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Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio) FATN11 de 30/11/2024

Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio) do BRC Renda Corporativa (FATN11), fundo imobiliário híbrido, com data de referência em 30/11/2024, com entrega no FundosNet (B3) em 02/03/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do FATN11 fechou a R$ 77,06, com P/VP de 0,79 (valor patrimonial de R$ 97,25 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,80 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 11,42% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 694,5 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.

Informações

CNPJ
30.567.216/0001-02
Tipo
Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio)
Assunto
Sem assunto
Data de referência
30/11/2024
Data de entrega
02/03/2026 14:59
Versão
1
Situação
(Ativo)

Conteúdo

CONSULT

L A U D O D E A V A L I A Ç Ã O
~~N~~o 29.405.038/1124
SOLICITANTE: BRC RENDA CORPORATIVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
OBJETO:ENDEREÇO:RUA BEIRA RIO, 57
ED. BEIRA RIO– CONJUNTO 51.
SÃO PAULO– SPB32-97E3
TIPO:CONJUNTO COMERCIALAE-FBC6-8
USO:COMERCIALgo AA
ÁREA PRIVATIVA:286,130 M²o códi
ÁREA TOTAL:554,970 M²utilize
r:443 e
FINALIDADE:MENSURAÇÃO DE VALOR JUSTO
osta.
.com.b
OBJETIVO:DETERMINAÇÃO DO V
VENDA
ALOR DE MERCADO DE COMPRA
E
por Roberto Mauro
/assinaturas.certisign
mente
https:/
AVALIAÇÃO:DATA BASE: NOVEMBR
VALOR DE COMPRA/V
O/2024
**ENDA: (conceito valor justo“fair value”) **

do eletronic
ras vá ao site
R$ 4.417.000,00 (CENÁRIO BUY TO LEASE)
assin
inatu
Este documento foi
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ÍNDICE
I.
I
NTRODUÇÃO ...................................................................................................................................................... 4
II.METODOLOGIA............................................................................................................................................... 6
1.NORMAS TÉCNICAS .......................................................................................................................
.................. 6
2.CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO .................................................................................... 7
3.
CRITÉRIO ADOTADO .....................................................................................................................

.................. 9
4.ESPECIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO ..............................................................................................
.................. 9
5.DEFINIÇÃO TÉCNICA DO VALOR ESTABELECIDO ................................................................................. 11
III.IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO IMÓVEL AVALIANDO .............................................. 15
1.CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO ................................................................................................................. 15
1.1.
LOCALIZAÇÃO E ATIVIDADES EXISTENTES ........................................................................
................ 15
1.2.
INFRAESTRUTURA URBANA E EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS ...................................
................ 16
2.CARACTERIZAÇÃO DO TERRENO .............................................................................................................. 17
2.1.
LOCALIZAÇÃO ..........................................................................................................................
................ 17
2.2.
CARACTERÍSTICAS DO LOGRADOURO DE SITUAÇÃO ......................................................
................ 18
2.3.
ASPECTOS FÍSICOS .................................................................................................................
................ 19
3.
CARACTERIZAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS ....................................................
................ 20
3.1
DESCRIÇÃO DO PLAZA I .........................................................................................................
................ 20
3
.2
DESCRIÇÃO DA UNIDADE AVALIANDA ...............................................................................

................ 23
7E
IV.DIAGNÓSTICO DE MERCADO ................................................................................................................... 29
B32
1.CONTEXTO ECONÔMICO MUNDIAL......................................................................................
................ 29

68
2.CONTEXTO ECONÔMICO BRASILEIRO.................................................................................
................ 30

FB
3.CONTEXTO DO MERCADO IMOBILIÁRIO BRASILEIRO................................................................... 32
E
4.SITUAÇÃO ATUAL DO MERCADO DE IMÓVEIS CONCORRENTES................................................. 33
AAA
V.AVALIAÇÃO E ANÁLISE ECONÔMICO–FINANCEIRA (MÉTODO DA RENDA) ........................... 34
di
1.MODELO DE ANÁLISE ................................................................................................................................... 34
ó
2.PRESSUPOSTOS, RESSALVAS E FATORES LIMITANTES ........................................................
................ 37

3.FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DO ACIONISTA(FCFE) .................................................................
................ 40

til
3.1
PARÂMETROS PARA PROJEÇÃO DE RESULTADOS ............................................................
................ 42
4.
CUSTO DE CAPITAL .......................................................................................................................

................ 49

44
5.VALOR ECONÔMICO DO EMPREENDIMENTO (NPV) .............................................................................. 52
a.
b
VI.CONCLUSÃO .................................................................................................................................................. 53
Cost
VII.TERMO DE ENCERRAMENTO ................................................................................................................... 54
Mauro
tii
Este documento foi assinado eletronicamente por Roberto
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FACHADA DO EDIFÍCIO

I. INTRODUÇÃO

A Consult Engenharia e Avaliações Ltda. (nome fantasia Consult Soluções Patrimoniais), com sede na Rua Nelson Camargo nº 393, 1º andar, na cidade de Osasco, estado de São Paulo, CNPJ nº 48.882.971/0001-39, procedeu a avaliação dos conjuntos comerciais localizados à Rua Beira Rio nº 57, Ed. Beira Rio, conjunto 51, Bairro Vila Olímpia, Cidade e Estado de São Paulo, classificados como Propriedades para Investimento do Fundo de Investimento Imobiliário BRC RENDA CORPORATIVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, administrado pela BR Capital DTVM S.A.

O objetivo do presente trabalho solicitado pelo administrador do FII é a determinação do valor de mercado de compra e venda para atendimento às exigências da instrução CVM Nº 516, de

29 de dezembro de 2011 que dispõe sobre a elaboração e divulgação das Demonstrações Financeiras dos Fundos de Investimento Imobiliário – FII, dando diretrizes quanto aos procedimentos de mensuração do valor justo para monitoramento de valores contábeis registrados. A Consult declara que avaliou este imóvel anteriormente através do laudo Nº 28.511.001/1023. Para tanto a Consult adotou as metodologias usuais de avaliação de ativos, notadamente os Métodos Comparativo e da Renda. Considerou-se como premissa, para efeito de análise, os bens livres de hipotecas, arrestos, usufrutos, penhores, passivos ambientais ou quaisquer ônus ou problemas que prejudiquem o seu bom uso ou comercialização, inclusive livre de dívidas ou pendências referentes a eventos do passado. Parte das informações e documentos que foram necessários para a execução da avaliação foram fornecidos pelos executivos e funcionários da solicitante. Estas informações foram consideradas como verdadeiras uma vez que não faz parte do escopo de nosso trabalho qualquer tipo de procedimento de diligência ou auditoria.

Relacionamos abaixo a documentação fornecida para a elaboração deste relatório, que é, por premissa, considerada boa e válida, não tendo sido efetuadas análises jurídicas ou medições de campo:

cópia da matrícula nº 75.549 do 4º Oficial do RGI de São Paulo;

  • cópia da guia de IPTU.

Desta forma, a Consult não assume qualquer responsabilidade futura pela precisão das informações citadas acima.

Algumas das considerações e premissas descritas neste relatório estão baseadas em eventos futuros que fazem parte da expectativa dos consultores, à época deste estudo. Estes eventos futuros podem não ocorrer e os resultados apresentados neste relatório poderão sofrer alterações.

alterações. A Consult e seus sócios declaram que não mantém relação de trabalho ou subordinação com sociedades controladoras ou controladas pelo administrador do FII, não detém cotas no fundo ao qual se referem os imóveis objetos da avaliação e não têm qualquer interesse financeiro nas operações que envolvem os objetos da avaliação, caracterizando, assim, sua independência. Os honorários contratados para a execução deste trabalho não são baseados e não têm qualquer relação com os valores e indicadores aqui reportados. Isto posto, o arbitramento de todos os valores aqui apresentados emanam da formação de opiniões técnicas, devidamente sustentadas e com toda independência. O laudo é considerado pela Consult Soluções Patrimoniais como documento sigiloso, absolutamente confidencial, podendo ser divulgado a terceiros mediante autorização do solicitante, ressaltando-se que os trabalhos não devem ser utilizados para outra finalidade que não seja as estabelecidas anteriormente.

II. METODOLOGIA
1. NORMAS TÉCNICAS

As normas de avaliação da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas são constituídas de 7 partes sob o título geral de “Avaliação de bens” e número referencial NBR 14653.

A parte 1 refere-se a Procedimentos Gerais, contudo só deverá ser utilizável em conjunto com as demais partes, conforme abaixo:

  • Parte 2: Imóveis Urbanos

  • Parte 3: Imóveis Rurais

  • • Parte 4: Empreendimentos • Parte 5: Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral • Parte 6: Recursos Naturais e Ambientais • Parte 7: Patrimônios Históricos

• Parte 4: Empreendimentos • Parte 5: Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral • Parte 6: Recursos Naturais e Ambientais • Parte 7: Patrimônios Históricos O presente trabalho estará embasado nas diretrizes estipuladas nas normas da ABNT, NBR 14653-1, NBR 14653-2 e NBR 14653-4. A interpretação das especificações constantes das Normas da ABNT é discutida e apresentada através de estudos analíticos pelo Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia – IBAPE, Instituto de Engenharia e outras associações de classe. Este estudo também está embasado em subsídios técnicos e foi elaborado de acordo com a Instrução Normativa CVM 472/08 que dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento, a oferta pública de distribuição de cotas e a divulgação de informações dos Fundos de Investimento Imobiliário – FII, como também pela instrução CVM Nº 516, de 29 de dezembro de 2011 que dispõe sobre a elaboração e divulgação das Demonstrações Financeiras dos Fundos de Investimento Imobiliário – FII.

Nas normas vigentes da ABNT, NBR 14653-1, item 8.2 “Métodos para identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos”, os processos avaliatórios são divididos em 4 grupos relacionados a seguir: Método COMPARATIVO Direto de Dados de Mercado Identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituíntes da amostra. Método Involutivo (variante da RENDA ) Identifica o valor de mercado do bem, alicerçado no seu aproveitamento eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-se cenários viáveis para execução e comercialização do produto.

2. CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO

De uma forma geral, conforme figura abaixo, existem 3 abordagens originais de avaliação de onde derivam todas as metodologias comumente utilizadas em todo o mundo:

Renda
Comparativo
Custo
  • •Perspectivas futuras;

  • •Sempre considerado como •Pressupõe a reposição do bem; •Perspectivas futuras; método prioritário; •É fundamentado no conceito •Capacidade de geração de

  • •Possível quando existe um evolutivo; benefícios; mercado ativo; •Normalmente passa pelo valor •Projeções esperadas;

  • •Proporciona resultados mais novo; •Taxas de atratividade; diretos. •Requer um ajuste em função •Incertezas e risco. do estado do bem.

Método Evolutivo ( CUSTO )

Identifica o valor do bem pelo somatório dos valores de seus componentes. Caso a finalidade seja a identificação do valor de mercado, deve ser considerado o fator de comercialização.

Método da Capitalização da RENDA

Identifica o valor do bem, com base na capitalização presente de sua renda líquida prevista, considerando-se cenários viáveis.

Para melhor entendimento dos processos avaliatórios por parte do solicitante, reproduzimos também os itens 8.3 “Métodos para identificar o custo de um bem” e 8.4 “Métodos para identificar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento” da NBR 14653-1.

MÉTODOS PARA IDENTIFICAR O CUSTO DE UM BEM Método Comparativo Direto de Custo Identifica o custo do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra. Método da Quantificação de Custo Identifica o custo do bem ou de suas partes por meio de orçamentos sintéticos ou analíticos a partir das quantidades de serviços e espectivos custos diretos e indiretos. MÉTODOS PARA IDENTIFICAR INDICADORES DE VIABILIDADE ECONÔMICA DE UM EMPREENDIMENTO Os procedimentos avaliatórios usuais com a finalidade de determinar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento são baseados no se fluxo de caixa projetado, a partir do qual são determinados indicadores de decisão baseados no valor presente líquido, taxas internas de retorno, tempos de retorno, dentre outros

3. CRITÉRIO ADOTADO

Após a apreciação da metodologia básica pode-se concluir que todos os métodos são comparativos genericamente, isto porque, em qualquer um deles estaremos sempre comparando elementos, sejam eles valores de venda ou oferta, de locação, taxas de renda, atratividade ou mesmo a forma e o aproveitamento eficiente de terrenos e imóveis.

No presente caso, tendo em vista a finalidade da avaliação, a natureza dos imóveis avaliandos, suas situações geo-sócio-econômicas e a disponibilidade de dados e evidêncas de mercado seguras, optamos pelo "Método da Renda" na sua variante de Valor Econômico por Fluxo de Caixa Descontado, para a definição dos valores referenciais e indicadores.

4.
ESPEC
Como a
variante
avaliaçõ
enquadr
I
IFICAÇÃO DA AV
s avaliações foram
de Valor Econômic
es de acordo com
ado em graus I, II ou
Aiidd
Tabela 4 -
ALIAÇÃO
fundamentadas princ
o por Fluxo de Caixa
o item 10 da NBR 1
III quanto à fundam
Identificação de valor
ipalmente pelo "Mét
Descontado, analisa
4653-4, que define
entação, conforme ta
Para identificação de val
e indicadores de viabili
odo da Renda" na sua
mos a especificação das
que o laudo deve ser
bela abaixo:
or
dade
código AAAE-FBC6-8B32-97E3.
tem

tvae

Grau III

Grau II

Grau I
o
7.5.1.1

~~E~~
Análise operacional do
empreendimento

~~o~~
Ampla, com os elementos
operacionais devidamente
explicitados

~~RR~~

Simplificada, com base
nos indicadores
operacionais

~~O~~
Sintética, com a
apresentação dos indicadores
básicos operacionais
3 e utilize
7.5.1.2

Análise das séries
históricas do
empreendimento 1)

base em análise do
processo estocástico para
variáveis-chave, em um
período mínimo de 36


Com base em análise
determinística para um
prazo mínimo de 24
meses


Com base em análise
qualitativa para um prazo
mínimo de 12 meses
Costa.
n.com.br:44
7.5.1.3

~~E~~
Análise setorial e
diagnóstico de mercado


De estrutura, conjuntura,
tendências e conduta

~~O~~
Da conjuntura

~~O~~
Sintética da conjuntura
Mauro
ertisig

7.5.1.4

Taxas de desconto

Fundamentada


Justificada


Arbitrada
to
s.c

7.5.1.5.1

~~FS ~~
Escolha do modelo

Probabilístico



Determinístico associado
aos cenários





Determinístico
Rober
natura


~~O~~
~~O~~
7.5.1.5.1


Estrutura básica do fluxo
de caixa



Completa



~~O~~
Simplificada



~~O~~
Rendas líquidas
e por
//assi


7.5.1.5.2

Cenários fundamentados


Mínimo de 5




Mínimo de 3



Mínimo de 1
ent
ttps:

7.5.1.5.3
Análise de sensibilidade

Simulações com
apresentação do
comportamento gráfico


Simulação com
identificação de
elasticidade por variável

Simulação única com
variação em torno de 10%
tronicam
ao site h
7.5.1.5.4

Análise de risco



~~O~~

Risco fundamentado




Risco justificado

Risco arbitrado
ele
vá
1) Só para empreendimento emoperaçãoEste documento foi assinado
Para verificar as assinaturas

Atribuindo 01 ponto para os itens em grau I , 02 pontos para os itens em grau II e 03 pontos para itens em grau III. O enquadramento global deve considerar a soma dos pontos obtidos para o conjunto dos itens, atendendo à tabela a seguir.

Tabela 5 - Enquadramento dos laudos segundo seu grau de fundamentação (para identificação de valor)

GrausIIIIII
Pontosmaior ou igual a 22de 13 a 21de 7 a 12
Restrições
máximo de 3 itens
em graus inferiores,
admitindo-se no
máximo um item no
Grau I

(para ind
máximo de 4 itens
em graus inferiores
ou não atendidos

icadores de viabilidade)
mínimo de 7 itens
atendidos
GrausIIIIII
Pontosmaior ou igual a 18de 11 a 17de 5 a 10
Restriçõesmáximo de 4 itens
em graus inferiores,
admitindo-se no
máximo um item no
Grau I
máximo de 4 itens
em graus inferiores
ou não atendidos
mínimo de 5 itens
atendidos
entro dest
Item
estrições
e critério,
Pontos
em grau
admiti
máximo
G
definimos o seguinte grau de fundamentação para o presente laudo:
Comentários
s inferiores,
ndo-se no
um item no
rau I
máximo de 4 itens
em graus inferiores
ou não atendidos
mínimo de 5 itens
atendidos

ódigo AAAE-FBC6-8B32-97E3.
7.5.1.12Os levantamentos, as pesquisas e as projeções operacionais apresent
permitem uma analise sintética dos indicadores operacionais
empreendimentos.
adas
dos
43 e utilize o c
7.5.1.20Não foram fornecidos os históricos recentes mês a mês de locaçã
empreendimento demonstrando o valor exato pago, contudo te
parâmetros dos contratos assinados e a informação verbal
administrador de que o locatário está adimplente. Com relaçã
eventuais investimentos nos imóveis ou despesas operacionais nos fo
informados conforme apresentado adiante em item específico,
permitindo analisarmos a performe operacional realizada
empreendimento no período recente por completo.
o do
mos
do
o a
ram
não
pelo
camente por Roberto Mauro Costa.
e https://assinaturas.certisign.com.br:4
7.5.1.32Executamos uma análise da conjuntura imobiliária local.troni
ao sit
7.5.1.42No item IV- 4 justificamos de forma detalhada a taxa adotada.o ele
s vá
7.5.1.5.12Como não existia uma base de dados que permitisse uma an
probabilística das diversas variáveis exigíveis em um modelo d
natureza, adotamos um modelo determinístico associado a cenários.
álise
esta

nto foi assinad
as assinatura
7.5.1.5.12Simplificada com algumas adaptações em função do tipo
empreendimento e dasinformações disponíveis.
10
de
Este docume
Para verificar

Dentro deste critério, definimos o seguinte grau de fundamentação para o presente laudo:

7.5.5.1.21Estabelecemos como base um cenário que consideramos o mais provável
dentro das informações disponíveis no momento da avaliação.
Adicionalmente projetamos desvios nas variáveis chaves do modelo,
proporcionando a análise de resultados mais otimistas ou pessimistas.
7.5.5.1.30Não foram elaboradas análises de sensibilidade.
7.5.5.1.42Contemplamos a análise de risco por meio de um prêmio de risco
justificado na composição da taxa de desconto.
TOTAL13Laudo enquadradono grauII

O presente trabalho será classificado como "Grau II", conforme o que dispõem as normas da ABNT.

5. DEFINIÇÃO TÉCNICA DO VALOR ESTABELECIDO

DEFINIÇÃO TÉCNICA DO VALOR ESTABELECIDO Existem muitos tipos e definições relativas ao valor. É de grande importância para o uso e conhecimento das avaliações, que o tipo e a definição de valor em questão sejam identificados de maneira clara, e que as metodologias usadas estejam adequadas com as finalidades e os propósitos da avaliação. Uma mudança na definição de valor pode ter um efeito material nos valores que se atribuem aos bens. A definição e entendimentos de valor sempre foram controversos na engenharia de avaliações, existindo várias definições, com diferentes enfoques. Como paradigma, para valor de mercado, a IVSC – International Valuation Standards Council define da seguinte forma: ▪ “Quantia estimada pela qual um ativo ou passivo seria transacionado, na Data da Avaliação, entre um comprador e um vendedor predispostos, em uma transação entre partes independentes, depois de um tempo adequado de exposição ao mercado, onde as partes ajam com conhecimento, prudência e sem compulsão.” O IBAPE adota a definição dentro da linha conceitual das normas IVSC, ou seja: ▪ “Quantia mais provável pela qual se negociaria com conhecimento, prudência e sem compulsão um bem, numa data de referência, dentro das condições do mercado vigentes.”

Se considerarmos as normas da ABNT, a definição técnica é a seguinte:

  • “Quantia mais provável pela qual se negociaria voluntariamente e conscientemente um bem, numa data de referência, dentro das condições do mercado vigente.”

Para as normas contábeis definidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, o valor justo de um ativo segue a diretriz do valor de mercado e é definido na CPC 46 - Mensuração do Valor Justo como:

  • “o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração”

A mensuração do valor justo de um ativo não financeiro nas orientações do CPC leva em consideração a capacidade do participante do mercado de gerar benefícios econômicos

utilizando o ativo em seu melhor uso possível (highest and best use) ou vendendo-o a outro participante do mercado que utilizaria o ativo em seu melhor uso. O melhor uso possível de um ativo não financeiro leva em conta o uso do ativo que seja fisicamente possível, legalmente permitido e financeiramente viável. O valor justo é uma mensuração baseada em mercado e não uma mensuração específica da entidade. Para alguns ativos e passivos, pode haver informações de mercado ou transações de mercado observáveis disponíveis e para outros pode não haver. Contudo, o objetivo da mensuração do valor justo em ambos os casos é o mesmo – estimar o preço pelo qual uma transação não forçada para vender o ativo ou para transferir o passivo ocorreria entre participantes do mercado na data de mensuração sob condições correntes de mercado (ou seja, um preço de saída na data de mensuração do ponto de vista de participante do mercado que detenha o ativo ou o passivo). Quando o preço para um ativo ou passivo idêntico não é observável, a entidade mensura o valor justo utilizando outra técnica de avaliação que maximiza o uso de dados observáveis relevantes e minimiza o uso de dados não observáveis. Por ser uma mensuração baseada em mercado, o valor justo é mensurado utilizando-se as premissas que os participantes do mercado utilizariam ao precificar o ativo ou o passivo, incluindo premissas sobre risco. A instrução CVM Nº 516, de 29 de dezembro de 2011, também dá orientações e define valor justo para propriedades para investimento da seguinte forma: “Art. 7º Após o reconhecimento inicial, as propriedades para investimento devem ser continuamente mensuradas pelo valor justo.

§1º Entende-se por valor justo o valor pelo qual um ativo pode ser trocado ou um passivo liquidado entre partes independentes, conhecedoras do negócio e dispostas a realizar a transação, sem que represente uma operação forçada.

§2º O valor justo de uma propriedade para investimento deve refletir as condições de mercado no momento de sua aferição.

§3º A melhor evidência do valor justo é dada pelos preços correntes de negociação em um mercado líquido, de ativos semelhantes, na mesma região e condição e sujeitos a contratos similares de aluguéis ou outros.

§4º Na impossibilidade de aplicar o disposto no parágrafo anterior, a instituição administradora deve usar, na ordem, as seguintes informações para estimar o valor justo:

I – preços correntes praticados em um mercado líquido de ativos de diferente natureza, condição, localização, sujeitos a diferentes contratos de aluguéis ou outros, ajustados para refletir estas diferenças;

II – preços recentes de ativos semelhantes praticados em mercados menos líquidos, ajustados para refletir quaisquer mudanças nas condições econômicas em relação à data da ocorrência daqueles preços; ou III – projeções de fluxos de caixa descontados baseados em estimativas confiáveis de fluxos futuros de caixa, consubstanciado nos termos do contrato de aluguel ou qualquer outro contrato existente e, quando possível, em evidências externas de valores correntes de aluguéis de ativos na mesma localização e condição, devendo usar taxas de desconto que reflitam as avaliações atuais do mercado quanto às incertezas no valor e prazo dos fluxos de caixa.” Entendemos por “mercado líquido” citado acima o conceito de “mercado ativo” apresentado pelas normas contábeis definidas pelo CPC, conforme abaixo:

“Mercado ativo é um mercado onde todas as seguintes condições existem:

(a) os itens transacionados no mercado são homogêneos;

(b) vendedores e compradores com disposição para negociar são encontrados a qualquer momento para efetuar a transação; e

(c) os preços estão disponíveis para o público.”

De qualquer forma, os valores de mercado são mensurados com segurança em ambientes onde é possível se fazer uma comparação direta, ou ter suporte de mercado para tal assertiva.

Para imóveis residenciais, comerciais e outros bens padronizados e com mercado ativo normalmente é possível estimar valores diretamente por comparação, contudo no caso de dificuldade de acesso a informações efetivas de negócios realizados, avaliação de conjunto (“pacote”) de unidades autônomas, empreendimentos de grande porte, imóveis especializados ou em estágios intermediários de projeto, desenvolvimento ou implantação, ou mesmo títulos de valores mobiliários lastreados em ativos não financeiros, não é possível fazer a avaliação por comparação direta em função da pouca amostragem de evidências de mercado.

Nestas situações é exigida a utilização de técnicas de avaliação geralmente aceitas,

estabelecendo-se premissas e pressupostos que suprem a ausência de evidências de mercado e permitem ao avaliador se apoiar nas teorias da Engenharia de Avaliações e das Finanças Corporativas para embasar a aferição de um referencial de valor que represente a melhor aproximação do valor de mercado justo (“fair market value”).

III. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO IMÓVEL AVALIANDO
1. CARACTERIZAÇÃO DA REGIÃO
1.1. LOCALIZAÇÃO E ATIVIDADES EXISTENTES
Uso Predominante:Comercial/serviços
Distribuição da Ocupação Predominante:Vertical
Densidade de Ocupação:Alta
Padrão Econômico:Alto
Principais Pólos de Influência:Shopping Vila Olímpia, Estação CPTM
Vila
Olímpia,
Parque
do
Povo,
comércios e serviços da região
Área Sujeita à Enchentes:Não

/>

1.2. INFRAESTRUTURA URBANA E EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS
Principais Vias de Acesso:Avenidas Juscelino Kubitschek, Marginal Pinheiros,
Nações Unidas, Rua Funchal e Rua Gomes de
Carvalho
Intensidade de Tráfego:Média/alta
Nível de Escoamento:Bom
Acesso ao Imóvel:Acesso direto
Tipos de Transportes Coletivos:Ônibus, lotação, metrô e trem
Melhoramentos Públicos:Coleta de resíduos sólidos, água potável, energia
elétrica,
telefone,
redes
de
cabeamento
para
-8B32-97E3.
transmissão de dados, comunicação e televisão,
-FBC6
esgotamento sanitário e águas pluviais
AAAE
Equipamentos Comunitários:Segurança, educação, saúde, cultura e lazer
código
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Soluções Patrimoniais

2. CARACTERIZAÇÃO DO TERRENO
2.1. LOCALIZAÇÃO

O imóvel avaliando localiza-se à Rua Beira Rio, 57, Bairro Vila Olímpia, Cidade e Estado de São Paulo.

~~—————Sotuções otrmoniais~~

2.2. CARACTERÍSTICAS DO LOGRADOURO DE SITUAÇÃO
Denominação:Rua Beira Rio
Tipo:Local
Quantidade de Faixas:Única
Mãos de Direção:Única
Pavimentação:Asfalto
Traçado:Retilíneo
Perfil:Plano
Calçadas:Cimentada
Iluminação Pública:Vapor de mercúrio
Nível Comercial:Médio/alto

RUA BEIRA RIO

2.3. ASPECTOS FÍSICOS

De acordo com os elementos fornecidos, o terreno onde se localizam os conjuntos tem a seguinte área:

=================================================================

ÁREA TOTAL: 938,00 m² - conforme cópia do IPTU
FRAÇÃO IDEAL:
UNIDADEFRAÇÃO IDEAL %ÁREA TOTAL
TERRENO (m²)
FRAÇÃO IDEAL
m²
3
Cj-518,5543%
938,0080,24
297
=================================================================
B
Formato:Bom
Topografia:Terreno plano e ao nível do logradouro de situação
Superfície:Seca

3. CARACTERIZAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS
3.1 DESCRIÇÃO DO PLAZA I
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Situação:Construído
Nº de Pavimentos:15, sendo 2 subsolos, térreo e 12 pavimentos tipo
Padrão Construtivo:Superior
Posicionamento no Terreno:Isolado e recuado do alinhamento da via pública
Estrutura:Concreto armado
Fechamento Lateral:Alvenaria
Tipo de Cobertura:Laje impermeabilizada
Apoio da Cobertura:Concreto
Revestimento Externo:Concreto aparente
Estado de Conservação:Regular
Idade:40 anos

COMPLEMENTOS
~~N~~o Elevadores Sociais:02
Capacidade Total:420 kg ou 07 pessoas
Marca:Atlas Schindler
Segurança:Sistema circuito fechado de TV, portas vigiadas, registro de
imagem e sistema de alarme(infra-vermelho), sistema de
controle de acesso, sistema de sonorização e automação
predial
Segurança contra Incêndio:Detector de fumaça, extintores, sprinklers, luz e alarme de
emergência e rede de hidrantes
C6-8B32-97E
Ar Condicionado:Central VAV
AE-FB
Áreas Comuns:Recepção, circulação e garagem para visitantes
igo AA
Escada:Independente com porta corta fogo
e o cód
Tecnologia:Comunicação com satélite, fibra ótica e linha digital
utiliz
egurança contra Incêndio:
Ar Condicionado:
Áreas Comuns:
scada:
ecnologia:
ONSTITUIÇÃO DOS PAVI
Detector de fumaça, extintores, sprinklers, luz e alarm
emergência e rede de hidrantes
Central VAV
Recepção, circulação e garagem para visitantes
Independente com porta corta fogo
Comunicação com satélite, fibra ótica e linha digital
MENTOS
e de
auro Costa.
rtisign.com.br:443 eutilize o código AAAE-FBC6-8B32-97E3.
Subsolos:Garagensberto M
turas.ce
Térreo:Recepção, circulação, vagas de garagem e jardim externo
por Ro
/assina
Pavimentos Tipos:Escritóriosmente
https:/
Cobertura:Casa de máquinasEste documento foi assinado eletronica
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CONSTITUIÇÃO DOS PAVIMENTOS

Soluções Patrimoniais

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TÉRREO - ENTRADA

TÉRREO - ESTACIONAMENTO

3.2 DESCRIÇÃO DA UNIDADE AVALIANDA
Denominação:Conjunto comercial n°51
Tipo:Comercial
Nº de Unidades:01
Dependências Internas:Estações de trabalho, copa e sanitários
Vagas de Garagem:06
Estado de Conservação:Novo
Idade:40 anos
QU
UNIDADE
ADRO DE ÁRE
ÁREA PRIVATIVA
TOTAL (m²)
AS CONFO
ÁREA COMUM
(m²)
RME MATR
ÁREA
CONSTRUÍDA
TOTAL (m²)
ÍCULA:
VAGAS
FRAÇÃO IDEAL %
Cj-51286,130268,840554,97068,5543%
ACABAMENTOS INTERNOS OBSERVADOS
Piso:Carpete, vinílico e porcelanato
o Co
gnc
Parede:Massa com pintura à base de látex, tijolos aparentes e
divisórias em vidro e madeira
Roberto Maur
naturascertisi
Forro:Laje nervurada e gesso
te por
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Esquadria:Ferro
amen
e https

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a
a
Ao ” ad
|

ACESSO AO CONJUNTO

ESTAR

CONSULT

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ESTAÇÕES DE TRABALHO E SALAS

SALA DE REUNIÃO

io” os

CALL

COPA

Es
| A

SALA

CIRCULAÇÃO

SANITÁRIO

DML

IV. DIAGNÓSTICO DE MERCADO
1. CONTEXTO ECONÔMICO MUNDIAL

A economia mundial em 2024 está se ajustando após a recuperação da pandemia e a crise de 2020, com crescimento moderado. Economias avançadas, como EUA e União Europeia, enfrentam dificuldades devido ao aumento das taxas de juros e desaceleração no consumo. Já economias emergentes, como China e Índia, mantêm um crescimento robusto, apesar de desafios internos. A inflação, embora tenha diminuído desde 2022, continua a ser uma preocupação, especialmente nos países desenvolvidos. Tensões geopolíticas, como a guerra na Ucrânia e atritos entre EUA e China, impactam os mercados globais e as cadeias de suprimentos.

Para 2025, espera-se um crescimento mais equilibrado entre economias desenvolvidas e emergentes, mas com desafios em economias avançadas devido ao impacto das altas taxas de juros. As economias emergentes, como a Índia e a África, podem superar as ocidentais em termos de crescimento, mas enfrentam desafios como desigualdade e instabilidade política. A inflação pode ser mais moderada, e os bancos centrais poderão reduzir as taxas de juros, mas com cautela. A inteligência artificial poderá ser importante motor de crescimento, visto que se observa um movimento acelerado de grandes empresas explorando formas de uso da ferramenta atualmente. O mercado financeiro deve continuar volátil, com incertezas geopolíticas e políticas monetárias afetando os investimentos. A guerra na Ucrânia e as tensões entre EUA, China e Rússia continuam a criar volatilidade nos mercados. O cenário de 2025 dependerá da adaptação tecnológica, sustentabilidade e resolução das incertezas políticas para garantir o crescimento econômico.

2. CONTEXTO ECONÔMICO BRASILEIRO

A economia brasileira em 2024 enfrenta crescimento moderado e desafios estruturais, após a recuperação pós-pandemia. Fatores como taxa de juros elevada, desaceleração do consumo e instabilidade política global impactam o desempenho econômico. O agronegócio continua sendo um pilar importante, com exportações de commodities, enquanto a indústria e o setor de serviços enfrentam dificuldades devido a baixos investimentos e alta da inflação.

A inflação, acima da meta do Banco Central, tem impactado negativamente com mais intensidade o mercado de alimentos, combustíveis e energia, o que restringe o poder de compra e o crédito. O Banco Central mantém a taxa Selic elevada (acima de 12%) para controlar a inflação, o que afeta negativamente o consumo e os investimentos.

O mercado de trabalho melhorou com a queda no desemprego, mas persiste o emprego informal e salários baixos. A recuperação é desigual, com muitos ainda subempregados. O governo enfrenta um cenário fiscal delicado, com altos níveis de dívida e déficit público, e busca implementar reformas, especialmente na área social e em infraestrutura. No entanto, a resistência política dificulta avanços significativos em reformas fiscais. Com relação ao comércio externo, o Brasil continua dependente das exportações de commodities, o que é positivo enquanto os preços globais se mantiverem favoráveis, mas vulnerável a mudanças nas políticas comerciais globais. Em 2025, espera-se que a economia brasileira aproximadamente 2%, impulsionada pelo agronegócio, mas com necessidade de diversificação e inovação em outros setores, como energia renovável e tecnologia. Existe também a expectativa de que a inflação recue, mas de forma gradual, com redução lenta da taxa de juros. O governo precisará avançar nas reformas fiscais para controlar a dívida pública, e a reforma tributária será um tema relevante.

A geração de empregos formais e de qualidade será um desafio. A diversificação das exportações e novos acordos comerciais poderão fortalecer a economia, com foco em tecnologia e produtos industriais. O sucesso das reformas fiscais e a adaptação a novas tecnologias serão fundamentais para garantir um crescimento sustentável e enfrentar os desafios fiscais e políticos do Brasil.

A seguir apresentamos o gráfico ilustrando o PIB Brasil desde o ano 2000, com projeção para os anos de 2024 a 2028.

Variação do Produto Interno Bruto anual em R$ do ultimo ano (2023)
10%
8%
6%
4%
7,5%
5,8% 6,1%
2% 4,4% 4,0% 5,1% 4,0% 4,8%
3,1% 3,2% 3,0% 3,0% 2,9% 3,4%
1,4% 1,1% 1,9% 1,3% 1,8% 1,2% 2,2% 2,2% 2,2% 2,2%
0% - 0,1% 0,5%
-2% -3,5% -3,3% -3,3%
-4%
-6%
2.000 2.001 2.002 2.003 2.004 2.005 2.006 2.007 2.008 2.009 2.010 2.011 2.012 2.013 2.014 2.015 2.016 2.017 2.018 2.019 2.020 2.021 2.022 2.023 2.024 2.025 2.026 2.027 2.028

Fonte dos dados: BCB-Depec / Elaboração do gráfico: Consult

3. CONTEXTO DO MERCADO IMOBILIÁRIO BRASILEIRO

O mercado imobiliário brasileiro em 2024 apresenta um cenário diversificado, refletindo características regionais e a dinâmica de cada segmento. Com fatores macroeconômicos como a alta taxa de juros e a recuperação da economia pós-pandemia, o comportamento dos investidores e consumidores varia significativamente conforme a tipologia de imóvel. Abaixo apresentamos um breve contexto para cada segmento:

Escritórios: O mercado de escritórios segue em um processo de transformação impulsionado pelo modelo híbrido de trabalho. Em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, os edifícios classe A e A+ continuam a ser a preferência, especialmente nas regiões mais valorizadas, como Faria Lima e Leblon. A demanda se concentra em espaços flexíveis, com infraestrutura tecnológica avançada e certificações de sustentabilidade.

tecnológica avançada e certificações de sustentabilidade. Residencial: O setor residencial é impulsionado por diferentes demandas. O programa Minha Casa, Minha Vida tem revitalizado o segmento popular, enquanto o médio e alto padrão enfrenta desafios devido ao custo do crédito imobiliário. Nas grandes cidades, há maior procura por imóveis compactos e bem localizados, refletindo mudanças no estilo de vida e no perfil familiar. Galpões Logísticos: O setor de galpões logísticos é um dos mais dinâmicos, impulsionado pela expansão do e-commerce e pela necessidade de cadeias de suprimentos mais eficientes. Regiões estratégicas, como os eixos das rodovias Anhanguera e Dutra, em São Paulo, lideram a demanda. Os empreendimentos com alta tecnologia e localização próxima a grandes centros urbanos são os mais valorizados. Lojas de Rua e Centros Comerciais: A retomada do varejo físico após a pandemia trouxe novo fôlego para lojas de rua e centros comerciais. Nas grandes cidades, ruas comerciais tradicionais, como Oscar Freire em São Paulo, continuam sendo polos de atração, enquanto shoppings buscam se reposicionar como espaços de experiência e conveniência.

Shoppings Centers: Os shoppings brasileiros têm se adaptado ao consumidor atual, focando em experiências, gastronomia e lazer, além de ampliar o mix de serviços e entretenimento. O setor premium, com empreendimentos voltados a classes de maior renda, apresenta melhor performance, enquanto os shoppings de médio porte enfrentam maior pressão competitiva.

Hotéis e Residências Multifuncionais: O setor hoteleiro apresenta recuperação consistente em destinos turísticos e empresariais. Paralelamente, as residências multifuncionais (como o conceito de coliving e apartamentos por assinatura) ganham força em grandes centros urbanos, atendendo a jovens profissionais e nômades digitais.

Em 2025, espera-se uma queda gradual das taxas de juros, porém com fechamento do ano ainda em patamares elevados, que continuarão a limitar o acesso ao crédito e afetar

principalmente a demanda por imóveis residenciais. No entanto, alguns segmentos, como escritórios flexíveis e galpões logísticos, devem se beneficiar da reconfiguração das necessidades empresariais, com o aumento do home office e do comércio eletrônico, que demandam espaços mais eficientes e flexíveis. Além disso, a demanda por imóveis sustentáveis deve crescer, à medida que empresas e consumidores buscam reduzir custos operacionais a longo prazo, especialmente em um contexto de juros altos. Enquanto o setor residencial pode ser mais impactado, os setores de escritórios, logística e imóveis sustentáveis encontrarão oportunidades de crescimento ao atender às novas demandas do mercado. SITUAÇÃO ATUAL DO MERCADO DE IMÓVEIS CONCORRENTES Especificamente com relação ao imóvel avaliando, considerando o contexto do mercado para imóveis semelhantes quanto ao nível de oferta disponível, demanda, liquidez, absorção e o momento de preços, temos o seguinte cenário: a) Nível de oferta: Médio; b) Nível de demanda: Médio/baixo; c) Absorção pelo mercado: Normal/difícil; d) Desempenho do mercado atual: Entre recessivo e equilibrado; e) Momento de mercado: Nível de preços entre médio e baixo, as forças de negociação estão favoráveis para o comprador.

4. SITUAÇÃO ATUAL DO MERCADO DE IMÓVEIS CONCORRENTES

  • V. AVALIAÇÃO E ANÁLISE ECONÔMICO–FINANCEIRA (MÉTODO DA RENDA)
1.
MODELO DE ANÁLISE

O modelo estabelecido para a avaliação dos imóveis foi através da análise econômicofinanceira por Fluxo de Caixa Descontado (DCF), contemplando o ciclo completo de vida de um empreendimento de base imobiliária para renda, podendo-se dividir genericamente em 2 períodos básicos:

  • Ciclo de Implantação: é a fase de formatação, desenvolvimento, construção, implantação e equipagem do empreendimento até a sua inauguração e início da operação. No presente caso os imóveis já estão prontos e serão adquiridos nesta situação;

  • caso os imóveis já estão prontos e serão adquiridos nesta situação; Ciclo Operacional: é o período de exploração do empreendimento no conceito de renda de : é o período de exploração do empreendimento no conceito de renda de longo prazo, normalmente com uma fase inicial, após a implantação, de inserção gradativa no mercado, passando assim para um período de maturação ou consolidação com evolução vegetativa até atingir a maturidade representada pela estabilidade. Ao final teremos um período de declínio ou exaustão até o final da vida útil considerada. Nas projeções a fase operacional usualmente se divide em 2 partes: a) Período de projeção explícita: admitindo a fase inicial de projeção, onde é possível prever-se determinado comportamento dos fluxos de caixa com certo grau de certeza, procurando abranger no mínimo as fases de inserção no mercado e maturação vegetativa;

  • b) Valor Residual: equivalente ao ciclo posterior ao de projeção explícita, normalmente representado pela fase de estabilidade, passando para a fase de declínio ou exaustão até o final da vida útil do empreendimento. Este fluxo de caixa futuro de longo prazo é substituído por um valor equivalente único no final do período de projeção explícita.

  • No presente caso como os empreendimentos já se encontram com contratos de aluguel em andamento ou mesmo em formalização final, a fase operacional considera este perfil de projeção.

  • Ciclo Operacional: é o período de exploração do empreendimento no conceito de renda de : é o período de exploração do empreendimento no conceito de renda de longo prazo, normalmente com uma fase inicial, após a implantação, de inserção gradativa no mercado, passando assim para um período de maturação ou consolidação com evolução vegetativa até atingir a maturidade representada pela estabilidade. Ao final teremos um período de declínio ou exaustão até o final da vida útil considerada. Nas projeções a fase operacional usualmente se divide em 2 partes:

No presente caso como os empreendimentos já se encontram com contratos de aluguel em andamento ou mesmo em formalização final, a fase operacional considera este perfil de projeção.

Soluções Patrimoniais

Graficamente podemos ilustrar o modelo de análise de um empreendimento convencional de base imobiliária através da figura abaixo que resume o fluxo de caixa de um projeto desta natureza.

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1r 8 > | 1 Tempo 811 ]] '1 '1 1] 1' ' 1 Analisando o ciclo completo de vida de um empreendimento imobiliário, o custo de capital, como em todo negócio “Start up”, tem comportamento decrescente na fase inicial conforme figura acima, variando de acordo com a estrutura de capital do projeto (dívida de longo prazo/patrimônio líquido) e também do perfil de risco de cada fase de evolução do O Risco se reduz gradualmente com a materialização física do projeto no Ciclo de Implantação e posteriormente a medida que o negócio alcança a sua maturidade no Ciclo Operacional, o risco usualmente se estabiliza no nível de outros empreendimentos

Analisando o ciclo completo de vida de um empreendimento imobiliário, o custo de capital, como em todo negócio “Start up”, tem comportamento decrescente na fase inicial conforme figura acima, variando de acordo com a estrutura de capital do projeto (dívida de longo prazo/patrimônio líquido) e também do perfil de risco de cada fase de evolução do empreendimento.

O Risco se reduz gradualmente com a materialização física do projeto no Ciclo de Implantação e posteriormente a medida que o negócio alcança a sua maturidade no Ciclo Operacional, o risco usualmente se estabiliza no nível de outros empreendimentos

consolidados e performados.

Nesta linha de raciocínio, tendo em vista o estágio operacional dos empreendimentos avaliandos, faremos a análise econômico-financeira focando no período operacional futuro, analisando a expectativa de receitas, despesas e investimentos projetados, fixando o fluxo de caixa esperado e gerando referenciais e indicadores de viabilidade que embasem um arbitramento de valor, seguindo as seguintes etapas de cálculo:

  • a) Fluxo de Caixa do Projeto: consolidação de um fluxo de caixa esperado para o projeto de investimento, abrangendo os investimentos para aquisição (incognita da avaliação) e operação (renda de longo prazo), encerrando assim o ciclo de análise.

  • b) Custo de Capital: determinação da taxa de desconto dos fluxos de caixa futuros, no conceito de custo de capital, dimensionando a atratividade do investidor frente ao risco futuro do investimento, variável e decrescente em relação ao momento de evolução em que se encontra o projeto. Este modelo fixa um custo de capital na visão do investidor posicionado em cada período de evolução do projeto;

  • c) Valor Econômico do Empreendimento: fixado o fluxo de caixa esperado e definido um custo de capital específico para cada período, efetua-se o desconto dos fluxos futuros com base em cada taxa de desconto, obtendo o valor do empreendimento;

  • d) Análise de sensibilidade do modelo: verificando-se variável por variável sua influência no resultado final e hierarquizando-as em função de sua representatividade no resultado esperado;

  • e) Análise de Desvios: é evidente que as previsões carregam em si, um certo grau de incertezas e limitações, principalmente quando pensamos no mercado econômicofinanceiro e, mais ainda, em se tratando da economia brasileira. O grau de incertezas, ou seja, o risco, estará intimamente ligado com a probabilidade de ocorrência dos eventos em estudo. A definição mais simples e prática segundo José Roberto Securato em seu livro “Decisões Financeiras em Condições de Risco” parece ser a dada por Salomon e Pringle: “risco é o grau de incerteza a respeito de um evento”. A análise de desvios é fundamental em um estudo desta natureza visto que estamos trabalhando com expectativas de resultados dependentes de situações que irão ocorrer no futuro. Neste caso a análise será efetuada através de simulações de variações de cenários nas variáveis chaves.

2. PRESSUPOSTOS, RESSALVAS E FATORES LIMITANTES

Para a análise deste empreendimento objeto deste estudo foram formuladas algumas premissas básicas e pressupostos que são fundamentais nos resultados obtidos. Estas condições se não atendidas podem alterar as conclusões do estudo, representando fatores limitantes do uso do relatório, as quais detalhamos abaixo:

  • o valor monetário usado neste relatório refere-se ao poder de compra do Real – R$ na data base da avaliação, no conceito de moeda de poder aquisitivo constante;

  • A condução da política econômica brasileira que havia atingido consensualmente a maturidade, com o compromisso de equilíbrio, se desviou deste cenário e não conseguiu manter a estabilidade macro-econômica, exigindo mais recentemente uma correção de rota para retomar seu caminho de estabilidade. Nesta nova conjuntura o país seguirá numa rota ponderada por suas limitações políticas e econômicas, considerando-se as seguintes diretrizes: • Poderá haver avanços institucionais relevantes de médio prazo que potencializem as condições de desenvolvimento;

  • • Haverá pressões por políticas sustentáveis, exigindo a não-adoção de políticas que possam gerar um crescimento maior, mas que impliquem em desequilíbrios como já vinham se verificando nas gestões federais anteriores;

  • • No âmbito do crescimento econômico de longo prazo não é factível imaginar que o país volte a exibir números verificados na época do “milagre econômico” ou mesmo da primeira década deste século, contudo no longo prazo poderá crescer a taxas compatíveis com os países em desenvolvimento, após ultrapassar nos próximos anos este período de ajuste;

  • • Em relação a taxa de juros real esperamos a manutenção dos patamares atuais com pequenas oscilações no médio e longo prazo compatíveis com a o mercado internacional para países em desenvolvimento;

  • • as autorizações, licenças, alvarás, estudos técnicos ou outros documentos legais necessários a aprovação, construção e funcionamento dos empreendimentos estão ou serão viabilizados na forma exigida pelos órgãos competentes;

  • • os aspectos técnicos construtivos foram ou serão executados adequadamente, não ocorrendo vícios ou defeitos nas obras que tragam conseqüências negativas no futuro, afetando o desempenho dos empreendimentos;

  • • a avaliação considerou os valores, condições e particularidades do contrato de locação existente, bem como os parâmetros e condições levantadas com base em pesquisa de mercado; 37

  • nos cenários específicos da Operação de Buy to Lease e do Fundo de Investimento Imobiliário – FII admitimos que o contrato, caso seja “atípico”, será cumprido até o final, sem vacância, contudo com uma provisão para eventuais inadimplências. Caso não seja “atípico” será considerada uma provisão para vacância que aumenta gradualmente ao longo do prazo remanescente dos contratos;

  • trabalhamos com as bases informadas pela solicitante de datas, valores, prazos e condições comerciais;

  • o empreendimento está livre de ônus, dívidas ou pendências referentes a eventos do passado;

  • o empreendimento foi avaliado considerando que terá a mesma carga de impostos de pessoas jurídicas convencionais tributadas pelo lucro presumido, visto que o valor de mercado, bem como a viabilidade do empreendimento, deve ser avaliado no contexto do

  • mercado aberto, sempre pressupondo as condições e variáveis de um participante de mercado “típico”, desconsiderando-se condições especiais e estruturas específicas da entidade em avaliação;

  • • no cenário específico do Fundo de Investimento Imobiliário – FII admitimos que o fundo irá se beneficiar totalmente da isenção de impostos para as receitas do FII e também para a rendimento do cotista;

  • • a avaliação considera o imóvel mobiliado admitindo que os móveis dos conjutos são de propriedade do FII;

  • • o padrão dos móveis e investimentos efetuados no conjunto consideram a seguinte descrição: retirada do ar condicionado central do prédio e troca pelo sistema VRF entre as marcas: Daikin, LG ou Samsung; exaustão e renovação de ar externo; piso elevado monolítico; cabeamento estruturado categoria 6 certificado da marca Furukawa em todas as posições; rack montado com patch panels da marca Furukawa; carpete em placas e piso vinílico importados; cadeiras das marcas Mackey ou Flexform com 6/7 anos de garantia; Mobiliário feito sob medida com 5 anos de garantia; marcenaria especial incluindo paineis ripados; porcelanatos grandes formatos da marca Eliane; louças e metais Deca; bancadas em mármore; sistema de sprinklers e detectores de fumaça; CFTV e controle de acesso instalados; maior parte das divisórias em vidro temperado 10mm com perfil metálico com pintura eletrostática; substituição de 100% das instalações elétricas e hidráulicas do conjunto, muitas vezes incluindo o alimentador elétrico que vem da rua; iluminação 100% em LED; forro mineral importado NRC > 0,90; septos acústicos em todas as divisórias; fornecimento de espelhos e lousas em vidro serigrafado; persianas rolô com tecido importado e correntes metálicas, entre outras apresentadas no contrato de locação;

  • os parâmetros complementares adotados para arbitramento de cenário foram fixados apenas para reproduzir com mais realidade as transações previstas, podendo apresentar mudanças no momento de ocorrência do fato em função de dependerem de diversas variáveis não monitoráveis no âmbito do planejamento dos empreendimentos.

Desta forma, ressaltamos que os valores referenciais e indicadores de viabilidade obtidos neste estudo estão vinculados as premissas estabelecidas e aos cenários arbitrados para simulação, devendo o decisor analisar estes resultados em conjunto com os parâmetros fixados no modelo de projeção.

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3. FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DO ACIONISTA(FCFE)

Em termos gerais, os fluxos de caixa são os fluxos que sobram após o pagamento de despesas operacionais, impostos e quaisquer pagamentos de capital de terceiros (Debt), mas antes que sejam feitos distribuição de dividendos ou remuneração de cotistas representados por capital próprio (Equity).

No presente caso, projetamos os fluxos de caixa do proprietário considerando a estrutura de uma empresa convencional e com remuneração variável de forma a zerar o fluxo de caixa, repassando para os cotistas 100% dos resultados.

Neste contexto estaremos verificando a viabilidade de investimento na visão dos cotistas que nesta modelagem representam os investidores do negócio.

Como o CAPM produz taxas para serem aplicadas em fluxos de caixa após os impostos, as projeções de fluxo foram também elaborados da mesma forma, o que compatibiliza os referenciais e conceitos entre as composições do fluxo de caixa e da taxa de desconto que irão determinar o valor presente.

Este cálculo deve sempre considerar as condições e variáveis de um participante de mercado “típico”, desconsiderando-se condições especiais e estruturas específicas da entidade em avaliação, admitindo-se como premissa neste caso que o referencial de tributação “típico” é o de uma empresa convencional investidora em imóveis para locação tributada com base no lucro presumido.

Os parâmetros utilizados para o arbitramento do fluxo mais provável estão apresentados nos itens seguintes.

3.1 PARÂMETROS PARA PROJEÇÃO DE RESULTADOS

Os parâmetros para a projeção de fluxos de caixa esperados para o empreendimento avaliando estão apresentados a seguir, destacando-se que as receitas operacionais são compostas basicamente pelo aluguel do empreendimento, sendo que as bases adotadas para as projeções dos alugueis existentes foram fornecidas pela solicitante conforme abaixo relacionadas:

Bases dos contratos
[po
oo
Cenário : BuyToLease


Área Locável (m2)
R
286,13

Aluguel contratado - R$/m2
O
123,86


Aluguel contratado
R

35.440,78

Data base aluguel contratado
~~po~~


01/10/2024
~~1~~
Mês de reajuste


~~po~~

10


~~1~~
Periodicidade de reajuste


~~P~~
12



Periodicidade de pagamento
~~D~~
1

~~R~~
Indice de reajuste
R
FIPCA
R
Data de início do contrato
~~E~~
11/10/2023
Data de início dopagamento
P

11/11/2023
R
Data de fim de contrato
~~po~~


11/10/2028
~~1~~
Desconto/Acréscimos/Acréscimos contratados 1


~~po~~

~~1~~
Data de início Desconto/Acréscimo 1


~~P~~
Data de fim Desconto/Acréscimo 1
~~D~~
Desconto/Acréscimos/Acréscimos contratados 2
D
Data de início Desconto/Acréscimo 2
~~E~~
Data de fim Desconto/Acréscimo 2
E
Locatários38_BeiraRio_51
1 - Aluguel corrigido vigente - data iníciopagamento
~~R~~
35.440,78
~~R~~
2 - Aluguel ajustado em moeda constante - data iníciopagamento
~~O~~
35.144,13

3 - Aluguel data base estudo - data iníciopagamento
~~O~~
35.639,25

(1) Aluguel corrigido vigente: Valor atual do aluguel

  • (2) Aluguel ajustado em moeda constante: Valor do aluguel em moeda constante no primeiro mês do fluxo

  • projetado (aluguel corrigido ajustado em função da perda pela restrição do reajuste anual)

  • (3) Aluguel data base estudo: Valor do aluguel contratado atualizado sem a restrição do reajuste anual,

  • hipoteticamente como se fosse permitido reajustar mensalmente.

Para as projeções de receitas de alugueis após o término dos contratos relacionados anteriormente e para as unidades disponíveis, projetamos valores esperados por metro quadrado de locação com base na pesquisa de mercado anexa, admitindo-se os parâmetros de projeção conforme abaixo:1

Parâmetros esperados de mercado
Cenário : BuyToLease
Aluguel de mercado inicial - R$37.297
Aluguel de mercado inicial - R$/m2130,35
Aluguel de mercado estabilizado - R$/m2155,34
Prazo para atingir estabilização de mercado - meses60
Prazo de manutenção da estabilização de mercado - meses384
Aluguel de mercado no final vida útil - R$/m2147,57
Ocupação inicial - %100%
Prazo de ocupação até estabilizar vacância - meses46
Vacância estabilizada - %2,5%
Prazo de manutenção da estabilização de vacância - meses192
Vacância no final da vida útil - %7,0%
Encargos áreas vagas inicial - R$/m228,67
Prazo para estabilizar os encargos áreas vagas - meses12
Encargos áreas vagas estabilizado - R$/m228,67
Vida útil remanescente de projeção (anos)57

1 A pesquisa de mercado em anexo considerou imóveis mobiliados para definição do valor de mercado de locação das unidades.

A evolução dos unitários de mercado para o imóvel em análise pode ser visualizada na ilustração abaixo:

Unitários de mercado esperados
R$ atuais
180,00
160,00
140,00
120,00
100,00
80,00
60,00
40,00
20,00
0,00

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Com base nas condições dos contratos existentes e as expectativas de evolução de mercado, teremos a seguinte projeção de receitas para os próximos anos:

Composição de Receitas Esperadas
R$ atuais por ano
600
500
400
300
200
100
-
2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034
Alugueis Efetivos Receitas de estacionamento Outras receitas

O nível de vacância esperado pode ser visualizado abaixo, estabelecendo uma provisão para eventuais áreas vagas, projetando a ocupação das unidades conforme parâmetros

apresentados anteriormente:

Este documento foi assinado eletronicamente por Roberto Mauro Costa.

Para verificar as assinaturas vá ao site https://assinaturas.certisign.com.br:443 e utilize o código AAAE-FBC6-8B32-97E3.

Sobre os alugueis foi aplicado um deflator que ajusta a perda real de receitas em moeda constante em função de o reajuste não ser feito em periodicidades inferiores a 12 meses. Para isto utilizou-se uma inflação inicial de 5,2% a.a. chegando a 3,4% a.a. em 5 anos e mantendose constante até o final da projeção.

Definidas as bases das receitas, partimos para as projeções das despesas operacionais que reduzirão o resultado líquido.

Estas despesas são representadas basicamente por provisões para encargos de áreas vagas (condomínio e IPTU) que devem ser assumidos pelos proprietários, além das despesas de

gestão dos contratos de locação e uma provisão para eventuais inadimplências irrecuperáveis. Também foi considerado um Fundo de Reposição de Ativos de responsabilidade dos proprietários do imóvel. A título de impostos diretos considerou-se o PIS (0,65%) e COFINS (3,00%) aplicados sobre a receita efetivamente recebida. Com relação ao Imposto de Renda e Contribuição Social sobre os lucros, foram considerados como uma pessoa jurídica convencional, tributada sobre o lucro presumido, computando-se sempre o pagamento do adicional após o limite, cujas alíquotas sobre as receitas de principal são as seguintes: IR (Lucro Presumido até limite) 4,80% IR (Lucro Presumido adicional após o limite) 3,20% Cont. Social (Lucro Presumido) 2,88%

Com relação às despesas operacionais e de investimentos no imóvel (Capex) temos as seguintes informações sobre os montantes realizados nos anos de 2020 a 2024:

  1. Investimentos em Capex efetuadas pelo proprietário: Não informado;

  2. Despesas Operacionais

  3. a. Condomínio/IPTU efetuadas pelo proprietário (áreas disponíveis) e pelo locatário: Condomínio: R$ 55.105,32 (em 2023 até outubro);

IPTU: R$ 27.696,15 (em 2023);

  • b. Manutenção/conservação efetuadas pelo proprietário: Não informado;

  • c. Manutenção/conservação efetuadas pelo locatário: Não informado; d. Outras despesas efetuadas pelo proprietário: Não informado.

Adicionalmente consideramos as provisões para reinvestimentos reais, que compõem o Fundo de Reposição de Ativos que foi projetado com base no conceito de depreciação de edificações conforme critério de Kuentzle, que estabelece menor intensidade de depreciação na fase inicial de vida do prédio, aumentando com o envelhecimento da construção seguindo a equação de uma parábola. A vida útil real arbitrada foi de 90 anos total, ajustando cada imóvel em função da sua idade aparente e considerando que o FRA provisionado pelos proprietários refere-se a 20% desta depreciação calculada. O valor residual foi calculado com base no valor presente dos fluxos futuros estimados para a fase posterior de projeção explícita de 10 anos, considerando o prazo restante da vida útil do imóvel, representando um ciclo de maturação vegetativa ou estabilidade, passando para a fase de declínio e exaustão até o final da vida útil considerada. Considerando que nesta fase sem um investimento significativo para reciclagem profunda (conceito de “retrofit”) este perde qualidade e portanto a renda é decrescente em função dos aspectos mercadológicos, físicos e tecnológicos, visto que as taxas de depreciação vão se acentuando. Este critério adotado pode ser comparado ao conceito tradicional de estabelecer uma perpetuidade ao final do ciclo de projeção explicita que teria um resultado equivalente caso adotassemos uma taxa de desconto de 8,2% ao ano. Na comparação ao conceito de caprate potencial de mercado seria um equivalente a 10,6% ao ano.

Soluções Patrimoniais

Com base nos parâmetros de projeção estabelecidos obtivemos os fluxos futuros esperados apresentados em anexo, que apresentam a seguinte conformação ilustrativa:

DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS
R$atuais
oo
soo
«oo
seo
20
100
“
2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034
Receitas Operacionais Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz (EBTIDA) = Pagamento de Dividendos a Acionistas

4. CUSTO DE CAPITAL

A taxa utilizada para descontar o fluxo de caixa do cotista converte o fluxo de caixa futuro em valor presente para os cotistas que esperam ser recompensados pelo custo de oportunidade de se investir recursos em um negócio específico em vez de investir em outros negócios com risco equivalente.

O princípio mais importante a ser seguido quando se calcula o custo de capital é que ele tem de ser consistente com o método de avaliação e com a definição do fluxo de caixa a ser descontado.

Para estimar-se os custos de financiamento de capital próprio (Ke), utilizou-se uma combinação de parâmetros do mercado norte-americano e de mercados emergentes, uma vez que os indicadores nacionais são escassos e isoladamente provocam distorções no modelo, recomendando-se adotar os prêmios de mercado praticados nos Estados Unidos e a taxa livre de risco vigente dentro da realidade brasileira, que já inclui um prêmio pelo Risco Brasil. Além de adotar uma taxa livre de risco que já tem o Risco Brasil embutida, alguns ajustes devem ser feitos para adequar os parâmetros internacionais a realidade brasileira e também as características específicas da avaliação em referência, abordando no cálculo os efeitos do nível de diversificação da carteira do potencial investidor e também do nível de liquidez e porte deste perfil de ativo no mercado local e no estágio de desenvolvimento em que está. O cálculo foi efetuado dentro do conceito tradicional de CAPM – Capital Asset Pricing Model, estimando-se a taxa de juros livre de risco e o prêmio pelo risco em função do Beta para o negócio em estudo, conforme fórmula abaixo: Ke = Rf + ( Rp x Beta ) + Rliq

Onde:

Rf = taxa de retorno livre de risco

Rp = prêmio de risco esperado para o mercado em geral

Beta = risco sistemático da empresa (eventualmente o Beta Total incluindo o risco não sistemático)

Rliq = risco de liquidez e porte

Para a taxa livre de risco (Rf) foi utilizado o parâmetro de títulos do tesouro nacional (fonte NTN B com vencimento em 15/08/2032- média móvel de 12 meses), fixando em 6,10% ao ano no momento atual e em 4,50% para o cálculo do valor residual.

Com relação à taxa de retorno do mercado em geral (Rp) foi considerado o prêmio médio de 5,95% ao ano (fonte Aswath Damodaran – média últimos 50 anos) acima da taxa livre de risco conforme históricos de performance de longo prazo dos índices de ações nos Estados Unidos. No que se refere à adoção do indicador de risco Beta para o empreendimento, optamos por nos orientar em função do Beta médio de empresas do setor de Real Estate (Operations & Services) em mercados emergentes, conforme divulgado por Aswath Damodaran. O prêmio pelo risco de liquidez e tamanho do negócio, visto que todos os referenciais para a formação da taxa de desconto se basearam em parâmetros de empresas negociadas em bolsa e de porte relevante, foi arbitrado para ajustar tanto as diferenças de valores entre empresas negociadas em bolsa e não negociadas em bolsa, ou seja, com baixa liquidez em relação as empresas de capital aberto, como também em relação ao porte da empresa (“small cap”), haja vista que as pequenas empresas normalmente apresentam spreads em seus custos de capital em relação as empresas de maior porte.

Os indicadores de risco Beta e prêmio pelo risco de liquidez arbitrados foram baseados em médias setoriais contudo ajustados para o contexto específico do empreendimento avaliando em função de algumas características, tais como: localização, nível de especialização ou customização, qualidade do inquilino (risco de crédito), tipo de contrato de locação (convencional ou atípico), prazo remanescente do contrato, nível de concentração da renda e estágio de maturação do empreendimento.

Consideramos as taxas de atratividade de investidores do mercado imobiliário e fixamos o beta médio desalavancado de 0,44 e o prêmio pelo risco de liquidez de 0,40%, para o momento atual em que o empreendimento já está operando e considerando-se suas características específicas conforme aspectos relacionados.

Na fórmula de cálculo do Ke não foi considerado o Beta alavancado, admitindo-se que o investimento é financiado totalmente com capital próprio. Assim, o custo de capital adotado como taxa de desconto do fluxo de caixa para o investidor é o seguinte: Ke = 6,10%+ (5,95% x 0,44 ) + 0,40% = 9,12% (data base da avaliação) Ke = 4,50% + (5,95% x 0,53 ) + 0,60% = 8,25% (valor residual)

Estes parâmetros de rentabilidade foram dimensionados pelos critérios do CAPM apresentados anteriormente, mas também checados e confrontados com os níveis de taxas de atratividade de participantes do mercado imobiliário nacional em cada fase de evolução do ciclo de vida de empreendimentos desta natureza e tem sido validado em diversas avaliações executadas pela Consult em sua longa história de atuação neste segmento.

5. VALOR ECONÔMICO DO EMPREENDIMENTO (NPV)

O valor econômico equiparado ao valor justo do empreendimento foi calculado com base no critério do Fluxo de Caixa Descontado (DCF – Discounted Cash Flow), dentro do conceito de valor presente líquido (NPV), considerado em cada data analisada o fluxo de caixa futuro descontado pelo respectivo custo de capital (Ke) calculado no item anterior, conforme fórmula abaixo:

Onde:

NPVi = Valor Econômico do empreendimento na data (i) FCFi = Fluxo de Caixa Líquido dos cotistas na Data (i)

Ke = custo de capital próprio

Neste valor presente está incorporado os custos de aquisição do imóvel (ITBI e registros) que devem ser excluídos para obter o valor de aquisição do imóvel puro (incógnita da avaliação). Com base em toda a análise e no contexto atual do empreendimento e do mercado, obtivemos o seguinte valor para o imóvel avaliando:

/>

Não podemos esquecer também que o investidor deve ter consciência que qualquer decisão com base nestas informações deve ser precedida de uma análise cuidadosa das premissas e parâmetros fixados para a simulação, visto que estes resultados são vinculados aos cenários arbitrados, podendo apresentar diferenças em suas variáveis que carregam normalmente um grau de incerteza usual nestes modelos de simulação.

VI. CONCLUSÃO

Diante dos critérios expostos, concluímos o seguinte valor para o empreendimento avaliando para a data base de novembro/2024:

Valor de Mercado: R$ 4.417.000,00

Consideramos que o valor justo para os imóveis avaliandos é o indicado acima para a finalidade do presente trabalho (registros contábeis), contudo é importante esclarecer que, em função da conjuntura do mercado atual e das expectativas de comportamento futuro, bem como as condições especiais do instrumento financeiro (FII) que detém a propriedade, outros referênciais de valor podem ser arbitrados, conforme apresentado nos anexos.

É importante ressaltar que este relatório é formado por estimativas e projeções estruturadas

pela Consult em um modelo de análise econômico-financeira, baseada em dados fornecidos pelo administradores e levantamentos de mercado efetuados por nossa equipe técnica. Estes demonstrativos, estimativas e projeções refletem significativamente premissas e julgamentos em relação aos futuros resultados esperados, incluindo pressupostos do plano de operação, da conjuntura econômica, entre outras premissas das quais dependem os resultados projetados. Desta forma ratificamos que a Consult não está por meio deste relatório fornecendo qualquer garantia de que os valores aqui contidos são verdadeiros e representam resultados e performances assegurados. A performance efetiva dos empreendimentos está sujeita a um número de fatores não controláveis pela Consult e o administrador, incluindo-se principalmente a conjuntura econômica, os valores de locação, taxas de vacância, política de impostos e outras variáveis relevantes. Este relatório não deve ser considerado como uma recomendação de investimento ou desinvestimento. PELO DEPARTAMENTO TÉCNICO DA CONSULT SOLUÇÕES PATRIMONIAIS Documento assinado digitalmente2 por ROBERTO MAURO COSTA ENGº CIVIL - CREA Nº 0600.633.883 ção digital da assinatura na última página do documento. ão digital da assinatura na última página do documento. gital da assinatura na última página do documento. ital da assinatura na última página do documento. página do documento. ágina do documento. gina do documento. ina do documento.

2 Vide certificação digital da assinatura na última página do documento. ão digital da assinatura na última página do documento. gital da assinatura na última página do documento. ital da assinatura na última página do documento. página do documento. ágina do documento. gina do documento. ina do documento.

VII. TERMO DE ENCERRAMENTO

Nada mais havendo a ser esclarecido, damos por encerrado o presente laudo de no 29.405.038/1124, que se compõe de 54 (cinquenta e quatro) folhas computadorizadas de um só lado, sendo a última folha datada.

Em anexo:

  • fluxo de caixa anual projetado – cenário buy to lease

  • fluxo de caixa mensal projetado – cenário buy to lease

  • pesquisa de valores de locação

  • simulação de referenciais de valores no contexto do mercado aberto

  • fluxo de caixa anual projetado – cenário mercado aberto

  • fluxo de caixa mensal projetado – cenário mercado aberto

  • simulação de referenciais de valores no contexto do FII

  • fluxo de caixa anual projetado – cenário FII

  • fluxo de caixa mensal projetado – cenário FII

Osasco, 07 de março de 2025.

FLUXOS DE CAIXA ANUAL PROJETADO

29405000_BRCRenda_v05_250122

FCaixaAnual

/>

Pessoa Jurídica ConvencionalCenário:
B
uyToLease
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
Total
R$ em moeda constante
+
Receitas Operacionais
354204234234385005125125125125124.799
-
Área locável (m2)
24286286286286286286286286286286
-
Unitário de mercado locação (R$/m2)
130130134139144149153153153153153
-
Potencial de Mercado de Alugueis
374464624784955135255255255255255.058
-
Vacância do empreendimento
0,0%0,0%0,0%0,0%0,6%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%
-
Área vaga (m2)
----2777777

-
Alugueis Efetivos
354204234234385005125125125125124.799
Ri d i
-
ecetas e estaconamento
------------
-
Outras receitas
------------
-
Impostos sobre receitas
115151516181919191919175
-
PIS
0333333333331
-
COFINS
113131313151515151515144
-
Despesas Operacionais
116161618222222222222200
-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
----122222215
-
Inadimplência irrecuperável
0112233333322

-
Gestão e comercialização de contratos de locação
114141415171717171717163

-
Despesas recorrentes FII
------------

-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
------------
=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
333893923914044604714714714714714.424
-
Depreciação
000000000000
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
333893923914044604714714714714714.424
-/+
Receitas/Despesas financeiras
-(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)
=
Lucro antes de Impostos
333893923914044604714714714714714.424
-
Impostos (IR/CSSL)
446464648545656565656522
=
Lucro líquido
293433463453564064154154154154153.902
+
Depreciação e Amortização
000000000000
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
293433463453564064154154154154153.902
-
Investimento em novos ativos
3.587----------3.587
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
0555555566652
=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
(3.559)339341341351401410410410410410262
=
Fluxos de Caixa Acumulado
(3.559)(3.221)(2.880)(2.539)(2.188)(1.787)(1.377)(967)(557)(147)262
+
Integralização dos Acionistas
3.587----------3.587

+
Reservas e provisões
------------

=
Fluxos de Caixa Acumulado
3.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.587
-
Pagamento de Dividendos a Acionistas
283393413413514014104104104104103.850

=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
00(0)(0)0(0)(0)0(0)-(0)0
=
Aplicações + Disponibilidades
00000000000
Acionistas
-
Integralização dos Acionistas
3.587----------3.587

+
Distribuição de Dividendos
283393413413514014104104104104103.850

-
Impostos
------------
+
Valor Residual
----------4.9704.970
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Acionistas
(3.559)3393413413514014104104104105.3795.232

Página 1 de 2

29405000_BRCRenda_v05_250122

FCaixaAnual

/>

Pessoa Jurídica ConvencionalCenário:
B
uyToLease
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
R$ em moeda constanteTotal
+
Receitas Operacionais
-
Área locável (m2)
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%

-
Unitário de mercado locação (R$/m2)

-
Potencial de Mercado de Alugueis
-
Vacância do empreendimento
106,1%106,2%109,2%113,1%113,2%102,6%102,6%102,6%102,6%102,6%102,6%105,4%
-
Área vaga (m2)
-
Alugueis Efetivos
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%
-
Receitas de estacionamento
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Outras receitas
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Impostos sobre receitas
3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%

-
PIS
0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%
-
COFINS
3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%
-
Despesas Operacionais
3,7%3,7%3,7%3,8%4,0%4,4%4,4%4,4%4,4%4,4%4,4%4,2%

-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
0,0%0,0%0,0%0,0%0,1%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,3%
-
Inadimplência irrecuperável
0,3%0,3%0,3%0,4%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%
-
Gestão e comercialização de contratos de locação
3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%3,4%
-
Despesas recorrentes FII
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
92,7%92,7%92,7%92,6%92,3%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,2%
-
Depreciação
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
92,6%92,6%92,6%92,6%92,3%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,2%
-/+
Receitas/Despesas financeiras
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de Impostos
92,6%92,6%92,6%92,6%92,3%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,0%92,2%

-
Impostos (IR/CSSL)
10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%
=
Lucro líquido
81,8%81,8%81,8%81,7%81,4%81,1%81,1%81,1%81,1%81,1%81,1%81,3%
+
Depreciação e Amortização
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
81,8%81,8%81,8%81,7%81,4%81,1%81,1%81,1%81,1%81,1%81,1%81,3%
-
Investimento em novos ativos
10207,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%74,8%
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
1,1%1,1%1,1%1,1%1,1%1,0%1,0%1,0%1,1%1,1%1,1%1,1%

=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
-10127,1%80,7%80,7%80,5%80,3%80,1%80,1%80,0%80,0%80,0%80,0%5,5%

=
Fluxos de Caixa Acumulado
-10127,1%-767,5%-681,2%-600,5%-499,9%-357,1%-268,8%-188,8%-108,8%-28,8%51,2%0,0%
+
Integralização dos Acionistas
10207,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%74,8%
+
Reservas e provisões
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Acumulado
10207,8%854,9%848,6%848,5%819,8%717,0%700,4%700,4%700,4%700,4%700,4%0,0%
-
Pagamento de Dividendos a Acionistas
80,7%80,7%80,7%80,5%80,3%80,1%80,1%80,0%80,0%80,0%80,0%80,2%
=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Aplicações + Disponibilidades
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
Acionistas
-
Integralização dos Acionistas
10207,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%74,8%

+
Distribuição de Dividendos
80,7%80,7%80,7%80,5%80,3%80,1%80,1%80,0%80,0%80,0%80,0%80,2%
-
Impostos
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
+
Valor Residual
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%970,3%103,6%
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Acionistas
-10127,1%80,7%80,7%80,5%80,3%80,1%80,1%80,0%80,0%80,0%1050,2%109,0%

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SIMULAÇÃO DE REFERENCIAIS DE VALORES NO CONTEXTO DE MERCADO ABERTO

Para a simulação de valores referenciais no contexto de mercado aberto utilizamos os parâmetros, pressupostos, ressalvas e fatores limitantes descritos anteriormente no laudo e desconsiderando o contrato de locação existente.

O custo de capital adotado como taxa de desconto do fluxo de caixa para o investidor foi o seguinte:

/>

VALOR ECONÔMICO DO EMPREENDIMENTO (NPV)

O valor econômico equiparado ao valor justo do empreendimento foi calculado com base no critério do Fluxo de Caixa Descontado (DCF – Discounted Cash Flow), dentro do conceito de valor presente líquido (NPV), considerado em cada data analisada o fluxo de caixa futuro descontado pelo respectivo custo de capital (Ke) calculado no item anterior, conforme fórmula abaixo:

Onde:

NPVi = Valor Econômico do empreendimento na data (i) FCFi = Fluxo de Caixa Líquido dos cotistas na Data (i) Ke = custo de capital próprio

Neste valor presente está incorporado os custos de aquisição do imóvel (ITBI e registros) que devem ser excluídos para obter o valor de aquisição do imóvel puro (incógnita da avaliação).

Com base em toda a análise e no contexto atual do empreendimento e do mercado, obtivemos o seguinte valor para o imóvel avaliando:

Valor do Econômico: R$ 4.150.000,00

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29405000_BRCRenda_v05_250122

FCaixaAnual

/>

Pessoa Jurídica ConvencionalCenário:
M
ercado aberto
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
Total
R$ em moeda constante
+
Receitas Operacionais
374394384434804794855145145145134.857
-
Área locável (m2)
24286286286286286286286286286286
-
Unitário de mercado locação (R$/m2)
130130134139144149153153153153153
-
Potencial de Mercado de Alugueis
374464624784955135255255255255255.058
-
Vacância do empreendimento
0,2%0,4%1,0%1,7%2,3%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%
-
Área vaga (m2)
01357777777
-
Alugueis Efetivos
374394384434804794855145145145134.857
Ri d i
-
ecetas e estaconamento
------------
-
Outras receitas
------------
-
Impostos sobre receitas
116161618171819191919177
-
PIS
0333333333332
-
COFINS
113131314141515151515146
-
Despesas Operacionais
226272831313133333332306
-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
0012222222220
-
Inadimplência irrecuperável
0333333444334

-
Gestão e comercialização de contratos de locação
223232325252527272727253

-
Despesas recorrentes FII
------------

-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
------------

=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
343973953994324314364634634634614.374
-
Depreciação
000000000000
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
343973953994324314364634634634614.374
-/+
Receitas/Despesas financeiras
-(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)
=
Lucro antes de Impostos
343973953994324314364634634634614.374
-
Impostos (IR/CSSL)
448484852525356565656528
=
Lucro líquido
293493473513803793844074074074063.845
+
Depreciação e Amortização
000000000000
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
293493473513803793844074074074063.845
-
Investimento em novos ativos
3.587----------3.587
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
0555555566652
=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
(3.558)344343346375374378401401401400206
=
Fluxos de Caixa Acumulado
(3.558)(3.214)(2.871)(2.525)(2.150)(1.776)(1.398)(996)(595)(194)206
+
Integralização dos Acionistas
3.587----------3.587

+
Reservas e provisões
------------

=
Fluxos de Caixa Acumulado
3.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.5873.587
-
Pagamento de Dividendos a Acionistas
293443433463753743784014014014003.793
=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
(0)0(0)0(0)0(0)0(0)0(0)0
=
Aplicações + Disponibilidades
(0)0000000000
Acionistas
-
Integralização dos Acionistas
3.587----------3.587

+
Distribuição de Dividendos
293443433463753743784014014014003.793

-
Impostos
------------
+
Valor Residual
----------4.8604.860
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Acionistas
(3.558)3443433463753743784014014015.2605.066

Página 1 de 2

29405000_BRCRenda_v05_250122

FCaixaAnual

/>

Pessoa Jurídica ConvencionalCenário:
M
ercado aberto
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
R$ em moeda constanteTotal
+
Receitas Operacionais
-
Área locável (m2)
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%

-
Unitário de mercado locação (R$/m2)

-
Potencial de Mercado de Alugueis
-
Vacância do empreendimento
100,6%101,5%105,5%107,9%103,1%107,1%108,3%102,2%102,2%102,2%102,5%104,1%
-
Área vaga (m2)
-
Alugueis Efetivos
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%
-
Receitas de estacionamento
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Outras receitas
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Impostos sobre receitas
3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%3,7%

-
PIS
0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%
-
COFINS
3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%3,0%
-
Despesas Operacionais
5,9%6,0%6,1%6,3%6,4%6,4%6,4%6,4%6,4%6,4%6,3%6,3%

-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
0,0%0,1%0,2%0,4%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,4%
-
Inadimplência irrecuperável
0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%0,7%
-
Gestão e comercialização de contratos de locação
5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%5,2%
-
Despesas recorrentes FII
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
90,4%90,4%90,2%90,1%90,0%89,9%89,9%90,0%90,0%90,0%90,0%90,0%
-
Depreciação
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
90,4%90,4%90,2%90,1%90,0%89,9%89,9%90,0%90,0%90,0%90,0%90,0%
-/+
Receitas/Despesas financeiras
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de Impostos
90,4%90,4%90,2%90,1%90,0%89,9%89,9%90,0%90,0%90,0%90,0%90,0%

-
Impostos (IR/CSSL)
10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%10,9%
=
Lucro líquido
79,5%79,5%79,3%79,2%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,2%

+
Depreciação e Amortização
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
79,5%79,5%79,3%79,2%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,1%79,2%
-
Investimento em novos ativos
9674,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%73,9%
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
1,0%1,0%1,1%1,1%1,0%1,1%1,1%1,0%1,1%1,1%1,1%1,1%

=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
-9596,3%78,4%78,3%78,1%78,1%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%4,2%

=
Fluxos de Caixa Acumulado
-9596,3%-731,8%-655,8%-569,8%-447,6%-370,5%-288,1%-193,8%-115,8%-37,8%40,1%0,0%
+
Integralização dos Acionistas
9674,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%73,9%
+
Reservas e provisões
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Acumulado
9674,8%816,9%819,4%809,6%746,8%748,4%739,3%697,7%697,7%697,7%699,8%0,0%
-
Pagamento de Dividendos a Acionistas
78,5%78,4%78,3%78,1%78,1%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%78,1%
=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Aplicações + Disponibilidades
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
Acionistas
-
Integralização dos Acionistas
9674,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%73,9%

+
Distribuição de Dividendos
78,5%78,4%78,3%78,1%78,1%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%78,1%
-
Impostos
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
+
Valor Residual
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%948,1%100,1%
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Acionistas
-9596,3%78,4%78,3%78,1%78,1%78,0%78,0%78,0%78,0%78,0%1026,1%104,3%

Página 2 de 2

SIMULAÇÃO DE REFERENCIAIS DE VALORES NO CONTEXTO DO FII

Para a simulação de valores referenciais no contexto da estrutura de um FII devemos analisar o impacto dos benefícios fiscais do FII contra os seus custos de estruturação, distribuição e de carregamento recorrentes na sua operação.

Desta forma os impostos de renda e contribuição social sobre o lucro, PIS e COFINS foram desconsiderados admitindo-se que o fundo terá os benefícios de isenção destes tributos. Também não foram considerados impostos de renda para os cotistas na distribuição de resultados, contudo considerando os custos e despesas de estruturação e carregamento do FII.

Para a simulação dos valores no cenário de um FII, as despesas de estruturação e distribuição inicial e as recorrentes do fundo foram consideradas conforme parâmetros abaixo:

Despesas recorrentes do Fundo
Fixa R$
Despesas recorrentes FII
0,90% ao ano PL
Despesas iniciais do Fundo Montante R$
Custos iniciais
132.511

Assim, o custo de capital adotado como taxa de desconto do fluxo de caixa para o investidor é o seguinte:

ke = 6,10% + (5,95% x 0,44) + 0,40% = 9,12% (data base da avaliação) ke = 4,50% + (5,95% x 0,53) + 0,30% = 7,95% (valor residual)

VALOR ECONÔMICO DO EMPREENDIMENTO (NPV)

O valor econômico equiparado ao valor justo do empreendimento foi calculado com base no critério do Fluxo de Caixa Descontado (DCF – Discounted Cash Flow), dentro do conceito de valor presente líquido (NPV), considerado em cada data analisada o fluxo de caixa futuro descontado pelo respectivo custo de capital (Ke) calculado no item anterior, conforme fórmula abaixo:

Onde:

NPVi = Valor Econômico do empreendimento na data (i) FCFi = Fluxo de Caixa Líquido dos cotistas na Data (i) Ke = custo de capital próprio

Neste valor presente está incorporado os custos de aquisição do imóvel (ITBI e registros) que devem ser excluídos para obter o valor de aquisição do imóvel puro (incógnita da avaliação).

Com base em toda a análise e no contexto atual do empreendimento e do mercado, obtivemos o seguinte valor para o imóvel avaliando:

/>

29405000_BRCRenda_v06_250122_v2

FCaixaAnual

/>

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIOCenário:
B
uyToLease/FII
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
Total
R$ em moeda constante
+
Receitas Operacionais
354204234234385005125125125125124.799
-
Área locável (m2)
24286286286286286286286286286286
-
Unitário de mercado locação (R$/m2)
130130134139144149153153153153153
-
Potencial de Mercado de Alugueis
37
446
462
478
495
513
525
525
525
525
525
5.058
-
Vacância do empreendimento
0,0%0,0%0,0%0,0%0,6%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%2,5%

-
Área vaga (m2)
----2777777
-
Alugueis Efetivos
354204234234385005125125125125124.799
-
Receitas de estacionamento
------------
-
Outras receitas
------------
-
Impostos sobre receitas
------------
-
PIS
------------
-
COFINS
------------
-
Despesas Operacionais
13754545456606060606060716
-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
----122222215
-
Inadimplência irrecuperável
0112233333322

-
Gestão e comercialização de contratos de locação
111111111131313131313125

-
Despesas recorrentes FII
442424242424242424242421

-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
133----------133
=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
(102)3663693683824414524524524524524.084
-
Depreciação
000000000000
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
(102)3663693683824414524524524524524.083
-/+
Receitas/Despesas financeiras
000000000000
=
Lucro antes de Impostos
(102)3663693683824414524524524524524.083
-
Impostos (IR/CSSL)
------------
=
Lucro líquido
(102)3663693683824414524524524524524.083
+
Depreciação e Amortização
000000000000
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
(102)3663693683824414524524524524524.084
-
Investimento em novos ativos
3.587----------3.587
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
0555555566652
=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
(3.690)361364364377436447447447446446444
=
Fluxos de Caixa Acumulado
(3.690)(3.329)(2.965)(2.601)(2.224)(1.789)(1.342)(895)(449)(2)444
+
Integralização dos Cotistas
3.720----------3.720
+
Reservas e provisões
------------

=
Fluxos de Caixa Acumulado
3.7203.7203.7203.7203.7203.7203.7203.7203.7203.7203.720
-
Remuneração de Cotistas
303613643643774364474474474464464.164

=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
0(0)(0)0(0)000(0)(0)0(0)
=
Aplicações + Disponibilidades
0(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)(0)
Cotistas
-
Investimento na aquisição das Cotas
3.720----------3.720

+
Remuneração das Cotas
303613643643774364474474474464464.164

-
Impostos
------------
+
Valor Residual
----------5.5265.526
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Cotistas
(3.690)3613643643774364474474474465.9725.970

Página 1 de 2

29405000_BRCRenda_v06_250122_v2

FCaixaAnual

/>

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIOCenário:
B
uyToLease/FII
Ano20242025202620272028202920302031203220332034
R$ em moeda constanteTotal
+
Receitas Operacionais
-
Área locável (m2)
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%
-
Unitário de mercado locação (R$/m2)
-
Potencial de Mercado de Alugueis
-
Vacância do empreendimento
106,1%106,2%109,2%113,1%113,2%102,6%102,6%102,6%102,6%102,6%102,6%105,4%
-
Área vaga (m2)

-
Alugueis Efetivos
100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%100,0%
-
Receitas de estacionamento
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Outras receitas
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Impostos sobre receitas
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
PIS
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
COFINS
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
-
Despesas Operacionais
389,9%12,9%12,8%12,9%12,8%11,9%11,7%11,7%11,7%11,7%11,7%14,9%

-
Despesas de condomínio/IPTU (vacância)
0,0%0,0%0,0%0,0%0,1%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,3%

-
Inadimplência irrecuperável
0,3%0,3%0,3%0,4%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%0,5%

-
Gestão e comercialização de contratos de locação
2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%2,6%

-
Despesas recorrentes FII
10,0%10,0%9,9%9,9%9,5%8,3%8,2%8,2%8,2%8,2%8,2%8,8%
-
Despesas iniciais de estruturação e distribuição
377,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%2,8%
=
Lucro antes juros, imp., deprec. e amortiz. (EBTIDA)
-289,9%87,1%87,2%87,1%87,2%88,1%88,3%88,3%88,3%88,3%88,3%85,1%
-
Depreciação
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de juros e Impostos (EBIT)
-289,9%87,1%87,2%87,1%87,2%88,1%88,3%88,3%88,3%88,3%88,3%85,1%
-/+
Receitas/Despesas financeiras
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro antes de Impostos
-289,9%87,1%87,2%87,1%87,2%88,1%88,3%88,3%88,3%88,3%88,3%85,1%
-
Impostos (IR/CSSL)
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Lucro líquido
-289,9%87,1%87,2%87,1%87,2%88,1%88,3%88,3%88,3%88,3%88,3%85,1%
+
Depreciação e Amortização
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Provenientes de Operações
-289,9%87,1%87,2%87,1%87,2%88,1%88,3%88,3%88,3%88,3%88,3%85,1%
-
Investimento em novos ativos
10207,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%74,8%
-
Reinvestimentos para reposição de ativos
1,1%1,1%1,1%1,1%1,1%1,0%1,0%1,0%1,1%1,1%1,1%1,1%

=
Fluxos de Caixa Operações + Investimentos
-10498,8%86,1%86,1%86,0%86,1%87,0%87,2%87,2%87,2%87,2%87,1%9,3%

=
Fluxos de Caixa Acumulado
-10498,8%-793,2%-701,3%-615,2%-508,3%-357,5%-262,0%-174,8%-87,6%-0,4%86,7%0,0%
+
Integralização dos Cotistas
10584,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%77,5%
+
Reservas e provisões
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Fluxos de Caixa Acumulado
10584,8%886,5%880,0%879,9%850,0%743,5%726,3%726,3%726,3%726,3%726,3%0,0%
-
Remuneração de Cotistas
86,0%86,1%86,1%86,0%86,1%87,0%87,2%87,2%87,2%87,2%87,1%86,8%

=
Fluxos de Caixa Líquidos do período
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
=
Aplicações + Disponibilidades
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
Cotistas
-
Investimento na aquisição das Cotas
10584,8%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%77,5%

+
Remuneração das Cotas
86,0%86,1%86,1%86,0%86,1%87,0%87,2%87,2%87,2%87,2%87,1%86,8%

-
Impostos
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%
+
Valor Residual
0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%0,0%1078,9%115,1%
=
Fluxos de Caixa Líquidos dos Cotistas
-10498,8%86,1%86,1%86,0%86,1%87,0%87,2%87,2%87,2%87,2%1166,0%124,4%

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CONSULT

TRATAMENTO ESTATÍSTICO - LOCAÇÃO

Amostra
Endereço

ComplementoBairro
Município
UF
D
ataBase
Al
uguel (R$)
Re
ajuste
SituaçãoA
2-97E3.
1 Rua Fidêncio Ramos,100

Edifício Setin Tower - 8Vila Olimpia São PauloSPset/2436.505
12 oferta
8B3
2 Rua Gomes de Carvalho,1108




Edifício GC Square Corporate

Vila Olimpia São Paulo

SP

set/24

34.800

12 oferta
C6-
3 Rua Casa do Ator,1117



~~O~~
Edifício The Taj

~~O~~
Vila Olimpia São Paulo




SP


set/24


21.000

12 oferta
FB
4 Rua Arandu,57


~~ORR~~
Edifício Itavera

~~O~~
Brooklin
São Paulo


~~O~~
SP

set/24

78.942
12 ofertaE-
5 Rua Gomes de Carvalho,1996

~~E~~
~~O~~

Edifício SkyCorporate

~~O~~
Vila Olimpia São Paulo



~~O~~
~~O~~
SP

~~R~~
set/24

~~R~~

174.819
~~O~~
12 ofertaAAA
6 Rua Helena,260
~~RE~~
~~O~~
Edifício Atrium IV
~~O~~
Vila Olimpia São Paulo
~~OO~~
SP
set/24
~~O~~
147.753
~~O~~
12 ofertago
7 Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini,105





Edifício Thera Office




Vila Olimpia São Paulo






SP





set/24






136.000






12 oferta



ódi

~~O~~
~~O~~
8 Rua Olimpíadas,205


Edifício Continental Square Faria Lima

Vila Olimpia São Paulo


SP

set/24

129.000

12 oferta
o c
9 Rua Helena,235




Edifício Atrium II


Vila Olimpia São Paulo



SP


set/24


54.661


12 oferta
ize
10 Rua Alvorada,1289


~~O~~
Edifício Vila Olímpia Prime Offices

~~O~~

Vila Olimpia São Paulo

~~O~~
~~O~~


SP




set/24

~~O ~~



100.976

~~O~~



12 oferta


util


11 Rua Gomes de Carvalho,1510




Edifício Atrium VI



Vila Olimpia São Paulo





SP




set/24





60.272





12 oferta



3 e

~~O~~
~~O~~
12 Rua do Rocio,291


Edifício Atrium III

Vila Olimpia São Paulo


SP

set/24

57.001

12 oferta
:44
13 Rua Funchal,263




Edifício Francisco Mellão


Vila Olimpia São Paulo



SP


set/24


48.900


12 oferta
a.
.br
14 Rua Ramos Batista,444
~~O~~
~~RE~~
Edifício Dakota
~~O~~


Vila Olimpia São Paulo
~~OO~~


SP
~~R~~


set/24



47.002



12 oferta

Cost
.com
Avaliando
Rua Beira Rio, 57


~~LWWW>~~
Edifício Beira Rio-51


~~wWwW~~
~~>~~
Vila Olimpia São Paulo


~~wWw~~
SP



set/24


~~wW~~

~~w~~
12 transação
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uro
tisign









a
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Amostra
Ár
eaPrivativa
V
agas
NotaP
adrão
I

dade
Conservaçã
o
NotaLocal
Padrã
o Mobília
Imobiliária

Contato
Telefone32-97E3.
1
300,00
7
8,0

33 b
8,0
2,0
SP Brokers

Danilo
(19)4119-16908B
2


215,00


2




8,5





8 a






8,0








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Neto Júnior









Carlos







(11)2609-4093(11)99105-6518




C6-



3

220,00

5

~~O~~
8,0

16 a

~~O~~

8,0




1,0
Fernandes Lucena

~~O~~
Martins

(11)5502-1010(11)94322-6080FB
4
~~E~~
831,00
14
8,0
~~O~~
24 c
~~O~~
8,0

~~O~~
1,0
Fernandes Lucena
~~O~~~~PR~~
Martins
~~O~~
(11)5502-1010(11)94322-6080E-
5
1.345,00
36

9,0

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6

985,00
16

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8,0

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8,0


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3,0
Fernandes Lucena

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Martins
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(11)5502-1010(11)94322-6080go
7
~~E~~

911,00

23
~~O~~

8,5


10 a


9,0


3,0
SJR


Vanessa



(11)2691-5830/99859-6088
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8

1.099,00

28

9,0

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8,0

2,0
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(11)3502-3294(11)96602-7000o c
9

410,00

9

8,0

30 c

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Fernandes Lucena

Martins


(11)5502-1010(11)94322-6080ize
10

841,00
17

8,5


10 a



8,0




2,0
Fernandes Lucena






Martins







(11)5502-1010(11)94322-6080





util




~~O~~
11



456,00



13



~~O~~

8,5






20 c







8,0








2,0
Neto Júnior










Valmir











(11)2609-4093






3 e




12

509,00

12

8,5

28 c

8,0

2,0
Fernandes Lucena

Martins


(11)5502-1010(11)94322-6080:44
13
376,00

10

8,0

24 c

8,0

2,0
Imoplay

Rodrigo

(11)4211-8500a.
.br
14


388,00


12



7,0




23 c






8,0







2,0
Fernandes Lucena









Martins









(11)5502-1010(11)94322-6080






Cost
.com




~~O~~
Avaliando

286,13

6

9,0

40 a


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8,0


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3,0


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tisign
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IDPuroà vistaReajusteRendaAtualiz.OfertaLocaçãoVagasPadrãoDeprec.Prop.ÁreaLocal
a
drão MobílHomog.Homogeneizado
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395,451,001,001,001,000,9085,911,001,130,821,001,001,431,38118,56
495,001,001,001,001,000,9085,501,011,130,871,131,001,431,57134,24
5129,981,001,001,001,000,90116,980,991,000,811,131,001,181,11129,85
6150,001,001,001,001,000,90135,001,011,130,871,131,001,001,14153,90
7149,291,001,001,001,000,90134,360,991,060,801,130,891,000,87116,89
8117,381,001,001,001,000,90105,640,991,000,841,131,001,181,14120,43
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11132,181,001,001,001,000,90118,960,981,060,841,061,001,181,12133,24
12111,991,001,001,001,000,90100,790,991,060,891,061,001,181,18118,93
13130,051,001,001,001,000,90117,050,991,130,871,001,001,181,17136,95
14121,141,001,001,001,000,90109,030,981,290,861,001,001,181,31142,83

ANÁLISE DE RESÍDUOS
AmostraUnitárioResíduo
ObservadoEstimadoAbsoluto
RelativoRESÍDUOS RELATIVOS
1
2
121,68
161,86
118,72
164,58
(2,96)
2,72
-2%
2%
395,45104,959,5010%100%
495,0092,25(2,75)-3%90%
5129,98130,480,500%80%
6150,00127,05(22,95)-15%70%
7149,29166,4817,1912%60%
8117,38127,059,678%50%
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10120,07123,793,723%30%
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12111,99122,7410,7510%10%
13130,05123,79(6,26)-5%0%
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15
16
17
18
19
20
21
22






-80%
-70%
-60%
-50%
-40%
-30%
-20%
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24
25

-100%
1
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18
19
20
21
22
23
24
25
MÉDIA DE RESÍDUOS RELATIVOS6%

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ICP
Brasil

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