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Relatório Gerencial XPML11 de janeiro de 2026

Relatório Gerencial do XP Malls (XPML11), fundo imobiliário de shoppings, referente a janeiro de 2026, com entrega no FundosNet (B3) em 12/02/2026. No pregão de 04/11/2026, a cota do XPML11 fechou a R$ 94,65, com P/VP de 0,88 (valor patrimonial de R$ 107,36 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,92 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 10,69% sobre a cotação de 04/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 6,9 bilhões no informe mensal de setembro de 2026. Os indicadores são os mais recentes da base do Kartac, não os do período do documento.

Informações

Fundo
XP MALLS -10,28%
CNPJ
28.757.546/0001-00
Tipo
Relatórios
Assunto
Relatório Gerencial
Data de referência
31/01/2026
Data de entrega
12/02/2026 18:49
Versão
1
Situação
(Ativo)

Conteúdo

Figura do documento

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Objetivo do Fundo:

O XP Malls FII tem como objetivo a obtenção de renda por meio da exploração imobiliária de shopping centers, bem como o ganho de capital, mediante a compra e venda de shopping centers, conforme detalhado no Regulamento do Fundo.

Informações Gerais:

Início do Fundo:

28/12/2017

CNPJ:

28.757.546/0001-00

Código B3:

XPML11

Patrimônio Líquido:

R$ 6.333.860.101

Quantidade Cotistas:

679.735

ISIN:

BRXPMLCTF000

Categoria ANBIMA – Foco de Atuação:

FII de Renda Gestão Ativa – Shopping Centers

Gestor:

XP Vista Asset Management Ltda.

Administrador:

XP Investimentos CCTVM S.A.

Taxa de Administração:

0,75% a.a. conforme previsto em Regulamento.

Taxa de Performance:

20% do que exceder o benchmark

Benchmark:

IPCA + 6,0% a.a.

Figura do documento

Comentário do Gestor

O mês de dezembro, tradicionalmente impulsionado pelas compras de Natal, representou o principal período do calendário varejista e encerrou 2025 com forte engajamento dos consumidores nos shopping centers . Ao longo do mês, administradoras e lojistas intensificaram campanhas promocionais, ações temáticas e ativações voltadas às famílias, o que contribuiu para o aumento do fluxo e para a consolidação do consumo presencial. Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), o varejo brasileiro apresentou crescimento nominal no período de 2,6%, em comparação ao mesmo período do ano anterior, refletindo o impacto positivo da sazonalidade e a resiliência do consumo, mesmo em um ambiente macroeconômico ainda marcado por juros elevados e maior seletividade do consumidor.

No setor de shopping centers , o desempenho de dezembro coroou um ano de evolução operacional consistente. Ao longo de 2025, o segmento se beneficiou de elevados níveis de ocupação, fortalecimento do mix de lojas e maior participação de categorias como serviços, alimentação e entretenimento, que ampliaram a recorrência de visitas e o tempo de permanência dos consumidores. As principais datas do varejo ao longo do ano — como Páscoa, Dia das Mães, Dia das Crianças, Black Friday e Natal — reforçaram o papel dos shoppings centers como plataformas completas de consumo, lazer e experiência, consolidando a trajetória de recuperação e resiliência do setor.

Para 2026, as perspectivas permanecem construtivas, ainda que exijam disciplina e seletividade diante do cenário macroeconômico. A expectativa de maior previsibilidade econômica, aliada à manutenção do consumo presencial e ao amadurecimento das estratégias comerciais dos lojistas, tende a favorecer shopping centers bem posicionados e com gestão ativa. O XP Malls segue focado na preservação da liquidez, na geração recorrente de caixa e na avaliação criteriosa de oportunidades que contribuam para o fortalecimento do portfólio, sempre com o objetivo de entregar resultados consistentes e alinhados aos interesses dos cotistas.

Os principais indicadores operacionais e financeiros do Fundo tiveram uma performance positiva no mês de dezembro/25. Em relação a Vendas/m² (R$ 2.681/m²) e NOI Caixa/m² (R$ 167/m²), tivemos crescimentos de 11,8% e 20,5%, respectivamente, quando comparado ao mesmo período de 2024. Além desses indicadores, os índices Same Store Sales e Same Store Rent , métricas que comparam as vendas e aluguéis do mesmo grupo de lojas em um período com os dados do ano anterior, cresceram 0,5% e 4,3%, respectivamente.

Apresentamos no relatório gerencial do XP Malls o guidance para a distribuição de rendimentos do Fundo para o próximos semestre ( Página 4) , uma análise do ano de 2025 e as perspectivas da gestão para 2026 ( Página 5 ), a estrutura atualizada do XP Malls ( Página 6) e, ainda, o cronograma de desembolsos e recebimentos do Fundo até 2027 ( Página 7 ).

O XP Malls encerrou o mês de dez/25 com um resultado acumulado não distribuído de aproximadamente R$ 2,70/cota, considerando também os saldos no Omni Malls FII e NeoMall FII, ambos integralmente detidos pelo Fundo. O resultado do mês de dezembro foi positivamente impactado pela geração de ganho de capital na conclusão da alienação de 9 participações para o fundo Riza Malls, conforme Fato Relevante .

Por fim, anunciamos que a tabela de Fluxo Financeiro demonstrada abaixo passará a demonstrar o resultado gerado da estrutura completa do XP Malls (incluindo os FIIs acessórios Neomall e Omni Malls, integralmente detidos pelo XP Malls) em cada período.

Distribuição de Rendimentos

No dia 16/01/26 o Fundo divulgou a distribuição de R$ 0,92¹ por cota, com pagamento em 23/01/26 para os detentores de cotas em 16/01/26.

Conforme previsto em regulamento, o Fundo deverá distribuir no semestre um montante igual ou superior a 95% dos lucros apurados segundo o regime de caixa, evidenciando a conformidade da política de distribuição de rendimentos do Fundo com a legislação vigente (Art. 10 da Lei 8.668/93) que determina a distribuição de, no mínimo, 95% do resultado financeiro semestral.

Fluxo Financeiro ⁴Dez/25Ano12 meses
Receitas²208.456.093863.060.366863.060.366
Receita Imobiliária55.480.393624.999.184624.999.184
Lucro Imobiliário *150.496.575191.129.530191.129.530
Receitas FII1.437.02024.281.38424.281.384
Receita Renda Fixa1.042.10522.650.26822.650.268
Despesas³-27.399.938-135.205.825-135.205.825
Despesas Operacionais-22.356.953-77.634.066-77.634.066
Despesa Financeira-5.042.985-57.571.759-57.571.759
Reserva de Contingência000
Resultado181.056.155727.854.541727.854.541
Rendimento distribuído53.875.067628.292.825628.292.825
Distribuição média / cota0,920,920,92
Rendimento distribuído a Direitos de
Preferência de Ofertas concluídas
0971.442971.442

¹ Valor do rendimento por cota de R$ 0,92. ²Receitas de Locação: considera o resultado operacional líquido dos empreendimentos do portfólio, isto é, a receita bruta (aluguel mínimo, aluguel variável, mall, mídia, receitas comerciais e estacionamento) menos os custos operacionais (auditoria de lojas, taxas de prestação de serviços, honorários advocatícios, aportes condominiais, fundo de promoção, etc). Considera eventuais adiantamentos e ajustes que tenham composto os rendimentos distribuídos. Lucros Imobiliários: diferença entre valor de venda e valor de compra de ativos imobiliários, incluindo investimentos em benfeitorias. Receitas FII: considera rendimentos distribuídos, ganhos e perdas de capital. ³Despesas Operacionais: relacionadas propriamente ao Fundo, incluindo taxa de administração, custódia, gestão e escrituração, assessoria técnica, imobiliária e contábil, honorários advocatícios, taxas da CVM, SELIC, CETIP e B3, IR sobre ganho de capital, etc; Despesa Financeira: considera os encargos do Fundo com os CRI. ⁴ A tabela de Fluxo Financeiro demonstrada acima soma o resultado gerado da estrutura completa do XP Malls (incluindo os FIIs acessórios Neomall e Omni Malls, integralmente detidos pelo XP Malls) em cada período.

Fonte: XP Asset Management

Figura do documento

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Guidance de Distribuição de Rendimentos

O gráfico abaixo apresenta o histórico de distribuição mensal por cota do XP Malls e o resultado acumulado não distribuído.

Figura do documento

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O gráfico abaixo apresenta o guidance de distribuição de rendimentos do XP Malls até o encerramento do próximo semestre, com o intuito de oferecer maior previsibilidade ao cotista, ao mesmo tempo em que preserva a flexibilidade necessária para ajustes de acordo com a evolução dos resultados e das condições de mercado.

Figura do documento

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O setor de shopping centers em 2025

O ano de 2025 mais uma vez demonstrou a resiliência do setor brasileiro de shopping centers , marcado por crescimento nominal de vendas, estabilidade operacional e fortalecimento do papel dos empreendimentos como hubs de conveniência, serviços e experiência. De acordo com o Censo da Abrasce, o faturamento total do setor atingiu R$ 200,9 bilhões, a taxa média de ocupação permaneceu próxima de 95%, a inadimplência seguiu em patamares historicamente baixos e o tempo médio de permanência alcançou 80 minutos, esses indicadores refletem a maior qualificação do fluxo de pessoas e do consumo.

Nesse contexto, o portfólio do XP Malls encontra-se particularmente bem posicionado frente às tendências estruturais da indústria. O Fundo concentra sua exposição em ativos dominantes, localizados majoritariamente nas principais regiões metropolitanas do país, com destaque para o Sudeste, a região que concentra a maior densidade de ABL e o maior volume de vendas do setor. Em um ambiente de crescimento moderado, porém consistente, ativos líderes tendem a capturar de forma desproporcional o incremento de vendas, o ganho de market share e a demanda das principais marcas por expansão física, reforçando sua resiliência operacional.

Adicionalmente, observa-se clara convergência entre a estratégia do XP Malls e a evolução do modelo de negócios do setor. O Censo da Abrasce evidencia o avanço do da mudança do setor para uma plataforma integrada de serviços e convivência, com maior integração a gastronomia, entretenimento e serviços, consolidando os shoppings centers como uma alternativa que vai muito além das compras. O portfólio do Fundo já apresenta forte aderência a esse modelo, com empreendimentos que combinam varejo, lazer, alimentação qualificada, conveniência e serviços, promovendo recorrência de fluxo, aumento do tempo de permanência e maior relevância no cotidiano do consumidor. E cada vez mais o papel das administradoras dos empreendimentos, em conjunto aos lojistas, em buscar alternativas criativas e alinhadas aos anseios do público alvo se mostram efetivas e com resultados acima do esperado.

Por fim, a consolidação de um consumidor mais seletivo, que em média visita menos, mas permanece por mais tempo e consome com maior ticket médio, favorece ativos premium , nos quais experiência, curadoria de marcas e qualidade do ambiente se tornam diferenciais competitivos relevantes. Ao priorizar ativos de alto padrão construtivo e excelência operacional, o XP Malls mantém exposição estrutural ao segmento mais beneficiado por essa mudança comportamental, reforçando sua capacidade de geração sustentável de resultado no médio e longo prazo.

Fonte: XP Asset Management

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Estrutura do XP Malls

A estrutura do XP Malls é composta por veículos de investimentos utilizados para otimizar a gestão e governança do portfólio. Além das participações diretas nas frações ideais de shopping centers e SPEs, o fundo detém 100% das cotas dos FIIs Omni Malls e Neomall , utilizados como veículos estratégicos para a aquisição e administração de participações em shopping centers.

Além disso, esses FIIs auxiliam na gestão de resultado acumulado e equalização de dividendos ao longo do tempo . Por ser o único cotista desses dois fundos, o XP Malls possui autonomia para deliberar sobre a retenção ou distribuição do resultado gerado pelos ativos alocados em cada veículo. Essa política contribui para uma distribuição mais estável e previsível de rendimentos aos cotistas do XP Malls, mitigando oscilações mensais decorrentes de sazonalidades operacionais típicas do setor de shopping centers .

Dessa forma, os FIIs Omni e Neomall funcionam como instrumentos de gestão ativa de resultado , garantindo maior consistência no pagamento de dividendos. Essa estrutura permite que o fundo preserve liquidez, mantenha previsibilidade de proventos e alinhe sua política de distribuição à estratégia de longo prazo de geração sustentável de valor.

Figura do documento

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Cronograma de Desembolsos e Recebimentos do Fundo¹

O gráfico abaixo demonstra as obrigações e recebimentos do fundo após compromissos assumidos com base em transações realizadas.

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Caixa e disponibilidades ² 2ª Parcela - Pátio Higienópolis 3ª Parcela - Jundiaí Shopping 2ª Parcela - Portfólio Capitânia Encerramento de 2026 2ª Parcela - Allos ³ 3ª Parcela - Pátio Higienópolis 3ª Parcela - Portfólio Capitânia Encerramento de 2027

Vale ressaltar que as parcelas se referem a transações realizadas para adquirir ativos de qualidade, os quais contribuíram para uma evolução quantitativa e qualitativa do Fundo, melhorando seus indicadores operacionais e promovendo uma diversificação e qualificação ainda maior do portfólio. O XP Malls FII é reconhecido como um Fundo de portfólio de alta qualidade e a gestora buscou seguir essa tendência com as últimas aquisições, algo que inclusive pode ser observado pela geração mensal de resultados que reflete a boa performance do portfólio e da melhoria dos KPIs por m² do portfólio.

Nesse gráfico, não é considerado a amortização da dívida que pode ser pago com a possível retenção de 5% do resultado, demonstrado na Página 9 .

PrazoAquisiçãoValor (R$ mm)4Data de PagamentoFato Relevante
20262ª Parcela – Shopping Pátio Higienópolis40,4Abr/26Link
3ª Parcela – Jundiaí Shopping66,5Jun/26Link
2ª Parcela – Portfólio Capitânia39,2Out/26Link
20272ª Parcela – Portfólio Allos ³167,7Jan/27Link
3ª Parcela – Shopping Pátio Higienópolis40,4Abr/27Link
3ª Parcela – Portfólio Capitânia39,2Out/27Link

¹ Os valores expostos acima são estimativas e não consideram custos de ITBI e ocorrência de Earn-out para desembolsos ou recebimentos. | ² Estão sendo considerados a posição de caixa dos FIIs acessórios ao XP Malls (Omni Malls e NeoMall) e as posições líquidas de outros FIIs detidos pelo Fundo em 30/01/26 | ³ A 2ª Parcela da Allos pode ser adiada por mais 1 ano, com a correção de CDI +1,5% a.a. | 4 Considera-se os reajustes aplicáveis nas parcelas até dezembro/25.

Figura do documento

Resultado financeiro¹ e Distribuição por cota nos últimos 12 meses

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¹ O resultado financeiro é calculado com base no resultado gerado da estrutura completa do XP Malls (incluindo os FIIs acessórios Neomall e Omni Malls, integralmente detidos pelo XP Malls) em cada período. | As despesas operacionais incluem o uso ou recomposição da reserva de contingência.

Evolução do Valor da Cota e Volume Médio Diário de Negociação Fonte: XP Asset Management

Abaixo, observa-se a representação gráfica da comparação entre a evolução do valor de mercado e patrimonial da cota e o volume médio diário de negociação das cotas nos últimos 13 meses:

Figura do documento

Fonte: BMF&FBOVESPA / Infomoney / * Cota patrimonial dez/25 pendente de atualização.

Liquidez

As cotas do Fundo são listadas em bolsa para negociação no mercado secundário sob o código XPML11.

No mês, ocorreram 2,9 milhões de negociações, movimentando um volume de aproximadamente R$ 321 milhões.

A liquidez média diária, de R$ 15,3 milhões, foi 13,6% abaixo da verificada no mês anterior.

A cota encerrou o mês de jan/26 a R$ 110,75 .

XP Malls FIIJan/2612 meses
Presença em pregões100%100%
Volume negociado R$321.736.9383.136.714.614
Número de Negócios2.934.35530.073.346
Giro (% do total de cotas)5,0%51,3%
Valor de mercado6.485.503.941
Quantidade de cotas58.559.855

Fonte: BMF&FBOVESPA / Bloomberg

Figura do documento

Rentabilidade

Abaixo o gráfico do retorno total do XP Malls (XPML11), IFIX e o CDI Líquido² desde o início do Fundo em dez/17.

Figura do documento

Jan/26Ano12 mesesDesde o
início
XPML¹2,57%2,57%24,13%101,58%
IFIX2,17%2,17%28,64%73,41%
CDI
(Líquido)²
0,99%0,99%12,04%76,97%

¹ Retorno Total do XPML: Valorização da cota + Rendimentos;

² 15,00% de alíquota

Fontes: ANBIMA / BMF&FBOVESPA / Bloomberg

Carteira de Ativos

Investimento por classe de ativo (R$ mil)

Figura do documento

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Fonte: XP Asset Management / Data Base: Nov/25 / Valores apresentados como "Caixa" não consideram o saldo de caixa do Omni Malls FII e NeoMall FII, ambos integralmente detidos pelo Fundo.

Obrigações (CRIs) do Fundo

ObrigaçõesSecuritizadoraCódigo (IF)Saldo Devedor
(R$´MM)
PrazoAquisiçãoIndexadorVcto.Periodicidade de
Pagamento
CRI – CatarinaOPEA18J0797066147,915 anosOut/18IPCA + 7,30 % (a.a.)Out/33Mensal
CRI – Cidade JardimOPEA18J0796632158,115 anosOut/18IPCA + 7,30 % (a.a.)Out/33Mensal
CRI – Shopping da BahiaOPEA21L0846634177,515 anosDez/21IPCA + 6,87 % (a.a.)Dez/36Mensal *
CRI – Shopping da BahiaOPEA21L084823956,315 anosDez/21CDI + 2,75 % (a.a.)Dez/36Mensal *

(*) Conforme divulgado no Fato Relevante de 26/01/24, o Fundo realizou o pagamento de uma amortização extraordinária de aproximadamente R$ 88 mm nos CRIs das 469ª e 470ª série da 1ª Emissão da True Securitizadora S.A.

Fluxo de Amortização estimado consolidado¹ do XP Malls, considerando as obrigações descritas na tabela acima (R$ mil):

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(**) A linha pontilhada representa 5% de geração de resultado do Fundo exibida na Página 3 nos últimos 12 meses, que pode ser retido e utilizado para amortização de dívidas.

Fonte: XP Asset Management. ¹Valores em R$ Mil

Figura do documento

Indicadores Operacionais e Financeiros – Dezembro/2025

A seguir os indicadores operacionais e financeiros referentes ao mês de Dezembro/25.

Indicadores
Operacionais
Dez-25Ano (2025)12 meses
ABL Total (m2
)
1.020.979986.573986.573
ABL Próprio (m2
)¹
253.816325.396325.396
Vendas Totais (R$)²2.556.101.74620.718.060.78820.718.060.788
Vendas/m2 média (R$)2.6811.7461.746
NOI Caixa (R$) Acumulado45.456.238488.136.778531.642.921
NOI Caixa/m2
(R$) médio
167136136
Fluxo de Veículos1.019.44012.597.35012.597.350
Custo de Ocupação médio (%)9,6%11,9%11,9%
Descontos / Faturamento médio (%)1,9%2,7%2,7%
Vacância (% ABL) média3,0%4,1%4,1%
Inadimplência Líquida (%)-2,0%1,5%1,5%

Confira o Glossário ( página 18 ) para compreender a metodologia de cálculo dos indicadores operacionais acima.

Custo de Ocupação (%) e Descontos (%)

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Inadimplência Líquida (%) e Vacância (% ABL)

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Vacância Inadimplência Líquida

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XPML11

Indicadores Operacionais e Financeiros - Dezembro/2025

NOI Caixa (R$) / m<sup>2</sup>

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Vendas (R$) / m<sup>2</sup>

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Same Store Sales (SSS) - Vendas Mesmas Lojas

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Same Store Rent (SSR) - Alugueis Mesmas Lojas

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Shopping Centers

Carteira

Em dezembro / 25 a carteira imobiliária (conforme metodologia de cálculo explicada no glossário na página 18 ) do Fundo era composta por 24 shopping centers , os quais possuem, em conjunto, Área Bruta Locável (ABL) de aproximadamente 1.020 mil m² e mais de 5.200 lojas. A ABL Própria do Fundo, por sua vez, totalizou aproximadamente 253.000 m².

Os gráficos abaixo ilustram a diversificação do portfólio investido em contribuição destes para o NOI do Fundo, em administradores e por região do país.

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¹ Complexo Tatuapé = Shopping Metrô Tatuapé e Shopping Metrô Boulevard Tatuapé.

Diversificação Regional (% de ABL)

Diversificação por administradores (% de ABL)

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Histórico de Transações

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Dez/17 Mar/18 Out/18

Aquisição de 35,0% do Caxias Shopping

Aquisição de 8,0% do Shopping Cidade São Paulo

Aquisição de 25,0% do Parque Shopping Belém

Aquisição de participações em 4 shopping centers da JHSF:

• Shopping Cidade Jardim – 16,99% • Catarina Fashion Outlet – 32,00%

• Shopping Bela Vista – 24,99% • Shopping Ponta Negra – 39,99%

participação de 17,99% do Catarina Fashion Outlet

Aumento de

Abr/19

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Aquisição de 18,71% do Interncional Shopping

Aquisição dos blocos 5, 7 e 17 do Downtown (RJ) Aquisição de 45% do Natal Shopping

Aquisição de 10,0% do Plaza Sul Shopping

Jan/20 Out/19 Ago/19 Mai/19

Aquisição de 15,0% do Santana Parque Shopping

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Alienação de 25,0% do Parque Shopping Belém

Aumento de participação de 1,19% do Internacional Shopping

Out/20 Dez/20 Jun/21 Dez/21

Aquisição de 30,0% do CJ Shops Jardins

Aquisição de 40,0% do Shopping Estação BH Aquisição de 27,72% das cotas do FII Via Parque Shopping

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Jul/23

Aumento de participação de 3,00% no Shopping Cidade Jardim

Aumento de participação de 3,05% no Shopping da

Fev/23

Bahia

Alienação de 10,0% do Catarina Fashion Outlet

Dez/22

Aquisição de 25,0% do Campinas Shopping

Fev/22

Aquisição de 9,05% do Shopping da Bahia

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Histórico de Transações

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Alienação de participações em 9 shopping centers:

• Tietê Plaza Shopping – 45,00% • Partage Santana Shopping – 15,00% • Campinas Shopping – 25,00% • Grand Plaza Shopping – 20,00% • Caxias Shopping – 17,50% • Shopping Downtown – 100,00% • Shopping Metropolitano Barra – 40,00% • Shopping Ponta Negra – 39,99%

• Shopping Bela Vista – 14,31%

Alienação de 23,00% do Shopping D

Alienação de 4,81% do Internacional Shopping Guarulhos

Aquisição de participações em 4 shopping centers :

  • Shopping Praia de Belas 10,00%
  • Shopping Metrô Tatuapé 4,53%
  • Shopping Boulevard Metrô Tatuapé 15,00%
  • Shopping Iguatemi Bosque 5,50%

¹ Essa aquisição, somada com a conversão de R$120mm do CRI Faria Lima, resultou em uma participação de 32,50% na Torre FL Shops e 21,47% no Shops Faria Lima.

XP Malls FII XPML11

Shopping Centers em Operação

São Paulo, SP

Shopping Cidade Jardim

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Av. Magalhães de Castro, 12.000

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: JHSF 47.080 m² 177 16,99% 2008

Shopping Cidade São Paulo

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Av. Paulista, 1.230

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: SYN 16.906 m² 147 40,00% 2015

São Paulo, SP Tietê Plaza Shopping

Figura do documento

Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: SYN 37.000 m² 201 45,00% 2013

São Paulo, SP Shops Jardins

São Paulo, SP

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Rua Haddock Lobo, 1.625

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: JHSF 4.499 m² 99 30,00% 2020

São Paulo, SP Plaza Sul Shopping

Figura do documento

Praça Leonor Kaupa, 100

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Allos 24.039 m² 207 34,90% 1994

São Paulo, SP

Figura do documento

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Rua Leopoldo Couto de Magalhães, 912

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: JHSF TBD TBD

Participação: Inauguração: 32,5% e 21,47%* Previsão 2026

* Partcipação de 32,50% na Torre FL Shops e 21,47% no Shopping FL Shops.

São Paulo, SP

Shopping Metrô Boulevard Tatuapé

R. Gonçalves Crespo, 78

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: AD Shoppings 18.920 m² 300 15,00% 2007

São Paulo, SP

Shopping Metrô Tatuapé

Figura do documento

Administrador:

Rua Domingos Agostim, 91

ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: AD Shoppings 36.462 m² 300 4,53% 1997

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Av. Higienópolis, 618

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Iguatemi 34.992 m² 260 10,04% 1999

São Roque, SP Catarina Fashion Outlet

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Rodovia Castello Branco, km 60

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: JHSF 50.835 m² 265 39,99% 2014

Santo André, SP Grand Plaza Shopping

Figura do documento

Av. Industrial, 600

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: SYN 72.000 m² 300 31,00% 1997

Guarulhos, SP Internacional Shopping

Figura do documento

Rodovia Presidente Dutra, saída

225 - s/n

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Gazit 75.721 m² 390 15,09% 1998

XP Malls FII XPML11

Shopping Centers em Operação

Jundiaí, SP

JundiaíShopping

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Av. 9 de Julho, 3.333

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Multiplan 36.473 m² 225 25,00% 2012

Rio de Janeiro, RJ Via Parque Shopping

Figura do documento

Av. Ayrton Senna, 3.000

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Inauguração: Alqia 57.000 m² 211 1993

Rio de Janeiro, RJ Carioca Shopping

Figura do documento

Av. Vicente de Carvalho, 909

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Allos 33.918 m² 212 20,00% 2001

Rio de Janeiro, RJ

Shopping Metropolitano Barra

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Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: SYN 44.035 m² 196 30,00% 2013

Uberlândia, MG Uberlândia Shopping

Figura do documento

Av. Paulo Gracindo, 15

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Alqia 53.490 m² 196 40,00% 2012

Rio de Janeiro, RJ Shopping Tijuca

Figura do documento

Av. Maracanã, 987

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Allos 35.476 m² 248 10,00% 1996

Natal, RN Natal Shopping

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Av. Sem. Salgado Filho, 2.234

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Ancar Ivanhoe 28.363 m² 170 45,00% 1992

Belo Horizonte, MG Shopping Estação BH

Figura do documento

Av. Cristiano Machado, 11.833

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Allos 37.530 m² 239 40,00% 2012

Manaus, AM Shopping Ponta Negra

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Av. Coronel Texeira, 5.705

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: HBF 36.837 m² 152 39,99% 2013

Curitiba, PR Shopping Estação

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Av. Sete de Setembro, 2.775

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Tacla 27.663 m² 149 35,00% 1997

Fortaleza, CE

Shopping Iguatemi Bosque

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Av. Washington Soares, 85

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: JCC 90.079 m² 480 5,50% 1982

Porto Alegre, RS

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Av. Praia de Belas, 1.481

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Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Iguatemi 47.704 m² 235 23,00% 1991

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Shopping Centers em Operação

Salvador, BA

Shopping Bela Vista

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Alameda Euvaldo Luz, 92

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: JHSF 51.145 m² 191 24,99% 2012

Salvador, BA Shopping da Bahia

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Av. Tancredo Neves, 148

Administrador: ABL Total: Qtde. lojas: Participação: Inauguração: Allos 70.509 m² 418 18,10% 1975

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Glossário

Com o objetivo de complementar as informações descritas nos gráficos acima, a tabela a seguir apresenta os demais indicadores operacionais da carteira de investimentos do Fundo.

Indicadores Operacionais

Net Operating Income ou NOI :

Abrasce: Associação Brasileira de Shopping Centers .

Área Bruta Locável ou ABL: Refere-se à soma de todas as áreas de um shopping disponíveis para locação, com a exceção dos

quiosques e áreas comerciais de propriedades de terceiros.

ABL Próprio: Refere-se ao ABL total do empreendimento ponderado pela participação do Fundo no Shopping

Center .

Capex : Capital Expenditure , é o valor do investimento destinado para uma revitalização, expansão ou

aquisição de um Shopping Center .

Custo de Ocupação: Aluguel (mínimo + percentual) + encargos comuns (condomínio) + fundo de promoção dividido pelas

vendas totais, ou seja, é o custo total de uma loja como percentual de vendas.

Cap rate : É o valor da renda anual do Shopping Center , medida pelo NOI , dividida pelo valor do investimento.

Inadimplência Líquida: Leva em consideração não apenas os valores recebidos referentes aos vencimentos do mês como também de boletos em aberto de vencimentos anteriores, ou seja, é a relação entre o total faturado

no mês e o total recebido referente ao mês e a meses anteriores.

Leasing Spread : Comparação entre o aluguel mínimo médio do novo contrato e o último aluguel mínimo faturado do

contrato antigo para o mesmo espaço.

Mall : Aluguel de áreas comuns (corredores) dos Shoppings Centers para a colocação de stands ,

quiosques e similares.

Mídia ou Merchandising : Aluguel de espaço para propaganda e promoções de produtos e serviços.

Mix de Lojas: Plano de distribuição dos tipos e tamanhos de lojas pelo Shopping Center , de modo a gerar conveniência lucrativa para os lojistas e para os empreendedores dos Shopping Centers .

Tradicionalmente, os Shopping Centers dividem suas categorias de lojas em alimentação, artigos

domésticos, vestuário, lazer, conveniência, serviços, entre outros.

Resultado Operacional Líquido, ou seja, a receita bruta do Shopping Center (aluguel mínimo,

aluguel variável, mall , mídia, receitas comerciais e estacionamento) menos os custos operacionais do Shopping Center (auditoria de lojas, taxas de prestação de serviços, honorários advocatícios,

aportes condominiais, fundo de promoção, etc).

NOI Caixa: NOI do Shopping Center já descontada a inadimplência líquida do período.

Same Store Sales ou SSS: Comparativo das vendas declaradas das mesmas lojas que se encontravam no mesmo local no

período atual e no mesmo período do ano anterior.

Same Store Rent ou SSR: Comparativo dos aluguéis das mesmas lojas que se encontravam no mesmo local no período atual

e no mesmo período do ano anterior.

Satélite: Pequenas lojas, sem características estruturais e mercadológicas especiais, localizadas no entorno

das Âncoras e destinadas ao comércio em geral.

Taxa de Ocupação: ABL total alugado dividido pela ABL total.

Vacância ABL próprio total vago dividido pela ABL próprio total.

Vendas totais Refere-se as vendas declaradas nas lojas de cada Shopping Center

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Canais:

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