Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio) HPDP11 de 31/12/2025
Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio) do Hedge Shopping Parque Dom Pedro (HPDP11), fundo imobiliário de shoppings, com data de referência em 31/12/2025, com entrega no FundosNet (B3) em 12/02/2026. No pregão de 03/11/2026, a cota do HPDP11 fechou a R$ 90,29, com P/VP de 0,96 (valor patrimonial de R$ 94,07 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,61 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 8,83% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 663,3 milhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.
Informações
- CNPJ
- 35.586.415/0001-73
- Tipo
- Laudo de Avaliação (Conclusão de Negócio)
- Assunto
- Sem assunto
- Data de referência
- 31/12/2025
- Data de entrega
- 12/02/2026 18:39
- Versão
- 1
- Situação
- (Ativo)
Conteúdo

ala SOS PUTAS 5
E/ Laudo Completo de Avaliação Imobiliária PREPARADO PARA: HEDGE INVESTMENTS FINALIDADE: Fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em cumprimento da Instrução 506. PROPRIEDADE: Parque Dom Pedro Shopping / Shopping Center - localizado na Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra - Campinas/SP DATA: 31 de dezembro de 2025
DATA: 31 de dezembro de 2025
Praça Prof. José Lannes, 40 – 3º andar São Paulo, SP 04571-100 Fone: +55 11 5501 5464 cushmanwakefield.com.br

Bh|WAKEFIELDCUSHMAN &
São Paulo, 31 de dezembro de 2025.

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Em atenção à solicitação de V.Sas. e conforme acordado em documento firmado entre as partes, tem o prazer de apresentar o relatório de avaliação de mercado para identificar o valor de mercado para compra/venda, do o relatório de avaliação de mercado para identificar o valor de mercado para compra/venda, do imóvel em referência, para fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em cumprimento da instrução 506..
A avaliação foi elaborada com base nos dados disponíveis no mercado, obtidos através de nossos contatos com corretores e profissionais especializados no mercado local, bem como nas metodologias previstas na norma NBR 14.653:2001, e suas partes, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book, e em conformidade com as práticas regulamentadas pelas Normas Brasileiras NBR 14.653-2 / 2011 e 14.653-2 / 2004, 14.653-4, emitido pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária destinar-se-á ao registro junto à CVM – Comissão de Valores Mobiliários – visando a avaliação do ativo imobiliário, em consonância com a instrução CVM nº 472/08.
O presente Laudo Completo de Avaliação Imobiliária contém 80 páginas e destinar-se-á única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante . A publicação ou divulgação deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais.
Da propriedade em estudo: trata-se do Parque Dom Pedro Shopping, Shopping Center localizado na Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP.
HEDGE INVESTMENTS At.: Sr. Marcos Pimenta. São Paulo – SP Ref.: Relatório de Avaliação do Parque Dom Pedro Shopping, shopping center situado na Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra-Campinas/SP. Prezados Senhores, Em atenção à solicitação de V.Sas. e conforme acordado em documento firmado entre as partes, tem o prazer de apresentar o relatório de avaliação de mercado para identificar o valor de mercado para compra/venda, do o relatório de avaliação de mercado para identificar o valor de mercado para compra/venda, do imóvel em referência, para fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em cumprimento da instrução 506.. A avaliação foi elaborada com base nos dados disponíveis no mercado, obtidos através de nossos contatos com corretores e profissionais especializados no mercado local, bem como nas metodologias previstas na norma NBR 14.653:2001, e suas partes, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book, e em conformidade com as práticas regulamentadas pelas Normas Brasileiras NBR 14.653-2 / 2011 e 14.653-2 / 2004, 14.653-4, emitido pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária destinar-se-á ao registro junto à CVM – Comissão de Valores Mobiliários – visando a avaliação do ativo imobiliário, em consonância com a instrução CVM nº 472/08. O presente Laudo Completo de Avaliação Imobiliária contém 80 páginas e destinar-se-á única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante . A publicação ou divulgação deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais. Da propriedade em estudo: trata-se do Parque Dom Pedro Shopping, Shopping Center localizado na Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP.
HEDGE INVESTMENTS | I
HEDGE INVESTMENTS At.: Sr. Marcos Pimenta
Praça Prof. José Lannes, 40 – 3º andar São Paulo, SP 04571-100 Fone: +55 11 5501 5464 cushmanwakefield.com.br
São Paulo/SP
PROPRIEDADE: Parque Dom Pedro Shopping Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP 13087-901 VALOR DE MERCADO PARA VENDA - TOTAL VALOR UNITÁRIO JR -5 R$ 2.827.072.600,00 (Dois Bilhões Oitocentos e Vinte e Sete Milhões e Setenta e Dois Mil R$/m² 22.412,76 e Seiscentos Reais)) AC Fonte: Compilado por Cushman & Wakefield $& CONCLUSÃO DE VALORES - EXPANSÃO 5$&
De acordo com o que foi solicitado, com as “Premissas e Disclaimers” descritas no Laudo Completo de Avaliação Imobiliária, com as tendências de mercado na região na qual o imóvel está inserido, nas especificações técnicas do imóvel e nas práticas do mercado imobiliário, concluímos os seguintes valor para o imóvel, na data de 31 de dezembro de 2025, em:
CONCLUSÃO DE VALORES - OPERAÇÃO
| PROPRIEDADE: Parque Dom Pedro Shopping Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP 13087-901 |
|---|
| VALOR DE MERCADO PARA VENDA - TOTAL |
|---|
- R$ 34.944.000,00 (Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais)(Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais)Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais))
| Fonte: Compilado por Cushman & Wakefield |
|---|
Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária, bem como a indicação de valor está sujeita às premissas e exclusões de responsabilidade descritas no item “Premissas e Disclaimer” deste Laudo, bem como certas condições extraordinárias, hipotéticas e definições, descritas abaixo, se houver.
Premissas extraordinárias
Premissas extraordinárias são fatos conhecidos que alteram a conclusão do avaliador. Caso à data da avaliação este fato seja conhecido ou tenha possibilidade de ser real, este é tratado como uma premissa extraordinária.
- Não foram consideradas premissas extraordinárias.
Premissas hipotéticas
Premissas hipotéticas são situações contrárias à realidade, quando o avaliador, por indicação do cliente, simula um fato que não existe ou é desconhecido à data da avaliação.
Não foram consideradas premissas hipotéticas.
o imóvel, na data de 31 de dezembro de 2025, em: CONCLUSÃO DE VALORES - OPERAÇÃO PROPRIEDADE: Parque Dom Pedro Shopping Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP 13087-901 VALOR DE MERCADO PARA VENDA - TOTAL VALOR UNITÁRIO R$ 2.827.072.600,00 (Dois Bilhões Oitocentos e Vinte e Sete Milhões e Setenta e Dois Mil R$/m² 22.412,76 e Seiscentos Reais)) Fonte: Compilado por Cushman & Wakefield CONCLUSÃO DE VALORES - EXPANSÃO PROPRIEDADE: Parque Dom Pedro Shopping Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP 13087-901 VALOR DE MERCADO PARA VENDA - TOTAL VALOR UNITÁRIO R$ 34.944.000,00 (Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais)(Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais)Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Reais)) R$/m² 7.782,62 Fonte: Compilado por Cushman & Wakefield Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária, bem como a indicação de valor está sujeita às premissas e exclusões de responsabilidade descritas no item “Premissas e Disclaimer” deste Laudo, bem como certas condições extraordinárias, hipotéticas e definições, descritas abaixo, se houver. Premissas extraordinárias Premissas extraordinárias são fatos conhecidos que alteram a conclusão do avaliador. Caso à data da avaliação este fato seja conhecido ou tenha possibilidade de ser real, este é tratado como uma premissa extraordinária. Não foram consideradas premissas extraordinárias. Premissas hipotéticas Premissas hipotéticas são situações contrárias à realidade, quando o avaliador, por indicação do cliente, simula um fato que não existe ou é desconhecido à data da avaliação. Não foram consideradas premissas hipotéticas.
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Praça Prof. José Lannes, 40 – 3º andar São Paulo, SP 04571-100 Fone: +55 11 5501 5464 cushmanwakefield.com.br
| HEDGE INVESTMENTS |
|---|
| At.: Sr. Marcos Pimenta |
| São Paulo/SP |
Esta carta não possui validade como opinião de valor se separada do laudo completo que contém os textos, fotos, anexos e conclusões que embasam este estudo.

Agradecemos a oportunidade e permanecemos à inteira disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos
que se façam necessários.
Atenciosamente,
Janaina Ribera Alan Constantino
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Janaina Ribera Alan Constantino
Consultora, Retail Coordenador, Retail
Cushman & Wakefield, Brasil Cushman & Wakefield, Brasil
ROGERIO ANTONIO Assinado de forma digital por
CERRETI:12680989 ROGERIO ANTONIO CERRETI:12680989813
813 Dados: 2026.02.04 19:37:25 -03'00'
Rogério Cerreti, MRICS, RICS Registered Valuer
Diretor, Valuation & Advisory
Cushman & Wakefield, Brasil
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HEDGE INVESTMENTS | III
RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES


Resumo das Principais Características e Conclusões
INFORMAÇÕES BÁSICAS
O
Tipo da propriedade: Empreendimento, Comercial e/ou de Serviço, Shopping Center
Nome da propriedade: Parque Dom Pedro Shopping
Endereço: Avenida Guilherme Campos, 500, Campinas/SP, 13087-901
Administração Allos
Tipo de relatório: Laudo Completo de Avaliação Imobiliária
Data da avaliação: 31 de dezembro de 2025
Data da inspeção: 22 de outubro de 2025
Objetivo: Determinar o valor de mercado para compra/venda
Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária foi contratado para fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em
Finalidade:
cumprimento da Instrução 506.
Metodologias: Método da Capitalização da Renda através do Fluxo de Caixa Descontado
Software ARGUS Enterprise, na versão 14.1
Nº de controle Cushman &
AP-25-66032-900235
Wakefield
DESCRIÇÃO DA PROPRIEDADE
TERRENO
Testada: 2.768,00 m (conforme Estimado pelo Google Earth)
Topografia da área útil: Boa - quase plana com declive <5%
Formato: Irregular
Área Total: 476.490,03 m² (conforme Informado pelo cliente)
BLOCOS, EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS
Área Construída Total: 187.390,45 m² (conforme Informado pelo cliente)
Área Bruta Locável: 126.136,72 m² (conforme Rent Roll Fornecido pelo Cliente)
Estacionamento 7815 vagas no total de vagas
Estado de Conservação: Entre novo e regular - B
Vida Útil 60 anos
Idade Aparente: 10 anos
Vida Remanescente: 49 anos
OBS.: Áreas de acordo com informações fornecidos pelo cliente, não tendo sido aferidas in loco por nossos técnicos .
O acesso ao imóvel pode ser feito pela Rodovia Dom Pedro I e ruas circunvizinhas que conectam a outros bairros da cidade. O
Shopping está localizado na Avenida Guilherme Campos, que faz ligação com a Rodovia Dom Pedro I e com o centro da
cidade. A Avenida Guilherme Campos, no trecho do imóvel avaliando, é uma via mão dupla, com 2 faixas de rolamento para
cada sentido. A via possui delimitação de faixas, apresenta bom estado de conservação, tráfego moderado, pavimentação em
asfalto, guias, sarjtas, calçadas e drenagem de águas pluviais.
Acessibilidade:
As principais estradas que ligam a região ao norte e ao sul do estado de São Paulo estão localizadas na região de Campinas.
As Rodovias Dom Pedro I e Santos Dumont ligam Campinas às regiões internas do Estado de São Paulo e Rodovia Presidente
Dutra liga as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vale do Paraíba. Além disto, o acesso principal à região é privilegiado
pelo sistema rodoviário Anhanguera - Bandeirantes e o acesso à região norte do Estado de São Paulo pode ser feito através de
Rodovias Campinas-Mogi Mirim e General Milton Tavares de Souza.
O imóvel em estudo encontra-se em região de ocupação mista, composta principalmente por empreendimentos industriais,
devido à proximidade com a Rodovia Dom Pedro I, e empreendimentos residenciais uni e multifamiliares (casas e edifícios),
Vizinhança:
além de contar com a presença de alguns estabelecimentos comerciais e de serviços. O padrão das edificações, de modo
geral, é médio a alto e a região é de baixa densidade populacional.
Em termos de transporte público, podemos afirmar que a localidade do imóvel avaliando é servida por linhas regulares de
ônibus que fazem a ligação do bairro com o centro e outros pontos da cidade. Pontos de ônibus estão localizados no entorno
Transporte:
do empreendimento, facilitando seu acesso. O Aeroporto Internacional de Viracopos encontra-se a aproximadamente 34,50 km
do empreendimento, sendo atingível em cerca de 30 minutos, utilizando-se de automóvel, fora dos horários de pico.
Melhoramentos Públicos: Infraestrutura básica disponível
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HEDGE INVESTMENTS | IV
RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES

| DOCUMENTAÇÃO ~~O~~ | |
|---|---|
| Taxas e Dispêndios: | Notificação de Lançamento, sob Inscrição Imobiliária nº 3261.41.02.0001.01001 |
| Outros: | Foi fornecido planta do tenant mix do shopping, quadro de áreas, principais contratos das lojas âncoras, listagem de contratos de locação atualizada (rent roll), histórico de inadimplência, histórico de vacância, relatório da situação do CDU, relatório gerencial de despesas gerais, dre (demonstrativo mensal de resultados econômico e financeiro), orçamento para o próximo ano, relatório de capex, indicadores estatísticos com o volume de visitas, relatório do aluguel mínimo e percentual e Cópia do IPTU do imóvel atualizado - - |
| ZONEAMENTO | |
| ZAE A(Zona de Atividade Econô | mica A) |
| Uso: Coeficiente de aproveitamento | Comercial Mínimo: 0,25 Máximo: 2 |
| ANÁLISE SWOT | ~~AS~~ |
| • O mercado imobiliário da região sua posição é privilegiada por es • O shopping possui acesso atrav • O imóvel avaliando encontra-se como a PUC Campinas e a Unica • O empreendimento se caracteri visitantes constantemente. PONTOS FORTES E OPORTUNIDA PONTOS FRACOS E AMEAÇAS | é aquecido com novos empreendimentos voltados ao segmento residencial. Cercado por bairros residenciais e universitários, se potencial público. és da Avendia Guilherme Campos e da Rodovia Dom Pedro I, importantes eixos de articulação da cidade de Campinas. em uma localização privilegiada, considerada uma das regiões mais valorizadas da cidade e próximo à grandes universidades, mp. za como o maior Shopping Center da cidade e possui um extenso e altamente atrativo mix de lojas, assegurando um alto fluxo d DES ITA |
| • O acesso ao shopping pode fica • Apesar do empreendimento est CENÁRIO ADOTADO | r prejudicado quando há muito trânsito na Rodovia Dom Pedro I. ar em uma região privilegiada, a mesma é afastada das regiões centrais de Campinas. |
| Período de Análise | 10 anos |
| Crescimento Real de Receitas Crescimento Real de Despesas | 0,0% no 1º ano 0,75% ao ano, do 2º ano do fluxo de caixa projetado, em diante. 0,0% no 1º ano 1,5% ao ano, do 2º ano do fluxo de caixa projetado, em diante. I |
| Total Receita Bruta Potencial Receita Bruta Efetiva | R$ 256.065.146,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado R$ 249.397.225,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado |
| Total Despesas Operacionais | -R$ 25.731.869,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado |
| Resultado Liquido | R$ 223.665.356,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado |
| Total de Custos de Capital & Locações | -R$ 154.812.817,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado |
| Fluxo de Caixa Descontado Ante de Dívidas e Impostos | s R$ 68.852.539,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado |
| Inflação | Para a projeção, foram utilizadas as projeções de meta de inflação: 3,00% para 2027, conforme Meta do Banco Central do Brasil, para anos posteriores à nos reproduzimos, por analogia, a mesma taxa. |
| Taxa de Desconto: | 12,00% ao ano |
| Taxa de Capitalização: | 8,25% ao ano |
| Comissão de Venda do Ativo: | 2,50% sobre o resultado operacional líquido do 11º ano |
| CONCLUSÃODE VALORE ~~O~~ | S |
| Valor de mercado para Venda | Valor Unitário: R$ 22.412,76 / m² R$ 2.827.072.600,00 Dois Bilhões Oitocentos e Vinte e Sete Milhões e Setenta e Dois Mil e Seiscentos Reais |
~~-~~ ~~—~~ ~~Me~~ 5$& $& AC -5 JR |
| • O mercado imobiliário da região é aquecido com novos empreendimentos voltados ao segmento residencial. Cercado por bairros residenciais e universitários, sua posição é privilegiada por esse potencial público. |
|---|
| • O shopping possui acesso através da Avendia Guilherme Campos e da Rodovia Dom Pedro I, importantes eixos de articulação da cidade de Campinas. |
| • O imóvel avaliando encontra-se em uma localização privilegiada, considerada uma das regiões mais valorizadas da cidade e próximo à grandes universidades, como a PUC Campinas e a Unicamp. |
| • O empreendimento se caracteriza como o maior Shopping Center da cidade e possui um extenso e altamente atrativo mix de lojas, assegurando um alto fluxo de visitantes constantemente. |
| PONTOS FRACOS E AMEAÇAS |
| • O acesso ao shopping pode ficar prejudicado quando há muito trânsito na Rodovia Dom Pedro I. |
~~AS~~
HEDGE INVESTMENTS | V
RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES


Cenário Adotado – Expansão
DESCRIÇÃO DA PROPRIEDADE
BLOCOS, EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS
Área Bruta Locável: 4.490,00 m² (conforme Rent Roll Fornecido pelo Cliente)
CENÁRIO ADOTADO
O a] Período de Análise O 10 anos
Crescimento Real de Receitas 0,0% no 1º ano
1,0% do 2º ao 3º ano
1,5% ao ano, do 4º ano do fluxo de caixa projetado, em diante.
Crescimento Real de Despesas 0,0% no 1º ano
0,5% do 2º ao 3º ano
0,75% ao ano, do 4º ano do fluxo de caixa projetado, em diante.
Total Receita Bruta Potencial R$ 4.980.784,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Receita Bruta Efetiva R$ 4.714.078,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Total Despesas Operacionais -R$ 401.284,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Resultado Liquido R$ 4.312.794,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Total de Custos de Capital & Locações -R$ 1.218.644,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Fluxo de Caixa Descontado Antes de Dívidas e Impostos R$ 3.094.150,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado
Inflação Para a projeção, foram utilizadas as projeções de meta de inflação: 3,00% para 2027, conforme Meta do Banco Central do
Brasil, para anos posteriores à nos reproduzimos, por analogia, a mesma taxa.
Taxa de Desconto: 13,75% ao ano
Taxa de Capitalização: 10,00% ao ano
Comissão de Venda do Ativo: 2,50% sobre o resultado operacional líquido do 11º ano
E CONCLUSÃO DE VALORES
Valor de mercado para Venda R$ 34.944.000,00 Trinta e Quatro Milhões Novecentos e Quarenta e Quatro Mil Valor Unitário: R$ 7.782,62 / m²
Reais
— JR -5 — AC $& E 5$&
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HEDGE INVESTMENTS | VI
RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES


Mapa e fotos da propriedade em estudo
MAPA DE LOCALIZAÇÃO DA PROPRIEDADE SEM ESCALA
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Fonte: Google Earth Pro editado por Cushman & Wakefield
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HEDGE INVESTMENTS | VII

RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES
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ASPECTOS DA FACHADA ASPECTOS DO ESTACIONAMENTO
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ASPECTOS DO ESTACIONAMENTO ASPECTOS DO ESTACIONAMENTO
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ASPECTOS DO MALL ASPECTOS DO MALL
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Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
VIA DIGITAL
HEDGE INVESTMENTS | VIII

RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES
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ASPECTOS DO MALL ASPECTOS DO MALL
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ASPECTOS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO ASPECTOS DO MALL
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ASPECTOS DO MALL ASPECTO DO CINEMA
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Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
HEDGE INVESTMENTS | IX

RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES
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ASPECTO DO CINEMA ASPECTO DO ELEVADOR
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Kinoonley a Bus ae
ASPECTO DAS ESCADAS ROLANTES ASPECTOS DO ELEVADOR
Do
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E ASPECTO DOS BANHEIROS ASPECTOS DA ADMINISTRAÇÃO
VIA DIGITAL
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
HEDGE INVESTMENTS | X

RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES
ala GESEETA
E ASPECTOS DAS DOCAS ASPECTOS DO ELEVADOR DE SERVIÇO
ASPECTOS DAS ÁREAS TÉCNICAS ASPECTOS DAS ÁREAS TÉCNICAS
O
ASPECTOS DAS ÁREAS TÉCNICAS ASPECTOS DAS ÁREAS TÉCNICAS
E
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VIA DIGITAL
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
HEDGE INVESTMENTS | XI
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| ÍNDICE WAKEFIELD |
|---|
| Índice RESUMO DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONCLUSÕES ............................................................. IV |
| CENÁRIO ADOTADO – EXPANSÃO .................................................................................................................................. VI |
| MAPA E FOTOS DA PROPRIEDADE EM ESTUDO .......................................................................................................... VII ÍNDICE ............................................................................................................................................................... XII INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................................... 1 OBJETO(S) ........................................................................................................................................................................... 1 L |
| OBJETIVO ............................................................................................................................................................................ 1 FINALIDADE ......................................................................................................................................................................... 1 DESTINATÁRIO ................................................................................................................................................................... 1 DIVULGAÇÃO DO LAUDO COMPLETO DE AVALIAÇÃO IMOBILIÁRIA ............................................................................ 1 DATAS DE VISTORIA E DA AVALIAÇÃO ............................................................................................................................ 1 PREMISSAS EXTRAORDINÁRIAS ...................................................................................................................................... 2 PREMISSAS HIPOTÉTICAS ................................................................................................................................................ 2 IDENTIFICAÇÃO DA PROPRIEDADE ................................................................................................................................. 2 PROPRIEDADE E HISTÓRICO RECENTE DO IMÓVEL ..................................................................................................... 3 ANÁLISE REGIONAL .......................................................................................................................................... 4 INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................................................... 4 CENÁRIO ECONÔMICO ...................................................................................................................................................... 5 OBSERVAÇÕES SOBRE A REGIÃO ................................................................................................................................... 5 DIGITA |
| CONCLUSÃO ....................................................................................................................................................................... 5 ANÁLISE DA CIRCUNVIZINHANÇA .................................................................................................................................... 6 MERCADO .......................................................................................................................................................... 8 CENÁRIO ECONÔMICO ...................................................................................................................................................... 8 DEFINIÇÕES DE SHOPPING CENTERS .......................................................................................................................... 15 VIA |
| MERCADO DE SHOPPING CENTERS .............................................................................................................................. 16 |
| MERCADO DE VALORES IMOBILIÁRIOS ........................................................................................................................ 20 |
| REGIÃO SUDESTE ............................................................................................................................................................ 25 |
| CONCORRENTES DE MERCADO .................................................................................................................................... 25 |
| NOVO ESTOQUE ............................................................................................................................................................... 26 |
- RISCOS .............................................................................................................................................................................. 27 ANÁLISE DA PROPRIEDADE .......................................................................................................................... 28
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| ÍNDICE WAKEFIELD |
|---|
| DESCRIÇÃO DO TERRENO .............................................................................................................................................. 28 |
| DESCRIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES E BENFEITORIAS ................................................................................................... 30 |
| QUADRO DE ÁREAS ......................................................................................................................................................... 31 |
| QUADRO DA ABL (ÁREA BRUTA LOCÁVEL) ................................................................................................................... 31 |
| VACÂNCIA E INADIMPLÊNCIA ......................................................................................................................................... 33 |
| ZONEAMENTO ................................................................................................................................................................... 34 |
| COMENTÁRIOS SOBRE O ZONEAMENTO ...................................................................................................................... 36 |
| AVALIAÇÃO ...................................................................................................................................................... 37 |
| PROCESSO DE AVALIAÇÃO ............................................................................................................................................ 37 |
| METODOLOGIA ................................................................................................................................................................. 37 |
| CAPITALIZAÇÃO DA RENDA ATRAVÉS DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO ........................................................... 40 |
| CONCLUSÃO FINAL DE VALOR ....................................................................................................................................... 55 |
| ESPECIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO .................................................................................................................................... 56 |
| PREMISSAS E “DISCLAIMERS” ...................................................................................................................... 58 |
| CERTIFICADO DE AVALIAÇÃO ....................................................................................................................... 61 ANEXOS .............................................................................................................................................................. A I |
| ANEXO A: DOCUMENTAÇÃO RECEBIDA .......................................................................................................................... B ANEXO B: DEFINIÇÕES TÉCNICAS ................................................................................................................................... C |
| ANEXO C.1: FLUXO DE CAIXA DESCONTADO - OPERAÇÃO .......................................................................................... D ANEXO C.1: FLUXO DE CAIXA DESCONTADO - EXPANSÃO .......................................................................................... E VIA |
INTRODUÇÃO

Introdução
Objeto(s)
- O objeto desta avaliação é um shopping center, localizado na Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra - Campinas - SP.
Objetivo
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Finalidade
- Esta avaliação foi contratada para fins de atualização de valor de ativo junto à CVM em cumprimento da instrução nº 472/08.
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- O destinatário deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária é o contratante Hedge Investments.
OBS.: Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária destina-se única e exclusivamente ao uso da empresa contratante.
Divulgação do Laudo Completo de Avaliação Imobiliária
- A publicação ou divulgação deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais.
Datas de vistoria e da avaliação
Data efetiva da avaliação: 31 de dezembro de 2025;
Data da vistoria da propriedade: 22 de outubro de 2025.
Objeto(s) O objeto desta avaliação é um shopping center, localizado na Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra - Campinas - SP. Objetivo O presente Laudo Completo de Avaliação Imobiliária tem por objetivo determinar o valor de mercado para compra/venda do imóvel supracitado. Finalidade Esta avaliação foi contratada para fins de atualização de valor de ativo junto à CVM em cumprimento da instrução nº 472/08. OBS.: O conteúdo deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária é confidencial e destina-se única e exclusivamente ao fim aqui descrito. Destinatário O destinatário deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária é o contratante Hedge Investments. OBS.: Este Laudo Completo de Avaliação Imobiliária destina-se única e exclusivamente ao uso da empresa contratante. Divulgação do Laudo Completo de Avaliação Imobiliária A publicação ou divulgação deste Laudo Completo de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais. Datas de vistoria e da avaliação Data efetiva da avaliação: 31 de dezembro de 2025;
HEDGE INVESTMENTS | 1
INTRODUÇÃO

Premissas extraordinárias
Premissas extraordinárias são fatos conhecidos que alteram a conclusão do avaliador. Caso à data da avaliação este fato seja conhecido ou tenha possibilidade de ser real, este é tratado como uma premissa extraordinária.
- Não foram consideradas premissas extraordinárias.
Premissas hipotéticas
Premissas hipotéticas são situações contrárias à realidade, quando o avaliador, por indicação do cliente, simula um fato que não existe ou é desconhecido à data da avaliação.
- Não foram consideradas premissas hipotéticas.
Identificação da propriedade
Localização
- A propriedade em estudo denomina-se Parque Dom Pedro Shopping e está situada na Avenida Guilherme Campos, 500 - Jardim Santa Genebra - Campinas/SP. - Jardim Santa Genebra - Campinas/SP.Jardim Santa Genebra - Campinas/SP.- Campinas/SP.
Como pontos de referência, podemos citar que a propriedade em estudo dista aproximadamente:
2,8 km da Unicamp;
3,7 km do MUCA Museu do Café de Campinas;
5,3 km da PUC Campinas;
8 km da Prefeitura Municipal de Campinas;
8,9 km do Zoológico Municipal de Campinas; e
13,9 km do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim.
extraordinária. Não foram consideradas premissas extraordinárias. Premissas hipotéticas Premissas hipotéticas são situações contrárias à realidade, quando o avaliador, por indicação do cliente, simula um fato que não existe ou é desconhecido à data da avaliação. Não foram consideradas premissas hipotéticas. Identificação da propriedade Localização A propriedade em estudo denomina-se Parque Dom Pedro Shopping e está situada na Avenida Guilherme Campos, 500 - Jardim Santa Genebra - Campinas/SP. - Jardim Santa Genebra - Campinas/SP.Jardim Santa Genebra - Campinas/SP.- Campinas/SP. Como pontos de referência, podemos citar que a propriedade em estudo dista aproximadamente: 2,8 km da Unicamp; 3,7 km do MUCA Museu do Café de Campinas; 5,3 km da PUC Campinas; 8 km da Prefeitura Municipal de Campinas; 8,9 km do Zoológico Municipal de Campinas; e 13,9 km do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim.
INTRODUÇÃO

Propriedade e histórico recente do imóvel
A seguir listamos as informações observadas nos documentos fornecidos pelo cliente.
Taxas e Dispêndios
Foi-nos fornecida cópia do IPTU, sob Inscrição Imobiliária nº. 3261.41.02.0001.01001, com as seguintes descrições
Nome do Proprietário: Sierra Investimentos Brasil LTDA;
Prefeitura: Campinas;
Ano Base do Documento: 2025
Logradouro: Avenida Guilherme Campos, 500;
Área de Terreno: 476.490,03 m²;
Área Total Edificada: 185.894,45 m²;
Valor do IPTU: R$ 15.017.844,93.
Outros
Foi fornecido planta do tenant mix do shopping, quadro de áreas, principais contratos das lojas âncoras, listagem de contratos de locação atualizada (rent roll), histórico de inadimplência, histórico de vacância, relatório da situação do CDU, relatório gerencial de despesas gerais, DRE (demonstrativo mensal de resultados econômico e financeiro), orçamento para o próximo ano, relatório de Capex, indicadores estatísticos com o volume de visitas, relatório do aluguel mínimo e percentual e Cópia do IPTU do imóvel atualizado.
Obs.: Para fins de cálculo de valor estamos considerando que o imóvel não apresenta qualquer título alienado e não consta qualquer registro de ônus ou decorrência de ação de responsabilidade da mesma.
Taxas e Dispêndios Foi-nos fornecida cópia do IPTU, sob Inscrição Imobiliária nº. 3261.41.02.0001.01001, com as seguintes descrições Nome do Proprietário: Sierra Investimentos Brasil LTDA; Prefeitura: Campinas; Ano Base do Documento: 2025 Logradouro: Avenida Guilherme Campos, 500; Área de Terreno: 476.490,03 m²; Área Total Edificada: 185.894,45 m²; Valor do IPTU: R$ 15.017.844,93. Outros Foi fornecido planta do tenant mix do shopping, quadro de áreas, principais contratos das lojas âncoras, listagem de contratos de locação atualizada (rent roll), histórico de inadimplência, histórico de vacância, relatório da situação do CDU, relatório gerencial de despesas gerais, DRE (demonstrativo mensal de resultados econômico e financeiro), orçamento para o próximo ano, relatório de Capex, indicadores estatísticos com o volume de visitas, relatório do aluguel mínimo e percentual e Cópia do IPTU do imóvel atualizado. Obs.: Para fins de cálculo de valor estamos considerando que o imóvel não apresenta qualquer título alienado e não consta qualquer registro de ônus ou decorrência de ação de responsabilidade da mesma.
ANÁLISE REGIONAL

MBA| CUSHMANWAKEFIELD&

Análise Regional
MAPA DA REGIÃO EM QUE SE LOCALIZA O IMÓVEL (SEM ESCALA):
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Fonte: Google Earth Pro editado por Cushman & Wakefield
Introdução
O valor de curto e longo prazo de bens imóveis é influenciado por uma variedade de fatores. A análise regional
identifica os fatores que afetam o valor da propriedade, e do papel que desempenham na região. As quatro
forças primárias que determinam a oferta e a demanda de bens imóveis, e, consequentemente, afetam o valor
de mercado são: características ambientais, governo, fatores sociais e tendências econômicas.
VIA DIGITAL
A propriedade em estudo está localizada na cidade de Campinas.
ANÁLISE REGIONAL

Cenário econômico
Observações sobre a região A seguir enumeramos algumas observações gerais sobre a região. ▪ População: A população de Campinas de acordo com o último censo realizado em 2022 é de 1.139.047 habitantes, possuindo 1.433,54 habitantes por quilômetro quadrado. ▪ Forças: Bom adensamento do entorno, com bairros, comércios e serviços em processo avançado de consolidação, bem como proximidade de acesso à Rodovia Dom Pedro I; ▪ Fraquezas: Fraquezas da região incluem extensas áreas desocupadas no entorno e processo de verticalização ainda em fase inicial; ▪ Economia: A economia de Campinas está estática. O emprego na região é bem diversificado, sendo baseado no comércio, serviços e indústria; ▪ Renda: De acordo com dados de 2021 do IBGE, o salário médio em Campinas é de 3,8 salários-mínimos, um pouco superior aos anos anteriores. E apresentou uma melhora, com 46,71% da população ocupada, equivalente a 532.090 pessoas. Conclusão Diante dos fatos sociais e econômicos enumerados anteriormente sobre a região, somos moderadamente otimistas sobre o cenário em curto prazo. Em longo prazo a região deve vivenciar estabilidade com crescimento moderado e para o mercado imobiliário preços estáveis ou com valorização abaixo da inflação.

ANÁLISE REGIONAL
uh|WAKEFIELDCUSHMAN &
Análise da Circunvizinhança
MAPA DA CIRCUNVIZINHANÇA EM QUE SE LOCALIZA O IMÓVEL (SEM ESCALA):
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Fonte: Google Earth Pro editado por Cushman & Wakefield
Aspectos gerais
O imóvel encontra-se na região do Jardim Santa Genebra, bairro localizado na zona leste da cidade de
Campinas. A região é cercada pelos bairros Vila Costa e Silva, Mansões Santo Antônio e Fazenda Santa
Cândida.
VIA DIGITAL
ANÁLISE REGIONAL

A circunvizinhança
O imóvel em estudo encontra-se em região de ocupação mista, com edificações variando entre horizontais e verticais, composta por imóveis residenciais unifamiliares (casas), multifamiliares (edifícios), além de estabelecimentos comerciais e de serviços de âmbito local, bem como edifícios de escritórios. Em geral, as edificações são de padrão construtivo médio e médio-alto e a região é de baixa densidade populacional. A Avenida Guilherme Campos, onde o objeto em estudo está inserido, possui ocupação predominantemente residencial, majoritariamente composta por bairros horizontais de casas e alguns casos de edifícios residenciais. Há alguns estabelecimentos comerciais de âmbito local e o shopping center objeto deste estudo, o Parque Dom Pedro Shopping. Já a Rodovia Dom Pedro I, via para qual o imóvel também faz frente, tem a predominância de glebas desocupadas, com uso destinado para indústria e comércio. Há também algumas instalações varejistas e industriais. Acesso De modo geral considera-se que o acesso à região é favorável. O acesso pode ser feito pela Rodovia Dom Pedro I e ruas circunvizinhas que conectam o imóvel a outros bairros da cidade. O Shopping está localizado na Avenida Guilherme Campos, que faz ligação com a SP-065 e com o centro da cidade. A avenida, no trecho do imóvel avaliando, é uma via mão dupla, com 2 faixas de rolamento para cada sentido. A via possui delimitação de faixas, bom estado de conservação, tráfego moderado, pavimentação em asfalto, guias, sarjetas, calçadas e drenagem de águas pluviais. As principais estradas que ligam a região ao norte e ao sul do estado de São Paulo estão localizadas na região de Campinas, como a própria Rodovias Dom Pedro I (SP065) e Santos Dumont, que ligam Campinas às regiões internas do Estado de São Paulo. Além disso, a região possui a Rodovia Presidente Dutra que liga Campinas às cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vale do Paraíba. O acesso principal à região é privilegiado pelo sistema rodoviário Anhanguera - Bandeirantes e o acesso à região norte do Estado de São Paulo pode ser feito através de Rodovias Campinas-Mogi Mirim e General Milton Tavares de Souza. Em termos de transporte público, podemos afirmar que a localidade do imóvel avaliando é servido por linhas regulares de ônibus que fazem a ligação do bairro com o centro e outros pontos da cidade. Pontos de ônibus estão localizados no entorno do empreendimento, facilitando seu acesso. O Aeroporto Internacional de Viracopos encontra-se a aproximadamente 34,50 km do empreendimento, sendo atingível em cerca de 30 minutos, utilizando-se de automóvel, fora dos horários de pico. Conclusão O bairro tem perfil de uso misto, fruto de seu desenvolvimento nos últimos anos, uma vez que é possível constatar diversos tipos de edificações como bairros e condomínios residenciais tanto verticais, quanto horizontais, além da presença do shopping center consolidado. Vale mencionar também a existência de extensas áreas e glebas desocupadas no entorno do bairro e da Rodovia Dom Pedro I, as quais tem potencial para novos empreendimentos e expansão do adensamento.
MERCADO

Bh|WAKEFIELDCUSHMAN &
Mercado
Cenário Econômico

Em relação ao comércio, os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referentes ao mês de agosto de
2025 mostram variação de 0,2% no volume de vendas do comércio varejista na série com ajuste sazonal, em
relação a julho. Em 12 meses, acumula alta de 2,2%.
O resultado foi impactado por taxas positivas em cinco das oito atividades pesquisadas: Equipamentos e
material para escritório, informática e comunicação (4,9%), Tecidos, vestuário e calçados (1,0%), Artigos
farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%), Móveis e eletrodomésticos (0,4%) e Hiper,
supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,4%). Performaram no campo negativo: Livros,
jornais, revistas e papelaria (-2,1%), Combustíveis e lubrificantes (-0,6%) e outros artigos de uso pessoal e
doméstico (-0,5%).
Dentre as atividades pesquisadas, Tecidos, vestuário e calçados acumula o maior crescimento em 12 meses
- 4,5%, seguido por Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, e Móveis e eletrodomésticos
com altas de 4,3% e 4,1%, respectivamente.
PMC Restrita - Volume (var. % anual)
15
10
5
0
-5
-10
DOSESDOS PSOLVOS NV oDONENe MTO Né NSA NeDADEMP aVMDA SONANa
PENSO SEDES PS
VV
Fonte: LCA Consultores
O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) subiu 1,0 ponto em outubro, alcançando 88,5 pontos. O resultado
do mês foi influenciado pela melhora das expectativas para os próximos meses. O mercado de trabalho
aquecido e a diminuição recente da inflação são fatores de suporte. Ainda assim, o cenário atual indica cautela
das famílias, em meio a altos níveis de endividamento e inadimplência, que seguem como fatores limitantes
do avanço ao consumo nos próximos meses.
A análise por faixas de renda em outubro mostra novamente comportamentos distintos entre os grupos de
consumidores. As famílias com renda de até R$ 2.100,00 registraram alta de 5,1 pontos, com o índice
avançando de 77,5 para 82,6 pontos. No grupo com renda entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00, houve recuo de
1,9 ponto, levando o indicador de 90,5 para 88,6 pontos. Entre os consumidores com rendimentos de R$
4.800,01 a R$ 9.600,00, observou-se ligeira queda de 0,4 ponto, com o índice passando de 86,2 para 85,8
pontos. Por fim, entre aqueles que recebem acima de R$ 9.600,01, verificou-se leve aumento de 0,3 ponto,
elevando o indicador de 93,9 para 94,2 pontos.
VIA DIGITAL
MERCADO

Bh|WAKEFIELDCUSHMAN &
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Índice de Confiança do Consumidor - FGV (média anual)

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O resultado exibe recuo de 11,8% no número de desempregados - 6,0 milhões de pessoas, frente ao mesmo período de 2024 e avanço de 1,4% no total da população ocupada na mesma comparação, alcançando 102,4 milhões de pessoas. Na comparação trimestral, os destaques foram o aumento de 260 mil pessoas em Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca, e de 249 mil pessoas na Construção.
A taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada no período. Por fim, conforme dados do Novo CAGED, o saldo de empregos formais foi de 213.002 em setembro.
Ao segmentar o Novo CAGED por atividades econômicas conforme o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e considerar os setores que ocupam espaços corporativos de escritórios (Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas), obtemos a definição do Office Using. O indicador equivale ao número de empregados nestes setores que utilizam escritórios.
No mês de setembro, o Office Using do Brasil apresentou saldo de 52.873 e acumulou 8,7 milhões de trabalhadores, avanço de 4,0% na comparação anual. A região metropolitana de São Paulo fechou o mês em 2,1 milhões de trabalhadores, saldo de 13.577, e a região metropolitana do Rio de Janeiro 664 mil, saldo de 3.663, e com variações anuais de 3,9% e 2,6%, respectivamente.
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Fonte: CW, MTE.
MERCADO

MBA|WAKEFIELDCUSHMAN &

Variação % MoM - Office Using
3,00%
2,00%
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-2,00%
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Var. % MoM - Office Using - BR
Fonte: CW, MTE.
Na esfera da indústria, dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF) de agosto mostram
variação de 0,8% da produção industrial frente ao mês anterior na série com ajuste sazonal. A atividade de
maior impacto positivo foi produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,4%).
Em comparação com agosto de 2024 a indústria variou -0,7%.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 0,7 pontos em setembro, para 89,8 pontos. O cenário segue
marcado pelo acúmulo de estoques e pela cautela dos empresários em relação à demanda futura. Esse quadro
reforça a expectativa de menor dinamismo da atividade industrial no segundo semestre, diante da política
monetária restritiva.
Produção física da Indústria Geral - PIM-PF (var. % anual)
15,00
10,00
5,00
0,00
-5,00
-10,00
PES S OAS
PS
VIA DIGITAL
Dec-17 Mar-18 Jun-18 Sep-18 Dec-18 Mar-19 Jun-19 Sep-19 Dec-19 Mar-20 Jun-20 Sep-20 Dec-20 Mar-21 Jun-21 Sep-21 Dec-21 Mar-22 Jun-22 Sep-22 Dec-22 Mar-23 Jun-23 Sep-23 Dec-23 Mar-24 Jun-24 Sep-24 Dec-24 Mar-25 Jun-25 Sep-25
Na esfera da indústria, dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF) de agosto mostram variação de 0,8% da produção industrial frente ao mês anterior na série com ajuste sazonal. A atividade de maior impacto positivo foi produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,4%).
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 0,7 pontos em setembro, para 89,8 pontos. O cenário segue marcado pelo acúmulo de estoques e pela cautela dos empresários em relação à demanda futura. Esse quadro reforça a expectativa de menor dinamismo da atividade industrial no segundo semestre, diante da política monetária restritiva.
Fonte: LCA Consultores
MERCADO

Ba|wAKEFIELDCUSHMAN &
Com relação à construção civil, em outubro de 2025, o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,21% frente ao mês anterior (0,21%) e acumula alta de 6,58% em 12 meses. No Rio de Janeiro, a alta foi de 5,47% em 12 meses, enquanto em São Paulo a variação foi de 7,55%. O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 0,7 ponto em outubro, chegando a 91,6 pontos, permanecendo abaixo do nível de neutralidade (100 pontos). O resultado de outubro indica piora das expectativas e da percepção acerca da situação atual. A desaceleração setorial em relação ao início do ano é percebida. A alta dos juros e o cenário mais restrito de acesso ao crédito podem levar parte das companhias a adiar projetos ou alongar prazos de execução. Outros aspectos como escassez de mão de obra qualificada, demanda insuficiente e competição no próprio setor também seguem como fatores limitativos. Índice Nacional de Custo da Construção - INCC -M (% a.a.) 15,00 10,00 5,00 e 0,00 PODPRESS ~~DESPONTA~~ NDA A DD ~~LOLA~~ CEPESSSDS S SCCLSSLVV Fonte: LCA Consultores Em relação a atividade econômica, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto), avançou 0,5% em agosto frente a julho e acumula alta de 3,24% em 12 meses. Em relação à atividade econômica, no segundo trimestre de 2025, o PIB avançou 0,4%, totalizando R$ 3,2 trilhões. Sob a ótica da produção, a Serviços teve a maior expansão, com 0,6%, seguida pela Indústria com 0,5%, enquanto a Agropecuária recuou 0,1%. Pela ótica da despesa, o Consumo das Famílias cresceu 0,5%, e o Consumo do Governo caiu 0,6%. A Formação Bruta de Capital Fixo (investimentos) apresentou variação de -2,2%, enquanto as Exportações de Bens e Serviços cresceram 0,7% e as Importações de Bens e Serviços recuaram 2,9%.
MERCADO

Bh|WAKEFIELDCUSHMAN &
Diante disso, a LCA estima o crescimento do PIB de 2,16% para 2025 e 1,97% para 2026. O relatório Focus do dia 31 de outubro de 2025 espera variação de 2,16% para 2025 e 1,78% para 2026.

PIB da Indústria - Construção Civil (% real) x PIB TOTAL (% real em volume)
15,00
10,00
5,00
0,00
-5,00
-10,00 A e em
-15,00
PPSDOOM DPDPDOEDNDOOPESO ND DA DID RA DD AD AAA
SESC LLLSSLSSDSLSNON DDDPDVOEMYEMEIRNRSS SS Sage"VV
—— PIB da Indústria - Construção civil (var. % real) —— PIB TOTAL (var. % real em volume)
Fonte: LCA Consultores
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,48% em setembro e acumula alta de 3,64%
no ano e de 5,17% em 12 meses.
O resultado do mês foi influenciado, principalmente, pelo avanço em Habitação (2,97%) e Despesas pessoais
(0,51%), que contribuíram com impactos de 0,45 p.p. e 0,05 p.p., respectivamente, no índice. Em Habitação o
crescimento foi impulsionado pela alta em energia elétrica residencial (10,31%) devido ao fim do Bônus de
Itaipu e a continuidade da bandeira tarifária vermelha patamar 2. Já em Despesas pessoais, o destaque foi o
aumento em pacote turístico (2,87%).
A LCA projeta IPCA de 4,55% para 2025 e 4,40% para 2026. O relatório Focus do dia 29 de agosto de 2025
projeta IPCA de 4,55% para 2025 e 4,20% para 2026.
Quanto à política econômica, na reunião de setembro de 2025, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu
manter a taxa Selic em 15,00% ao ano. A decisão foi motivada por um cenário inflacionário ainda desafiador,
caracterizado por expectativas desancoradas, projeções de inflação acima da meta e resiliência da atividade
econômica e do mercado de trabalho. O Comitê ressaltou que será necessário manter a política monetária em
patamar significativamente contracionista por um período prolongado, de forma a assegurar a convergência da
inflação para a meta.
No cenário externo, o Copom avaliou que as incertezas permanecem elevadas, em especial no que se refere
à condução da política econômica nos Estados Unidos e tensões geopolíticas. Esse ambiente externo volátil
tem gerado maior aversão a risco, afetando os fluxos de capitais e exigindo maior cautela por parte das
economias emergentes.
No âmbito doméstico, embora haja sinais de moderação gradual da atividade, os dados continuam mostrando
um mercado de trabalho aquecido. A inflação de serviços segue pressionada e os núcleos inflacionários
permanecem acima do nível compatível com o cumprimento da meta, o que reforça a necessidade de uma
política monetária mais restritiva. Diante desse conjunto de elementos, o Comitê indicou que antevê uma
interrupção no ciclo de alta, para observar os efeitos defasados do aperto já implementado, sem descartar
novas elevações caso o cenário assim demande.
VIA DIGITAL
MERCADO

WAKEFIELD
BhIa Gostama

A LCA projeta taxa de 15,00% a.a. para 2025 e 12,50% a.a. para 2026. O relatório Focus do dia 31 de outubro
de 2025 espera taxa de 15,00% a.a. para 2025 e 12,25% a.a. para 2026.
Selic, final de ano - % a.a. x IPCA 12M - %YoY
16,00
14,00
12,00
10,00
8,00
6,00
4,00
2,00
0,00
Selic, final de ano - % a.a. IPCA 12M - % YoY
Fonte: LCA Consultores
Na esfera fiscal, os dados do Banco Central de setembro de 2025 mostram um déficit primário de R$ 17,5
bilhões no mês e um déficit primário de R$ 33,2 bilhões (0,27% do PIB) em doze meses, ante déficit de R$
23,1 bilhões (0,19% do PIB) nos doze meses até agosto. Os juros nominais apropriados pelo setor público
consolidado totalizaram R$ 84,7 bilhões no mês e R$ 984,8 bilhões (7,89% do PIB) no acumulado em doze
meses. Com isso, o resultado nominal do setor público consolidado foi deficitário em R$ 102,2 bilhões no mês
e em R$ 1,018 trilhão em doze meses, equivalente a 8,16% do PIB, ante déficit de 7,81% em agosto. A Dívida
Líquida do Setor Público (DLSP) atingiu 64,8% do PIB (R$ 8,1 trilhões) em setembro, avançando 0,6 p.p. em
relação ao mês anterior. Já a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) chegou a 78,1% do PIB (R$ 9,7 trilhões),
avançando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior.
Dívida Bruta do Governo Geral - DBGG (% do PIB) X Dívida Líquida do Setor
Público - DLSP (% do PIB)
100,00
50,00
DD ea
0,00
—E- Dívida Bruta do Governo Geral - DBGG (% do PIB)
l- Dívida Líquida do Setor Público - DLSP (% do PIB)
VIA DIGITAL
jan/09 out/09 jul/10 abr/11 jan/12 out/12 jul/13 abr/14 jan/15 out/15 jul/16 abr/17 jan/18 out/18 jul/19 abr/20 jan/21 out/21 jul/22 abr/23 jan/24 out/24 jul/25 abr/26
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 (p) 2026 (p) 2027 (p) 2028 (p) 2029 (p) 2030 (p)
Fonte: LCA Consultores
WAKEFIELD MERCADO De acordo com a LCA, as projeções da DLSP e DBGG para 2030 são 78,7% e 92,1% do PIB, respectivamente. Em outubro de 2025, o real depreciou aproximadamente 1,2%, passando de R$/US$ 5,32 no início do mês para R$/US$ 5,38 no fechamento. O comportamento do câmbio permaneceu amplamente condicionado ao cenário externo. A dinâmica do período segue marcada pela fraqueza do dólar global, em meio às expectativas de novos cortes na taxa dos Fed Funds ainda neste ano, e pelo diferencial de juros elevado no Brasil. As incertezas fiscais e as contas externas fracas seguem como fatores limitadores de um cenário mais benigno para o Real. A previsão da LCA para a taxa de câmbio em 2025 e 2026 é de R$/US$5,45 e R$/US$5,60, respectivamente. O relatório Focus do dia 31 de outubro espera câmbio de R$/US$5,41 para 2025 e R$/US$5,50 para 2026. Taxa de Câmbio (R$/US$) x EMBI+ Brasil 600,00 8,00 400,00 e q. 6,00 4,00 200,00 qa 2,00 0,00 0,00 PPESIPOELPSVDOS DONO NADOOESPDA DDDLLDMPRMORA DD AD NAN CSPESSSDISLO DES SS SS Sage"VV ~~li~~ EMBI+ Brasil, final de período (pontos-base) ~~li~~ R$/US$, final de período Fonte: LCA Consultores Por fim, a média do EMBI+ Risco-Brasil foi de 201 pontos base em outubro, e a projeção da LCA para 2025 e 2026 é de, respectivamente, 183 e 218 pontos base. BRASIL 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 (p) 2026 (p) 2027 (p) Atividade Econômica PIB TOTAL (var. % real em volume) -3.55 -3.28 1.32 1.78 1.22 -3.28 4.76 3.02 3.24 3.40 2.16 1.97 1.62 Taxa de desemprego - PNADC, média anual (1998 a 2011: retropolação LCA, % da PEA) 8.62 11.62 12.83 12.37 11.99 13.75 13.24 9.27 7.98 6.83 5.90 5.64 6.50 PMC Restrita - Volume (var. % anual) -4.35 -6.24 2.09 2.32 1.84 1.18 1.40 0.99 1.71 4.09 1.47 2.11 2.62 Produção física da Indústria Geral - PIM-PF (var. % anual) -8.26 -6.43 2.52 0.96 -1.08 -4.45 3.93 -0.70 0.12 3.10 1.02 1.53 1.12 ~~MR~~ Preços IPCA - IBGE (% a.a.) 10.67 6.29 2.95 3.75 4.31 4.52 10.06 5.78 4.62 4.83 4.55 4.40 3.82 IGP-M - FGV (% a.a.) 10.54 7.17 -0.52 7.54 7.30 23.14 17.78 5.45 -3.18 6.54 -0.21 4.16 3.63 IPA-M (% a.a.) 11.20 7.64 -2.55 9.43 9.08 31.63 20.57 5.27 -5.59 7.23 -2.28 3.37 3.68 IPC-M (% a.a.) 10.24 6.25 3.14 4.12 3.79 4.81 9.32 4.30 3.41 4.03 4.35 3.43 3.43 INCC-M (% a.a.) 7.22 6.35 4.02 3.97 4.13 9.67 13.70 9.05 3.34 6.33 6.32 4.08 3.77 ~~Re~~ Câmbio, Juros, Risco Selic, final de período (% a.a.) 14.25 13.75 7.00 6.50 4.50 2.00 9.25 13.75 11.75 12.25 15.00 12.50 11.00 R$/US$, final de período 3.90 3.26 3.31 3.87 4.03 5.20 5.58 5.22 4.84 6.19 5.45 5.60 5.40 EMBI+ Brasil, final de período (pontos-base) 523.00 328.00 240.00 276.00 214.00 260.00 326.00 256.00 195.00 228.57 183.00 218.00 196.00 Data base: 30/10/2025 Fonte: LCA Consultores
MERCADO

Definições de Shopping Centers
| Conforme o Intern seguintes categoria | ational Council of Shopping Centers (ICSC s: | ), os Shopping | Center podem | ser divididos nas |
|---|---|---|---|---|
| SHOPPING CENT | ERS - TIPOS E DEFINIÇÕES CONFORM | E ICSC | ||
| NÚMERO | ||||
| CLASSIFICAÇÃO | DEFINIÇÃO | ABL (m²) | DE ÂNCORAS | ÁREA PRIMÁRIA DE VENDAS |
| Centro de Vizinhança | Sua função é atender às compras cotidianas dos arredores. Suas âncoras principais são supermercados e farmácias, complementadas por lojas de conveniência e artigos diversos. | 2.800 a 13.900 | 1 ou mais | 4,8 km |
| Estes centros possuem mais lojas de | ||||
| Centro de Comunidade | vestuário e cama, mesa e banho, em comparação com os Centros de Vizinhança. Suas âncoras são supermercados, grandes drogarias e lojas de departamento. | 9.290 a 32.500 I | 2 ou mais | 4,8 a 9,7 km |
| Suas principais lojas são de mercadorias gerais, sendo grande parte compostas de | ||||
| Centro Regional | vestuário e lojas de serviços variados. As âncoras são compostas de lojas de departamento, lojas especializadas em moda e grandesredes. I | 37.100 a 74.300 | 2 ou mais | 8,0 a 24,0 km |
| Centro Super Regional | Este tipo é semelhante ao Centro Regional, porém possui tamanho maior. Dispõe de mais âncoras, com maior variedade de mercadorias e atende uma população maior. D | Superior a 74.300 | 3 ou mais | 8,0 a 40,0 km |
| Centro Especializado/ Fashion | É composto por lojas de vestuário de luxo ou lojas de mercadorias de alta qualidade, com preços maiores. Este tipo de centro não necessita de âncoras, porém a presença restaurantes e lazer podem fazer o papel de atrairo público. A | 7.400 a 23.200 | N/A | 8,0 a 24,0 km |
| Faz parte desta classificação o centro composto principalmente de grandes | ||||
| Power Center | âncoras, e número mínimo de lojas satélites. Dentre as âncoras estão lojas de departamento, armazéns e lojas especializadas compreços baixos. | 23.200 a 55.700 | 3 ou mais | 8,0 a 16,0 km |
| Centro Temático/ Festivais | Como o nome sugere, estes centros apresentam um tema que abrange as lojas, produtos vendidos e o projeto arquitetônico do local. Geralmente localizado em área urbana, é focado em turismo e suas âncoras sãorestaurantes elazer/ entretenimento. Localizado em áreas rurais ou pontos turísticos, Outlets consistem, em sua maioria, | 7.400 a 23.200 | N/A | N/A |
| Centro Outlet | em lojas de fabricantes que vendem produtos de suas próprias marcas com descontos. Estes centros geralmente não possuem âncoras. | 4.600 a 37.100 | N/A | 40,0 a 120,7 km |
| **Cushman & Wakefield& ** |
|---|
MERCADO

Mercado de Shopping Centers
Principais Transações Realizadas em shopping centers
As últimas transações de venda de Shopping Centers e/ou participações dos mesmos, realizadas no Brasil e de conhecimento público de mercado são:
MERCADO


Re PRINCIPAIS TRANSAÇÕES REALIZADAS EM SHOPPING CENTERS
# TransaçãoData da Comprador Vendedor Shopping Center Cidade UF ABL (m²) Participação Cap Rate Estimado ou Yield 12 meses Valor Estimado da Transação
1 18/09/25 RBR MALLS n/a Shopping Pátio Higienópolis São Paulo SP 34.992 7,00% 7,40% R$ 169.900.000,00
2 17/09/25 n/a Hedge Brasil Shopping Shopping Jardim Sul São Paulo SP 28.816 10,00% 7,70% R$ 63.000.000,00
3 04/09/25 Multiplan Fapes Barra Shopping Rio de Janeiro RJ 50.589 7,50% n/a R$ 362.500.000,00
4 04/09/25 Previ Fapes Barra Shopping Rio de Janeiro RJ 50.589 7,50% n/a R$ 362.500.000,00
5 04/09/25 Previ Fapes Morumbi Shopping São Paulo SP 35.000 4,00% n/a R$ 200.000.000,00
6 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Shopping Bela Vista Salvador BA 51.185 14,31% n/a R$1.600.000.000,00*
7 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Shopping Ponta Negra Manaus AM 36.040 39,99% n/a *valor total da transação
8 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Tietê Plaza Shopping São Paulo SP 36.914 45,00% n/a *valor total da transação
9 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Partage Santana Shopping São Paulo SP 30.000 15,00% n/a *valor total da transação
10 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Campinas Shopping Campinas SP 36.165 25,00% n/a *valor total da transação
11 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Grand Plaza Shopping Santo André SP 72.000 20,00% n/a *valor total da transação
12 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Caxias Shopping Duque de Caxias RJ 28.181 17,50% n/a *valor total da transação
13 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Shopping Downtown Rio de Janeiro RJ 38.000 100,00% n/a *valor total da transação
14 29/08/25 Riza Real Estate XP Malls Shopping Metropolitano Barra Rio de Janeiro RJ 44.111 40,00% n/a *valor total da transação
15 19/08/25 HSI Malls Shopping Pátio Cianê Shopping Pátio Cianê Sorocaba SP 25.543 24,00% 9,70% R$ 71.605.000,00
Empreendimentos Imobiliários
16 01/08/25 HSI Malls n/a SuperShopping Osasco Osasco SP 19.225 7,52% 9,60% R$ 21.883.200,00
17 29/05/25 Vinci Partners BRMalls Shopping Paralela Salvador BA 10.050 25,00% 10,10% R$ 119.800.000,00
18 14/04/25 n/a Iguatemi S.A. Shopping Market Place São Paulo SP 15.010 49,00% 9,00% R$ 500.000.000,00
19 14/04/25 n/a Iguatemi S.A. Galleria Shopping Campinas SP 33.100 49,00% 9,00% *valor total da transação
20 14/04/25 XP Malls Iguatemi S.A. Shopping Pátio Higienópolis São Paulo SP 34.992 10,04% 11,00% R$ 243.685.458,40
21 11/03/25 Iguatemi S.A. Brookfield Shopping Pátio Higienópolis São Paulo SP 34.992 17,40% n/a R$ 2.585.119.000,00
22 11/03/25 Iguatemi S.A. Brookfield Shopping Pátio Paulista São Paulo SP 89.970 11,50% n/a valor total da transação
23 19/02/25 Grupo Savoy Ancar Ivanhoe Shopping Interlagos São Paulo SP 145.000 50,00% 7,50% R$ 560.000.000,00
24 23/01/25 XP Malls Allos Plaza Sul Shopping São Paulo SP 26.870 9,90% n/a R$ 395.757927,00
25 23/01/25 XP Malls Allos Carioca Shopping Rio de Janeiro RJ 34.000 20,00% n/a *valor total da transação
26 23/01/25 XP Malls Allos Shopping Tijuca Rio de Janeiro RJ 35.000 10,00% n/a *valor total da transação
27 13/01/25 Genial Malls n/a Rio Anil Shopping São Luís MA 39.519 45,00% 9,15% R$ 172.000.000,00
28 03/01/25 n/a JHSF Participações S.A. Shopping Ponta Negra Manaus AM 36.040 18,00% n/a R$ 82.000.000,00
29 06/12/24 XP Malls Multiplan JundiaíShopping Jundiaí SP 36.473 25,00% n/a R$ 253.213.906,36
30 25/11/24 n/a HSI Malls Fundo de Investimento Shopping Uberaba Uberaba MG 26.207 25,00% 8,00% R$ 146.240.000,00
VIA DIGITAL
MERCADO

MBA|WAKEFIELDCUSHMAN &

31 13/11/24 XP Malls n/a Shopping FL Shops São Paulo SP n/a 12,86% n/a R$ 179.147.829,00
32 02/10/24 HSI MALLS n/a Shopping Uberaba Uberaba MG 26.207 24,67% n/a R$ 41.000.000,00
33 23/09/24 HSI MALLS n/a Shopping Paralela Salvador BA 10.050 25,00% 9,20% R$ 182.813.897,62
34 23/07/24 Iguatemi S.A. n/a Shopping Iguatemi São Paulo SP 47.300 0,80% 12,30% R$ 25.000.000,00
35 08/07/24 BB Premium Malls Combrashop Shopping RioSul Rio de Janeiro RJ 52.000 33,30% 7,70% R$ 790.000.000,00
36 08/07/24 Iguatemi S.A. Combrashop Shopping RioSul Rio de Janeiro RJ 52.000 16,60% 7,70% R$ 360.000.000,00
37 04/07/24 XP Malls JHSF Catarina Fashion OutletExpansão III do São Roque SP n/a 7,99% n/a R$ 273.035.000,00*
38 04/07/24 XP Malls JHSF Shopping Bela Vista Salvador BA 51.185 14,31% n/a *valor total da transação
39 04/07/24 XP Malls JHSF Shopping Ponta Negra Manaus AM 36.040 22,01% n/a valor total da transação
40 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Grand Plaza Shopping Santo André SP 72.000 51,00% 7,90% R$ 2.118.125.000,00
41 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Shopping Cidade São Paulo São Paulo SP 16.851 32,00% 7,90% *valor total da transação
42 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Tietê Plaza Shopping São Paulo SP 36.914 90,00% 7,90% *valor total da transação
43 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Shopping Metropolitano Barra Rio de Janeiro RJ 44.111 70,00% 7,90% *valor total da transação
44 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Shopping Cerrado Goiânia GO 27.834 85,00% 7,90% *valor total da transação
45 27/06/24 XP Malls SYN PROP E TECH Shopping D São Paulo SP 30.015 23,00% 7,90% *valor total da transação
46 26/06/24 XP Malls n/a Uberlândia Shopping Uberlândia MG 53.426 40,00% n/a R$ 152.001.781,00
47 26/06/24 n/a Vinci Shoppping Centers Terreno adjacente ao RibeirãoShopping Ribeirão Preto SP Loja com 6.900 20,00% n/a R$ 45.000.000,00
48 19/06/24 Vinci Shopping Centers n/a São Luís Shopping São Luís MA 55.319 6,20% 10,10% R$ 21.200.000,00
49 19/06/24 HSI MALLS n/a Shopping Uberaba (“Deck Parking”) Uberaba MG 21.660 100,00% 8,00% R$ 44.039.927,75
50 19/06/24 Multiplan Empreendimentos Imobiliários n/a ParkJacarepaguá Rio de Janeiro RJ 39.935 9,00% n/a R$ 66.000.000,00
51 29/05/24 HSI MALLS n/a Shopping Uberaba (“Complex”) Uberaba MG 6.464 n/a 9,00% R$ 41.000.000,00
52 07/05/24 Vinci Shopping Centers n/a Bangu Shopping Center Rio de Janeiro RJ 58.000 10,00% 7,90% R$ 91.800.000,00
53 29/04/24 Vinci Shopping Centers n/a Carioca Shopping Rio de Janeiro RJ 34.000 15,00% 9,80% R$ 80.300.000,00
54 16/04/24 Vinci Shopping Centers n/a Villagio Caxias Caxias do Sul RS 29.700 8,20% 8,00% R$ 44.200.000,00
55 04/04/24 Hedge Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliário n/a Shopping Jardim Sul São Paulo SP 28.816 50,00% 8,90% R$ 292.250.000,00
56 25/03/24 BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. Hedge Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliário I Fashion Outlet HamburgoNovo RS 20.055 10,00% 8,93% R$ 24.470.818,91
57 11/03/24 Vinci Shopping Centers n/a Plaza Sul Shopping São Paulo SP 23.500 5,00% 8,50% R$ 30.000.000,00
58 07/03/24 XP Malls n/a Uberlândia Shopping Uberlândia MG 53.426 40,00% n/a R$ 150.000.000,00
59 16/02/24 n/a HSI Malls Fundo de Investimento Shopping Pátio Maceió Maceió AL 47.178 30,00% 7,50% R$ 210.800.000,00
60 08/02/24 n/a Hedge Brasil Shopping Fundo de Investimento Imobiliário I Fashion Outlet HamburgoNovo RS 20.055 10,63% 7,30% R$ 27.464.642,89
VIA DIGITAL
MERCADO

MBA|WAKEFIELDCUSHMAN &

61 31/01/24 n/a XP Malls Caxias Shopping Duque de Caxias RJ 28.181 17,50% n/a R$ 65.887.226,84
Novo
62 29/01/24 Iguatemi S.A. n/a I Fashion Outlet RS 20.055 10,00% 9,50% R$ 24.500.000,00
Hamburgo
63 16/01/24 Vinci Shopping Centers n/a Shopping Estação Curitiba PR 27.663 35,00% 10,30% R$ 156.300.000,00
64 15/01/24 XP Malls n/a Shopping Estação Curitiba PR 27.663 35,00% n/a R$ 186.256.344,53*
65 15/01/24 XP Malls n/a Plaza Sul Shopping São Paulo SP 23.500 5,00% n/a valor total da transação
66 02/01/24 n/a HSI Malls Fundo de Investimento Shopping Paralela Salvador Salvador BA 57.800 1,24% 10,06% R$ 7.440.000,00
67 02/01/24 n/a Vinci Shopping Centers Shopping Paralela Salvador Salvador BA 57.800 0,26% 10,10% R$ 1.560.000,00
68 28/12/23 BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. n/a Shopping Praia de Belas Porto Alegre RS 44.838 10,00% 8,04% R$ 157.500.000,00
69 28/12/23 BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. n/a Shopping Metrô Tatuapé São Paulo SP 33.408 4,53% 8,04% R$ 157.500.000,00
70 28/12/23 BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. n/a Shopping Metrô Boulevard Tatuapé São Paulo SP 19.003 15,00% 8,04% R$ 157.500.000,00
71 26/12/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Shopping Estação Curitiba PR 27.577 30,00% 8,50% R$ 442.800.000,00
S.A. ("Allos")
72 26/12/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Bangu Shopping Rio de Janeiro RJ 57.982 10,00% 8,50% *valor total da transação
S.A. ("Allos")
73 26/12/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Plaza Sul Shopping São Paulo SP 23.500 5,00% 8,50% *valor total da transação
S.A. ("Allos")
74 26/12/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Shopping Villagio Caxias Caxias do Sul RS 29.577 10,00% 8,50% *valor total da transação
S.A. ("Allos")
75 26/12/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Carioca Shopping Rio de Janeiro RJ 33.207 15,00% 8,50% valor total da transação
S.A. ("Allos")
76 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Shopping Estação Curitiba PR 27.577 35,00% 9,10% R$ 535.100.000,00
77 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Plaza Sul Shopping São Paulo SP 23.500 5,00% 9,10% *valor total da transação
78 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Shopping Villagio Caxias Caxias do Sul RS 29.577 10,00% 9,10% *valor total da transação
79 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Carioca Shopping Rio de Janeiro RJ 33.207 15,00% 9,10% *valor total da transação
80 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a São Luís Shopping São Luís MA 55.319 15,00% 9,10% *valor total da transação
81 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Bangu Shopping Rio de Janeiro RJ 57.982 10,00% 9,10% *valor total da transação
82 26/12/23 Vinci Shopping Centers n/a Madureira Shopping Rio de Janeiro RJ 36.677 20,00% 9,10% valor total da transação
83 14/12/23 n/a XP Malls Caxias Shopping Rio de Janeiro RJ 28.191 17,50% n/a R$ 70.000.000,00
84 21/11/23 XP Malls n/a Praia de Belas Shopping Center Porto Alegre RS 47.214 8,00% n/a R$ 60.350.548,57
85 13/11/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Shopping Estação Curitiba PR 27.577 35,00% 8,50% R$ 289.600.000,00
S.A. ("Allos")
86 13/11/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Boulevard Shopping Bauru Curitiba PR 34.661 57,00% 8,50% valor total da transação
S.A. ("Allos")
87 31/10/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Plaza Sul Shopping São Paulo SP 23.500 5,00% 8,30% R$ 197.400.000,00
S.A. ("Allos")
88 31/10/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Shopping Estação Curitiba PR 27.577 37,50% 8,30% valor total da transação
S.A. ("Allos")
89 23/10/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Santana Parque Shopping São Paulo SP 26.583 36,70% 8,35% R$ 297.700.000,00
S.A. ("Allos")
90 23/10/23 n/a Aliansce Sonae Shopping Centers Boulevard Shopping Campos Campos dos RJ 27.447 75,00% 8,35% *valor total da transação
S.A. ("Allos") Goytacazes
VIA DIGITAL
MERCADO

Mercado de Valores Imobiliários
Empresas de Shopping Centers de Capital Aberto – Estoque Regular
A setorização de Shopping Centers mantém evolução de novos formatos e estratégias para atuação, continuadamente com o desempenho do mercado. A evolução condiz na disputa pelos consumidores e a distinção das áreas de atuação, o que distingue as medidas de revitalização do perfil de Shopping Centers. Os grupos do setor de Shopping Centers trabalham diretamente ou associadamente com administradores e empreendedores. Atualmente os principais grupos do setor de Shopping Centers com capital aberto são a Multiplan, Iguatemi, Allos e General Shopping. Outras empresas mantêm shopping centers em suas carteiras. No entanto, essas empresas agem mais como gestores de investimento e tendem a ter menor grau de influência no dia a dia dos seus projetos. Shopping Centers – FII FII´s têm sido amplamente utilizados como um mecanismo para a securitização de projetos de Shopping. O pioneiro foi o Shopping Pátio Higienópolis, que foi parcialmente adquirido por um FII em 1999. Ultimamente, o instrumento ganhou importância como consequência das menores taxas de juros e retornos de investimentos tradicionais. A tabela a seguir apresenta alguns fundos de investimentos imobiliários registrados na CVM e que apresentam Shopping Centers em seus portfólios. Valores referentes ao mês de outubro de 2025.
FII´s têm sido amplamente utilizados como um mecanismo para a securitização de projetos de Shopping. O pioneiro foi o Shopping Pátio Higienópolis, que foi parcialmente adquirido por um FII em 1999. Ultimamente, o instrumento ganhou importância como consequência das menores taxas de juros e retornos de investimentos tradicionais.
MERCADO

| SHOPPINGS COM FII’S REGISTRADOS NA CVM ~~DD~~ ~~a~~ |
|---|
| NOME DO FUNDO VALOR DO PL (R$) |
| NOME DO FUNDO VALOR DO PL (R$) | |
|---|---|
| 1 | 6.658.984.551,32 XP MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII |
| 2 | 3.578.940.234,67 VINCI SHOPPING CENTERS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 3 | 2.939.825.816,64 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII ANCAR IC - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 4 | 2.788.017.625,59 HEDGE BRASIL SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 5 | 2.270.095.987,33 HSI MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 6 | 1.990.017.734,65 GAZIT MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 7 | 1.692.254.043,69 PATRIA MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 8 | 1.658.407.287,99 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII SHOPPING PARQUE D. PEDRO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 9 | 1.308.563.281,76 FII ELDORADO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 10 | 1.250.379.586,45 GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 11 | 973.222.610,25 BTG PACTUAL SHOPPINGS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 12 | 961.547.228,21 BB PREMIUM MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 13 | 927.625.875,79 CAPITÂNIA SHOPPINGS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 14 | 877.042.916,94 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO SHOPPING CIDADE JARDIM RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 15 | 619.746.094,70 SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 16 | 506.249.123,04 GRAND PLAZA SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 17 | 487.629.473,79 VIA PARQUE SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 18 | 473.866.868,61 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO MACAM SHOPPING RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 19 | 404.118.711,71 SHOPPING INTERNACIONAL GUARULHOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII |
| 20 | 384.542.682,67 AJ MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 21 | 349.217.182,13 APEX MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 22 | 339.781.304,52 MAIS SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 23 | 336.217.018,56 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII PARQUE DOM PEDRO SHOPPING CENTER RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 24 | 315.681.727,56 JHSF CAPITAL MALLS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 25 | 306.875.808,07 HEDGE SHOPPING PARQUE DOM PEDRO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 26 | 294.450.188,67 JGP MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 27 | 248.152.920,23 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO POLO SHOPPING INDAIATUBA - RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 28 | 220.032.259,71 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO VOTORANTIM SHOPPING |
| 29 | 217.110.468,11 GENERAL SHOPPING ATIVO E RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 30 | 148.245.528,43 HEDGE FLORIPA SHOPPING FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 31 | 134.363.358,54 HEDGE ATRIUM SHOPPING SANTO ANDRÉ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 32 | 130.752.081,21 BARRA MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO |
| 33 | 110.896.399,79 RBR MALLS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 34 | 80.112.764,03 MULTI SHOPPINGS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 35 | 78.161.028,23 SHOPPING WEST PLAZA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 36 | 40.816.389,24 SHOPPING LIGHT FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| 37 | 34.086.681,89 PDB MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA |
| FON | TE: RELATÓRIOS DOS FII; (*) VALORES DA CVM - DATA BASE OUTUBRO DE 2025 |
| Um ren | a ferramenta de marketing tradicional associado com a oferta inicial de quotas de FII é a inclusão de um dimento mínimo garantido por um período determinado. Como alguns dos ativos estão em fase inicial de |
| mat | uração, as empresas de securitização assumem o risco para os anos iniciais, de modo que não há perda |
| rea o p | l para o investidor. Como benefício, a distribuição de ações é mais rápida e o capital é recuperado como se rojeto fosse totalmente operacional. |
MERCADO

Análise de Mercado
A expertise pelo empreendedor do mercado de Shopping Centers no Brasil é um diferencial para o crescente desenvolvimento deste setor no país. Os resultados mantêm uma continua ascensão, devido às crescentes evoluções ao longo dos últimos anos. Desde meados dos anos 90, os shoppings centers instalados no Brasil estão passando por uma readequação de layout, incluindo novas configurações que auxiliam na demanda para o consumo, considerando-se os novos conceitos de empreendimentos empregados no Brasil.
MERCADO

Atualmente o Brasil possui 648 centros de compras, empregando mais de 1,06 mil pessoas. A Área Bruta Locável (ABL) atual no país é de aproximadamente 18,2 milhões de m².
A indústria de Shopping Centers no Brasil encerrou o ano de 2024 com faturamento de R$198,4 bilhões de reais, representando um crescimento de 1,90% com relação a 2023, conforme dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE). Números do Setor De acordo com a ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), o status atual do Mercado Nacional de Shopping Centers é o seguinte (data-base outubro de 2025): STATUS ATUAL DO MERCADO NACIONAL DE SHOPPING CENTERS ITEM ESTATÍSTICA Número Total de Shoppings 648 A Inaugurar em 2025 (¹) 17 Número Previsto para até o fim de 2025 665 Área Bruta Locável (Em milhões de m²) 18,2 Vagas para Carros 1.065.138 Total de Lojas 123.266 Âncoras (%) 4,4% Megalojas (%) 3,7% Satélites (%) 59,7% Conveniência & Serviços (%) 9,8% Alimentação (%) 17,5% Semi-âncora (%) 2,7% Lazer 2,2% Salas de Cinema 3.073 Empregos Gerados 1.062.813 Faturamento em 2024 (Em R$ bilhões)(²) 198,4 Tráfego de Pessoas (milhões por mês) 476 (1) Número Previsto de Inaugurações (2) Exclui vendas de combustíveis e GLP: Critério: Consideram-se aqui shoppings com lojas locadas, lojas âncoras e vagas de estacionamento, com área igual ou superior a 5.000m². A informação sobre faturamento é estimada e pode ser alterada. FONTE: ABRASCE

MERCADO
uh|wAKEFIELDCUSHMAN &
Os gráficos a seguir ilustram a evolução anual do segmento de acordo com o número de empreendimentos e
total de Área Bruta Locável (ABL), período entre o ano 2015 e 2024.
Nº DE SHOPPINGS ABL (MILHÕES DE m?)
20,00
OT 18,00
O TT
2022 TR 2 Co
2021 RS 0 00
2020. O O aco
2019 RR 577 Eco
2018 O SS 10
2017. O 577 +00
2016. O SS aco
2015. SS O. DADLPLDSLL, PEV LYLYA
o 200 400 600 800 PLELLSLLSLSLSSS
FATURAMENTO (EM BILHÕES s
R$/ANO) EMPREGO
250,00
200,00 mas E 192 195 198 2023,2024 17 TT
152 158 19 2022
150,00 129 2021
2070. TT—
100,00 2019 +
80,00E 201 87 + +TT
2016 TT—————
O oBADLDEDL o-—| "0 1.
PLLOLLLDLLDALSL 900.000,00 1.000.000,00 1.100.000,00
VIA DIGITAL
MERCADO

uh| CUSHMANwAKEFIELD &
Região Sudeste
Segundo a ABRASCE, a Região Sudeste concentra 53,21% da ABL total do país, como mostra o gráfico:
Distribuição de ABL por região 963.738,00
2.666.589,00 3.252.557,00 = Norte = Nordeste = Centro-Oeste
1.609.992,00 * Sudeste = Sul
9.658.339,00
FONTE: ABRASCE O mercado de shopping centers da Região Sudeste conta com 329 Shoppings Centers, com 9.658.339,00 m² de ABL. As últimas transações de venda de Shopping Centers e/ou participações dos mesmos, realizadas no Brasil e de conhecimento público de mercado são: Concorrentes de Mercado Conforme disposição do mercado local, os concorrentes mais influentes ao imóvel em análise são: ▪ O Shopping Galleria Shopping está localizado na Rodovia Dom Pedro I, Km 131,5 (cerca de 8,00 km do avaliando) possuindo 33.142,00 m² de área bruta locável e 1.400 vagas de estacionamento;
▪ O Shopping Center Iguatemi Campinas está localizado na Avenida Iguatemi, 777, Vila Brandina (cerca de 12,00 km do avaliando) possuindo 73.389,00 m² de área bruta locável e 4.509 vagas de estacionamento.
MERCADO

Novo Estoque
| De acordo com informações obti | das no site da ABRASCE, no ano de 2024 foram in | augurados 9 shopping |
|---|---|---|
| centers e existem atualmente 15 ser observado nas tabelas seguin | centros comerciais em construção ou em planejament tes: | o no Brasil, como pode |
| SHOPPINGS INAUGURADOS EM 2024 ~~O~~ | ||
| SHOPPING | CIDADE UF ABL (M²) | INAUGURAÇÃO |
| Brooklyn Alamedas | Boituva SP 14.127,00 | março-24 |
| Outlet Premium Imigrantes | São Bernardo do Campo SP 18.000,00 | abril-24 |
| Shopping Plaza Rio das Ostras | Rio das Ostras RJ 17.856,00 | abril-24 |
| Shopping Central Park | Cotia SP 22.466,00 | julho-24 |
| Shopping Pinheiros | Araucária PR 10.400,00 | setembro-24 |
| Copa Open Mall | Curitiba PR 11.000,00 | setembro-24 |
| Lago Center Shopping | Araguaína TO 26.600,00 | outubro-24 |
| Catuaí Shopping Cascavel | �Cascavel PR 42.000,00 | novembro-24 |
| Santa Maria Outlet | Cravinhos SP 20.000,00 | novembro-24 |
| TOTAL SHOPPINGS INAUGURADOS | 9 TOTAL ABL 182.449,00 | |
| SHOPPINGS A INAUGURAR EM 2025 O | ~~A~~ | |
| SHOPPING | CIDADE UF ABL(m²) | INAUGURAÇÃO |
| ShoppingAldeia da Serra | Serra ES 18.000,00 | Outubro |
| Flow Open Mall | Curitiba PR 11.000,00 | Outubro |
| Bourbon ShoppingCarlos Gomes | Porto Alegre RS 13.722,00 | Outubro |
| Americana Shopping | Americana SP 28.000,00 | Outubro |
| Espaço 356 | Belo Horizonte MG 14.000,00 | Novembro |
| Partage Brasília | Brasília DF 37.742,00 | Abril de 2026 |
| Boulevard Marília Shopping | Marília SP 7.238,00 | Outubro |
| Centrosul Shopping | Lagarto SE 23.345,00 | Novembro |
| Shopping Praia Sul | Aracaju SE 32.000,00 | Outubro |
| Plaza Shopping Campos Gerais | Ponta Grossa PR 27.000,00 | Dezembro |
| Olímpia Garden Outlet | Olímpia SP 17.890,00 | Novembro |
| Manhattan Shopping | Brasília DF 8.000,00 | Novembro |
| NV Boulevard | Uberlândia MG 12.000,00 | Novembro |
| Shopping Cidade da Serra | Lavras MG 17.500,00 | Segundo Semestre |
| Gran Piçarras Shopping | Balneário Piçarras SC 18.500,00 | Segundo Semestre |
| TOTAL DE SHOPPINGS A INAUGURAR | 15 TOTAL ABL 285.937,00 | |
| SHOPPINGS INAUGURADOS EM 2025 | ||
| SHOPPING | CIDADE UF ABL (M²) | INAUGURAÇÃO |
| Singapura Shopping | Caldas Novas GO 8.422 | janeiro |
| Jardins de Vilhena Shopping | Vilhena RO 16.500 | março |
| Pulse Open Mall | Chapecó SC 8.000 | agosto |
| TOTAL SHOPPINGS INAUGURADOS | 3 TOTAL ABL 32.922,00 |
MERCADO

Riscos
Alguns fatores podem influir no negócio shopping centers. Aspectos pertinentes ao projeto e layout, à sua operação, à sua administração, captação de recursos e, inclusive, aspectos socioeconômicos constituem o sucesso do empreendimento. Podemos citar alguns desses fatores: ▪ Exigências governamentais; ▪ Concorrência com novas formas de comércio, como o e-commerce; ▪ Aumento na oferta de shoppings, provocando o aumento da concorrência; ▪ Má localização; e ▪ Projeto e layout desfavoráveis à atração de público e à sua própria operação. Quanto à operação e administração: ▪ Altas taxas de condomínio; ▪ Promoção do shopping ineficiente; ▪ Inadimplência alta, etc.; e ▪ Negociação dos contratos de locação. Com relação aos fatores acima, não observamos riscos diretos, porém o mesmo é dependente do mercado econômico nacional, pois o objeto de venda dos lojistas da operação do Shopping Center integra um mercado específico.
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Análise da Propriedade
Trata-se de um Mega Shopping Center, segundo classificação da Abrasce, localizado na cidade de Campinas, inaugurado em 2002. Administrado pela Allos.
O empreendimento possui área total construída de 187.390,45 m². O “tenant mix” inclui lojas âncoras como Body Tech, C&A, Casas Bahia, Centauro, Decathlon, Diagmed Medicina Diagnostica, Ikesaki, Leitura, Lojas Americanas, Magazine Luiza, Maravilhas do Lar, Marisa, Mobly, Pernambucanas, Petz, Puma, Renner, Riachuelo e Zara. Para o fluxo de caixa consideramos o rent roll fornecido para avaliação, totalizando 126.136,72 m² de ABL.
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- Área bruta de terreno:
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Cushman & Wakefield&
Wakefield
Trata-se de um Mega Shopping Center, segundo classificação da Abrasce, localizado na cidade de Campinas, inaugurado em 2002. Administrado pela Allos. O empreendimento possui área total construída de 187.390,45 m². O “tenant mix” inclui lojas âncoras como Body Tech, C&A, Casas Bahia, Centauro, Decathlon, Diagmed Medicina Diagnostica, Ikesaki, Leitura, Lojas Americanas, Magazine Luiza, Maravilhas do Lar, Marisa, Mobly, Pernambucanas, Petz, Puma, Renner, Riachuelo e Zara. Para o fluxo de caixa consideramos o rent roll fornecido para avaliação, totalizando 126.136,72 m² de ABL. Descrição do terreno O imóvel possui as seguintes características: Terreno O terreno sobre o qual está implantado o imóvel avaliando apresenta as seguintes características básicas: Área bruta de terreno: 476.490,03 m²; Testada A propriedade em estudo possui testada para as vias listadas abaixo: − Rodovia Dom Pedro I; − Avenida Wagner Samara; e − Avenida Guilherme Campos. Acesso: O acesso à propriedade em estudo é considerado bom; Formato: O formato do terreno é irregular; Topografia: A topografia do terreno é boa - quase plana com declive <5%; Localização: A localização da propriedade é considerada excelente; Utilidade pública: A região possui a infraestrutura básica disponível. Os serviços de utilidade pública disponíveis ao imóvel em estudo são: ▪ ▪ Água potável Rede de esgoto ▪ Coleta de resíduos ▪ Sistema viário ▪ Correios ▪ Telefone ▪ Energia elétrica ▪ Internet ▪ Escoamento de água pluviais ▪ Transporte coletivo

ANÁLISE DA PROPRIEDADE
Bh|WAKEFIELDCUSHMAN &
DELIMITAÇÃO APROXIMADA DA PROPRIEDADE (SEM ESCALA):
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Fonte: Google Earth Pro editado por Cushman & Wakefield
OBS.: A área do terreno foi obtida através da documentação fornecida pelo cliente, não tendo sido aferida in
loco por nossos técnicos.
VIA DIGITAL
OBS.: A área do terreno foi obtida através da documentação fornecida pelo cliente, não tendo sido aferida in loco por nossos técnicos.
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Descrição das construções e benfeitorias
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Mic tdo Sa à Ena “o RATO pm a | - E |
Itens Características
Composição PAVIMENTO TÉRREO Lojas, estacionamento, adm, lazer e carga
e descarga
SUBSOLO 1 Praça de alimentação, cinema, adm e
lazer.
Estrutura Concreto armado
Andares 2
Fachada Pintura, pastilha e granito
Esquadrias Alumínio
Vidros Laminado, guarda corpo e claraboia
Circulação Vertical 2 elevadores de serviço Atlas Schindler com capacidade máxima de 1800
kgs ou 24 pessoas, 1 elevador social panorâmico Atlas Schindler com
capacidade máxima de 1050 kgs ou 14 pessoas, 1 elevador social
Thyssenkrupp com capacidade máxima de 250 kgs ou 2 pessoas e 4
escadas rolantes
Ar-condicionado 4 chillers com capacidade de 1.000 TRs e 26 fan coils
Instalações elétricas: 1 transformador com capacidade de 225 KVA, 17 transformadores com
capacidade de 1000 KVA, 3 geradores com capacidade de 450 KVA e 2
geradores com capacidade de 2000 KVA
Iluminação Fluorescente e natural
Segurança Contra Incêndio Iluminação de emergência, sprinklers, detectores de fumaça, placas de
sinalização, hidrantes, geradores de emergência, escada de emergência,
extintores e alarme sonoro
PRINCIPAIS ACABAMENTOS
Administração: Mall: Sanitários:
Piso Granito Porcelanato Granito
Parede Pintura Pintura Revestimento Cerâmico
Forro Forro de Gesso Forro de Gesso Arcatonado
Pé direito 2,4 m. 5,00 e 10,00 m. 2,30 m.
VIA DIGITAL
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Quadro de áreas
| Para fins de cálculo de avaliação, neste estudo, foram utilizadas a Área Bruta conforme descrito a seguir: | Locável, fornecidas por cliente, |
|---|---|
| QUADRO DE ÁREAS ~~OO~~ | |
| Área Total(m²) | |
| Área de Terreno 476.490,03 | |
| Área Construída 187.390,45 | |
| Área Bruta Locável 126.136,72 | |
| Fonte: Parque Dom Pedro Shopping; Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory. Quadro da ABL (Área Bruta Locável) A ABL do Parque Dom Pedro Shopping está segmentada conforme quadro e g ÁREA BRUTA LOCÁVEL - ABL(M²) IT | ráficos a seguir: |
| SEGMENTO ABL Ocupada | ABL Livre |
| Âncoras 36.015,24 | 17.398,63 |
| Cinemas 7.759,43 | 0,00 |
| Satélites 22.839,48 | 1.368,28 |
| Lazer 14.863,84 | 0,00 |
| Megalojas 8.397,99 | 2.178,36 |
| Antenas 13.397,07 | 1.918,40 |
| TOTAL 103.273,05 | 22.863,67 |
| Fonte: Parque Dom Pedro Shopping; Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory. **OBS.:**As áreas construídas foram extraídas por documentação fornecida pelo in loco por nossos técnicos. VIA | cliente não tendo sido aferidas |
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Bh| CUSHMANWAKEFIELD&

DISTRIBUIÇÃO DOS SEGMENTOS DE LOJAS NO SHOPPING
9% 5% 0%
=» mâncoras
=» E Cinemas
0% E Satélites
Hlazer
E Megalojas
= Semi-âncoras
74%
E Lojas Vagas
Fonte: Parque Dom Pedro Shopping; Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory.
REPRESENTATIVIDADE DOS SEGMENTOS DE LOJAS NA ABL DO SHOPPING
18% HiÂncoras
28%
E Cinemas
ESatélites
11%
lazer
a ex E Megalojas
= Semi-âncoras
12% 18%o ELojas Vagas
Fonte: Parque Dom Pedro Shopping; Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory.
VIA DIGITAL
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Vacância e Inadimplência
A taxa de vacância indica a relação da área bruta locável vaga pela área bruta total do empreendimento em porcentagem. Essa taxa é influenciada por vários fatores, como a economia local, a demanda por espaço comercial, a localização, a qualidade das lojas e a gestão do próprio negócio. A inadimplência está associada ao pagamento do aluguel por parte dos lojistas. Está relacionada aos casos em que os lojistas não conseguem ou deixam de pagar o aluguel de seus espaços. A taxa de inadimplência é motivada por dificuldades financeiras das lojas, mudanças nas condições de mercado, concorrência, entre outros fatores. A seguir, demonstramos a composição histórica da variação das taxas do empreendimento: COMPOSIÇÃO DA VACÂNCIA E INADIMPLÊNCIA 9,00% 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% 2,00% 1,00% 0,00% -1,00% 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 VACÂNCIA 2,59% 2,14% 2,99% 2,49% 4,15% 2,87% 1,88% 3,28% 1,75% 2,84% INADIMPLÊNCIA 1,00% 1,00% 1,00% 1,29% 6,20% 8,03% -0,25% 1,59% -0,56% 1,87% Fonte: Parque Dom Pedro Shopping; Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory.
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

Zoneamento

Restrições quanto à utilização;
Restrições quanto à ocupação;
Restrições quanto à altura da edificação; e
Restrições quanto às áreas computáveis e não computáveis.
Cushman & Wakefield&
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

A primeira refere-se aos fins de utilização das atividades que podem se instalar em determinado segmento do espaço físico, isto é, se um terreno pode ser utilizado para usos ou atividades residenciais, comerciais, industriais, etc.
A segunda refere-se exclusivamente aos aspectos de ocupação física (recuos, área máxima construída, área máxima de ocupação do terreno, gabarito de altura, tamanho dos lotes, percentuais mínimos a serem ocupados por ruas, áreas verdes e institucionais, etc.). A terceira especifica apenas o gabarito de altura máxima. Este é o nome que se dá a uma medida padrão para cada zoneamento que indica a altura máxima que uma edificação pode atingir. A última, por sua vez, refere-se a soma das áreas de uma construção. A área bruta é a área global de uma construção, que dividimos em duas formas: a área computável, que consideradas nos cálculos do coeficiente de aproveitamento (CA) e as não computáveis, que são a soma das áreas não consideradas no coeficiente de aproveitamento. Dentre as restrições de ocupação, por sua vez, destacam-se os conceitos clássicos e principais: ▪ Taxa de Ocupação: é a relação entre a área ocupada pela projeção horizontal de dada construção e a área do lote ou terreno onde ela se aloja; ▪ Coeficiente de Aproveitamento: entendido como a relação existente entre a área "computável" da construção permitida e a área do respectivo lote ou terreno; ▪ Gabarito de Altura: é a altura máxima que uma edificação poderá ter, seguindo as normas e os cálculos do zoneamento vigente no local; e ▪ Área Computável e Não Computável: área computável é a área construída, porém existem áreas que mesmo tendo sido construídas não entram na soma total. Restrições quanto à ZAE A (ZONA DE ATIVIDADE ECONÔMICA A) ZONEAMENTO Município que rege a lei de zoneamento: Campinas Lei atual: Lei Complementar No. 208/2018 Uso atual do imóvel: Comercial Uso atual permitido? Sim Zoneamento: ZAE A (Zona de Atividade Econômica A) Uso proposto: Comercial
A última, por sua vez, refere-se a soma das áreas de uma construção. A área bruta é a área global de uma construção, que dividimos em duas formas: a área computável, que consideradas nos cálculos do coeficiente de aproveitamento (CA) e as não computáveis, que são a soma das áreas não consideradas no coeficiente de aproveitamento.
| ZONEAMENTO | |
|---|---|
| Município que rege a lei de zoneamento: | Campinas |
| Lei atual: | Lei Complementar No. 208/2018 |
| Uso atual do imóvel: | Comercial |
| Uso atual permitido? | Sim |
| Zoneamento: | ZAE A (Zona de Atividade Econômica A) |
| Uso proposto: | Comercial |
| O uso proposto é permitido? | Sim |
| Provável alteração de zoneamento? | Não |
| Fonte Zoneamento: | Prefeitura Municipal de Campinas |
ANÁLISE DA PROPRIEDADE

| RESTRIÇÕES DO ZONEAMENTO | CONFORMIDADE DO AVALIANDO |
|---|---|
| Área mínima de terreno do lote: 500,0 m² | Correto |
| Coeficiente de Aproveitamento básico: 0,3 vezes a área de terreno | Correto |
| Coeficiente de Aproveitamento máximo: 2,0 vezes a área de terreno | Correto |
| Recuo mínimo: 0,0 m | 0 |
| Frente: 16,0 m | Correto |
| **OBS.:**Informações obtidas através de consulta informal junto a Prefeitura Municipal de Campinas Comentários sobre o zoneamento Não somos especialistas na interpretação da lei de zoneamento, mas com base consulta informal, a propriedade em estudo possui uso em conformidade com a VIA DIGIT | na informação disponível para legislação. A |
AVALIAÇÃO

Avaliação
Processo de avaliação
Para a consecução do objetivo solicitado, observar-se-á o que preceitua a norma NBR 14.653-1/2001 – Procedimentos Gerais da A.B.N.T. - Associação Brasileira de Normas Técnicas e suas partes 14.653-2/2011 – Imóveis Urbanos e 14.653-4/2002 – Empreendimentos, conforme o caso.
A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book.
Os procedimentos avaliatórios descritos na norma mencionada acima têm a finalidade de identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos, ou do custo do bem, ou ainda determinar indicadores de viabilidade.
Metodologia
De acordo com a NBR 14653-1, abril/2001 a escolha da metodologia a ser adotada depende da natureza do imóvel, da finalidade da avaliação e da disponibilidade, qualidade e quantidade de informações levantadas no mercado.
Transcrevemos, a seguir, um sumário das metodologias usuais conforme consta da norma:
Métodos para identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos
Método Comparativo Direto de Dados de Mercado
- “Identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.” (NBR 14653-1, abril/2001)
Compõem-se uma amostra de dados que, tanto quanto possível, represente o mercado de imóveis semelhantes ao avaliando. Os dados serão tratados por fatores para ajustar as variáveis do modelo e explicar a tendência de formação de valor.
Método Involutivo
“Identifica o valor de mercado do bem, alicerçado no seu aproveitamento eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-se cenários viáveis para execução e comercialização do produto.” (NBR-14653-1, abril/2001)
Para os fins deste método, entende-se por aproveitamento eficiente aquele recomendável e tecnicamente possível para o local numa data de referência, observada a tendência mercadológica na circunvizinhança, entre os diversos usos permitidos pela legislação pertinente.
Por tratar-se de empreendimento hipotético (com características básicas como tipologia e padrão previstas), não podemos desconsiderar que as condições de mercado, à época da formulação da hipótese, podem variar significativamente para o momento de execução e comercialização do imóvel. Diferentes cenários econômicos podem ser previstos, sem, contudo, haver certeza da situação econômica real do momento de execução e/ou comercialização do imóvel.
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Cushman & Wakefield&
Wakefield
Para a consecução do objetivo solicitado, observar-se-á o que preceitua a norma NBR 14.653-1/2001 – Procedimentos Gerais da A.B.N.T. - Associação Brasileira de Normas Técnicas e suas partes 14.653-2/2011 – Imóveis Urbanos e 14.653-4/2002 – Empreendimentos, conforme o caso. A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book. Os procedimentos avaliatórios descritos na norma mencionada acima têm a finalidade de identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos, ou do custo do bem, ou ainda determinar indicadores de viabilidade. Metodologia De acordo com a NBR 14653-1, abril/2001 a escolha da metodologia a ser adotada depende da natureza do imóvel, da finalidade da avaliação e da disponibilidade, qualidade e quantidade de informações levantadas no mercado. Transcrevemos, a seguir, um sumário das metodologias usuais conforme consta da norma: Métodos para identificar o valor de um bem, de seus frutos e direitos Método Comparativo Direto de Dados de Mercado “Identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.” (NBR 14653-1, abril/2001) Compõem-se uma amostra de dados que, tanto quanto possível, represente o mercado de imóveis semelhantes ao avaliando. Os dados serão tratados por fatores para ajustar as variáveis do modelo e explicar a tendência de formação de valor. Método Involutivo “Identifica o valor de mercado do bem, alicerçado no seu aproveitamento eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-se cenários viáveis para execução e comercialização do produto.” (NBR-14653-1, abril/2001) Para os fins deste método, entende-se por aproveitamento eficiente aquele recomendável e tecnicamente
AVALIAÇÃO

Método Evolutivo
- “Indica o valor do bem pelo somatório dos valores dos seus componentes. Caso a finalidade seja a identificação do valor de mercado, deve ser considerado o fator de comercialização.” (NBR-14653-1, abril/2001)
Neste método, a indicação do valor total do imóvel objeto da avaliação pode ser obtida através da conjugação de métodos, a partir do valor do terreno, considerados os custos de reprodução das benfeitorias, devidamente depreciado e o fator de comercialização.
O fator de comercialização estabelecerá a diferença entre o valor de mercado de um bem e o seu custo de reconstrução ou substituição, podendo ser maior ou menor que 1 dependendo do mercado na época da avaliação.
Método da Capitalização da Renda
“Identifica o valor do bem, com base na capitalização presente da sua renda líquida prevista, considerando-se cenários viáveis.” (NBR-14653-1, abril/2001)
De acordo com a norma devem ser observadas a NBR 14653-2:2011 – Imóvel Urbano e NBR 14653-4:2002 – Empreendimentos conforme o imóvel em avaliação.
Em linhas gerais, neste método é necessário realizar a estimação de receitas e despesas, assim como montar o fluxo de caixa, estabelecendo a taxa mínima de atratividade. O valor estimado do imóvel corresponde ao valor atual do fluxo de caixa descontado pela taxa mínima de atratividade.
Saliente-se que a estimação do valor do imóvel depende das premissas de receita e despesas, bem como da taxa mínima de atratividade, fixada com base nas oportunidades de investimentos alternativos existentes no mercado de capitais e dos riscos do negócio. Portanto, a estimação pode variar conforme a volatilidade dos mercados em geral.
Métodos para identificar o custo de um bem
Método Comparativo Direto de Custo
“Identifica o custo do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.” (NBR-14653-1, abril/2001)
A utilização deste método deve considerar uma amostra composta por imóveis de projetos semelhantes, a partir da qual são elaborados modelos que seguem os procedimentos usuais do método comparativo direto de dados de mercado.
Método da Quantificação de Custo
“Identifica o custo do bem ou de suas partes por meio de orçamentos sintéticos ou analíticos a partir das quantidades de serviços e respectivos custos diretos e indiretos.” (NBR-14653-1, abril/2001)
É utilizado para identificar os custos para reedificação e pode utilizar-se tanto do custo unitário básico de construção quanto de orçamento sempre com a citação das fontes consultadas.
Neste método, a indicação do valor total do imóvel objeto da avaliação pode ser obtida através da conjugação de métodos, a partir do valor do terreno, considerados os custos de reprodução das benfeitorias, devidamente depreciado e o fator de comercialização. O fator de comercialização estabelecerá a diferença entre o valor de mercado de um bem e o seu custo de reconstrução ou substituição, podendo ser maior ou menor que 1 dependendo do mercado na época da avaliação. Método da Capitalização da Renda “Identifica o valor do bem, com base na capitalização presente da sua renda líquida prevista, considerando-se cenários viáveis.” (NBR-14653-1, abril/2001) De acordo com a norma devem ser observadas a NBR 14653-2:2011 – Imóvel Urbano e NBR 14653-4:2002 – Empreendimentos conforme o imóvel em avaliação. Em linhas gerais, neste método é necessário realizar a estimação de receitas e despesas, assim como montar fluxo de caixa, estabelecendo a taxa mínima de atratividade. O valor estimado do imóvel corresponde ao valor atual do fluxo de caixa descontado pela taxa mínima de atratividade. Saliente-se que a estimação do valor do imóvel depende das premissas de receita e despesas, bem como da taxa mínima de atratividade, fixada com base nas oportunidades de investimentos alternativos existentes no mercado de capitais e dos riscos do negócio. Portanto, a estimação pode variar conforme a volatilidade dos mercados em geral. Métodos para identificar o custo de um bem Método Comparativo Direto de Custo “Identifica o custo do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra.” (NBR-14653-1, abril/2001) A utilização deste método deve considerar uma amostra composta por imóveis de projetos semelhantes, a partir da qual são elaborados modelos que seguem os procedimentos usuais do método comparativo direto de dados de mercado. Método da Quantificação de Custo
AVALIAÇÃO

Métodos para identificar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento
“Os procedimentos avaliatórios usuais com a finalidade de determinar indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento são baseados no seu fluxo de caixa projetado, a partir do qual são determinados indicadores de decisão baseados no valor presente líquido, taxas internas de retorno, tempos de retorno, dentre outros.” (NBR-14653-1, abril/2001)
Pesquisa
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- A coleta de elementos comparativos deve basear-se em pesquisa junto ao mercado imobiliário, através de anúncios nos jornais, contatos com corretores, imobiliárias locais, proprietários e outros envolvidos no segmento. Os elementos comparativos devem possuir os seguintes fatores de equivalência, de acordo com as “Normas”:
Equivalência de Situação: dá-se preferência a locais da mesma situação geo-socioeconômica, do mesmo bairro e zoneamento;
- Equivalência de Tempo: sempre que possível, os elementos comparativos devem apresentar contemporaneidade com a avaliação;
Equivalência de Características: sempre que possível deve ocorrer à semelhança com o imóvel objeto da avaliação no que tange à situação, grau de aproveitamento, características físicas, adequação ao meio, utilização etc.
No tratamento de dados da amostra, podem ser utilizados, alternativamente e em função da qualidade e da quantidade de dados e informações disponíveis, os seguintes procedimentos:
Tratamento por fatores: homogeneização por fatores e critérios, fundamentados por estudos, e posterior análise estatística dos resultados homogeneizados.
Tratamento científico: tratamento de evidências empíricas pelo uso de metodologia científica que leve à indução de modelo validado para o comportamento do mercado.
Especificação das avaliações
De acordo com a NBR-14653-1, abril/2001 a especificação de uma avaliação está relacionada, tanto com o tempo demandado para a realização do trabalho, o empenho do engenheiro de avaliações, quanto com o mercado e as informações que possam ser dele extraídas.
As especificações das avaliações podem ser quanto à fundamentação e precisão.
A fundamentação está relacionada ao aprofundamento do trabalho avaliatório e a precisão será estabelecida quando for possível medir o grau de certeza numa avaliação.
- Ocorrendo o estabelecimento inicial pelo contratante do grau de fundamentação desejado, este, tem por objetivo a determinação do empenho no trabalho avaliatório, mas não representa garantia de alcance de graus
de retorno, dentre outros.” (NBR-14653-1, abril/2001) Pesquisa De acordo com as “Normas”, no planejamento da pesquisa, o que se pretende é a composição de uma amostra representativa de dados de mercado de imóveis com características, tanto quanto possível, semelhantes às do avaliando, usando-se toda a evidência possível. A coleta de elementos comparativos deve basear-se em pesquisa junto ao mercado imobiliário, através de anúncios nos jornais, contatos com corretores, imobiliárias locais, proprietários e outros envolvidos no segmento. Os elementos comparativos devem possuir os seguintes fatores de equivalência, de acordo com as “Normas”: Equivalência de Situação: dá-se preferência a locais da mesma situação geo-socioeconômica, do mesmo bairro e zoneamento; Equivalência de Tempo: sempre que possível, os elementos comparativos devem apresentar contemporaneidade com a avaliação; Equivalência de Características: sempre que possível deve ocorrer à semelhança com o imóvel objeto da avaliação no que tange à situação, grau de aproveitamento, características físicas, adequação ao meio, utilização etc. No tratamento de dados da amostra, podem ser utilizados, alternativamente e em função da qualidade e da quantidade de dados e informações disponíveis, os seguintes procedimentos: Tratamento por fatores: homogeneização por fatores e critérios, fundamentados por estudos, e posterior análise estatística dos resultados homogeneizados. Tratamento científico: tratamento de evidências empíricas pelo uso de metodologia científica que leve à indução de modelo validado para o comportamento do mercado. Especificação das avaliações De acordo com a NBR-14653-1, abril/2001 a especificação de uma avaliação está relacionada, tanto com o tempo demandado para a realização do trabalho, o empenho do engenheiro de avaliações, quanto com o mercado e as informações que possam ser dele extraídas.
AVALIAÇÃO

elevados de fundamentação. Quanto ao grau de precisão, este depende exclusivamente das características do mercado e da amostra coletada e, por isso, não é passível de fixação “a priori”.
Aplicação da metodologia
Os cálculos e análises dos valores são elaborados levando em consideração as características físicas do imóvel avaliando e a sua localização dentro da região em que está inserido.
O processo de avaliação é concluído através da apresentação do resultado provindo do método de avaliação utilizado. Quando mais de um método é utilizado, cada abordagem é julgada segundo sua aplicabilidade, confiabilidade, qualidade e quantidade de informações. O valor final da propriedade tanto pode corresponder ao valor de um dos métodos, quanto a uma correlação de alguns deles ou todos.
O Método adotado na presente avaliação foi o Método da Capitalização da Renda com base no Fluxo de Caixa Descontado, que estima o valor presente a uma taxa de desconto apropriada. O Fluxo de Caixa previsto foi . O Fluxo de Caixa previsto foi O Fluxo de Caixa previsto foi projetado por meio do software ARGUS Enterprise, na versão 14.4.
Capitalização da Renda através do Fluxo de Caixa Descontado
O modelo de análise utilizado na avaliação foi o Fluxo de Caixa Descontado - Discounted Cash Flow (DCF) - que contempla o Ciclo Operacional do empreendimento, podendo defini-lo como o período de exploração do empreendimento. As projeções usualmente se dividem em 2 partes:
Período de Projeção Explícita: admitindo uma fase futura de maior proximidade temporal e melhores condições de previsibilidade, normalmente estabelecida em 10 anos; e
Valor Residual: equivalente ao restante da vida útil do empreendimento. Este fluxo de caixa futuro de longo prazo é substituído por um valor equivalente único no final do Período de Projeção Explícita.
O modelo de análise considera a apuração dos resultados do empreendimento antes dos impostos. Para a determinação do valor de mercado do imóvel foi criado um fluxo de caixa para o período de projeção de 10 anos.
Premissas Básicas
Na avaliação do Parque Dom Pedro Shopping, adotamos algumas premissas básicas, as quais nortearam as análises para conclusão do valor de mercado do empreendimento. Nós assumimos que um período de 10 anos seja suficiente e realista para determinar o valor de venda deste tipo de imóvel. Embora este tipo de ativo tenha uma vida útil maior, uma análise de investimento torna-se mais significativa se limitada a um período consideravelmente menor do que a vida útil econômica real, porém, longo o suficiente para um investidor em potencial.
As receitas e despesas que um investidor iria incorrer neste tipo de investimento variam durante o período analisado. Os parâmetros que nortearam as projeções das receitas líquidas operacionais futuras foram baseados em informações fornecidas pelo cliente e pelas práticas atuais do mercado de shopping centers no Brasil. A seguir mencionaremos as principais premissas adotadas:
Os cálculos e análises dos valores são elaborados levando em consideração as características físicas do imóvel avaliando e a sua localização dentro da região em que está inserido. O processo de avaliação é concluído através da apresentação do resultado provindo do método de avaliação utilizado. Quando mais de um método é utilizado, cada abordagem é julgada segundo sua aplicabilidade, confiabilidade, qualidade e quantidade de informações. O valor final da propriedade tanto pode corresponder ao valor de um dos métodos, quanto a uma correlação de alguns deles ou todos. O Método adotado na presente avaliação foi o Método da Capitalização da Renda com base no Fluxo de Caixa Descontado, que estima o valor presente a uma taxa de desconto apropriada. O Fluxo de Caixa previsto foi . O Fluxo de Caixa previsto foi O Fluxo de Caixa previsto foi projetado por meio do software ARGUS Enterprise, na versão 14.4. Capitalização da Renda através do Fluxo de Caixa Descontado O modelo de análise utilizado na avaliação foi o Fluxo de Caixa Descontado - Discounted Cash Flow (DCF) - que contempla o Ciclo Operacional do empreendimento, podendo defini-lo como o período de exploração do empreendimento. As projeções usualmente se dividem em 2 partes: Período de Projeção Explícita: admitindo uma fase futura de maior proximidade temporal e melhores condições de previsibilidade, normalmente estabelecida em 10 anos; e Valor Residual: equivalente ao restante da vida útil do empreendimento. Este fluxo de caixa futuro de longo prazo é substituído por um valor equivalente único no final do Período de Projeção Explícita. O modelo de análise considera a apuração dos resultados do empreendimento antes dos impostos. Para a determinação do valor de mercado do imóvel foi criado um fluxo de caixa para o período de projeção de 10 anos. Premissas Básicas Na avaliação do Parque Dom Pedro Shopping, adotamos algumas premissas básicas, as quais nortearam as análises para conclusão do valor de mercado do empreendimento. Nós assumimos que um período de 10 anos seja suficiente e realista para determinar o valor de venda deste tipo de imóvel. Embora este tipo de ativo tenha uma vida útil maior, uma análise de investimento torna-se mais significativa se limitada a um período consideravelmente menor do que a vida útil econômica real, porém, longo o suficiente para um investidor em potencial. As receitas e despesas que um investidor iria incorrer neste tipo de investimento variam durante o período
AVALIAÇÃO

Este laudo apenas pode ser utilizado em sua integralidade, não é permitida sua utilização parcial, em nenhuma hipótese. Nenhuma parte deste laudo pode ser utilizada em conjunto com outra análise. A publicação ou divulgação deste laudo não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield. A menos que indicado no acordo firmado entre Contratante e Cushman
& Wakefield, este laudo se destina única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante e aos propósitos para os quais foi elaborado. Em havendo permissão de divulgação, esta deverá obedecer a obrigatoriedade de divulgação do laudo em sua integralidade, também nas reproduções de qualquer informação a fonte deverá sempre ser citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação dos direitos autorais;
Este relatório foi elaborado para HEDGE INVESTMENTS, para fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em cumprimento da instrução 506., atendendo as normas estabelecidas na Instrução nº 472/08.
Consideramos que a conjuntura econômica do país não sofrerá alterações significativas no período;
O potencial de vendas do shopping foi arbitrado com base nas projeções futuras apresentadas, adequando-as na forma de análise da CUSHMAN & WAKEFIELD;
A avaliação foi realizada com base nas informações fornecidas pelo cliente através de estudo de desenvolvimento apresentado. Nas premissas foram considerados os parâmetros apontados pelo cliente, ajustados às projeções estruturadas pela Cushman & Wakefield;
Para os cálculos dos valores consideramos que as áreas informadas pelo cliente e/ou pela administração do empreendimento são legítimas e que correspondam à atual realidade do imóvel;
Realizamos a análise de uma pequena amostragem dos contratos de locação vigentes, de modo a verificar a compatibilidade das cláusulas existentes em relação a práticas usualmente adotadas para a locação de lojas e espaços em shopping centers. Consideramos que os números fornecidos de aluguéis pelo cliente em tabela de Excel verídicos; “Due diligence” sobre a planilha “rent roll” e as respectivas informações contratuais apontadas no mesmo, fornecido através do cliente e/ou do administrador da propriedade, não faz parte do escopo deste trabalho;
Os valores estimados para as despesas operacionais necessários para a exploração econômica do imóvel foram obtidos com base em relatórios disponibilizados pelo cliente e pelo administrador do shopping center. As projeções para estas despesas apontadas na avaliação, estão condizentes com os dados históricos operacionais referentes ao desenvolvimento das atividades do Shopping Center;
Para projeção de vacância financeira e inadimplência, analisamos a performance histórica e atual do Shopping, tendências de comportamento atrelada as negociações com lojistas e projetamos uma melhora ao longo dos anos, excluindo do cálculo as lojas âncoras, lazer, teatro, cinema e etc.;
Não consideramos para efeito de avaliação no fluxo de caixa operacionais do empreendimento o efeito da tributação de PIS/COFINS (avaliação para Fundo Imobiliário), do imposto de renda e demais tributos;
No cálculo do valor de compra/venda do imóvel em referência, foram consideradas apenas as áreas brutas locáveis, conforme item “Descrição da Propriedade”;
Ressaltamos que os valores determinados na avaliação são fundamentados pelas metodologias, procedimentos e critérios da Engenharia de Avaliações e não representam um número exato e sim o valor mais provável pelo qual se negociaria voluntariamente e conscientemente o imóvel, numa data de referência, dentro das condições vigentes de mercado.
Não consideramos futuras expansões ou revitalizações que possam influenciar na operação do shopping center;
A avaliação admitiu que não há dívidas em aberto de competência de meses anteriores de responsabilidade dos proprietários, que caso sejam levantadas através de auditoria específica deverão ser descontadas dos valores arbitrados neste relatório;
Classificamos as lojas do mix do shopping de acordo com critérios definidos pela Cushman & Wakefield, utilizando-se como referência o grupo de atividade do quadro de locação fornecido pelo cliente;
propósitos para os quais foi elaborado. Em havendo permissão de divulgação, esta deverá obedecer a obrigatoriedade de divulgação do laudo em sua integralidade, também nas reproduções de qualquer informação a fonte deverá sempre ser citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação dos direitos autorais; Este relatório foi elaborado para HEDGE INVESTMENTS, para fins de atualização de valor de ativo junto a CVM em cumprimento da instrução 506., atendendo as normas estabelecidas na Instrução nº 472/08. Consideramos que a conjuntura econômica do país não sofrerá alterações significativas no período; O potencial de vendas do shopping foi arbitrado com base nas projeções futuras apresentadas, adequando-as na forma de análise da CUSHMAN & WAKEFIELD; A avaliação foi realizada com base nas informações fornecidas pelo cliente através de estudo de desenvolvimento apresentado. Nas premissas foram considerados os parâmetros apontados pelo cliente, ajustados às projeções estruturadas pela Cushman & Wakefield; Para os cálculos dos valores consideramos que as áreas informadas pelo cliente e/ou pela administração do empreendimento são legítimas e que correspondam à atual realidade do imóvel; Realizamos a análise de uma pequena amostragem dos contratos de locação vigentes, de modo a verificar a compatibilidade das cláusulas existentes em relação a práticas usualmente adotadas para a locação de lojas e espaços em shopping centers. Consideramos que os números fornecidos de aluguéis pelo cliente em tabela de Excel verídicos; “Due diligence” sobre a planilha “rent roll” e as respectivas informações contratuais apontadas no mesmo, fornecido através do cliente e/ou do administrador da propriedade, não faz parte do escopo deste trabalho; Os valores estimados para as despesas operacionais necessários para a exploração econômica do imóvel foram obtidos com base em relatórios disponibilizados pelo cliente e pelo administrador do shopping center. As projeções para estas despesas apontadas na avaliação, estão condizentes com os dados históricos operacionais referentes ao desenvolvimento das atividades do Shopping Center; Para projeção de vacância financeira e inadimplência, analisamos a performance histórica e atual do Shopping, tendências de comportamento atrelada as negociações com lojistas e projetamos uma melhora ao longo dos anos, excluindo do cálculo as lojas âncoras, lazer, teatro, cinema e etc.; Não consideramos para efeito de avaliação no fluxo de caixa operacionais do empreendimento o efeito da tributação de PIS/COFINS (avaliação para Fundo Imobiliário), do imposto de renda e demais tributos; No cálculo do valor de compra/venda do imóvel em referência, foram consideradas apenas as áreas brutas locáveis, conforme item “Descrição da Propriedade”; Ressaltamos que os valores determinados na avaliação são fundamentados pelas metodologias, procedimentos e critérios da Engenharia de Avaliações e não representam um número exato e sim o valor mais provável pelo qual se negociaria voluntariamente e conscientemente o imóvel, numa data de referência, dentro das condições vigentes de mercado.
AVALIAÇÃO

Consideramos que a operação do shopping será realizada por administradores especializados, que administrarão o empreendimento profissionalmente, aproveitando todo o potencial de mercado, gerando assim os resultados operacionais que proporcionarão o retorno do capital investido;
É importante ressaltar que este relatório é formado por estimativas e projeções estruturadas pela CUSHMAN & WAKEFIELD em um modelo de análise econômico-financeira, baseada em dados fornecidos pela atual administradora do empreendimento, além de levantamentos de mercado efetuados por nossa equipe técnica a respeito da provável performance futura do empreendimento. Estes demonstrativos, estimativas e projeções refletem significativamente premissas e julgamentos em relação aos futuros resultados esperados, incluindo pressupostos do plano de operação, da conjuntura econômica, entre outras premissas das quais dependem os resultados projetados;
Ressaltamos que os valores determinados na avaliação são fundamentados pelas metodologias, procedimentos e critérios da Engenharia de Avaliações e não representam um número exato e sim o valor mais provável pelo qual se negociaria voluntariamente e conscientemente o imóvel, numa data de referência, dentro das condições vigentes de mercado;
Realizamos vistoria no imóvel para conhecermos os ativos e efetuarmos levantamento fotográfico da atual situação operacional do shopping center. Não realizamos diligências à propriedade do tipo estruturais, documentais, etc.;
Este laudo de avaliação foi elaborado em consonância com as exigências da Instrução nº 472/08;
Este Laudo Complementar de Avaliação Imobiliária destinar-se-á ao registro junto à CVM – Comissão de Valores Mobiliários – visando a avaliação do ativo imobiliário, em consonância com a instrução CVM nº 472/08;
Este Laudo Complementar de Avaliação Imobiliária destinar-se-á única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante, exceto para registro junto à CVM. A publicação ou divulgação deste Laudo Preliminar de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais;
A Cushman & Wakefield Negócios Imobiliários Ltda. não mantém relação de trabalho ou de subordinação com as sociedades controladoras ou controladas pelo administrador; e
A Cushman & Wakefield Negócios Imobiliários Ltda. não possui quaisquer cotas do HEDGE INVESTMENTS .
Na avaliação foi considerado comissão de venda sobre o ativo a 2,50% sobre o resultado operacional líquido do 11 ° ano do fluxo de caixa projetado que serve de base para o cálculo da perpetuidade;
O fluxo de caixa projetado se inicia em 1 de janeiro de 2026;
O resultado de valor de mercado para compra/venda apresentado neste relatório reflete 100% do Parque Dom Pedro Shopping;
CUSHMAN & WAKEFIELD em um modelo de análise econômico-financeira, baseada em dados fornecidos pela atual administradora do empreendimento, além de levantamentos de mercado efetuados por nossa equipe técnica a respeito da provável performance futura do empreendimento. Estes demonstrativos, estimativas e projeções refletem significativamente premissas e julgamentos em relação aos futuros resultados esperados, incluindo pressupostos do plano de operação, da conjuntura econômica, entre outras premissas das quais dependem os resultados projetados; Ressaltamos que os valores determinados na avaliação são fundamentados pelas metodologias, procedimentos e critérios da Engenharia de Avaliações e não representam um número exato e sim o valor mais provável pelo qual se negociaria voluntariamente e conscientemente o imóvel, numa data de referência, dentro das condições vigentes de mercado; Realizamos vistoria no imóvel para conhecermos os ativos e efetuarmos levantamento fotográfico da atual situação operacional do shopping center. Não realizamos diligências à propriedade do tipo estruturais, documentais, etc.; Este laudo de avaliação foi elaborado em consonância com as exigências da Instrução nº 472/08; Este Laudo Complementar de Avaliação Imobiliária destinar-se-á ao registro junto à CVM – Comissão de Valores Mobiliários – visando a avaliação do ativo imobiliário, em consonância com a instrução CVM nº 472/08; Este Laudo Complementar de Avaliação Imobiliária destinar-se-á única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante, exceto para registro junto à CVM. A publicação ou divulgação deste Laudo Preliminar de Avaliação Imobiliária não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, Cushman & Wakefield, e no caso de eventual permissão, deverá ser feita em sua integralidade, não sendo permitida em nenhuma hipótese a divulgação ou publicação parcial. Ainda na reprodução de qualquer informação, a fonte deverá ser sempre citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação de direitos autorais; A Cushman & Wakefield Negócios Imobiliários Ltda. não mantém relação de trabalho ou de subordinação com as sociedades controladoras ou controladas pelo administrador; e A Cushman & Wakefield Negócios Imobiliários Ltda. não possui quaisquer cotas do HEDGE INVESTMENTS . Na avaliação foi considerado comissão de venda sobre o ativo a 2,50% sobre o resultado operacional líquido do 11 ° ano do fluxo de caixa projetado que serve de base para o cálculo da perpetuidade; O fluxo de caixa projetado se inicia em 1 de janeiro de 2026; O resultado de valor de mercado para compra/venda apresentado neste relatório reflete 100% do Parque Dom Pedro Shopping;
AVALIAÇÃO

al|| À CUSHMANWAKEFIELD &
Cenário Adotado
Período de Análise Na avaliação foi utilizado o período de análise de 10 anos com o fluxo de caixa projetado, começando em 1 de janeiro de 2026, distribuição mensal, refletindo o desempenho do empreendimento. Prevê a inclusão de todos os contratos, renovações, descontos e reajustes, loja a loja, mês a mês. ~~E~~ FLUXO DE CAIXA DESCONTADO ANTES DE DÍVIDAS E IMPOSTOS 400.000.000,00 350.000.000,00 300.000.000,00 250.000.000,00 200.000.000,00 150.000.000,00 100.000.000,00 50.000.000,000,00 | Ano 1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano 5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 “o eu Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
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al|| À CUSHMANWAKEFIELD &
Total Receita Bruta Potencial
O Total Receita Bruta Potencial considera todas as receitas provenientes da operação, onde podemos citar: Receita de Aluguel Mínimo, Ajustes e Crescimentos Reais, Aluguel Complementar/Percentual, Descontos/Cancelamentos, Receita de Mall e Merchandising, CDU - Cessão de Direito de Uso, Resultado de Estacionamento e Outras Receitas. Resultando em: R$ 256.065.146,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado. TOTAL RECEITA BRUTA POTENCIAL ~~AS~~ 450.000.000,00 400.000.000,00 350.000.000,00 300.000.000,00 250.000.000,00 200.000.000,00 150.000.000,00 100.000.000,00 50.000.000,00 0,00 Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano 9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory Receita Bruta Efetiva A receita bruta efetiva é a soma do total da receita bruta potencial, vacância financeira e inadimplência irrecuperável, resultando em R$ 249.397.225,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado. RECEITA BRUTA EFETIVA ~~DS~~ 450.000.000,00 400.000.000,00 350.000.000,00 300.000.000,00 250.000.000,00 200.000.000,00 150.000.000,00 100.000.000,00 50.000.000,00 0,00 Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
AVALIAÇÃO

uh| CUSHMANWAKEFIELD &
Total Despesas Operacionais
O Total Despesas Operacionais considera todas as despesas provenientes da operação, onde podemos citar: Taxa de Administração (Despesa), Outras Despesas Não Reembolsáveis, Custos Condominiais, Acquisition Costs e Asset Management Fee. Resultando em: -R$ 25.731.869,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado. TOTAL DESPESAS OPERACIONAIS -5.000.000,00 -10.000.000,00 -15.000.000,00 -20.000.000,00 -25.000.000,00 -30.000.000,00 -35.000.000,00 -40.000.000,00 -45.000.000,00 -50.000.000,00 Ano 1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory Resultado Líquido O Resultado Líquido (NOI) se refere ao resultado operacional líquido da operação, considerando o total de Receita Bruta, Despesas Operacionais e Imposto PIS/COFINS e/ou ISS (quando houver), resultando em R$ 223.665.356,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado. RESULTADO LIQUIDO 400.000.000,00 300.000.000,00 250.000.000,00 200.000.000,00 150.000.000,00 50.000.000,00 Ano 1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
O Resultado Líquido (NOI) se refere ao resultado operacional líquido da operação, considerando o total de Receita Bruta, Despesas Operacionais e Imposto PIS/COFINS e/ou ISS (quando houver), resultando em R$ 223.665.356,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado.
AVALIAÇÃO

al|| À CUSHMANWAKEFIELD&
Total de Custos de Capital & Locações
O Total de Custos de Capital & Locações considera todas os Custos de Capital e Locações, onde podemos citar as receitas: FRA - Fundo de Reposição de Ativos e CAPEX. Resultando em: -R$ 154.812.817,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado ~~DO~~ TOTAL DE CUSTOS DE CAPITAL & LOCAÇÕES -20.000.000,00 -80.000.000,00 -100.000.000,00 -120.000.000,00 -140.000.000,00 -160.000.000,00 -180.000.000,00 Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
AVALIAÇÃO

Inflação
Para a projeção, foram utilizadas as projeções de meta de inflação: 3,00% para 2027, conforme Meta do Banco Central do Brasil, para anos posteriores à 2026 nos reproduzimos, por analogia, a mesma taxa.
Expansão
Consideramos no presente estudo a projeção do desempenho do shopping no seu estado atual, sem a influência de futuras expansões.
Taxa de Desconto e Capitalização
A taxa de desconto, conhecida também como custo médio ponderado do capital (WACC), equivale-se ao Custo de Oportunidade da Empresa e é composto por Capital Próprio e Capital de Terceiros.
“O custo de oportunidade do capital próprio ou, simplesmente, custo de capital próprio é o retorno esperado pelos acionistas pela utilização de seus recursos na empresa” (Ross, 669)
A taxa a qual o fluxo de caixa operacional de 10 anos foi descontado para formar o valor presente do imóvel reflete o perfil de risco do:
Ambiente Externo: das condições atuais do mercado de shopping centers no Brasil, mediante a análise de transações de vendas de elementos comparáveis acompanhado das prospectivas dos fundamentos econômicos do país;
Ambiente Interno: das condições de operação e desempenho do shopping e da estrutura de capital dos empreendedores do mesmo; e
O “exit cap rate, que tem em sua composição o componente de taxa de juros de longo prazo, o risco tijolo (liquidez), o spread de risco do segmento de mercado no qual o ativo está inserido, além dos cenários de mercado e varejo (inclusas na seção “Principais Transações Realizadas em Shopping Centers”).
Considerando o cenário econômico atual mundial e do país, além da análise do risco específico do empreendimento, nós estimamos a taxa de desconto real em 12,00% ao ano. Para o período de exaustão do empreendimento, nós estimamos a taxa de capitalização em 8,25% ao ano.
Abaixo demonstramos a composição das taxas de desconto utilizadas:

TAXAS
O
COMPONENTES OPERAÇÃO ÇÃO ÃO EXAUSTÃO
Taxa Livre de Risco 7,56% ,56% 56% 7,56% ,56% 56%
Spread Risco Empreendimento pread Risco Empreendimento read Risco Empreendimento preendimento reendimento 1,44% ,44% 44% 0,69% ,69% 69%
Inflação 3,00% 0,00%
Fonte (*) Rentabilidade Do Tesouro Direto (IPCA+ 2035 - Ntn-B Principal 150535) – Posição Em 06/11/2025
O “spread” de risco do empreendimento é composto por variáveis especificas do mercado de shoppings centers. Na composição do “spread” foram considerados componentes como localização, concorrência de mercado, segmento da operação, classificação social e econômica do mercado consumidor, composição do tenant mix, performance do administrador da operação, dominância de área bruta locável e o desempenho histórico operacional.
Expansão Consideramos no presente estudo a projeção do desempenho do shopping no seu estado atual, sem a influência de futuras expansões. Taxa de Desconto e Capitalização A taxa de desconto, conhecida também como custo médio ponderado do capital (WACC), equivale-se ao Custo de Oportunidade da Empresa e é composto por Capital Próprio e Capital de Terceiros. “O custo de oportunidade do capital próprio ou, simplesmente, custo de capital próprio é o retorno esperado pelos acionistas pela utilização de seus recursos na empresa” (Ross, 669) A taxa a qual o fluxo de caixa operacional de 10 anos foi descontado para formar o valor presente do imóvel reflete o perfil de risco do: Ambiente Externo: das condições atuais do mercado de shopping centers no Brasil, mediante a análise de transações de vendas de elementos comparáveis acompanhado das prospectivas dos fundamentos econômicos do país; Ambiente Interno: das condições de operação e desempenho do shopping e da estrutura de capital dos empreendedores do mesmo; e O “exit cap rate, que tem em sua composição o componente de taxa de juros de longo prazo, o risco tijolo (liquidez), o spread de risco do segmento de mercado no qual o ativo está inserido, além dos cenários de mercado e varejo (inclusas na seção “Principais Transações Realizadas em Shopping Centers”). Considerando o cenário econômico atual mundial e do país, além da análise do risco específico do empreendimento, nós estimamos a taxa de desconto real em 12,00% ao ano. Para o período de exaustão do empreendimento, nós estimamos a taxa de capitalização em 8,25% ao ano. Abaixo demonstramos a composição das taxas de desconto utilizadas: TAXAS ~~O~~ COMPONENTES OPERAÇÃO ÇÃO ÃO EXAUSTÃO Taxa Livre de Risco 7,56% ,56% 56% 7,56% ,56% 56% Spread Risco Empreendimento pread Risco Empreendimento read Risco Empreendimento preendimento reendimento 1,44% ,44% 44% 0,69% ,69% 69% Inflação 3,00% 0,00% Fonte (*) Rentabilidade Do Tesouro Direto (IPCA+ 2035 - Ntn-B Principal 150535) – Posição Em 06/11/2025
AVALIAÇÃO

Análise de desvios para alterações no cenário esperado
A análise de desvios foi efetuada através de variações de cenários com simulações de alterações da taxa de desconto e taxa de capitalização na exaustão (Yield), retratando desta forma um intervalo de resultados possíveis nestas hipóteses alternativas. Projetando-se estas alterações nas variáveis mais significativas, obtivemos as seguintes alterações no Valor Econômico do Empreendimento. O ANÁLISE DE SENSIBILIDADE - DCF MENSAL TAXA DE CAPITALIZAÇÃO 7,25% 7,75% 8,25% 8,75% 9,25% 11,00% 3.237.422.811 3.124.374.862 3.025.029.695 2.937.038.261 2.858.559.414 11,50% 3.126.930.855 3.018.851.237 2.923.872.178 2.839.747.869 2.764.718.080 12,00% 3.021.246.108 2.917.895.688 2.827.072.591 2.746.629.276 2.674.882.536 12,50% 2.920.130.500 2.821.282.644 2.734.416.347 2.657.477.627 2.588.856.606 13,00% 2.823.358.939 2.728.798.813 2.645.700.521 2.572.099.176 2.506.454.734 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory O valor de mercado para compra / venda do Parque Dom Pedro Shopping conforme cenários projetados, está inserido no intervalo de valor entre R$2.506.454.734,00 e R$3.237.422.811,00.
AVALIAÇÃO

Cenário Adotado - Expansão
Período de Análise

Na avaliação foi utilizado o período de análise de 10 anos com o fluxo de caixa projetado, começando em 1 de
janeiro de 2026, distribuição mensal, refletindo o desempenho do empreendimento. Prevê a inclusão de todos
os contratos, renovações, descontos e reajustes, loja a loja, mês a mês.
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO ANTES DE DÍVIDAS E IMPOSTOS
6.000.000,00
5.000.000,00
4.000.000,00
3.000.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
0,00
Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Ano 10Ano 11
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
VIA DIGITAL
AVALIAÇÃO

al|| À CUSHMANWAKEFIELD &
Total Receita Bruta Potencial
O Total Receita Bruta Potencial considera todas as receitas provenientes da operação, onde podemos citar: Receita de Aluguel Mínimo, Ajustes e Crescimentos Reais, Aluguel Complementar/Percentual, Receita de Mall e Merchandising e CDU - Cessão de Direito de Uso. Resultando em: R$ 4.980.784,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado TOTAL RECEITA BRUTA POTENCIAL ~~o~~ 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 0,00 Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory Receita Bruta Efetiva A receita bruta efetiva é a soma do total da receita bruta potencial, vacância financeira e inadimplência irrecuperável, resultando em R$ 4.714.078,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado RECEITA BRUTA EFETIVA ~~DO~~ 6.000.000,00 5.000.000,00 4.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 1.000.000,00 0,00 Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11 Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
AVALIAÇÃO

uh| CUSHMANWAKEFIELD&
Total Despesas Operacionais

O Total Despesas Operacionais considera todas as despesas provenientes da operação, onde podemos citar:
Taxa de Administração (Despesa), Outras Despesas Não Reembolsáveis e Comissões Sobre Locações.
Resultando em: -R$ 401.284,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado.
TOTAL DESPESAS OPERACIONAIS
-100.000,00
-200.000,00
-300.000,00
-400.000,00
-600.000,00
Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
Resultado Líquido
O Resultado Líquido (NOI) se refere ao resultado operacional líquido da operação, considerando o total de
Receita Bruta, Despesas Operacionais e Imposto PIS/COFINS e/ou ISS (quando houver), resultando em R$
4.312.794,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado.
RESULTADO LIQUIDO
6.000.000,00
5.000.000,00
4.000.000,00
3.000.000,00
2.000.000,00
1.000.000,00
Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
VIA DIGITAL
AVALIAÇÃO

ua|| CUSHMANGA KEFIELO &
Total de Custos de Capital & Locações

O Total de Custos de Capital & Locações considera todas os Custos de Capital e Locações, onde podemos
citar: Acquisition Costs. Resultando em: -R$ 1.218.644,00 no 1º ano do fluxo de caixa descontado.
TOTAL DE CUSTOS DE CAPITAL & LOCAÇÕES
E 0,00
-200.000,00
-400.000,00
-600.000,00
-800.000,00
-1.000.000,00
-1.200.000,00
-1.400.000,00
Ano1 Ano2 Ano3 Ano4 Ano5 Ano6 Ano7 Ano8 Ano9 Ano 10 Ano 11
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
VIA DIGITAL
AVALIAÇÃO

Inflação
Para a projeção, foram utilizadas as projeções de meta de inflação: 3,00% para 2027, conforme Meta do Banco Central do Brasil, para anos posteriores à 2026 nos reproduzimos, por analogia, a mesma taxa.
Expansão
Consideramos no presente estudo a projeção do desempenho do shopping no seu estado atual, sem a influência de futuras expansões.
Taxa de Desconto e Capitalização
A taxa de desconto, conhecida também como custo médio ponderado do capital (WACC), equivale-se ao Custo de Oportunidade da Empresa e é composto por Capital Próprio e Capital de Terceiros.
“O custo de oportunidade do capital próprio ou, simplesmente, custo de capital próprio é o retorno esperado pelos acionistas pela utilização de seus recursos na empresa” (Ross, 669)
A taxa a qual o fluxo de caixa operacional de 10 anos foi descontado para formar o valor presente do imóvel reflete o perfil de risco do:
Ambiente Externo: das condições atuais do mercado de shopping centers no Brasil, mediante a análise de transações de vendas de elementos comparáveis acompanhado das prospectivas dos fundamentos econômicos do país;
Ambiente Interno: das condições de operação e desempenho do shopping e da estrutura de capital dos empreendedores do mesmo; e
O “exit cap rate, que tem em sua composição o componente de taxa de juros de longo prazo, o risco tijolo (liquidez), o spread de risco do segmento de mercado no qual o ativo está inserido, além dos cenários de mercado e varejo (inclusas na seção “Principais Transações Realizadas em Shopping Centers”).
Considerando o cenário econômico atual mundial e do país, além da análise do risco específico do empreendimento, nós estimamos a taxa de desconto real em 13,75% ao ano. Para o período de exaustão do empreendimento, nós estimamos a taxa de capitalização em 10,00% ao ano.
Abaixo demonstramos a composição das taxas de desconto utilizadas:

Fonte (*) Rentabilidade Do Tesouro Direto (IPCA+ 2035 - Ntn-B Principal 150535) – Posição Em 06/11/2025
O “spread” de risco do empreendimento é composto por variáveis especificas do mercado de shoppings centers. Na composição do “spread” foram considerados componentes como localização, concorrência de mercado, segmento da operação, classificação social e econômica do mercado consumidor, composição do tenant mix, performance do administrador da operação, dominância de área bruta locável e o desempenho histórico operacional.
Expansão Consideramos no presente estudo a projeção do desempenho do shopping no seu estado atual, sem a influência de futuras expansões. Taxa de Desconto e Capitalização A taxa de desconto, conhecida também como custo médio ponderado do capital (WACC), equivale-se ao Custo de Oportunidade da Empresa e é composto por Capital Próprio e Capital de Terceiros. “O custo de oportunidade do capital próprio ou, simplesmente, custo de capital próprio é o retorno esperado pelos acionistas pela utilização de seus recursos na empresa” (Ross, 669) A taxa a qual o fluxo de caixa operacional de 10 anos foi descontado para formar o valor presente do imóvel reflete o perfil de risco do: Ambiente Externo: das condições atuais do mercado de shopping centers no Brasil, mediante a análise de transações de vendas de elementos comparáveis acompanhado das prospectivas dos fundamentos econômicos do país; Ambiente Interno: das condições de operação e desempenho do shopping e da estrutura de capital dos empreendedores do mesmo; e O “exit cap rate, que tem em sua composição o componente de taxa de juros de longo prazo, o risco tijolo (liquidez), o spread de risco do segmento de mercado no qual o ativo está inserido, além dos cenários de mercado e varejo (inclusas na seção “Principais Transações Realizadas em Shopping Centers”). Considerando o cenário econômico atual mundial e do país, além da análise do risco específico do empreendimento, nós estimamos a taxa de desconto real em 13,75% ao ano. Para o período de exaustão do empreendimento, nós estimamos a taxa de capitalização em 10,00% ao ano. Abaixo demonstramos a composição das taxas de desconto utilizadas: TAXAS COMPONENTES OPERAÇÃO ÇÃO ÃO EXAUSTÃO Taxa Livre de Risco 7,56% 7,56% Spread Risco Empreendimento 3,19% 2,44% Inflação 3,00% 0,00%
AVALIAÇÃO

Análise de desvios para alterações no cenário esperado

A análise de desvios foi efetuada através de variações de cenários com simulações de alterações da taxa de
desconto e taxa de capitalização na exaustão (Yield), retratando desta forma um intervalo de resultados
possíveis nestas hipóteses alternativas. Projetando-se estas alterações nas variáveis mais significativas,
obtivemos as seguintes alterações no Valor Econômico do Empreendimento.
ANÁLISE DE SENSIBILIDADE - DCF MENSAL
O
TAXA DE CAPITALIZAÇÃO
9,00% 9,50% 10,00% 10,50% 11,00%
12,75% 38.629.811 37.784.283 37.023.308 36.334.806 35.708.896
13,25% 37.498.945 36.690.015 35.961.977 35.303.276 34.704.457
13,75% 36.414.702 35.640.633 34.943.972 34.313.658 33.740.647
14,25% 35.374.849 34.633.997 33.967.230 33.363.965 32.815.542
14,75% 34.377.273 33.668.077 33.029.800 32.452.311 31.927.322
Fonte: Cushman & Wakefield – Valuation & Advisory
O valor de mercado para compra / venda do Shopping Parque Dom Pedro - Expansão conforme cenários
projetados, está inserido no intervalo de valor entre R$31.927.322,00 e R$38.629.811,00.
VIA DIGITAL
TAXA DE
DESCONTO
AVALIAÇÃO

Conclusão final de valor

AVALIAÇÃO

Especificação da avaliação
| A especificação de uma avaliação está relacionada, tanto com o empenho do engenheiro de avaliações, como com o mercado e as informações que possam ser dele extraídas. O estabelecimento inicial pelo contratante do grau de fundamentação desejado tem por objetivo a determinação do empenho no trabalho avaliatório, mas não representa garantia de alcance de graus elevados de fundamentação. Quanto ao grau de precisão, este depende exclusivamente das características do mercado e da amostra coletada e, por isso, não é passível de fixação “a priori”. Método da capitalização da renda por fluxo de caixa descontado Para a avaliação do valor de venda através do “Método da Capitalização da Renda por Fluxo de Caixa Descontado”, o presente trabalho é classificado como “GRAU II” quanto à fundamentação para identificação do valor, e como “GRAU II” quanto aos indicadores de viabilidade, conforme o que dispõem as normas da A.B.N.T. Ressaltamos que o grau de fundamentação está diretamente relacionado com as informações que possam ser extraídas do mercado, independendo, portanto, unicamente da vontade do engenheiro de avaliações e/ou de seu contratante. ITAL |
|---|
| TABELA 4 - IDENTIFICAÇÃO DE VALOR E INDICADORES DE VIABILIDADE (ABNT 14653-4:2002 |
| ITEM DESCRIÇÃO RESULTADO PONTOS |
| 7.5.1.1 Análise operacional do empreendimento Simplificada, com base nos indicadores operacionais 2 |
| 7.5.1.2 Análise das séries históricas do empreendimento (*) Com base em análise do processo estocástico para as variáveis- chave, em um período mínimo de 36 meses 3 |
| 7.5.1.3 Análise setorial e diagnóstico de mercado De estrutura, conjuntura, tendências e conduta 3 |
| 7.5.1.4 Taxas de desconto Fundamentada 3 |
| 7.5.1.5 Escolha do modelo Determinístico associado aos cenários 2 |
| 7.5.1.5.1 Estrutura básica do fluxo de caixa Completa 3 |
| 7.5.1.5.2 Cenários fundamentados Mínimo de 1 1 |
| 7.5.1.5.3 Análise de sensibilidade Simulação com identificação de elasticidade por variável 2 |
| 7.5.1.5.4 Análise de risco Risco justificado 2 |
| SOMATÓRIA 21 |
| (*) Somente para empreendimento nem operação V |
AVALIAÇÃO

| TABELA 5 - ENQUADRAMENTO DOS LAUDOS SEGUNDO SEU GRAU DE FUNDAMENTAÇÃO PARA IDENTIFICAR O VALOR |
|---|
| Graus III II I |
| Pontos mínimos maior ou igual a 22 de 13 a 21 de 7 a 12 |
| Restrições máximo de 3 itens em graus inferiores, admitindo-se no máximo um item no Grau I máximo de 4 itens em graus inferiores ou não atendidos mínimo de 7 itens atendidos |
| GRAU II QUANTO A FUNDAMENTAÇÃO (PARA IDENTIFICAÇÃO DO VALOR), O LAUDO FOI ENQUADRADO COMO: |
| Graus III II I PARA INDICADORES DE VIABILIDADE |
| Pontos mínimos maior ou igual a 18 de 11 a 17 de 5 a 10 |
| Restrições máximo de 4 itens em graus inferiores, admitindo-se no máximo um item no Grau I máximo de 4 itens em graus inferiores ou não atendidos mínimo de 5 itens atendidos |
| GRAU II QUANTO A FUNDAMENTAÇÃO (PARA INDICADORES DE VIABILIDADE), O LAUDO FOI ENQUADRADO COMO: |
| VIA DIGI |
PREMISSAS E “DISCLAIMERS”

Premissas e “DISCLAIMERS”
"Laudo" diz respeito a este Laudo Completo De Avaliação Imobiliária e as conclusões nele descritas, ao qual estas premissas e “disclaimers” se referem.
/>
/>
/>
/>
O presente trabalho foi elaborado adotando as seguintes premissas e condições:
As informações contidas no laudo ou sobre a qual o mesmo se baseia foram obtidas a partir de pesquisas junto a terceiros, as quais o avaliador assume ser confiáveis e precisas. O Contratante e/ou administração do empreendimento podem ter fornecido algumas destas informações. Tanto o avaliador como a CUSHMAN & WAKEFIELD não podem ser responsabilizados pela exatidão ou completude dessas informações, incluindo a exatidão das estimativas, opiniões, dimensões, esboços, exposições e assuntos fatuais. Qualquer usuário autorizado do laudo é obrigado a levar ao conhecimento da CUSHMAN & WAKEFIELD eventuais imprecisões ou erros que ele acredita existir no laudo;
As áreas de terreno e/ou relativas à construção foram baseadas nas informações fornecidas pelo Contratante e/ou pela administração do empreendimento, conforme mencionado neste laudo, não tendo sido aferidas “in loco” pelo Avaliador;
Os documentos não foram analisados sob a óptica jurídica, portanto, não assumimos responsabilidade por nenhuma descrição legal ou por quaisquer questões que são de natureza legal ou exijam experiência jurídica ou conhecimento especializado além de um avaliador imobiliário;
Não foram realizados estudos e análises de âmbito estrutural para as construções existentes e das suas fundações;
Da mesma forma, não testamos e/ou aferimos quaisquer equipamentos e instalações existentes na Propriedade, pertinentes ao seu funcionamento, porém presumimos que todos estejam em perfeito estado;
As condições físicas dos melhoramentos considerados pelo laudo são baseadas na inspeção visual realizada pelo Avaliador. A CUSHMAN & WAKEFIELD não assume qualquer responsabilidade pela solidez de componentes estruturais ou pela condição de funcionamento de equipamentos mecânicos, encanamentos ou componentes elétricos;
Para efeito de cálculo de valor, consideraremos que a Propriedade não apresenta qualquer título alienado e nenhum registro de ônus ou decorrência de ação de responsabilidade da mesma;
As opiniões de valor são fundamentadas apenas para a data indicada no ou do laudo. A partir desta data alterações em fatores externos e de mercado ou na própria Propriedade podem afetar significativamente as conclusões do laudo;
Ressaltamos que os valores determinados na avaliação são fundamentados pelas metodologias, procedimentos e critérios da Engenharia de Avaliações e não representam um número exato e sim o valor mais provável pelo qual se negociaria voluntariamente e conscientemente a Propriedade, numa data de referência, dentro das condições vigentes de mercado;
“Propriedade” diz respeito ao objeto deste laudo. “Cushman & Wakefield” diz respeito a Cushman & Wakefield Negócios Imobiliários Ltda. empresa emissora deste Laudo Completo De Avaliação Imobiliária. “Avaliador(es)” diz respeito aos colaborador(es) da CUSHMAN & WAKEFIELD que prepararam e assinaram este laudo. “Contratante” diz respeito ao destinatário solicitante deste laudo. O presente trabalho foi elaborado adotando as seguintes premissas e condições: As informações contidas no laudo ou sobre a qual o mesmo se baseia foram obtidas a partir de pesquisas junto a terceiros, as quais o avaliador assume ser confiáveis e precisas. O Contratante e/ou administração do empreendimento podem ter fornecido algumas destas informações. Tanto o avaliador como a CUSHMAN & WAKEFIELD não podem ser responsabilizados pela exatidão ou completude dessas informações, incluindo a exatidão das estimativas, opiniões, dimensões, esboços, exposições e assuntos fatuais. Qualquer usuário autorizado do laudo é obrigado a levar ao conhecimento da CUSHMAN & WAKEFIELD eventuais imprecisões ou erros que ele acredita existir no laudo; As áreas de terreno e/ou relativas à construção foram baseadas nas informações fornecidas pelo Contratante e/ou pela administração do empreendimento, conforme mencionado neste laudo, não tendo sido aferidas “in loco” pelo Avaliador; Os documentos não foram analisados sob a óptica jurídica, portanto, não assumimos responsabilidade por nenhuma descrição legal ou por quaisquer questões que são de natureza legal ou exijam experiência jurídica ou conhecimento especializado além de um avaliador imobiliário; Não foram realizados estudos e análises de âmbito estrutural para as construções existentes e das suas fundações; Da mesma forma, não testamos e/ou aferimos quaisquer equipamentos e instalações existentes na Propriedade, pertinentes ao seu funcionamento, porém presumimos que todos estejam em perfeito estado; As condições físicas dos melhoramentos considerados pelo laudo são baseadas na inspeção visual realizada pelo Avaliador. A CUSHMAN & WAKEFIELD não assume qualquer responsabilidade pela solidez de componentes estruturais ou pela condição de funcionamento de equipamentos mecânicos, encanamentos ou componentes elétricos; Para efeito de cálculo de valor, consideraremos que a Propriedade não apresenta qualquer título alienado e nenhum registro de ônus ou decorrência de ação de responsabilidade da mesma; As opiniões de valor são fundamentadas apenas para a data indicada no ou do laudo. A partir desta data
PREMISSAS E “DISCLAIMERS”

Este laudo apenas pode ser utilizado em sua integralidade, não é permitida sua utilização parcial, em nenhuma hipótese. Nenhuma parte deste laudo pode ser utilizada em conjunto com outra análise. A publicação ou divulgação deste laudo ou parte do mesmo não será permitida sem autorização formal por escrito da empresa emissora, CUSHMAN & WAKEFIELD. A menos que indicado no acordo firmado entre Contratante e CUSHMAN & WAKEFIELD, este laudo se destina única e exclusivamente ao uso interno da empresa Contratante e aos propósitos para os quais foi elaborado. Em havendo permissão de divulgação, esta deverá obedecer a obrigatoriedade de divulgação do laudo em sua integralidade, também nas reproduções de qualquer informação a fonte deverá sempre ser citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação dos direitos autorais;
empresa Contratante e aos propósitos para os quais foi elaborado. Em havendo permissão de divulgação, esta deverá obedecer a obrigatoriedade de divulgação do laudo em sua integralidade, também nas reproduções de qualquer informação a fonte deverá sempre ser citada, sob as penalidades cíveis e criminais impostas pela violação dos direitos autorais;
▪ A menos que acordado o Avaliador não deve ser chamado para depor em qualquer tribunal ou processo administrativo relativo à propriedade ou a avaliação;
▪ O laudo assume (a) a posse responsável e gestão competente do Imóvel, (b) não existem condições ocultas ou não aparentes da Propriedade, subsolo ou estruturas que tornam a propriedade mais ou menos valiosa (não assume qualquer responsabilidade por tais condições ou para organizar estudos de engenharia que possam ser necessários para descobri-las), (c) a plena conformidade com todas as leis federais, estaduais, locais e de zoneamento aplicáveis, a menos que o descumprimento tenha sido apontado, definido e considerado no laudo, e (d) todas as licenças necessárias, certificados de ocupação e outras autorizações governamentais foram ou podem ser obtidas e renovadas para qualquer uso em que se baseia a opinião de valor contida neste laudo;
▪ O lucro bruto potencial previsto no laudo, se houver, pode ter sido baseado em resumos de locação fornecidos pelo proprietário ou terceiros. O laudo não assume nenhuma responsabilidade pela autenticidade ou completude das informações de locação fornecidas por terceiros. A CUSHMAN & WAKEFIELD recomenda um aconselhamento legal a respeito da interpretação das normas de locação e direitos contratuais das partes;
▪ As provisões de receitas e despesas futuras, quando houver, não são previsões do futuro. Ao contrário, são as melhores opiniões do Avaliador com base em seu conhecimento do pensamento atual de mercado sobre as receitas e despesas futuras. O Avaliador e a CUSHMAN & WAKEFIELD não oferecem nenhuma garantia ou representação de que essas previsões se concretizem. O mercado imobiliário está em constante flutuação e mudança. Não é tarefa do Avaliador prever ou de qualquer forma garantir as condições de um futuro mercado imobiliário, o avaliador pode apenas refletir o que a comunidade de investimento, a partir da data do relatório, prevê para o futuro em termos de taxas de aluguel, despesas e oferta e demanda;
▪ Estudos e s ambientais e da contaminação do solo não fazem parte do escopo deste trabalho; ▪ Salvo disposição contrária no laudo, a existência de materiais potencialmente perigosos ou tóxicos que possam ter sido utilizados na construção ou manutenção das melhorias ou podem ser localizados em ou sobre a Propriedade não foi considerada nos cálculos de valor. Estes materiais podem afetar adversamente o valor da Propriedade. Os Avaliadores não são qualificados para detectar tais substâncias. A CUSHMAN & WAKEFIELD recomenda que um especialista ambiental seja consultado para determinar o impacto destas questões na opinião de valor;
▪ Salvo disposição em contrário, não recebemos um relatório de análise do solo. No entanto, assumimos que a capacidade de suporte de carga do solo é suficiente para suportar a estrutura existente (s) e / ou propostas. Não se observou qualquer evidência em contrário durante a nossa inspeção do imóvel. A drenagem parece ser adequada;
O laudo assume (a) a posse responsável e gestão competente do Imóvel, (b) não existem condições ocultas ou não aparentes da Propriedade, subsolo ou estruturas que tornam a propriedade mais ou menos valiosa (não assume qualquer responsabilidade por tais condições ou para organizar estudos de engenharia que possam ser necessários para descobri-las), (c) a plena conformidade com todas as leis federais, estaduais, locais e de zoneamento aplicáveis, a menos que o descumprimento tenha sido apontado, definido e considerado no laudo, e (d) todas as licenças necessárias, certificados de ocupação e outras autorizações governamentais foram ou podem ser obtidas e renovadas para qualquer uso em que se baseia a opinião de valor contida neste laudo;
As provisões de receitas e despesas futuras, quando houver, não são previsões do futuro. Ao contrário, são as melhores opiniões do Avaliador com base em seu conhecimento do pensamento atual de mercado sobre as receitas e despesas futuras. O Avaliador e a CUSHMAN & WAKEFIELD não oferecem nenhuma garantia ou representação de que essas previsões se concretizem. O mercado imobiliário está em constante flutuação e mudança. Não é tarefa do Avaliador prever ou de qualquer forma garantir as condições de um futuro mercado imobiliário, o avaliador pode apenas refletir o que a comunidade de investimento, a partir da data do relatório, prevê para o futuro em termos de taxas de aluguel, despesas e oferta e demanda;
Salvo disposição contrária no laudo, a existência de materiais potencialmente perigosos ou tóxicos que possam ter sido utilizados na construção ou manutenção das melhorias ou podem ser localizados em ou sobre a Propriedade não foi considerada nos cálculos de valor. Estes materiais podem afetar adversamente o valor da Propriedade. Os Avaliadores não são qualificados para detectar tais substâncias. A CUSHMAN & WAKEFIELD recomenda que um especialista ambiental seja consultado para determinar o impacto destas questões na opinião de valor;
Salvo disposição em contrário, não recebemos qualquer relatório e não sabemos de quaisquer servidões, invasões, ou restrições que possam afetar negativamente o uso da Propriedade. No entanto, recomendamos uma pesquisa de título para determinar se alguma condição adversa existe;
PREMISSAS E “DISCLAIMERS”

Salvo disposição em contrário, não foi fornecido um levantamento das zonas de brejo, pântano ou manancial. Se os dados de engenharia futuramente revelarem a presença destas zonas regulamentadas, isso poderia afetar o valor da propriedade. Recomendamos uma pesquisa por um engenheiro profissional com experiência neste campo;
▪ Salvo disposição em contrário, não inspecionamos o telhado nem fizemos uma inspeção detalhada dos sistemas mecânicos. Os avaliadores não estão qualificados para emitir um parecer sobre a adequação ou condição destes componentes. Aconselhamos a contratação de um perito neste campo, se a informação detalhada for necessária;
▪ Se, com a aprovação prévia da CUSHMAN & WAKEFIELD, o laudo for submetido a um credor ou investidor, a referida parte deve considerar este laudo apenas como um fator, na sua decisão de investimento global, juntamente com suas considerações independentes de investimento e os critérios de subscrição. A CUSHMAN & WAKEFIELD ressalta que este credor ou investidor deve compreender todas as condições extraordinárias e hipotéticas e pressupostos e condições limitantes incorporados neste laudo;
▪ A responsabilidade da CUSHMAN & WAKEFIELD limita-se aos danos diretos comprovadamente ocasionados na execução dos serviços; e
▪ Ao utilizar este laudo as partes que o fizerem concordam vincular ao uso todas as Premissas e Disclaimers bem como Condições Hipotéticas e Extraordinárias nele contidas.
Se, com a aprovação prévia da CUSHMAN & WAKEFIELD, o laudo for submetido a um credor ou investidor, a referida parte deve considerar este laudo apenas como um fator, na sua decisão de investimento global, juntamente com suas considerações independentes de investimento e os critérios de subscrição. A CUSHMAN & WAKEFIELD ressalta que este credor ou investidor deve compreender todas as condições extraordinárias e hipotéticas e pressupostos e condições limitantes incorporados neste laudo;
▪ A responsabilidade da CUSHMAN & WAKEFIELD limita-se aos danos diretos comprovadamente ocasionados na execução dos serviços; e
CERTIFICADO DE AVALIAÇÃO
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Certificado de Avaliação
Certificamos que com o melhor do nosso conhecimento de mercado e julgamentos:
As declarações e fatos contidos neste relatório são verdadeiros e corretos;
A análise, opiniões e conclusões são limitadas apenas pelas Premissas e Disclaimers bem como Condições Hipotéticas e Extraordinárias, e refletem nossas opiniões, análises imparciais e conclusões;
▪ Não temos interesse presente ou futuro na propriedade em estudo bem como interesse pessoal relativo às partes envolvidas;
Não temos viés com relação à propriedade em estudo ou às partes envolvidas com esta contratação;
▪ Nosso comprometimento para com este trabalho não foi condicionado a desenvolver ou reportar resultados pré-determinados;
Rogério Cerreti, MRICS, RICS Registered Valuer não realizarou a inspeção da propriedade objeto desteou a inspeção da propriedade objeto deste a inspeção da propriedade objeto deste laudo;
Nossas análises, opiniões, resultados e este laudo foram desenvolvidos em conformidade com o que preceitua a NBR 14.653:2001 e suas partes da ABNT;
A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book.
Nossa remuneração para execução deste laudo não depende do desenvolvimento ou conclusão de um valor predeterminado ou estipulado, que favoreça à necessidade do contratante, ou a ocorrência de evento posterior relacionado ao uso deste laudo de avaliação; e
Não foram consideradas premissas extraordinárias.
Não foram consideradas premissas hipotéticas.

Janaina Ribera Alan Constantino
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Janaina Ribera Alan Constantino
Consultora, Retail Coordenador, Retail
Cushman & Wakefield, Brasil Cushman & Wakefield, Brasil
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Rogério Cerreti, MRICS, RICS Registered Valuer
Diretor, Valuation & Advisory
CAU: nº 50812-8
Cushman & Wakefield, América do Sul
As declarações e fatos contidos neste relatório são verdadeiros e corretos; A análise, opiniões e conclusões são limitadas apenas pelas Premissas e Disclaimers bem como Condições Hipotéticas e Extraordinárias, e refletem nossas opiniões, análises imparciais e conclusões; Não temos interesse presente ou futuro na propriedade em estudo bem como interesse pessoal relativo às partes envolvidas; Não temos viés com relação à propriedade em estudo ou às partes envolvidas com esta contratação; Nosso comprometimento para com este trabalho não foi condicionado a desenvolver ou reportar resultados pré-determinados; Rogério Cerreti, MRICS, RICS Registered Valuer não realizarou a inspeção da propriedade objeto desteou a inspeção da propriedade objeto deste a inspeção da propriedade objeto deste laudo; Nossas análises, opiniões, resultados e este laudo foram desenvolvidos em conformidade com o que preceitua a NBR 14.653:2001 e suas partes da ABNT; A confecção do laudo de avaliação está de acordo com os Padrões de Avaliação RICS por um avaliador atuando como Avaliador Externo, conforme definido no Red Book. Nossa remuneração para execução deste laudo não depende do desenvolvimento ou conclusão de um valor predeterminado ou estipulado, que favoreça à necessidade do contratante, ou a ocorrência de evento posterior relacionado ao uso deste laudo de avaliação; e Não foram consideradas premissas extraordinárias. Não foram consideradas premissas hipotéticas. Janaina Ribera Alan Constantino -DQDLQD�5LEHUD� )HE������������������*07�� $ODQ�&RQVWDQWLQR� )HE������������������*07�� ~~> > >>——— >>——— >>———~~ Janaina Ribera Alan Constantino Consultora, Retail Coordenador, Retail Cushman & Wakefield, Brasil Cushman & Wakefield, Brasil 5RJHULR�&HUUHWL� )HE������������������*07�� Rogério Cerreti, MRICS, RICS Registered Valuer Diretor, Valuation & Advisory CAU: nº 50812-8
ANEXOS

Anexos Anexo A: Documentação recebida Anexo B: Definições técnicas Anexo C: Fluxo de Caixa Descontado
HEDGE INVESTMENTS |A
ANEXOS

Anexo A: Documentação recebida
HEDGE INVESTMENTS |B

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ANEXOS
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Avaliação de bens: “Análise técnica, realizada por engenheiro de avaliações, para identificar o valor de um bem, de seus custos, frutos e direitos, assim como determinar indicadores de viabilidade de suas utilizações econômica, para uma determinada finalidade, situação e data.” (NBR 14653-1:2001);
Fator comercialização: “A diferença entre o valor de mercado de um bem e o seu custo de reedição ou de substituição, que pode ser maior ou menor do que um”. (NBR 14653-1:2001);
Valor de mercado: Entende-se como “valor de mercado livre” a quantia mais provável pela qual se negociaria voluntariamente e conscientemente um bem, numa data de referência, dentro das condições de mercado vigente. (NBR 14653-1:2001);
Imóvel urbano: “Imóvel situado dentro do perímetro urbano definido em lei”. (NBR 14653:2001);
Empreendimento: “Conjunto de bens capaz de produzir receitas por meio de comercialização ou exploração econômica. Pode ser: imobiliário (por exemplo: loteamento, prédios comerciais/residenciais), de base imobiliária (por exemplo: hotel, shopping center, parques temáticos), industrial ou rural.” (NBR 14653-1:2001);
Empreendimento de base imobiliária: “Empreendimento em imóvel destinado à exploração do comércio ou serviços.” (NBR 14653-4:2002);
Homogeneização: “Tratamento dos preços observados, mediante a aplicação de transformações matemáticas que expressem, em termos relativos, as diferenças entre os atributos dos dados de mercado e os do bem avaliando.” (NBR 14653:2001);
Valor de mercado “as is”: Valor de mercado proposto para uma propriedade em seu estado de conservação, uso e zoneamento atuais à data da avaliação. (Proposed Interagency Appraisal and Evaluation Guidelines, OCC-4820-33-P).
Tempo de exposição: a) O tempo que uma propriedade permanece no mercado para comercialização. b. O tempo estimado que a propriedade em estudo permaneceria ofertada ao mercado até a sua efetiva comercialização pelo valor de mercado da data da avaliação;
Valor de liquidação forçada: Condição relativa à hipótese de uma venda compulsória ou em prazo menor que o médio de absorção pelo mercado;
Finalidade do lado: Fim a que se destina o laudo, motivos elencados pelo contratante (locação, aquisição, alienação, dação em pagamento, permuta, garantia, fins contábeis, seguro, etc.) ao administrativo ou avaliador que o levaram à necessidade de obter um laudo de avaliação;
Estudo de viabilidade técnico-econômica: “avaliação destinada a diagnosticar a viabilidade técnicoeconômica de um empreendimento, com a utilização de indicadores de viabilidade.” (NBR14653-4:2002);
Análise de sensibilidade: “Análise do efeito de variações dos parâmetros do modelo adotado, no resultado da avaliação”. (NBR14653-4:2002);
Valor máximo para seguro: tipo de valor destinado a fins de seguro da propriedade;
Destinatário do laudo: o cliente e outra parte, conforme identificado por nome ou tipo como sendo destinatário do laudo de avaliação em contrato firmado com o contratante;
Imóvel paradigma: imóvel hipotético cujas características são adotadas como padrão representativo da região ou referencial da avaliação. (NBR14653-4:2002); e
Infraestrutura básica: equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário, abastecimento de água potável, de energia elétrica pública e domiciliar e as vias de acesso. (NBR14653-2:2011).
Avaliação de bens: “Análise técnica, realizada por engenheiro de avaliações, para identificar o valor de um bem, de seus custos, frutos e direitos, assim como determinar indicadores de viabilidade de suas utilizações econômica, para uma determinada finalidade, situação e data.” (NBR 14653-1:2001); Fator comercialização: “A diferença entre o valor de mercado de um bem e o seu custo de reedição ou de substituição, que pode ser maior ou menor do que um”. (NBR 14653-1:2001); Valor de mercado: Entende-se como “valor de mercado livre” a quantia mais provável pela qual se negociaria voluntariamente e conscientemente um bem, numa data de referência, dentro das condições de mercado vigente. (NBR 14653-1:2001); Imóvel urbano: “Imóvel situado dentro do perímetro urbano definido em lei”. (NBR 14653:2001); Empreendimento: “Conjunto de bens capaz de produzir receitas por meio de comercialização ou exploração econômica. Pode ser: imobiliário (por exemplo: loteamento, prédios comerciais/residenciais), de base imobiliária (por exemplo: hotel, shopping center, parques temáticos), industrial ou rural.” (NBR 14653-1:2001); Empreendimento de base imobiliária: “Empreendimento em imóvel destinado à exploração do comércio ou serviços.” (NBR 14653-4:2002); Homogeneização: “Tratamento dos preços observados, mediante a aplicação de transformações matemáticas que expressem, em termos relativos, as diferenças entre os atributos dos dados de mercado e os do bem avaliando.” (NBR 14653:2001); Valor de mercado “as is”: Valor de mercado proposto para uma propriedade em seu estado de conservação, uso e zoneamento atuais à data da avaliação. (Proposed Interagency Appraisal and Evaluation Guidelines, OCC-4820-33-P). Tempo de exposição: a) O tempo que uma propriedade permanece no mercado para comercialização. b. O tempo estimado que a propriedade em estudo permaneceria ofertada ao mercado até a sua efetiva comercialização pelo valor de mercado da data da avaliação; Valor de liquidação forçada: Condição relativa à hipótese de uma venda compulsória ou em prazo menor que o médio de absorção pelo mercado; Finalidade do lado: Fim a que se destina o laudo, motivos elencados pelo contratante (locação, aquisição, alienação, dação em pagamento, permuta, garantia, fins contábeis, seguro, etc.) ao administrativo ou avaliador que o levaram à necessidade de obter um laudo de avaliação; Estudo de viabilidade técnico-econômica: “avaliação destinada a diagnosticar a viabilidade técnicoeconômica de um empreendimento, com a utilização de indicadores de viabilidade.” (NBR14653-4:2002); Análise de sensibilidade: “Análise do efeito de variações dos parâmetros do modelo adotado, no resultado da avaliação”. (NBR14653-4:2002); Valor máximo para seguro: tipo de valor destinado a fins de seguro da propriedade; Destinatário do laudo: o cliente e outra parte, conforme identificado por nome ou tipo como sendo
HEDGE INVESTMENTS |C
WAKEFIELD | ANEXOS |
|---|---|
| Anexo C.1: Fluxo de | Caixa Descontado - Operação |
| Para os anos terminando em: FLUXO DE CAIXA DESCONTADO | Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Ano 10 Ano 11 dez-2026 dez-2027 dez-2028 dez-2029 dez-2030 dez-2031 dez-2032 dez-2033 dez-2034 dez-2035 dez-2036 ~~À~~ |
| Total Receita Bruta Potencial Receita Bruta Efetiva | 256.065.146,00 276.609.822,00 296.711.235,00 314.681.214,00 329.251.419,00 342.715.777,00 357.762.913,00 373.410.344,00 389.867.720,00 406.900.345,00 421.878.896,00 249.397.225,00 270.606.940,00 291.406.999,00 309.622.807,00 324.613.876,00 337.918.074,00 352.768.460,00 368.208.290,00 384.444.262,00 401.251.723,00 416.043.212,00 |
| Total Despesas Operacionais Resultado Liquido | -25.731.869,00 -25.562.989,00 -25.965.829,00 -35.945.513,00 -37.044.058,00 -37.620.941,00 -39.230.762,00 -40.903.128,00 -42.659.794,00 -44.476.766,00 -46.080.832,00 223.665.356,00 245.043.951,00 265.441.170,00 273.677.295,00 287.569.818,00 300.297.133,00 313.537.699,00 327.305.162,00 341.784.467,00 356.774.957,00 369.962.380,00 |
| **Cushman & Wakefield& ** Total de Custos de Capital & Locações Fluxo de Caixa Descontado Antes de Dívidas e Impostos | HEDGE INVESTMENTS |
ANEXOS
| Anexo C.1: Fluxo de Caixa Descontado - Expansão | ||
|---|---|---|
| FLUXO DE CAIXA DESCONTADO | ||
| Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Para anos com fim em: jun-2026 jun-2027 jun-2028 jun-2029 jun-2030 jun-2031 jun-2032 jun-2033 jun-2034 | Ano 10 jun-2035 | Ano 11 jun-2036 |
| Total Receita Bruta Potencial 4.980.784,00 4.205.760,00 4.171.346,00 4.359.057,00 4.555.214,00 4.760.199,00 4.974.408,00 5.198.256,00 5.432.178,00 | 5.676.626,00 | 5.684.757,00 |
| Receita Bruta Efetiva 4.714.078,00 4.020.844,00 3.979.033,00 4.158.090,00 4.345.204,00 4.540.738,00 4.745.071,00 4.958.599,00 5.181.736,00 | 5.414.915,00 | 5.423.046,00 |
| Total de Despesas Operacionais -401.284,00 -362.614,00 -363.436,00 -376.764,00 -390.668,00 -417.670,00 -432.802,00 -448.590,00 -465.060,00 Resultado Liquido 4.312.794,00 3.658.230,00 3.615.597,00 3.781.326,00 3.954.536,00 4.123.068,00 4.312.269,00 4.510.010,00 4.716.676,00 Total de Custos de Capital & Locações -1.218.644,00 IT | -482.244,00 4.932.671,00 | -499.420,00 4.923.626,00 |
| **Cushman & Wakefield& ** HEDGE INVESTMENTS | E Fluxo de Caixa Descontado Antes de Dívidas e Impostos 3.094.150,00 3.658.230,00 3.615.597,00 3.781.326,00 3.954.536,00 4.123.068,00 4.312.269,00 4.510.010,00 4.716.676,00 VIA DIG | 4.932.671,00 |