15.000,00 (pago pelo Fundo de Despesas), para formalizar os aditamentos necessários em até 60 dias.Favorável a todas Fortalecer a liquidez da obra no momento final e reforçar o Fundo de Juros até a quitação.

G L O S S Á R I O

ADTV (Average Daily Trading Volume): Refere-se ao volume médio de negociação diária de um ativo, como ações ou títulos, em um determinado período. O ADTV é uma medida de liquidez do ativo, indicando quão frequentemente ele é negociado no mercado.

AEI (Assembleia Especial de Investidores): Reunião convocada para que os investidores de um fundo ou instrumento financeiro específico possam discutir e deliberar sobre assuntos que afetam diretamente seus interesses.

AGT (Assembleia Geral de Titulares): Reunião dos titulares de valores mobiliários para deliberar sobre assuntos pertinentes ao investimento.

Alocação: Distribuição de recursos em diferentes ativos ou segmentos de mercado.

Amortização: Pagamento gradual de uma dívida através de prestações periódicas.

Carteira: Conjunto de investimentos mantidos por um fundo ou investidor.

Cascata de Pagamentos: Ordem de prioridade para a distribuição de pagamentos em uma estrutura financeira.

CDI (Certificado de Depósito Interbancário): Taxa de referência para investimentos de renda fixa no Brasil.

CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários): Título de renda fixa lastreado em créditos imobiliários.

Curva do Ativo: Representação gráfica das taxas de retorno esperadas de um ativo ao longo do tempo, considerando diferentes prazos de vencimento. Essa curva ajuda a entender a expectativa de retorno e risco associada ao ativo em questão.

Curva de Juros: Gráfico que representa a relação entre a taxa de juros e o prazo de vencimento dos títulos de dívida.

Dívida Líquida/EBITDA: Indicador financeiro que compara a dívida líquida de uma empresa ao seu EBITDA, usado para avaliar a capacidade de pagamento de dívidas.

Distribuição: Pagamento de rendimentos aos cotistas de um fundo.

Duration: Uma medida da sensibilidade do preço de um título de renda fixa às variações na taxa de juros. Duration expressa o tempo médio ponderado que um investidor levará para receber os fluxos de caixa de um título. Ela é utilizada para estimar o impactodas mudanças nas taxas de juros sobre o preço de um título.

EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation, and Amortization): Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, utilizado para analisar a performance operacional de uma empresa.

Endividamento: Nível de dívidas de uma empresa em relação ao seu patrimônio ou capacidade de geração de caixa.

FIAGRO (Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais): Um tipo de fundo de investimento que tem como objetivo aplicar recursos em ativos relacionados ao agronegócio.

FII (Fundo de Investimento Imobiliário): Fundo que investe predominantemente em ativos do setor imobiliário.

FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios): Um fundo de investimento que aplica seus recursos principalmente em direitos creditórios, que são recebíveis originados de operações comerciais, industriais, financeiras, imobiliárias, entre outras.

Fluxo de Caixa: Movimento de entrada e saída de caixa em uma empresa ou investimento.

Fundo de Papel: Tipo de fundo de investimento imobiliário que investe principalmente em ativos financeiros, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), ao invés de investir diretamente em imóveis físicos.

Garantias: Ativos ou direitos oferecidos como segurança para o cumprimento de uma obrigação financeira.

HTM (Held to Maturity): Termo em inglês que se refere a títulos ou investimentos que uma entidade pretende manter até o vencimento. Esses títulos são registrados pelo seu valor de custo e não são afetados pelas flutuações de mercado, a menos que haja uma deterioração no crédito.

IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários): Índice da B3 (Bolsa de Valores do Brasil) que mede o desempenho de uma carteira teórica composta pelos principais Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) listados na bolsa. O IFIX serve como referência para investidores que desejam acompanhar o desempenho do mercado de FIIs no Brasil.

IGPM (Índice Geral de Preços - Mercado): Índice de inflação que mede a variação de preços de uma cesta ampla de produtos e serviços, sendo utilizado como referência para reajustes de contratos diversos, como aluguéis e tarifas públicas no Brasil.

INCC (Índice Nacional de Custo da Construção): Índice que mede a variação dos custos da construção civil no Brasil. É amplamente utilizado para corrigir contratos de construção e financiamentos imobiliários.

IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo): Índice que mede a inflação oficial no Brasil.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário): Um título de renda fixa emitido por instituições financeiras, lastreado em créditos imobiliários.

Liquidez: Capacidade de um ativo ser rapidamente convertido em dinheiro sem perda significativa de valor. No contexto de investimentos, a liquidez é importante porque determina a facilidade com que um investidor pode comprar ou vender um ativo no mercado.

LTV (Loan-to-Value): Relação entre o valor de um empréstimo e o valor do ativo dado como garantia.

Margem Bruta: Diferença entre a receita líquida de vendas e o custo das mercadorias vendidas.

MTM (Mark-to-Market): Avaliação de ativos ou passivos a preços de mercado correntes.

Parecer: Avaliação ou opinião emitida pela gestão sobre a situação de um ativo ou investimento.

PEC (Proposta de Emenda à Constituição): Proposta para alterar a Constituição de um país.

Peers (Pares) do SNCI11: Refere-se aos fundos ou investimentos comparáveis ao SNCI11, utilizados como referência para avaliar o desempenho relativo. Trata-se dos FIIs componentes do IFIX Papel que contam com um ADTV superior a R$ 500 mil.

Razão de Garantia (RG): Índice que mede a segurança de um investimento em relação ao valor das garantias oferecidas.

Recebíveis: Direitos a receber de terceiros por vendas ou serviços prestados.

Reserva de Lucros: Parte dos lucros retida pela empresa para reinvestimento ou cobertura de despesas futuras.

SNCI (Fundo de Investimento Imobiliário): Fundo que investe em Certificados de Recebíveis Imobiliários e outros ativos relacionados.

Taxa de Juros: Custo do dinheiro emprestado, expresso como uma porcentagem do principal.

Yield: Retorno de um investimento, geralmente expresso como uma porcentagem do valor investido.

Yield All In: Refere-se ao retorno total de um investimento, considerando todas as fontes de rendimento, como juros, dividendos e ganhos de capital, menos quaisquer custos associados. No contexto de fundos imobiliários, o "Yield All In" inclui rendimentosde aluguéis, correção monetária e outros componentes financeiros que afetam o retorno total do fundo.

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