JTPR11 JT Prev D. Hab
Comparar com outros FIIsCadastro atualizado em 04/11/2026 23:00 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
- Variação preço
- N/A
- Última cotação
- N/A
- P/VP
- N/A
- VP R$ 30,81
- Liquidez diária
- N/A
- negociações
- DY
- N/A
- DY Acumulado
- N/A
O JT Prev D. Hab (JTPR11) é um fundo imobiliário residencial negociado na B3, com gestão ativa da PLANNER CORRETORA DE VALORES SA. O patrimônio líquido era de R$ 6,6 milhões no informe mensal de setembro de 2026.
Em relação aos pares
| Indicador | JTPR11 | Residencial | Todos os FIIs |
|---|---|---|---|
| DY 12 meses | — | 10,77% 8 FIIs | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | — | 0,72 14 FIIs | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | — | 23,88% 7 FIIs | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 04:22.
Informações básicas
- Razão Social
- JT PREV FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO D. HAB
- CNPJ
- 23.876.086/0001-16
- Patrimônio
- R$ 6.613.229,37
- Tipo de gestão
- Ativa
- CategoriaClassificação do Kartac pelo maior grupo de ativos do informe mensal: tijolo (imóveis), papel (CRI), fundo de fundos...
- Não identificada
- SegmentoSegmento de atuação declarado pelo administrador no informe trimestral da CVM. Não tem opção para papel nem fundo de fundos, que costumam aparecer como Outros ou Multicategoria
- Residencial
- Data de início
- 16/11/2016
- Prazo
- 16/11/2021
- Público alvo
- Investidores em Geral
- Taxa de administraçãoRemuneração efetivamente paga ao administrador no exercício, conforme o informe anual
- 1,27% do patrimôniopaga no exercício de 2026
- Cotas emitidas
- 214.675
- Quantidade de cotistas
Prestadores de serviços
- Administrador
- PLANNER CORRETORA DE VALORES S.A.
- Gestor
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
- Custodiante
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
- Auditor Independente
- Confiance Auditores Independentes
Histórico de indicadores
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Investimentos do fundo
Informe mensal de setembro de 2026
- Total investido
- R$ 5.458.802,04
- Cotas de sociedades imobiliáriasR$ 5,5 mi100,00%
Endividamento e caixa
Informe mensal de setembro de 2026
- Passivo totalTudo o que o fundo deve: imóveis a pagar, CRIs emitidos, rendimentos e taxas a pagar
- R$ 135 mil2,00% do ativo
- Caixa e aplicações de liquidezDisponibilidades, títulos e fundos de renda fixa
- R$ 1,29 mi19,11% do ativo
- Valores a receberAluguéis, vendas de imóveis e outros valores a receber
- R$ 34,3
Análise do administrador
Publicada em 21/08/2026 no relatório anual de 2026
Resultado do fundo no exercício findo
No exercicio encerrado em 30 de junho de 2026, o Fundo apresentou um Lucro Líquido de R$ 1.714.094,39.
Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo
Entre julho de 2025 e junho de 2026, o mercado imobiliário brasileiro apresentou resiliência, mas em um ambiente de juros elevados e crédito mais restritivo. A Selic permaneceu em 15% ao ano durante boa parte do período e só começou a recuar em 2026, encerrando junho em 14,25%. Esse cenário limitou o financiamento e contribuiu para uma desaceleração da valorização dos imóveis. No mercado residencial, os preços continuaram subindo, porém em ritmo moderado. No primeiro semestre de 2026, o FipeZAP acumulou alta de aproximadamente 2,4%, abaixo da inflação do período. Em 12 meses, a valorização permanecia próxima de 5,6%, mostrando perda de força em relação a 2025. O comportamento foi desigual entre as cidades, com algumas capitais apresentando valorização significativamente superior à média nacional. O mercado de locação apresentou desempenho mais robusto. Os aluguéis residenciais acumularam alta de 5,24% no primeiro semestre de 2026, superando a inflação. A dificuldade de acesso à compra financiada manteve parte da demanda direcionada para a locação, sustentando os preços. O crédito imobiliário também mostrou resistência, apesar do custo elevado do dinheiro. O segmento popular, impulsionado pelo Minha Casa, Minha Vida e pelos recursos do FGTS, permaneceu como importante sustentação da atividade, enquanto o mercado de médio e alto padrão sofreu maior influência dos juros. Na construção civil, os custos continuaram pressionando as incorporadoras, embora em ritmo menos intenso que no período anterior. A combinação de custos elevados, crédito caro e demanda mais seletiva exigiu maior cautela nos lançamentos e na formação de preços. No mercado de capitais, os fundos imobiliários apresentaram recuperação ao longo do período, beneficiados pela expectativa de redução dos juros, embora ainda enfrentassem a forte concorrência da renda fixa. Em síntese, entre julho de 2025 e junho de 2026, o setor imobiliário brasileiro permaneceu resiliente, mas perdeu ritmo. Os preços de venda avançaram moderadamente, os aluguéis tiveram desempenho mais forte e o crédito continuou sustentando o mercado, especialmente no segmento popular. O início da redução da Selic trouxe uma perspectiva mais favorável para o segundo semestre de 2026, mas a recuperação do mercado dependeria da continuidade da queda dos juros e da melhora das condições de financiamento.
Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira
Para o período entre julho de 2026 e junho de 2027, a perspectiva para o mercado imobiliário brasileiro é de continuidade do crescimento, porém em ritmo moderado e com diferenças importantes entre os segmentos. O principal fator de influência será a trajetória dos juros. As projeções do mercado indicam Selic em torno de 13,75% ao final de 2026 e 12% ao final de 2027, sugerindo uma redução gradual do custo do dinheiro, mas ainda distante de um cenário de crédito barato. Nesse ambiente, os preços dos imóveis residenciais tendem a continuar avançando, mas sem uma valorização generalizada e muito acima da inflação. A oferta restrita em determinadas regiões, o crescimento dos custos de construção e a demanda estrutural por moradia devem contribuir para sustentar os preços. Já o mercado de locação deve permanecer relativamente aquecido, beneficiado pela dificuldade de parte das famílias em acessar o financiamento imobiliário. O crédito deverá continuar sendo um dos principais motores do setor, especialmente por meio do Minha Casa, Minha Vida e dos recursos do FGTS. Para as famílias de renda média e alta, entretanto, o financiamento continuará mais caro, exigindo maior capacidade de entrada e comprometimento de renda. A transição para um novo modelo de funding imobiliário, com maior participação de instrumentos do mercado de capitais, também será um dos acontecimentos relevantes do período, embora possa manter o custo do crédito pressionado enquanto os juros permanecerem elevados. Na construção civil, a expectativa é de continuidade dos lançamentos, mas com maior seletividade por parte das incorporadoras. Custos de mão de obra, materiais, terrenos e financiamento continuarão pressionando as margens, favorecendo empresas com maior eficiência operacional e acesso a capital. O segmento econômico tende a apresentar desempenho mais consistente, enquanto os empreendimentos voltados à classe média poderão sentir mais diretamente os efeitos do crédito caro. Os fundos imobiliários também poderão se beneficiar gradualmente da queda dos juros. A redução da Selic tende a diminuir a vantagem relativa da renda fixa e aumentar a atratividade dos FIIs, especialmente daqueles com ativos de qualidade e capacidade de geração recorrente de renda. Ainda assim, a recuperação deverá ocorrer de forma seletiva e dependerá da velocidade dos cortes de juros e da percepção de risco fiscal. Em síntese, entre julho de 2026 e junho de 2027, espera-se um mercado imobiliário **resiliente, porém seletivo**. A queda gradual dos juros poderá melhorar as condições de financiamento e favorecer os FIIs, enquanto o Minha Casa, Minha Vida e o FGTS continuarão sustentando boa parte da demanda. Por outro lado, juros ainda elevados, inflação acima da meta e incertezas fiscais deverão impedir uma expansão mais acelerada. O cenário mais provável é de **crescimento moderado, aluguéis firmes, valorização imobiliária controlada e recuperação gradual do crédito e dos investimentos imobiliários**.
Documentos
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (JTPR) Aviso aos Cotistas - 29/10/2026 | Aviso aos Cotistas | 29/10/202629/10/2026 14:51 | 1 | (Ativo) | |
| (JTPR) Aviso aos Cotistas - 25/09/2026 | Aviso aos Cotistas | 25/09/202625/09/2026 13:36 | 1 | (Ativo) | |
| (JTPR) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202614/10/2026 12:25 | 1 | (Ativo) |
| (JTPR) Aviso aos Cotistas - 27/08/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/08/202627/08/2026 11:58 | 1 | (Ativo) | |
| (JTPR) Informe Mensal Estruturado - 08/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/08/202611/09/2026 16:18 | 1 | (Ativo) |
| (JTPR) Aviso aos Cotistas - 27/07/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/07/202627/07/2026 12:05 | 1 | (Ativo) | |
| (JTPR) Informe Mensal Estruturado - 07/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/07/202613/08/2026 17:17 | 1 | (Ativo) |
| (JTPR) Demonstrações Financeiras - 30/06/2026 | Informes Periódicos | Demonstrações Financeiras | 30/06/202628/09/2026 22:20 | 1 | (Ativo) |
| (JTPR) Informe Trimestral Estruturado - 30/06/2026 | Informes Periódicos | Informe Trimestral Estruturado | 30/06/202613/08/2026 12:11 | 1 | (Ativo) |
| (JTPR) Aviso aos Cotistas - 25/06/2026 | Aviso aos Cotistas | 25/06/202625/06/2026 10:59 | 1 | (Ativo) |
Perguntas frequentes sobre o JTPR11
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
Qual o patrimônio líquido do JTPR11?
O patrimônio líquido do JTPR11 era de R$ 6,6 milhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 214.675 cotas.