Avenida Presidente Kubitschek, 227, Centro
- Área
- 26.083 m²
- Unidades
- 1
- % da receita
- 7,28%
- Inadimplência
- 0,00%
Cadastro atualizado em 04/11/2026 23:00 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
O Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) é um fundo imobiliário de varejo negociado na B3. No pregão de 03/11/2026, a cota do RBVA11 fechou a R$ 7,90, com P/VP de 0,74 (valor patrimonial de R$ 10,64 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 0,09 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 13,67% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 1,8 bilhão no informe mensal de setembro de 2026.
| Indicador | RBVA11 | Varejo | Tijolo | Todos os FIIs |
|---|---|---|---|---|
| DY 12 meses | 13,67% | — | 10,58% 111 FIIs | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | 0,74 | — | 0,72 129 FIIs | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | 4,87% | — | 2,35% 146 FIIs | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 00:19.
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Avenida Presidente Kubitschek, 227, Centro
Av. Paulista, 1.227
Avenida Jorge Zarur, 100
Avenida Doutor Rudge Ramos, 1501, Rudge Ramos
Avenida São Luís Rei de França, 32, Turu
Avenida Salgado Filho, 1301 – Centro
% da receita dos imóveis por prazo até o vencimento
% da receita dos imóveis por índice de reajuste
Informe trimestral da CVM de 30/06/2026. Os percentuais são declarados pelo administrador.
Informe mensal de setembro de 2026
Informe mensal de setembro de 2026
Publicada em 20/04/2026 no relatório anual de 2025
O resultado do Fundo no período foi Lucro de R$ 176 milhões. Os principais fatores que impactaram o resultado do fundo foram o resultado líquido com propriedades para investimento, totalizando R$ 157 milhões.
Seguimos otimistas com o processo de suavização da política monetária, com uma sequência de cortes de juros cuja largada deve ocorrer na reunião do Copom de março (11/03). Embora desdobramentos geopolíticos recentes tragam pressões inflacionárias, avaliamos que seus efeitos serão de natureza transitória, sem alteração estrutural do cenário base. O câmbio, sustentado em patamares mais apreciados, tem funcionado como âncora fundamental do processo desinflacionário brasileiro, evidenciado de forma nítida na retração dos preços de comercializáveis — em especial, alimentos. Condições de oferta mais benignas devem igualmente contribuir para manter essa categoria, que representa mais de um quinto da cesta do IPCA, em níveis menos pressionados ao consumidor. As expectativas de inflação seguem convergindo de forma sustentada em direção ao centro da meta — atualmente em 3,91% —, ao passo que os dados de atividade econômica apontam arrefecimento considerável na margem, particularmente no consumo. Esperamos a manutenção dessa dinâmica ao longo de 2026. O principal ponto de dissonância entre os analistas reside no mercado de trabalho. A inflação de serviços — essencialmente uma inflação salarial — permanece em níveis superiores ao teto da meta, demonstrando elevada resiliência. A combinação de reajustes salariais acima do INPC, avanço da formalização da força de trabalho e desemprego em mínimas históricas (5,4% na última PNAD Contínua) tende a sustentar esse desafio à autoridade monetária. O maior grau de indexação dessa categoria reduz a sensibilidade dos preços ao aperto monetário no curto prazo, limitando a velocidade da convergência. Assim, para 2026 projetamos crescimento econômico modesto, próximo a 1,7%, com desaceleração continuada do consumo e acomodação gradual dos preços livres — a despeito da persistência no componente de serviços. O principal risco mapeável ao cenário é o papel do câmbio no processo desinflacionário: a volatilidade do dólar e a escalada de tensões geopolíticas permanecem como vetores com potencial de trazer consequências deletérias à inflação doméstica.
O câmbio, sustentado em patamares mais apreciados, tem funcionado como âncora fundamental do processo desinflacionário brasileiro, evidenciado de forma nítida na retração dos preços de comercializáveis — em especial, alimentos. Condições de oferta mais benignas devem igualmente contribuir para manter essa categoria, que representa mais de um quinto da cesta do IPCA, em níveis menos pressionados ao consumidor. As expectativas de inflação seguem convergindo de forma sustentada em direção ao centro da meta — atualmente em 3,91% —, ao passo que os dados de atividade econômica apontam arrefecimento considerável na margem, particularmente no consumo. Esperamos a manutenção dessa dinâmica ao longo de 2026. O principal ponto de dissonância entre os analistas reside no mercado de trabalho. A inflação de serviços — essencialmente uma inflação salarial — permanece em níveis superiores ao teto da meta, demonstrando elevada resiliência. A combinação de reajustes salariais acima do INPC, avanço da formalização da força de trabalho e desemprego em mínimas históricas (5,4% na última PNAD Contínua) tende a sustentar esse desafio à autoridade monetária. O maior grau de indexação dessa categoria reduz a sensibilidade dos preços ao aperto monetário no curto prazo, limitando a velocidade da convergência. Assim, para 2026 projetamos crescimento econômico modesto, próximo a 1,7%, com desaceleração continuada do consumo e acomodação gradual dos preços livres — a despeito da persistência no componente de serviços. O principal risco mapeável ao cenário é o papel do câmbio no processo desinflacionário: a volatilidade do dólar e a escalada de tensões geopolíticas permanecem como vetores com potencial de trazer consequências deletérias à inflação doméstica.
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (RBVA) Rendimentos e Amortizações - 30/10/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 30/10/202630/10/2026 17:05 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Relatório gerencial em inglês - 30/09/2026 | Outras Informações | Relatório gerencial em inglês | 30/09/202629/10/2026 18:16 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Relatório Gerencial - 30/09/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 30/09/202621/10/2026 19:50 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Rendimentos e Amortizações - 30/09/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 30/09/202630/09/2026 17:02 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Fato Relevante - 16/09/2026 | Fato Relevante | 16/09/202616/09/2026 18:24 | 1 | (Ativo) | |
| (RBVA) Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes - 14/09/2026 | Comunicado ao Mercado | Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes | 14/09/202614/09/2026 09:05 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Rentabilidade - 09/2026 | Outras Informações | Rentabilidade | 01/09/202615/10/2026 17:49 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202615/10/2026 17:30 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Relatório Gerencial - 31/08/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 31/08/202616/09/2026 07:08 | 1 | (Ativo) |
| (RBVA) Rendimentos e Amortizações - 31/08/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 31/08/202631/08/2026 17:06 | 1 | (Ativo) |
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
A última cotação do RBVA11 na base do Kartac é R$ 7,90, do pregão de 03/11/2026 (fechamento da B3, não em tempo real).
O dividend yield (DY) do RBVA11 nos últimos 12 meses é de 13,67%: a soma dos rendimentos pagos no período dividida pela cotação de 03/11/2026. Rendimentos passados não garantem pagamentos futuros.
O último rendimento do RBVA11 foi de R$ 0,09 por cota, com pagamento em nov/2026, o equivalente a 1,11% da cotação na data com.
O P/VP do RBVA11 é 0,74: a cotação de 03/11/2026 dividida pelo valor patrimonial de R$ 10,64 por cota do informe mensal de setembro de 2026. A cota negocia abaixo do valor patrimonial.
O patrimônio líquido do RBVA11 era de R$ 1,8 bilhão no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 165.268.143 cotas.