CPTS11 Capitânia Securities II
Comparar com outros FIIsCadastro atualizado em 04/11/2026 23:01 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
- Variação preço
- -10,56%
- 1 mês
- Última cotação
- R$ 6,86
- P/VP
- 0,82
- VP R$ 8,36
- Liquidez diária
- R$ 7,6 mi
- média de 30 dias
- DY Out/2026
- 1,13%
- R$ 0,09
- DY Acumulado
- 14,43%
- 12 meses
O Capitânia Securities II (CPTS11) é um fundo de fundos imobiliários (FoF) negociado na B3, com gestão ativa da CAPITANIA S/A. No pregão de 03/11/2026, a cota do CPTS11 fechou a R$ 6,86, com P/VP de 0,82 (valor patrimonial de R$ 8,36 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,09 por cota, com pagamento em out/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 14,43% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 3 bilhões no informe mensal de setembro de 2026.
Em relação aos pares
| Indicador | CPTS11 | Fundo de fundos | Todos os FIIs |
|---|---|---|---|
| DY 12 meses | 14,43% acima da mediana | 13,65% 48 FIIs | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | 0,82 acima da mediana | 0,81 54 FIIs | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | — | — | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 04:22.
Informações básicas
- Razão Social
- CAPITÂNIA SECURITIES II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA
- CNPJ
- 18.979.895/0001-13
- Patrimônio
- R$ 3.037.334.444,47
- Tipo de gestão
- Ativa
- CategoriaClassificação do Kartac pelo maior grupo de ativos do informe mensal: tijolo (imóveis), papel (CRI), fundo de fundos...
- Fundo de fundos
- SegmentoSegmento de atuação declarado pelo administrador no informe trimestral da CVM. Não tem opção para papel nem fundo de fundos, que costumam aparecer como Outros ou Multicategoria
- Outros
- Data de início
- 07/08/2014
- Prazo
- Indeterminado
- Público alvo
- Investidores em Geral
- Taxa de administraçãoRemuneração efetivamente paga ao administrador no exercício, conforme o informe anual
- 0,69% do patrimôniopaga no exercício de 2026
- Cotas emitidas
- 363.503.147
- Quantidade de cotistas
Prestadores de serviços
- Administrador
- BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
- Gestor
- CAPITANIA S/A
- Custodiante
- BANCO BTG PACTUAL S A
- Auditor Independente
- PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES LTDA.
- Distribuidor de cotas
- BANCO BTG PACTUAL S A
Dividendos
- DY médio (12M)
- 1,06%
- DY Acumulado (12M)
- 14,43%
- DY Acumulado (6M)
- 6,56%
- DY Acumulado (3M)
- 2,62%
Cotações
- Última cotação na base
- R$ 6,86
- 12 meses
- -9,38%
- 6 meses
- -12,72%
- 3 meses
- -8,41%
- 1 mês
- -10,56%
- 7 dias
- -2,00%
Aluguel de cotas
Histórico de indicadores
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Investimentos do fundo
Informe mensal de setembro de 2026
- Total investido
- R$ 3.654.115.498,48
- Cotas de FIIsR$ 2,8 bi76,15%
- CRI / CRAR$ 871,5 mi23,85%
Endividamento e caixa
Informe mensal de setembro de 2026
- Passivo totalTudo o que o fundo deve: imóveis a pagar, CRIs emitidos, rendimentos e taxas a pagar
- R$ 628 mi17,14% do ativo
- Caixa e aplicações de liquidezDisponibilidades, títulos e fundos de renda fixa
- R$ 492 mil0,01% do ativo
- Valores a receberAluguéis, vendas de imóveis e outros valores a receber
- R$ 11 mi
- Rendimentos ÷ resultado de caixaRendimentos declarados em relação ao resultado financeiro do semestre. Acima de 100%, o fundo distribuiu mais do que gerou no período
- 98,15%no semestre até 30/06/2026
Análise do administrador
Publicada em 28/09/2026 no relatório anual de 2026
Resultado do fundo no exercício findo
No exercício findo, o Fundo distribuiu um total de R$ 1,069 em dividendos, o que representa uma média mensal de R$ 0,089 por cota. O fundo apresentou uma rentabilidade ajustada por proventos de 15.45% que compreende o período de 30/06/2025 até 30/06/2026, evidenciada pelo aumento nos dividendos pagos pelo fundo mediante resultado auferido predominantemente de ganho de capital com FIIs. Mesmo com o macro e doméstico ainda nebulosos, nossa carteira se mostrou resiliente e entregou resultados acima dos índices de referência como o IFIX e CDI. Seguimos atentos as oportunidades de mercado de capturar ativos bons em níveis de preços que consideramos atrativos.
Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo
O período em análise foi marcado por um ambiente macroeconômico ainda desafiador para os ativos de risco, incluindo os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). Após permanecer em 15% ao ano durante todo o segundo semestre de 2025, a taxa básica de juros (SELIC) iniciou em 2026 um ciclo gradual de afrouxamento, com reduções sucessivas de 0,25 p.p., sendo a mais recente em setembro, que levou a taxa a 13,75% ao ano. Apesar do início dos cortes, os juros reais seguem em patamar elevado, mantendo alto o custo de oportunidade e exigindo maior prêmio de risco por parte dos investidores, o que continua pressionando as cotações no mercado secundário e mantém o IFIX, principal índice do setor, negociando com relevante desconto sobre seu valor patrimonial. No cenário doméstico, a atividade econômica dá sinais de desaceleração, as expectativas de inflação permanecem acima do centro da meta de 3% e o Banco Central tem mantido postura cautelosa, sinalizando não haver espaço, neste momento, para acelerar o ritmo de redução dos juros. Soma-se a isso o calendário eleitoral: as eleições gerais de outubro tendem a elevar a volatilidade dos ativos domésticos e a sensibilidade do mercado à agenda fiscal dos candidatos, fator determinante para o comportamento da curva de juros futuros e, consequentemente, para os prêmios exigidos nos FIIs. Observou-se, contudo, um descolamento significativo entre a precificação do mercado de FIIs listados e a dinâmica do mercado imobiliário transacional privado. Enquanto o primeiro demonstrou aversão ao risco, o mercado privado de compra e venda de ativos imobiliários permaneceu aquecido, com um volume robusto de negociações ocorrendo a taxas de capitalização (cap rates) substancialmente mais comprimidas. Na visão da gestão, essa discrepância representa uma ineficiência temporária, e a expectativa é que, ao longo do tempo, os preços do mercado público convirjam para os fundamentos observados no mercado privado. Olhando para frente, o cenário prospectivo segue construtivo, ainda que condicionado ao desfecho eleitoral e à condução da política fiscal. As expectativas de mercado, consolidadas no mais recente Boletim Focus do Banco Central (21/09/2026), apontam para a continuidade do ciclo de queda da SELIC, com projeções de 13,50% ao final de 2026, 12,00% ao final de 2027 e 10,50% ao final de 2028, e IPCA de 4,92% em 2026 e 4,30% em 2027. Caso essa trajetória de arrefecimento da política monetária se concretize e o cenário pós-eleitoral traga maior previsibilidade fiscal, espera-se um impacto positivo direto sobre o mercado de FIIs, através da redução do custo de oportunidade para os investidores. Esse movimento tende a levar a uma compressão dos yields exigidos e, consequentemente, a uma valorização das cotas, acelerando a mencionada convergência entre os mercados.
Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira
As perspectivas para o período seguinte são construtivas, dadas a conjuntura macroeconômica esperada e, principalmente, a atual estrutura do portfólio do Fundo. A carteira está estrategicamente posicionada para se beneficiar do cenário de queda da taxa de juros através de duas frentes principais: Posicionamento Estratégico em FIIs de Tijolo: Atualmente, a maior parte do patrimônio do Fundo (cerca de 76%) está alocada em cotas de outros FIIs. Deste montante, aproximadamente 85% está investido em fundos de "tijolo" que negociam com descontos significativos em relação ao seu valor patrimonial, e mais de 13% está investido em FOFs que, por sua vez, também investem em fundos de "tijolo" com descontos significativos. Este posicionamento oferece um duplo potencial de ganho: a valorização natural dos ativos imobiliários e, mais importante, o fechamento do desconto das cotas à medida que o custo de oportunidade (taxa SELIC) diminui. Portanto, o Fundo está posicionado para capturar de forma amplificada os benefícios do ciclo de queda de juros. Oportunidades de Ganho de Capital na Carteira de CRIs: A parcela remanescente do portfólio, investida em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), também tende a se beneficiar. A queda das taxas dos títulos públicos atrelados à inflação (NTN-Bs), que balizam o mercado de crédito, tende a gerar uma marcação a mercado positiva na nossa carteira de CRIs, que foi estruturada em períodos de taxas mais baixas. Essa valorização dos papéis acima do seu valor contábil abre uma janela de oportunidade para a gestão realizar vendas no mercado secundário, gerando ganhos de capital e, simultaneamente, aumentando a liquidez do Fundo para reinvestimento em novas operações estratégicas.
Documentos
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (CPTS) Rendimentos e Amortizações - 15/10/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 15/10/202615/10/2026 16:37 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Relatório Gerencial - 30/09/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 30/09/202630/10/2026 20:10 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Rendimentos e Amortizações - 15/09/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 15/09/202615/09/2026 17:06 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202615/10/2026 15:49 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Relatório Gerencial - 31/08/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 31/08/202630/09/2026 18:32 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Rendimentos e Amortizações - 14/08/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 14/08/202614/08/2026 17:07 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Informe Mensal Estruturado - 08/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/08/202615/09/2026 20:35 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Relatório Gerencial - 31/07/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 31/07/202601/09/2026 18:35 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Rendimentos e Amortizações - 14/07/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 14/07/202614/07/2026 17:09 | 1 | (Ativo) |
| (CPTS) Informe Mensal Estruturado - 07/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/07/202625/08/2026 11:03 | 2 | (Ativo) |
Perguntas frequentes sobre o CPTS11
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
Qual a cotação do CPTS11?
A última cotação do CPTS11 na base do Kartac é R$ 6,86, do pregão de 03/11/2026 (fechamento da B3, não em tempo real).
Qual o DY do CPTS11?
O dividend yield (DY) do CPTS11 nos últimos 12 meses é de 14,43%: a soma dos rendimentos pagos no período dividida pela cotação de 03/11/2026. Rendimentos passados não garantem pagamentos futuros.
Qual foi o último rendimento do CPTS11?
O último rendimento do CPTS11 foi de R$ 0,09 por cota, com pagamento em out/2026, o equivalente a 1,13% da cotação na data com.
Qual o P/VP do CPTS11?
O P/VP do CPTS11 é 0,82: a cotação de 03/11/2026 dividida pelo valor patrimonial de R$ 8,36 por cota do informe mensal de setembro de 2026. A cota negocia abaixo do valor patrimonial.
Qual o patrimônio líquido do CPTS11?
O patrimônio líquido do CPTS11 era de R$ 3 bilhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 363.503.147 cotas.