SMRE11 Smart Real Estate
Comparar com outros FIIsCadastro atualizado em 04/11/2026 23:01 · Os dados financeiros podem ter outras datas de referência.
- Variação preço
- 2,36%
- 1 mês
- Última cotação
- R$ 56,30
- P/VP
- 0,55
- VP R$ 102,66
- Liquidez diária
- R$ 259,4 mil
- média de 30 dias
- DY Nov/2026
- 1,77%
- R$ 1,00
- DY Acumulado
- 21,63%
- 12 meses
O Smart Real Estate (SMRE11) é um fundo imobiliário negociado na B3, com gestão ativa da PLANNER CORRETORA DE VALORES SA. No pregão de 03/11/2026, a cota do SMRE11 fechou a R$ 56,30, com P/VP de 0,55 (valor patrimonial de R$ 102,66 por cota no informe mensal de setembro de 2026). O último rendimento foi de R$ 1,00 por cota, com pagamento em nov/2026, e o dividend yield dos últimos 12 meses é de 21,63% sobre a cotação de 03/11/2026. O patrimônio líquido era de R$ 102,4 milhões no informe mensal de setembro de 2026.
Em relação aos pares
| Indicador | SMRE11 | Todos os FIIs |
|---|---|---|
| DY 12 meses | 21,63% | 13,08% 258 FIIs |
| P/VP | 0,55 | 0,76 307 FIIs |
| Vacância física | — | 1,93% 167 FIIs |
Mediana dos fundos sem aviso de dado suspeito (P/VP inconsistente, cotação antiga, pouco negociado; no DY, também DY passado e menos de 12 meses de bolsa). Grupo com menos de 5 fundos fica sem mediana. Calculado em 05/11/2026 02:21.
Informações básicas
- Razão Social
- FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO SMART REAL ESTATE - FII RESPONSABILIDADE LIMITADA
- CNPJ
- 53.730.029/0001-95
- Patrimônio
- R$ 102.438.608,47
- Tipo de gestão
- Ativa
- CategoriaClassificação do Kartac pelo maior grupo de ativos do informe mensal: tijolo (imóveis), papel (CRI), fundo de fundos...
- Não identificada
- SegmentoSegmento de atuação declarado pelo administrador no informe trimestral da CVM. Não tem opção para papel nem fundo de fundos, que costumam aparecer como Outros ou Multicategoria
- Outros
- Data de início
- 15/04/2024
- Prazo
- Indeterminado
- Público alvo
- Investidor Qualificado
- Taxa de administraçãoRemuneração efetivamente paga ao administrador no exercício, conforme o informe anual
- 1,12% do patrimôniopaga no exercício de 2026
- Cotas emitidas
- 997.857
- Quantidade de cotistas
Prestadores de serviços
- Administrador
- PLANNER CORRETORA DE VALORES S.A.
- Gestor
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
- Custodiante
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
- Auditor Independente
- Confiance Auditores Independentes
- Distribuidor de cotas
- PLANNER CORRETORA DE VALORES SA
Dividendos
- DY médio (12M)
- 1,65%
- DY Acumulado (12M)
- 21,63%
- DY Acumulado (6M)
- 10,69%
- DY Acumulado (3M)
- 5,33%
Cotações
- Última cotação na base
- R$ 56,30
- 12 meses
- -27,59%
- 6 meses
- -13,52%
- 3 meses
- -4,33%
- 1 mês
- 2,36%
- 7 dias
- 0,91%
Aluguel de cotas
Histórico de indicadores
Fechamento do mês ÷ VP por cota do informe mensal da CVM (última versão). Fora de 0,2 a 5 é tratado como erro no informe e fica em branco.
Investimentos do fundo
Informe mensal de setembro de 2026
- Total investido
- R$ 102.086.938,25
- Cotas de sociedades imobiliáriasR$ 102,1 mi100,00%
Endividamento e caixa
Informe mensal de setembro de 2026
- Passivo totalTudo o que o fundo deve: imóveis a pagar, CRIs emitidos, rendimentos e taxas a pagar
- R$ 1,14 mi1,10% do ativo
- Caixa e aplicações de liquidezDisponibilidades, títulos e fundos de renda fixa
- R$ 1,47 mi1,42% do ativo
- Valores a receberAluguéis, vendas de imóveis e outros valores a receber
- R$ 12,5 mil
- Rendimentos ÷ resultado de caixaRendimentos declarados em relação ao resultado financeiro do semestre. Acima de 100%, o fundo distribuiu mais do que gerou no período
- 95,00%no semestre até 30/06/2026
Análise do administrador
Publicada em 21/08/2026 no relatório anual de 2026
Resultado do fundo no exercício findo
No exercicio encerrado em 30 de junho de 2026 o Fundo apresentou um Resultado de R$ 11.736.389,34
Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo
Entre julho de 2025 e junho de 2026, o mercado imobiliário brasileiro apresentou resiliência, mas em um ambiente de juros elevados e crédito mais restritivo. A Selic permaneceu em 15% ao ano durante boa parte do período e só começou a recuar em 2026, encerrando junho em 14,25%. Esse cenário limitou o financiamento e contribuiu para uma desaceleração da valorização dos imóveis. No mercado residencial, os preços continuaram subindo, porém em ritmo moderado. No primeiro semestre de 2026, o FipeZAP acumulou alta de aproximadamente 2,4%, abaixo da inflação do período. Em 12 meses, a valorização permanecia próxima de 5,6%, mostrando perda de força em relação a 2025. O comportamento foi desigual entre as cidades, com algumas capitais apresentando valorização significativamente superior à média nacional. O mercado de locação apresentou desempenho mais robusto. Os aluguéis residenciais acumularam alta de 5,24% no primeiro semestre de 2026, superando a inflação. A dificuldade de acesso à compra financiada manteve parte da demanda direcionada para a locação, sustentando os preços. O crédito imobiliário também mostrou resistência, apesar do custo elevado do dinheiro. O segmento popular, impulsionado pelo Minha Casa, Minha Vida e pelos recursos do FGTS, permaneceu como importante sustentação da atividade, enquanto o mercado de médio e alto padrão sofreu maior influência dos juros. Na construção civil, os custos continuaram pressionando as incorporadoras, embora em ritmo menos intenso que no período anterior. A combinação de custos elevados, crédito caro e demanda mais seletiva exigiu maior cautela nos lançamentos e na formação de preços. No mercado de capitais, os fundos imobiliários apresentaram recuperação ao longo do período, beneficiados pela expectativa de redução dos juros, embora ainda enfrentassem a forte concorrência da renda fixa. Em síntese, entre julho de 2025 e junho de 2026, o setor imobiliário brasileiro permaneceu resiliente, mas perdeu ritmo. Os preços de venda avançaram moderadamente, os aluguéis tiveram desempenho mais forte e o crédito continuou sustentando o mercado, especialmente no segmento popular. O início da redução da Selic trouxe uma perspectiva mais favorável para o segundo semestre de 2026, mas a recuperação do mercado dependeria da continuidade da queda dos juros e da melhora das condições de financiamento.
Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira
Para o período entre julho de 2026 e junho de 2027, a perspectiva para o mercado imobiliário brasileiro é de continuidade do crescimento, porém em ritmo moderado e com diferenças importantes entre os segmentos. O principal fator de influência será a trajetória dos juros. As projeções do mercado indicam Selic em torno de 13,75% ao final de 2026 e 12% ao final de 2027, sugerindo uma redução gradual do custo do dinheiro, mas ainda distante de um cenário de crédito barato. Nesse ambiente, os preços dos imóveis residenciais tendem a continuar avançando, mas sem uma valorização generalizada e muito acima da inflação. A oferta restrita em determinadas regiões, o crescimento dos custos de construção e a demanda estrutural por moradia devem contribuir para sustentar os preços. Já o mercado de locação deve permanecer relativamente aquecido, beneficiado pela dificuldade de parte das famílias em acessar o financiamento imobiliário. O crédito deverá continuar sendo um dos principais motores do setor, especialmente por meio do Minha Casa, Minha Vida e dos recursos do FGTS. Para as famílias de renda média e alta, entretanto, o financiamento continuará mais caro, exigindo maior capacidade de entrada e comprometimento de renda. A transição para um novo modelo de funding imobiliário, com maior participação de instrumentos do mercado de capitais, também será um dos acontecimentos relevantes do período, embora possa manter o custo do crédito pressionado enquanto os juros permanecerem elevados. Na construção civil, a expectativa é de continuidade dos lançamentos, mas com maior seletividade por parte das incorporadoras. Custos de mão de obra, materiais, terrenos e financiamento continuarão pressionando as margens, favorecendo empresas com maior eficiência operacional e acesso a capital. O segmento econômico tende a apresentar desempenho mais consistente, enquanto os empreendimentos voltados à classe média poderão sentir mais diretamente os efeitos do crédito caro. Os fundos imobiliários também poderão se beneficiar gradualmente da queda dos juros. A redução da Selic tende a diminuir a vantagem relativa da renda fixa e aumentar a atratividade dos FIIs, especialmente daqueles com ativos de qualidade e capacidade de geração recorrente de renda. Ainda assim, a recuperação deverá ocorrer de forma seletiva e dependerá da velocidade dos cortes de juros e da percepção de risco fiscal. Em síntese, entre julho de 2026 e junho de 2027, espera-se um mercado imobiliário resiliente, porém seletivo. A queda gradual dos juros poderá melhorar as condições de financiamento e favorecer os FIIs, enquanto o Minha Casa, Minha Vida e o FGTS continuarão sustentando boa parte da demanda. Por outro lado, juros ainda elevados, inflação acima da meta e incertezas fiscais deverão impedir uma expansão mais acelerada. O cenário mais provável é de crescimento moderado, aluguéis firmes, valorização imobiliária controlada e recuperação gradual do crédito e dos investimentos imobiliários.
Documentos
| Descrição | Tipo | Assunto | Ref. / Entrega | Versão | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| (SMRE) Rendimentos e Amortizações - 28/10/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 28/10/202628/10/2026 16:01 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes - 20/10/2026 | Comunicado ao Mercado | Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes | 20/10/202621/10/2026 19:14 | 2 | (Ativo) |
| (SMRE) Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes - 20/10/2026 | Comunicado ao Mercado | Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes | 20/10/202620/10/2026 19:19 | 1 | (Inativo) |
| (SMRE) Relatório Gerencial - 30/09/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 30/09/202620/10/2026 16:42 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Rendimentos e Amortizações - 25/09/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 25/09/202625/09/2026 16:05 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Rendimentos e Amortizações - 22/09/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 22/09/202622/09/2026 12:43 | 1 | (Inativo) |
| (SMRE) Informe Mensal Estruturado - 09/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/09/202614/10/2026 12:48 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Relatório Gerencial - 31/08/2026 | Relatórios | Relatório Gerencial | 31/08/202622/09/2026 09:13 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Rendimentos e Amortizações - 25/08/2026 | Aviso aos Cotistas - Estruturado | Rendimentos e Amortizações | 25/08/202625/08/2026 16:39 | 1 | (Ativo) |
| (SMRE) Informe Mensal Estruturado - 08/2026 | Informes Periódicos | Informe Mensal Estruturado | 01/08/202611/09/2026 16:00 | 1 | (Ativo) |
Perguntas frequentes sobre o SMRE11
Respostas com os dados da base em 04/11/2026
Qual a cotação do SMRE11?
A última cotação do SMRE11 na base do Kartac é R$ 56,30, do pregão de 03/11/2026 (fechamento da B3, não em tempo real).
Qual o DY do SMRE11?
O dividend yield (DY) do SMRE11 nos últimos 12 meses é de 21,63%: a soma dos rendimentos pagos no período dividida pela cotação de 03/11/2026. Rendimentos passados não garantem pagamentos futuros.
Qual foi o último rendimento do SMRE11?
O último rendimento do SMRE11 foi de R$ 1,00 por cota, com pagamento em nov/2026, o equivalente a 1,77% da cotação na data com.
Qual o P/VP do SMRE11?
O P/VP do SMRE11 é 0,55: a cotação de 03/11/2026 dividida pelo valor patrimonial de R$ 102,66 por cota do informe mensal de setembro de 2026. A cota negocia abaixo do valor patrimonial.
Qual o patrimônio líquido do SMRE11?
O patrimônio líquido do SMRE11 era de R$ 102,4 milhões no informe mensal de setembro de 2026, dividido em 997.857 cotas.