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BCIA11 Bradesco Carteira Imobiliária Ativa

Comparar com outros FIIs

Cadastro atualizado em 04/11/2026 23:00 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.

Variação preço
-9,97%
1 mês
Última cotação
R$ 80,20
P/VP
0,84
VP R$ 95,73
Liquidez diária
R$ 428,8 mil
média de 30 dias
DY Nov/2026
1,04%
R$ 0,86
DY Acumulado
13,00%
12 meses

O Bradesco Carteira Imobiliária Ativa - Fundo de Fundos (BCIA11) é um fundo de fundos imobiliários (FoF) negociado na B3, com gestão ativa da BRAM BRADESCO ASSET MANAGEMENT S/A DTVM. No pregão de 03/11/2026, a cota do BCIA11 fechou a R$ 80,20, com P/VP de 0,84 (valor patrimonial de R$ 95,73 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,86 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 13,00% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 356 milhões no informe mensal de setembro de 2026.

Em relação aos pares

Indicadores do BCIA11 comparados com a mediana do segmento, da categoria e de todos os FIIs
IndicadorBCIA11Fundo de fundosTodos os FIIs
DY 12 meses13,00% abaixo da mediana13,65% 48 FIIs13,08% 258 FIIs
P/VP0,84 acima da mediana0,81 54 FIIs0,76 307 FIIs
Vacância física— —1,93% 167 FIIs

Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 04:22.

Informações básicas

Razão Social
BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA - FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII
CNPJ
20.216.935/0001-17
Patrimônio
R$ 356.038.662,20
Tipo de gestão
Ativa
CategoriaClassificação do Kartac pelo maior grupo de ativos do informe mensal: tijolo (imóveis), papel (CRI), fundo de fundos...
Fundo de fundos
SegmentoSegmento de atuação declarado pelo administrador no informe trimestral da CVM. Não tem opção para papel nem fundo de fundos, que costumam aparecer como Outros ou Multicategoria
Outros
Data de início
19/05/2015
Prazo
Indeterminado
Público alvo
Investidor Profissional
Taxa de administraçãoRemuneração efetivamente paga ao administrador no exercício, conforme o informe anual
0,41% do patrimôniopaga no exercício de 2025
Cotas emitidas
3.719.038
Quantidade de cotistas

Prestadores de serviços

Administrador
BEM DTVM LTDA
Gestor
BRAM BRADESCO ASSET MANAGEMENT S/A DTVM
Custodiante
Não informado
Auditor Independente
KPMG AUDITORES INDEPENDENTES LTDA.

Dividendos

DY médio (12M)
0,96%
DY Acumulado (12M)
13,00%
DY Acumulado (6M)
6,57%
DY Acumulado (3M)
3,22%
Carregando dividendos…

Cotações

Última cotação na base
R$ 80,20
12 meses
-4,16%
6 meses
-15,40%
3 meses
-8,44%
1 mês
-9,97%
7 dias
-4,18%
Carregando cotações…

Aluguel de cotas

Carregando aluguel de cotas…

Histórico de indicadores

Carregando histórico…

Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.

Investimentos do fundo

Informe mensal de setembro de 2026

Total investido
R$ 355.704.224,67
  • Cotas de FIIsR$ 349,3 mi98,20%
  • CRI / CRAR$ 6,4 mi1,80%

Endividamento e caixa

Informe mensal de setembro de 2026

Passivo totalTudo o que o fundo deve: imóveis a pagar, CRIs emitidos, rendimentos e taxas a pagar
R$ 6,71 mi1,85% do ativo
Caixa e aplicações de liquidezDisponibilidades, títulos e fundos de renda fixa
R$ 7,04 mi1,94% do ativo
Valores a receberAluguéis, vendas de imóveis e outros valores a receber
R$ 12,3 mil
Rendimentos ÷ resultado de caixaRendimentos declarados em relação ao resultado financeiro do semestre. Acima de 100%, o fundo distribuiu mais do que gerou no período
95,13%no semestre até 30/06/2026

Análise do administrador

Publicada em 31/03/2026 no relatório anual de 2025

Resultado do fundo no exercício findo

No período de jan/2025 a dez/2025, o Fundo apresentou retorno da cota patrimonial de 21,33% no ano considerando a valorização da cota patrimonial e a distribuição de rendimentos ao longo do ano. O resultado ficou 19 bps acima do benchmark do fundo, o IFIX, que apresentou alta de 21,15%.

Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo

Ao longo de 2025, observamos importante melhora do cenário e das perspectivas econômicas. Iniciamos o ano em meio a um cenário econômico desafiador. Por exemplo, as expectativas de inflação estavam desancoradas e o Real estava muito desvalorizado. Para fazer frente a esse cenário, o Banco Central realizou altas consecutivas da Selic, levando a taxa de 12,25% aa no início do ano para 15% aa em junho. No 2º semestre, a inflação e a atividade econômica passaram a responder à política monetária. Assim, o IPCA fechou o ano com alta de 4,26%, abaixo da banda superior do limite da meta (4,5%), principalmente devido à desaceleração dos preços dos alimentos. O Banco Central manteve a taxa Selic inalterada em 15% aa até o final do ano. Nesse cenário, o IFIX encerrou 2025 com valorização de 21,15%, incorporando a expectativa de queda das taxas de juros em 2026. A performance dos FIIs de tijolo foi superior à performance dos FIIs de recebíveis de forma geral. Com relação aos setores, os destaques positivos de performance foram agro, agências, shopping centers e escritórios. Já os desempenhos mais fracos no ano ocorreram nos fundos de CRI, hospedagem, varejo e desenvolvimento. Continuamos a observar melhora dos indicadores operacionais em todos os setores imobiliários presentes nos FIIs, reforçando a distribuição de rendimentos dos fundos: (1) Continuidade da retomada da ocupação dos escritórios, devido ao retorno gradual do trabalho presencial pelas empresas. Por exemplo, a taxa de vacância dos escritórios classe A em São Paulo caiu de 19,6% no 3T24 para 15,8% no 3T25, segundo dados da Buildings. (2) Continuidade do bom nível de crescimento das vendas nos shopping centers. Além disso, os fundos do setor realizaram aquisições e desinvestimentos de participação em shopping centers que melhoraram a qualidade média dos seus portfólios. (3) O ritmo de absorção continua forte nos galpões logísticos e a vacância encontra-se em nível muito baixo (7,5%, considerando os galpões classe A no Brasil) , segundo dados da Buildings.

Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira

A carteira do BCIA inicia o ano de 2026 com a seguinte composição setorial: recebíveis imobiliários (37,6%), dos quais 34,1% em fundos de CRI e 3,5% em CRIs diretamente, lajes corporativas (23,5%), shopping centers (16%), galpões logísticos (12,2%), FOFs (4,4%), agências bancárias (3,2%), varejo (1,8%) e educacional (1,1%). Assim, iniciamos o ano com alocação de 62% em fundos de “tijolo” (fundos que investem em imóveis) e 38% em fundos de recebíveis imobiliários e CRIs diretos. Realizamos ampliação relevante da exposição aos FIIs de tijolo ao longo do ano: de 50% de participação em jan/25 para 62% em dez/25, aumento de 12 pp. O racional para esse aumento da exposição nos FIIs de tijolo foi a expectativa de valorização adicional dos FIIs de tijolo com a aproximação do ciclo de cortes da Selic esperado para o primeiro trimestre de 2026. A queda da Selic é um importante catalisador para a elevação dos preços dos FIIs de tijolo, dado que possuem uma correlação negativa. Apesar da alta registrada em 2025 (IFIX +21%), os fundos imobiliários de tijolo, estavam negociando com descontos expressivos, com desconto médio relevante de 11% em relação aos valores patrimoniais (múltiplo P/VP de 0,89x) em dez/25. Além disso, os fundamentos dos FIIs de tijolo continuam sólidos: i) redução da vacância nos escritórios, ii) continuidade da forte demanda por galpões logísticos, e (iii) resultado operacional resiliente nos shopping centers. No 1T26, ocorreu um aumento relevante das tensões geopolíticas no Oriente Médio com o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, dificultando a produção e o escoamento de petróleo e derivados na região. No momento, a visibilidade dos desdobramentos e da duração da guerra ainda é baixa. Estamos acompanhando de perto o desenrolar desse conflito para realizar ajustes na alocação da carteira, pois ele traz um risco de aumento da inflação com a pressão nos preços do petróleo e derivados, com potencial impacto na política monetária e na atividade econômica.

Documentos

DescriçãoTipoAssuntoRef. / EntregaVersãoSituação
(BCIA) Rendimentos e Amortizações - 30/10/2026Aviso aos Cotistas - EstruturadoRendimentos e Amortizações30/10/202630/10/2026 16:091(Ativo)
(BCIA) Relatório Gerencial - 30/09/2026RelatóriosRelatório Gerencial30/09/202615/10/2026 19:001(Ativo)
(BCIA) Rendimentos e Amortizações - 30/09/2026Aviso aos Cotistas - EstruturadoRendimentos e Amortizações30/09/202630/09/2026 16:011(Ativo)
(BCIA) Relatório Gerencial - 15/09/2026RelatóriosRelatório Gerencial15/09/202615/09/2026 19:191(Ativo)
(BCIA) Informe Mensal Estruturado - 09/2026Informes PeriódicosInforme Mensal Estruturado01/09/202613/10/2026 16:031(Ativo)
(BCIA) Rentabilidade - 09/2026Outras InformaçõesRentabilidade01/09/202601/10/2026 17:581(Ativo)
(BCIA) Rendimentos e Amortizações - 31/08/2026Aviso aos Cotistas - EstruturadoRendimentos e Amortizações31/08/202631/08/2026 17:291(Ativo)
(BCIA) Relatório Gerencial - 18/08/2026RelatóriosRelatório Gerencial18/08/202618/08/2026 19:131(Ativo)
(BCIA) Informe Mensal Estruturado - 08/2026Informes PeriódicosInforme Mensal Estruturado01/08/202608/09/2026 19:351(Ativo)
(BCIA) Rentabilidade - 08/2026Outras InformaçõesRentabilidade01/08/202603/09/2026 17:481(Ativo)

Perguntas frequentes sobre o BCIA11

Respostas com os dados da base em 04/11/2026

Qual a cotação do BCIA11?

A última cotação do BCIA11 na base do Kartac é R$ 80,20, do pregão de 03/11/2026 (fechamento da B3, não em tempo real).

Qual o DY do BCIA11?

O dividend yield (DY) do BCIA11 nos últimos 12 meses é de 13,00%: a soma dos rendimentos pagos no período dividida pela cotação de 03/11/2026. Rendimentos passados não garantem pagamentos futuros.

Qual foi o último rendimento do BCIA11?

O último rendimento do BCIA11 foi de R$ 0,86 por cota, com pagamento em nov/2026, o equivalente a 1,04% da cotação na data com.

Qual o P/VP do BCIA11?

O P/VP do BCIA11 é 0,84: a cotação de 03/11/2026 dividida pelo valor patrimonial de R$ 95,73 por cota do informe mensal de setembro de 2026. A cota negocia abaixo do valor patrimonial.

Qual o patrimônio líquido do BCIA11?

O patrimônio líquido do BCIA11 era de R$ 356 milhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 3.719.038 cotas.

O Kartac reúne dados de FIIs e indicadores estatísticos para consulta e comparação. O conteúdo não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção, oferta de investimento ou orientação personalizada. Dados podem apresentar atrasos, lacunas e revisões; não são cotações em tempo real. FIIs envolvem riscos, inclusive de perda do capital investido. Rendimentos e resultados passados não garantem resultados futuros. Confira as datas e os documentos originais dos fundos.

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