Relatório Gerencial VTOT11 de agosto de 2026
Relatório Gerencial do Vinci Imobiliário Total Return (VTOT11), fundo imobiliário de fundos (FoF), referente a agosto de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 21/09/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do VTOT11 fechou a R$ 58,99, com P/VP de 0,71 (valor patrimonial de R$ 83,61 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,85 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 16,18% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 51,2 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.
Informações
- CNPJ
- 35.652.252/0001-80
- Tipo
- Relatórios
- Assunto
- Relatório Gerencial
- Data de referência
- 31/08/2026
- Data de entrega
- 21/09/2026 18:48
- Versão
- 1
- Situação
- (Ativo)
Conteúdo
VINCI COMPASS
Navi Imobiliário Total Return Relatório de Desempenho Mensal
Agosto 2026
Sumário
- Informações Gerais... .. 3
- Visão Geral do Fundo .3
- Destaques....... 3
- Comentários do Gestor 4
- Cenário Macroeconômico.
- Performance do Fundo.
- Resultado e Distribuição de Rendimentos...
- Histórico de Resultado e Distribuição de Rendimentos (R$/cota) 8
- Rentabilidade da Cota Patrimonial . 9
- Atribuição de Performance dos Ativos da Carteira no Mês . 10
- Negociação do Fundo na B3 11
- Carteira do Fundo .. 12
- Carteira de FII e CRI . 13
- Carteira de Crédito .14
- Glossário . 16
- Contato RI.. 16






Informações Gerais
Visão Geral do Fundo
Gestor
Vinci Real Estate Selection – Administradora e Gestora de Recursos Financeiros Ltda. (CNPJ 37.658.373/0001-64)
Administrador e Escriturador BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM
Código de Negociação – B3 NAVT11
Tipo Anbima – foco de atuação FII Mandato Papel – Gestão Ativa – Subclassificação Híbrido – Segmento Outros
Valor Patrimonial da Cota (31-08-26) R$ 83,72 Público Alvo Investidores em Geral
Quantidade de Cotas 612.282 Número de Cotistas (31-08-26) 2.133
Taxa de Administração2 Incidente sobre o Patrimônio Líquido contábil ou o Taxa Valor de Mercado do Fundo Taxa de Administração 0,20% a.a. Taxa de Gestão 0,80% a.a. Taxa de Escrituração 0,05% a.a.
Taxa de Performance
20% (vinte por cento) sobre o que exceder o PL Base corrigido pelo Índice de Correção (IPCA + média do Yield IMA-B 5), considerando o PL contábil acrescido das distribuições corrigidas. Apurada nos últimos dias dos meses de junho e dezembro.
Destaques
DIVIDEND YIELD ANUALIZADO (%)
15,9
O Fundo anunciou distribuição de rendimentos de R$ 0,85/cota, o que representa um dividend yield anualizado de 15,9% sobre a cota de mercado ao final do mês, mantendo uma reserva de resultado acumulado não distribuído de R$ 0,26/cota após a distribuição.
COTA PATRIMONIAL (R$/COTA)
83,7
O valor da cota de mercado do Fundo encerrou agosto em R$ 64,33, o que representa um desconto de 23,2% em relação ao valor da cota patrimonial do Fundo ao final do mês, de R$ 83,72.
RETORNO DESDE O IPO (p.p. acima do IFIX)
42,3
A cota patrimonial do Fundo apresentou rentabilidade de 42,3 pontos percentuais ima do IFIX desde o início do Fundo.
¹ Valor da cota ex rendimentos
² Inclui remuneração do Gestor, Administrador e Escriturador
³ A rentabilidade passada não representa qualquer espécie de garantia futura.
Comentários do Gestor
É com grande satisfação que a Vinci Compass assume a gestão dos fundos anteriormente administrados pela Navi Real Estate. Este é o primeiro relatório mensal elaborado pela nossa equipe, já adaptado ao padrão e marca da Vinci Compass.
A Vinci Compass é uma gestora de referência em investimentos alternativos na América Latina, com mais de R$ 350 bilhões sob gestão e mais de 600 colaboradores distribuídos em 8 países. Atuamos de forma integrada em grandes verticais como Private Equity, Crédito, Real Estate, Infraestrutura, Agro, Equities, Corporate Advisory e Global Investment Products & Solutions, sempre pautados por rigor técnico, disciplina de risco e alinhamento de interesses com nossos investidores.
Dentro dessa plataforma, a área de Real Estate é uma das mais tradicionais e consolidadas da casa. Nossa presença na indústria de fundos listados é relevante há mais de 10 anos, reunindo mais de 550 mil cotistas em fundos de tijolo e crédito. Hoje somos gestores de mais de 15 fundos imobiliários e já realizamos mais de R$ 9 bilhões em transações no setor, um histórico construído com disciplina, transparência e foco em geração de valor de longo prazo para o cotista.
Nossa atuação é diversificada e cobre praticamente todos os principais segmentos do mercado imobiliário: somos gestores de referência em Shopping Centers, com um portfólio relevante de ativos espalhados por todas as regiões do Brasil através do VISC11; em Logística, com condomínios e galpões Classe AAA, através do VILG11; em Lajes Corporativas (Offices), com ativos premium nos principais mercados do país, através do VINO11, Ativos Financeiros com mandatos exclusivos e Fundos de Fundos, e em Residencial, onde desenvolvemos e investimos em empreendimentos não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos e no Uruguai, ampliando as fronteiras de diversificação geográfica à disposição dos nossos investidores. Complementarmos essa atuação com uma robusta frente de Crédito Imobiliário, por meio de fundos de CRIs e outros instrumentos financeiros lastreados no setor, dando ao cotista acesso a praticamente todo o espectro de risco e retorno do mercado imobiliário, do tijolo ao papel.
Seja bem-vindo à Vinci Compass. Estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas sobre essa transição.
Cenário Macroeconômico
Nos Estados Unidos, o principal driver dos últimos meses foi a forte oscilação das expectativas para a política monetária do Fed, que oscilou entre a precificação de cortes de juros, diante de sinais fracos do mercado de trabalho, e de altas, quando a criação de empregos voltou a surpreender e o choque do petróleo associado à guerra no Irã pressionou a inflação. Mais recentemente, porém, o payroll de julho voltou a mostrar fraqueza (destruição líquida de 23 mil vagas, com revisões que reduziram a média de doze meses para perto de 20 mil), sem ainda configurar uma onda de demissões, mas sinalizando enfraquecimento da demanda por trabalho. O próximo payroll será decisivo para a decisão do Fed em setembro: um novo número fraco reduziria a probabilidade de alta de juros, tenderia a enfraquecer o dólar e criaria um ambiente externo mais favorável para emergentes, com potencial de apreciação do real e menor pressão inflacionária no Brasil.
No Brasil, a atividade segue em desaceleração gradual, com expectativa de crescimento de cerca de 1,5% em 2026, após anos de expansão acima do potencial que exigiram uma política monetária excepcionalmente restritiva. A necessidade de juros reais tão elevados, o Banco Central estima a taxa neutra em torno de 5%, contra um juro real de curto prazo que chegou a ~11% e ainda está próximo de 10%, decorre do desalinhamento entre as políticas monetária e fiscal, agravado pela expansão fiscal iniciada com a PEC da Transição em 2023. Esse quadro começou a mudar: a sazonalidade eleitoral concentrou gastos na primeira metade de 2026, com recuo das despesas a partir de junho, enquanto a arrecadação cresce acima do PIB, impulsionada pelas receitas do petróleo, levando o resultado primário para perto de zero. A melhora é relevante, mas ainda insuficiente para estabilizar a relação dívida/PIB dado o patamar elevado dos juros, o que mantém o país mais vulnerável a choques externos, como uma eventual retomada de alta de juros nos EUA.
Do lado da inflação, a desaceleração da atividade já ajuda a conter a inflação de serviços, apesar de o expressivo crescimento do crédito consignado ter impacto líquido menor do que parece, em boa parte, substitui dívidas mais caras em vez de adicionar consumo novo, enquanto a inadimplência das famílias segue elevada. O câmbio também deve seguir como vetor favorável: o país mantém superávits comerciais elevados, com a expansão do pré-sal levando as exportações de petróleo dos atuais US$ 67 bilhões/ano a uma possível aproximação de US$ 100 bilhões, criando um fluxo estrutural de dólares que torna o real mais resiliente. Essa combinação de atividade abaixo do potencial, inflação de serviços em queda e posição externa mais favorável sustenta a continuidade do ciclo de cortes da Selic, ainda que de forma gradual, cortes de 25 pontos-base por reunião podem levar a taxa a 13,25% ao final do ano. A partir daí, a extensão do ciclo em 2027 dependerá da política fiscal do próximo governo: direcionar a receita extraordinária do pré-sal para redução da dívida, em vez de novos gastos, seria decisivo para reduzir o prêmio de risco e permitir uma convergência mais ampla dos juros ao nível neutro.
Resultado, Indicadores e Movimentações do Fundo
No mês de agosto, o IFIX, índice de fundos imobiliários da B3, apresentou variação de - 1,5%, acumulando -0,3% no ano. No mesmo mês, a rentabilidade total do NAVT, que considera a variação patrimonial da cota somada aos rendimentos distribuídos no mês, foi de 0,5%, equivalente a 2,0 pontos percentuais acima da variação do IFIX no período.
Ao final de agosto, a carteira do Fundo seguia dividida entre uma parcela de crédito, que responde por aproximadamente 60% do portfólio, e uma parcela de equity, equivalente a cerca de 30%, com o restante alocado em caixa. As dez maiores posições somavam 58,3% do patrimônio líquido, sem que nenhuma delas ultrapassasse 9,0%, o que mantém
a carteira diversificada tanto em número de ativos quanto em classes de risco. Dentro do bloco de crédito, a exposição direta a CRIs totalizava cerca de R$ 10 milhões ao final do mês, equivalente a 20,5% do patrimônio líquido, distribuída em três operações: CRI Toledo (CDI + 2,40%), maior posição individual da carteira, com 9,0% do PL; CRI OR3 (CDI + 4,00%), com 6,1%; e CRI Opea, com 5,4%. Por indexador, 15,1% do PL estão atrelados ao CDI, adquiridos à taxa média de CDI + 3,05% e atualmente marcados a CDI + 3,33%, com duration de 3,0 anos. Os 5,4% restantes são indexados à inflação, Relatório de Desempenho Mensal - Agosto 2026 | Vinci Compass
adquiridos a IPCA + 7,87% e hoje marcados a IPCA + 11,07%, com duration de 2,85 anos, um nível de carrego bastante superior ao da aquisição, que tende a se converter em ganho de capital conforme o spread volte a comprimir. Do ponto de vista de lastro, as operações estão concentradas em imobiliário residencial (70%) e hotelaria (30%).
A parcela alocada em FIIs de CRI complementa o bloco de crédito e está concentrada em VCJR, que vem oferecendo carrego extremamente atrativo, com potencial adicional de ganho de capital tendo em vista a consolidação com o PCIP.
Já a parcela de equity, cerca de 30% do portfólio, tem maior concentração em XPSF, HGLG e PSEC, posições que negociam com desconto frente ao valor patrimonial e contribuem com potencial de ganho de capital na carteira. Complementa esse bloco a exposição a PVBI, em lajes corporativas de alto padrão, segmento que segue entre os mais descontados do mercado.
O resultado gerado pelo Fundo no mês de agosto foi de R$ 0,83/cota. Em termos de distribuição de rendimentos, o Fundo anunciou R$ 0,85/cota no mês. Ainda, ao final do mês de agosto, o Fundo contava com um resultado acumulado não distribuído de R$ 0,26/cota, já considerando o atual nível de distribuição de rendimentos.
Performance do Fundo
Resultado e Distribuição de Rendimentos
O resultado caixa do Fundo em agosto foi de R$ 508,8 mil, o equivalente a R$ 0,83/cota. O resultado dos FIIs totalizou R$ 414,7 mil, o equivalente a R$ 0,68/cota, composto integralmente por rendimentos, sem ganho de capital no mês. O resultado de CRIs foi de R$ 130,1 mil, correspondente a R$ 0,21/cota. O resultado financeiro somou R$ 25,2 mil (R$ 0,04/cota), enquanto as taxas de administração e gestão totalizaram -R$ 50,4 mil (-R$ 0,08/cota) e as outras despesas líquidas, -R$ 10,8 mil (-R$ 0,02/cota). Não houve cobrança de taxa de performance no período.
Em termos de distribuição, o Fundo anunciou R$ 520,4 mil em rendimentos no mês, equivalente a R$ 0,85/cota. Assim, partindo de um resultado acumulado não distribuído de R$ 171,3 mil (R$ 0,28/cota), o Fundo encerrou o mês, após a distribuição dos rendimentos, com uma reserva de resultado não distribuído de R$ 159,7 mil, equivalente a R$ 0,26/cota.
| Resultado do Fundo | Agosto 26 (R$ mil) | Agosto 26 (R$/cota) | Acum. 2S2026(R$) |
|---|---|---|---|
| Resultado FIIs | 414.704 | 0,68 | 804.889 |
| Rendimento | 414.704 | 0,68 | 804.889 |
| Ganho de Capital | 0 | 0,00 | 0 |
| Resultado CRIs | 130.091 | 0,21 | 279.175 |
| Resultado Financeiro | 25.154 | 0,04 | 72.321 |
| Receita Financeira | 25.154 | 0,04 | 72.321 |
| Taxa de Administração | -50.380 | -0,08 | -100.210 |
| Administrador e Gestor | -50.380 | -0,08 | -100.210 |
| Taxa de Performance | 0 | 0,00 | 0 |
| Outras Despesas/Receitas | -10.759 | -0,02 | -20.900 |
| Resultado Total | 508.810 | 0,83 | 1.035.276 |
| Rendimentos a serem distribuídos | 520.440 | 0,85 | 1.040.879 |
| Resultado Acumulado Não Distribuído | 171.318 | 0,28 | |
| + Resultado Total | -11.630 | -0,02 | |
| - Rendimentos Divulgados | |||
| Resultado Acumulado Não Distribuído-Final | 159.688 | 0,26 |
Histórico de Resultado e Distribuição de Rendimentos (R$/cota)
O gráfico abaixo retrata a evolução dos rendimentos mensais, bem como do resultado caixa do Fundo nos últimos 12 meses, composto pelos rendimentos recebidos e os ganhos de capital de FIIs, receita dos CRIs, resultado financeiro e despesas do Fundo. A rentabilidade esperada considera a atual situação do Fundo e não representa e nem deve ser considerada, a qualquer momento e sobre qualquer hipótese, como promessa, garantia ou sugestão de rentabilidade futura.

Rentabilidade e Distribuição por Cota
Em agosto, o Fundo distribuiu R$ 0,850/cota, equivalente a um dividend yield anualizado de 15,9%. Nos últimos 12 meses, as distribuições variaram entre R$ 0,750/cota e R$ 1,242/cota, com destaque para o patamar mais elevado observado entre abril e junho de 2026. A rentabilidade obtida no passado não representa e nem deve ser considerada, a qualquer momento e sobre qualquer hipótese, como promessa, garantia ou sugestão de rentabilidade futura.

Rentabilidade da Cota Patrimonial
| Rentabilidade | Agosto 26 | Acumulado 2026 | Últimos 12 meses | Desde o Início | Últimos 6 |
|---|---|---|---|---|---|
| Valor da Cota de Referência Inicial | 84,16 | 88,77 | 85,61 | 100,00 | meses 89,97 |
| Valor da Cota Patrimonial Final | 83,72 | 83,72 | 83,72 | 83,72 | 83,72 |
| Rentabilidade (cota e rendimentos) | |||||
| Variação da Cota Patrimonial | -0,5% | -5,7% | -2,2% | -16,3% | -7,0% |
| Rendimentos² | 1,0% | 8,9% | 13,0% | 96,2% | 6,4% |
| Rentabilidade do Fundo | 0,5% | 3,2% | 10,8% | 79,9% | -0,6% |
| IFIX3 | -1,5% | -0,3% | 8,2% | 37,7% | -3,8% |
| CDI Líquido (85%) | 0,9% | 7,9% | 12,4% | 72,4% | 6,0% |
| Rentabilidade vs IFIX | 2,0% | 3,5% | 2,5% | 42,3% | 3,2% |
A cota patrimonial ajustada do Fundo encerrou o mês de agosto em R$ 83,72, ante R$ 84,16 no início do período. Considerando a variação patrimonial de -0,5% e os rendimentos distribuídos no mês, equivalentes a 1,0%, a rentabilidade total do Fundo foi de 0,5% em agosto. Esse resultado ficou 2,0 pontos percentuais acima do IFIX no mesmo período, que apresentou variação de -1,5%, embora abaixo do CDI líquido, que avançou 0,9% no mês.
No acumulado de 2026, a rentabilidade total da cota patrimonial do Fundo é de 3,2%, frente a -0,3% do IFIX, representando desempenho 3,5 pontos percentuais acima do índice. Nos últimos 12 meses, o Fundo acumula rentabilidade de 10,8%, contra 8,2% do IFIX, superando o índice em 2,5 pontos percentuais. Desde o início, a rentabilidade total do Fundo é de 79,9%, ante 37,7% do IFIX e 72,4% do CDI líquido, o que representa desempenho 42,3 pontos percentuais acima do IFIX.
Rentabilidade Bruta do Fundo6

1 Cota ajustada representa a cota ex rendimentos anunciados no último pregão do mês.
2 Considera os rendimentos declarados no período
5 O início do Fundo ocorreu na data de 28/07/2020
3 Índice de Fundos de Investimento Imobiliários que indica o desempenho médio das cotações dos fundos imobiliários negociados na B3.
4 Certificado de Depósito Interbancário, taxa que lastreia as operações interbancárias.
6 A rentabilidade do Fundo engloba a variação da cota patrimonial do Fundo, assim como os rendimentos distribuídos, desde seu início.
Atribuição de Performance dos Ativos da Carteira no Mês
Abaixo detalhamos os 10 ativos que apresentaram as maiores e menores atribuições na performance da carteira no mês de agosto do NAVT, bem como o resultado total do Fundo e o seu benchmark, o IFIX.

Abaixo detalhamos as atribuições de performance de cada segmento da carteira no mês de agosto do NAVT.

1 Inclui as atribuições de performance dos demais ativos da carteira do Fundo, além das receitas financeiras e despesas do mês.
Negociação do Fundo na B3
| Informações da B3 | Ago 26 |
|---|---|
| Valor de Mercado (R$ mil) | 39.388 |
| Número de Cotistas | 2.133 |
| Presença diária em Pregões | 100% |
| Volume Diário Médio Negociado (R$ mil) | 75 |
| Fonte: B3 e Escriturador |
presença em 100% dos pregões.
O Fundo encerrou o mês de agosto com 2.133 cotistas e valor de mercado de R$ 39,4 milhões, o que representa um desconto de 23,2% frente ao patrimônio líquido de R$ 51,3 milhões ao final do mês. O volume médio diário de negociação foi de R$ 75 mil, com
O valor da cota do Fundo na B3 encerrou o mês de agosto em R$ 64,33, já considerando a distribuição de rendimentos de R$ 0,85/cota referente a este mês.

Carteira do Fundo
O patrimônio líquido do Fundo ao final de agosto era de R$ 51,3 milhões, equivalente a R$ 83,7/cota. As alocações em FIIs totalizavam R$ 36,8 milhões (R$ 60,2/cota), enquanto os CRIs somavam R$ 10,5 milhões (R$ 17,1/cota), o equivalente a 71,7% e 20,5% do PL, respectivamente. As aplicações financeiras somavam o total de R$ 3,9 milhões (R$ 6,3/cota, ou 7,6% do PL), que incluem fundos referenciados DI com liquidez imediata. As provisões a pagar e receber do Fundo totalizam R$ 0,1 milhão (R$ 0,1/cota).
| Portfolio | R$ MM | R$/cota |
|---|---|---|
| Cotas de FIIs | 36,8 | 60,2 |
| CRIs | 10,5 | 17,1 |
| Aplicações Financeiras | 3,9 | 6,3 |
| A Pagar / Receber | 0,1 | 0,1 |
| Patrimônio Líquido | 51,3 | 83,7 |

Ao final de agosto, a carteira do Fundo seguia concentrada em recebíveis imobiliários, que respondiam por cerca de 60% dos ativos, sendo 40% por meio de FIIs de papel e 20% em participações diretas em CRIs. Na sequência, os segmentos de outros ativos e de escritórios representavam 15% cada, seguidos por logística, com 8%. O segmento de shopping apresentava posição líquida negativa, equivalente a -2% dos ativos.
Ativos por Segmento (%)

Carteira de FII e CRI
A parcela investida em crédito representa cerca de 60% da carteira. A parcela investida em Equity representa cerca de 30% com maior concentração em XPSF, HGLG e PSEC, que contribuem com potencial ganho de capital na carteira. Já a parcela alocada em FIIs de CRI está concentrada em VCJR, que vem oferecendo carrego extremamente atrativo com o potencial ganho de capital tendo em vista a consolidação com o PCIP.
Enxergamos espaço para ampliar a exposição a fundos indexados à inflação, que hoje negociam com descontos expressivos e carrego bastante atrativo. Entendemos que o aumento gradual da parcela atrelada ao IPCA deve contribuir para a evolução do resultado recorrente ao longo do tempo, além de oferecer potencial adicional de ganho de capital no médio prazo.
| CRI20,5% | Caixa | FlI CRI40,7% | Equity30,9% |
| 4,7% |
Top 10 Posições

Relatório de Desempenho Mensal - Agosto 2026 | Vinci Compass
Dividend Yield da Carteira de FII
A carteira de FIIs do fundo apresentou dividend yield anualizado de 14,4% em agosto, contra 12,4% do IFIX, um prêmio de aproximadamente 2,0 p.p. sobre o índice. O segmento de recebíveis é o principal contribuidor, com carrego de 16,5%, seguido por FOFs (14,6%). Escritórios (10,4%) e logística (10,3%) apresentam os menores yields da carteira, refletindo o maior componente de ganho de capital esperado nesses segmentos.

Price to book da Carteira de FII
Além do carrego superior, a carteira também captura desconto patrimonial relevante: 0,75x P/VP contra 0,90x do IFIX. A combinação de yield acima do índice e múltiplo abaixo dele sustenta a tese de retorno total da carteira, com destaque para escritórios (0,69x), onde o desconto é mais acentuado, seguido por recebíveis (0,74x), FOFs (0,82x) e logística (0,85x).

Carteira de Crédito
A alocação em operações de crédito diretamente pelo Fundo tem como objetivo o investimento em ativos com baixo risco de crédito e spreads interessantes ajustados ao risco, levando-se em consideração seus fundamentos e a solidez do pacote de garantias.
A gestão mantém um processo de monitoramento detalhado e recorrente de todas as operações da carteira.
Ativos por Segmento(%)

| Indexador | Taxa de Aquisição (a.a.) | Taxa Mtm (a.a.) | Saldo MtM (R$ MM) | % PL | Duration (anos) |
|---|---|---|---|---|---|
| IPCA+ | 7,87% | 11,07% | 2,76 | 5,39% | 2,85 |
| CDI+ | 3,05% | 3,33% | 7,73 | 15,08% | 3,00 |
| 10,49 | 20,47% |
| CRI | Código B3 | Volume (R$ mm) | % PL | Segmento | Taxa de Emissão (%a.a.) | Taxa de Mercado (%a.a.) | Duration (anos) | Venc. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Toledo | 25F1530516 | 4,61 | 9,00% | Imobiliário Residencial | CDI + 2,40% | CDI + 2,15% | 4,03 | 27/06/2035 |
| OR3 | 25D3961091 | 3,13 | 6,10% | Hotelaria | CDI + 4,00% | CDI + 5,06% | 1,48 | 25/04/2030 |
| MRV Flex | 24E2538087 | 2,76 | 5,40% | Imobiliário Residencial | IPCA + 7,87% | IPCA + 11,07% | 2,85 | 15/03/2033 |
| Total | 10,49 | 20,50% |
Glossário
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Contato RI
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