PCAS11 Praia do Castelo
Comparar com outros FIIsCadastro atualizado em 04/11/2026 23:01 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
- Variação preço
- N/A
- Última cotação
- N/A
- P/VP
- N/A
- VP R$ 3.722,27
- Liquidez diária
- N/A
- negociações
- DY Nov/2026
- N/A
- R$ 85,71
- DY Acumulado
- N/A
O Praia do Castelo (PCAS11) é um fundo imobiliário de tijolo negociado na B3, com gestão ativa da EXANTE ASSET MANAGEMENT LTDA. O último rendimento foi de R$ 85,7143 por cota, com pagamento em nov/2026. O patrimônio líquido era de R$ 260,6 milhões no informe mensal de setembro de 2026.
Em relação aos pares
| Indicador | PCAS11 | Tijolo | Todos os FIIs |
|---|---|---|---|
| DY 12 meses | — | 13,06% 18 FIIs | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | — | 0,68 19 FIIs | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | — | 1,11% 19 FIIs | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 02:21.
Informações básicas
- Razão Social
- PRAIA DO CASTELO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
- CNPJ
- 24.514.406/0001-50
- Patrimônio
- R$ 260.559.079,50
- Tipo de gestão
- Ativa
- CategoriaClassificação do Kartac pelo maior grupo de ativos do informe mensal: tijolo (imóveis), papel (CRI), fundo de fundos...
- Tijolo
- SegmentoSegmento de atuação declarado pelo administrador no informe trimestral da CVM. Não tem opção para papel nem fundo de fundos, que costumam aparecer como Outros ou Multicategoria
- Outros
- Data de início
- 15/06/2021
- Prazo
- Indeterminado
- Público alvo
- Investidor Profissional
- Taxa de administraçãoRemuneração efetivamente paga ao administrador no exercício, conforme o informe anual
- 0,34% do patrimôniopaga no exercício de 2025
- Cotas emitidas
- 70.000
- Quantidade de cotistas
Prestadores de serviços
- Administrador
- PLANNER CORRETORA DE VALORES S.A.
- Gestor
- EXANTE ASSET MANAGEMENT LTDA.
- Custodiante
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
- Auditor Independente
- Confiance Auditores Independentes
Dividendos
- DY médio (12M)
- N/A
- DY Acumulado (12M)
- N/A
- DY Acumulado (6M)
- N/A
- DY Acumulado (3M)
- N/A
Histórico de indicadores
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Investimentos do fundo
Informe mensal de setembro de 2026
- Total investido
- R$ 275.542.690,14
- Imóveis para rendaR$ 185,6 mi67,36%
- Outros valores mobiliáriosR$ 89,9 mi32,64%
Endividamento e caixa
Informe mensal de setembro de 2026
- Passivo totalTudo o que o fundo deve: imóveis a pagar, CRIs emitidos, rendimentos e taxas a pagar
- R$ 16,3 mi5,90% do ativo
- Caixa e aplicações de liquidezDisponibilidades, títulos e fundos de renda fixa
- R$ 1,21 mi0,44% do ativo
- Valores a receberAluguéis, vendas de imóveis e outros valores a receber
- R$ 139 mil
- Rendimentos ÷ resultado de caixaRendimentos declarados em relação ao resultado financeiro do semestre. Acima de 100%, o fundo distribuiu mais do que gerou no período
- 95,00%no semestre até 30/06/2026
Análise do administrador
Publicada em 17/03/2026 no relatório anual de 2025
Resultado do fundo no exercício findo
No exercicio encerrado em 31 de dezembro de 2025 o Fundo apresentou um resultado de R$ -7.977.979,26.
Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo
O ano de 2025 foi marcado por uma trajetória de notável resiliência e amadurecimento para o mercado de fundos imobiliários no Brasil, consolidando o setor como um pilar estratégico mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador. A dinâmica econômica do período foi ditada, primordialmente, pela condução da política monetária. Após iniciar o ano em patamares já elevados, a Taxa Selic sofreu ajustes que a levaram ao pico de 15,00% ao ano em junho, permanecendo estável nesse nível até o encerramento de dezembro. Essa manutenção dos juros em patamares restritivos criou um ambiente de intensa competição entre a renda fixa e os ativos de risco, pressionando inicialmente o valor das cotas dos fundos de "tijolo". No entanto, essa mesma conjuntura favoreceu os fundos de "papel", cujas carteiras de recebíveis atreladas ao CDI e à inflação entregaram dividendos robustos, servindo como um importante amortecedor para a volatilidade do mercado no primeiro semestre. Surpreendendo as projeções mais conservadoras, o IFIX apresentou um desempenho vigoroso ao longo do ano, encerrando 2025 com uma valorização acumulada de 21,08%. Este resultado foi impulsionado por um segundo semestre mais otimista, onde o mercado passou a precificar o fim do ciclo de aperto monetário e a possibilidade de cortes nos juros para 2026, gerando um expressivo rali de recuperação nos ativos reais, especialmente nos segmentos de shoppings e logística. Paralelamente, o mercado imobiliário físico manteve sua força, com os preços de venda subindo cerca de 6,52%, superando a inflação e garantindo o lastro real dos ativos. O setor logístico continuou operando com vacâncias mínimas devido à demanda constante do e-commerce, enquanto o segmento de shoppings se beneficiou da recuperação do consumo e da eficiência na gestão de custos. O crescimento da base de investidores foi outro ponto alto do período, com a indústria alcançando a marca histórica de 2,9 milhões de cotistas. Esse fluxo constante de capital, somado a um patrimônio líquido total que atingiu os R$ 183 bilhões, demonstra que o investidor brasileiro passou a enxergar os fundos imobiliários como um veículo de proteção patrimonial e renda passiva de longo prazo, independentemente das oscilações de curto prazo da Selic. Ao final de dezembro, o balanço de 2025 revelou um mercado mais maduro, com liquidez diária estável e uma capacidade de adaptação que provou que os fundamentos imobiliários permanecem sólidos. Assim, o ano se encerrou não apenas com números recordes, mas com a confirmação de que os FIIs são indispensáveis para uma carteira diversificada no cenário econômico contemporâneo.
Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira
O cenário para o mercado de fundos imobiliários em 2026 desenha-se como um período de colheita e transição estratégica, impulsionado pela estabilização macroeconômica e pela expectativa de flexibilização monetária. Após um 2025 de juros em patamares restritivos, o ano de 2026 inicia-se sob a égide da convergência da inflação para a meta, o que abre espaço para que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie um ciclo de cortes graduais na Taxa Selic. Essa mudança de direção nos juros atua como o principal catalisador para o setor de FIIs, uma vez que a redução das taxas de desconto tende a valorizar os ativos de tijolo e a reduzir o custo de capital para novas aquisições e expansões, tornando as emissões de cotas (follow-ons) mais atrativas e frequentes. No setor de lajes corporativas e logística, a perspectiva para 2026 é de uma absorção líquida positiva, sustentada pelo crescimento do PIB e pela consolidação de modelos de trabalho que privilegiam espaços de alta qualidade (flight to quality). Com a redução do custo financeiro, fundos que estavam alavancados devem passar por um processo de desalavancagem ou repactuação de dívidas, melhorando o fluxo de caixa disponível para distribuição aos cotistas. Já o segmento de shoppings tende a se beneficiar do aumento do poder de compra e da redução do endividamento das famílias, o que se traduz em aluguéis variáveis mais gordos e vacância controlada em ativos dominantes. Em contrapartida, os fundos de papel, que foram os protagonistas dos anos de juros altos, devem passar por um período de normalização. Com a queda da Selic, os rendimentos desses fundos tendem a convergir para patamares mais baixos em comparação ao biênio anterior, exigindo do investidor uma gestão mais ativa e uma rotação de carteira em direção a fundos de tijolo para capturar o ganho de capital. Contudo, o crédito imobiliário continuará sendo um motor essencial para o setor, e a demanda por novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) deve permanecer aquecida para financiar o estoque imobiliário remanescente de 2025. Ao longo de dezembro de 2026, espera-se que o IFIX consolide um novo patamar de preços, refletindo não apenas o cenário de juros menores, mas também o amadurecimento institucional do mercado brasileiro. A liquidez deve continuar em ascensão, atraindo inclusive o investidor estrangeiro, que volta a olhar para os ativos reais brasileiros em busca de rendimentos reais superiores aos mercados desenvolvidos. Em suma, 2026 promete ser o ano da consolidação do valor patrimonial, onde a renda passiva se une à valorização das cotas, premiando os investidores que mantiveram a visão de longo prazo durante os ciclos de aperto monetário anteriores.
Documentos
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (PCAS) Rendimentos e Amortizações - 28/10/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 28/10/202628/10/2026 17:29 | 1 | (Ativo) |
| (PCAS) Aviso aos Cotistas - 25/09/2026 | Aviso aos Cotistas | 25/09/202625/09/2026 13:30 | 1 | (Ativo) | |
| (PCAS) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202606/10/2026 12:28 | 1 | (Ativo) |
| (PCAS) Aviso aos Cotistas - 27/08/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/08/202627/08/2026 12:02 | 1 | (Ativo) | |
| (PCAS) Informe Mensal Estruturado - 08/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/08/202611/09/2026 16:00 | 1 | (Ativo) |
| (PCAS) Rendimentos e Amortizações - 30/07/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 30/07/202630/07/2026 13:18 | 1 | (Ativo) |
| (PCAS) Rendimentos e Amortizações - 28/07/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 28/07/202628/07/2026 13:25 | 1 | (Inativo) |
| (PCAS) Aviso aos Cotistas - 27/07/2026 | Aviso aos Cotistas | 27/07/202627/07/2026 12:03 | 1 | (Inativo) | |
| (PCAS) Informe Mensal Estruturado - 07/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/07/202611/08/2026 19:06 | 1 | (Ativo) |
| (PCAS) Informe Trimestral Estruturado - 30/06/2026 | Informes Periódicos | Informe Trimestral Estruturado | 30/06/202612/08/2026 13:31 | 1 | (Ativo) |
Perguntas frequentes sobre o PCAS11
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
Qual foi o último rendimento do PCAS11?
O último rendimento do PCAS11 foi de R$ 85,7143 por cota, com pagamento em nov/2026.
Qual o patrimônio líquido do PCAS11?
O patrimônio líquido do PCAS11 era de R$ 260,6 milhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 70.000 cotas.